A Estrela do Norte 1869

A redacção recebe e publica qualquer artigo que esti \'er de ac– accordo com o programmn. d<'sle periodico. .\s communicações e reclamaçõe. devem ser dirigidas ao 11Yd. Conego neilor do Pcqueno-Seminmfo de s. Antonio. SERIE VI PARÁ , I 7 DE JANE IRO DE 1&G9. NUMERO J. 1 y;; na 94M r:::zz t aws ee• & i • li f W t IA b&W c::.:.:.:z.s:s= t&-- a --- 1 que seguiremos, que levarcm~s comnosco O uosso p1.•ogrmnm a . para todas as investigações e estudos, qual- quer que seja o objecto delles - nós o declara- Oue cousas boas e bellas nos contará a mos alta e francamente : - ó a Religião ca– EstJ'ella do No!'le deste armo, e como nos tholica apostolica romana. contará ella estas cousas ? Eis o que cada i ~st~ noss~ Religiü.o tem a _sua express~o um desejará saber, recebendo o jornal de f a1s 1mmediata, a sua mamfestação mais hoje . completa na sancta sociedade que Deos fun- Curiosidade bem legitima, _grudencia em dou sobre a terra e com a qual Ello estará nada exagerada! Quem toma uma assigna- até aconsummação dos scculos: - a Igreja. tura de jornal, e sobretudo uma assignatura Em consequencia d'estc no.;so principio, a por um anno, podo ser comparado a um primeira pr:.rte do Jornal será consagrada homem, que vae embal'car n'um navio pa- não some nte a negocios er.:clest"asti'cos, mas ra longa viagem. Nada mais natural, que t ambcm a artigos espccialmcnle rehgiosos, querer saber~ como é construido o navio, com o fim directo de elevar, edificar as al– que commodos elle tem, quem é, e que mas dos lritores e contribuir assim para a habilitações tem o commandante , qual é a salvação dcllas . Que não se nos diga: é inu– quantidade e qualida~e das provisões,. qt~P til que trabalheis neste sen tido ; a palavra eslií.o n bordo etc,; dizemos , que nada mais de Deos se ouve nas }n-rp1·as e isto basta. h ~ . natural que dezejat· saber de tudo isso, por- O ! quem nos der~ que is:;o basfasse ! Mas que do todas estas cousas depende a maior vós, se tendes olhos para Yôr. omidos pa– ou menor probabilidade d'uma feliz viagem, ra ouvir, se t endes uma inlcllig·cncia para e por con,ieguinlc a nossa r esolução de em- comprchendcr e um coração para :,;;cn lir, nüo barca r ou ficar cm torra. conheceis por acaso os males g-1·avissimos Do mesmo modo, antes de resolver-se a que assolam, que drvoram hoje, mais )t\r durante um omw ciococnta numel'os de que em nrnhuma época da historia, as al– um jornal, é natural e prudente qucrr.r saber mas humanas? l 'i.io conheceis esta tri– de antemão, que gencro de alimentos cspi- logia infornal, fé jí'aca emal esdflrecida, des– rituacs este jorn;il sirvirá aos seus_ lcitorrs cre,1,:n, e s11p('rstitrio cmssa, que tem entre · e como serüo prcpa\ados esses alimentos, as suas g.irras tantas ai mac; destinadas a um n'urQa palavra quer-se saber oprngmmma do fim mais clerndo, trabalhando assim com jornal . Sendo o nosso intento abm·dar e salanico furor no a.viltarucnlo do gcnero hu– tractar snccessivamenlc questões que tem mano, na C'Scravisac:ão das na(.·õcs, na ruina relação com quasi todos os ramos da acti- da<; famili 1s, na perda eterna <los indiddu– vidadR humana, primcÍl'o que tudo prcci- os'l Tão g-ravc é o mal <·orno é notorio. E samos de um principio geral, d'um clcmcn- um jornal calholico havia calar-se, julg\ n- 1 synlhetico para poder g~iar-nos e ori- 1do os seus csforr.os i~utcis? E.n quanto f ntar na nossa analy~c, precisamos de uma Dcos nos conscrrar a fa 1'ladc de pensar, trclla, d'uma verdadeira cstrclla do 1·or- ! em qu nto tivermo uma l 111~ r:1ra csr.•·1•- Lc para poder navegar c?m sc~uranr,t tra- 1 ver Juma !imprensa. ara 1m -.mmr, o n~!:. o b: do Ya'-lO mar de pnrl1cular1dacles. b 'd , ,r· f. , 1 esclarcc1da ! JNr principio de t uctoridadc s11p1 ra O sera: 1va a te ·Jo ! 1•a..a. OP.&r.renca.. a_

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0