A Liberdade de Cultos

35 á fatalidade, em cuJa unidade tenebrosa se con– fundem o bem e o mal, a sabedoria e a perver– sidade ; prégando a inacção, o quie tismo absoluto de nossas faculdades, como o ideal da virtude, e assignando ao homem , como termo supremo, o extase, o vacuo, o aniquilamento. (') Venha a r elig ião de Brahma, adorando o seu Trimurti (deus creador) saido de \ 1m ovo de ouro; deus de quatro cabeças contendo em sua essencia Siva, o principio des truidor, o principio do mal ; obrando por me io de uma infinidade de deuses infe riores, e fazendo sair d~ seus braços, de s ias côxas, de seus pés as diversas castas, abaixo de todas as quaes es tá a numerosíssima dos Pariás, de cujo contacto se deve fu g ir como de animaes immundos. Venha a relig ião de Mahomet com a deg ra– dação da mulhe r, com a polygamia, com a faci– lidade dos divorcias, com a voluptu osa promis– cu idade dos seus harens mata ndo a familia; com seu deus, cioso até de symbolos, matando a arte; com o adio dos Christãos a qu em ainda hoj e chamam de cães, matando a caridade ; com seu Al-Ko rão que es tabelece o fatalismo, a escravidão, o despotismo dos chefes , o direito brutal de con– quista, a suj e ição das consciencias pela espada, matando toda liberdade, to~·o prog resso, toda ci– vilisação . (1) Vide Cesar Cantú, Ifist. Uiziv. T . 8. 0 pag. 394.

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