A Liberdade de Cultos
47 rc· Do se io do Bras il se tem ouvido os pro– testos, cont ra a e rro nea polí tica, já decade nte (a polí tica de q ue re r-se a todo custo immig ração ge rma ni ca). E sses pro tes tos n' um sentido são inu – teis, porque a força das cousas resis te por si só com e ne rg ia bas tante aos pla nos que a contra riam ; mas o g·rito do B rasil p ara os Brasileiros tem para nós o a lto merecimento ele demonstrar um fac to, de resto já ele ha mui to provado : a exis tencia de urna consci encia coll ectiva, de um sentimento de– fi ni do do futuro nac ional. - Ao cabo de algzms amzos, qzte será d' este nosso Brasil latino, catho!ico, 1ta presença d' esse outro B 1~asil g·ermanz"co, p rotes- ~ tante, em, habitos, em, indo/e, em tudo completamente repulsivo, antagonz"co ao B raszt a que pertencemos .'P c Facil é d iagnos ti ca r o qu e seria. « O futuro ce rto, seg uro, cons istente e ve r – dadeiramente g ra nde do Impe ri o está no dese n– volvi mento homogeneo ele sua população. A im– mig ração é um bem ; mas é miste r q ue a infu são do sang ue estra nho não vá além dos limi tes de qua ntidade que o fu ndo preexistente póde assi– mi lar ; e muito menos que traga elementos a nti– pathi cos ou he te rogeneos. D 'esse modo forma-se uma estalagem, nunca uma nação . O sang ue por– tug uez e o ga ll ego (que portug uez é) pri_meiro, o italia no depois, como a ffi n, eis o qu e convém ao tempe rame nto do Bras il e ao seu clima tro– pical. É pequ ena a infusão, le nto o desenvolvi-
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