Analyses de Portuguez para o uso dos grupos escolares e outros estabelecimentos de ensino

- .J:ií - O Bra ~il, n A1:,7mfinn o o .lle.riro são r epublicanos. Ora<,:ões simples: O Hra ~il é republica; a Argen tina ,; rrp11hlica; o .llerico é republica. (Tres sujeitos }JOr u m predicado). A 8a11de, n i11str11rf(io e o trabalho são uteis e i 11 - disp ensrweis. (Seis orações simples, formadas pelos 3 sujeitos multipli cados pelos 2 predi caJ os). Observação. - Esta r egra tem algumas excepç-uPs. H a oraç-ões compostas que se uão pódem decompôr em outras si mples; exemplo : Sanrlw r Jfnrtinho são irmrios. Não podc•mos dizer : Sanrlw t! i,·nui.o ; Jlartinho 11 ir11uio. 'faes orações são r.omposta.~, mas não são contractas, por <1u e sã ,., indi,·i:;i,·eis, - irreducti,·eis ú analyse. Oração complexa ó a que tem um ou ambos o~ termos complexos, como: O estudo de portu_qucI ó im– porta ntíssimo. A sande é necessar ia a todos. O trabalh ,, lwnrado convém a todos os homPn ~. ExTmxsECA:UEl\·n ; as ora\·ões p,í<lem ~er totaes ou 1u1 r – ciaes . As tota e'i pódem ser absol11tas, p rmripaes, collatcm cs e coordenadas. A s pnrciaes pódem ser s11hslrwlira.<1, adjcctfras, ,lu adrerbiaes. Exemplos geraes : 'rou1. AIJS0I,UT.\ :- 0 Parú é um membro da t 7nião Hrazileirn. Toni. I'Itl ~Cll'.\I, :- 0 J>ard é 111n memhro dn U 11 iiio lJra ~ileira, porém mautcnH;r com as suas proprias r en<l ::s e "'OSa do mais iiwejavel equilíbri o f-oc ial e fin anceiro. ° CoI.LATEIL\ E.5:- t- Uma injusfü,·a nos revolta, o bem e 11 bello nos encantam, um beijo materno nos eul(•va, n nar– ração de uma desgraça nos entri~t(•ce, a in fe licidade d'um vizinho nos commove, a doen<,·a de um amigo nos inc1ui(-ta. o canto d"um passarinho nos alegra. o espa<,·o infinito 11 11)– arrebata. • (Hilario Ribeiro). « A imaginação pinta, o espirito cümpara, o gosto es• colh e, o talento executa. -. (Conf"elh eiro Bastos). • Cruzam-se as prúas nltiv11s, !:ittúdam-so º" pa,·ilhues :

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