Mensagem apresentada ao Congresso Legislativo do Pará ; em sessão solenne de abertura
de uma platafó-rma rlourada de perspec tivas fallazes, que eria para os meus e le itores ·a prova mai s flag rante da minha in·– sinceridad e ou do me u desconhecime nto das n os as cou as. O Gove rno do Pa rá tem s ido obrigado, nes te ulti mas tempos, como P de toclo 3 sab ido, antes · de tud o e aci ma de Ludo, a não se des preoc1.: upa r um só momento com O ~ u prnbl ema finan ce iru . · Temos es pPrado em vão, e é 11 a tura l qu e para i-so o n– tinu emos a a li111 e11U11· a- no ssa me llt o res es pe ran i:a , po r uma sub ita transfo rmaç ão <l a nossa vida eco nomi ca, 0111 s urpre– hendenl es e le va ções das co tac,;õcs da nossa princi rnl ri 4 ueza ex portave l, produzindo au g me nto de rece itas capnze - de nos libera rem dos nossos coll) promis os re lativos ás divida s on – so lidacl a e flu ct uant e. Por vezes, em ve rdad e, por fo rtuna no -a, es e anceios tém tido umas anima1Lora s rea li saçõe ; mas l '111 "id o rnp idos os dia s d e fartura, qu e log-o se vão, pe rtur bando va nd o a inda ma is as n ossas cohdições, porque nos na e ngan osn. sa li sfacção ela sua perman e nc ia, a d e t rao nlin a rias e a novos compro111 1,;;c;0s. ag-gra– a era - tam, pe a ex- A ve rda de é qu e as nossas ~ri es economicas se tem s ucced ido com inte1·v;:-.llos Lão brev es, qu e não el evemos torna r como pon to de r e fe renc ia pa1·a as nossas medida admjni -– tralivas o alto nive l des tes, mas s im a re lat i,·idade dos re– cursos que nos pe rmittem a escassez e a du,·eza ·a aqui' llas. Não sou um pess imi s ta , nem um sce pli co. Ao contrar io, como homem de grande e profunda fé , so u op ti m ista e muito c r ente. Te nho co nfi a nça na grnnd eza do nosso futuro, c re io que estas diffi c uldades são todas passage ira e qu e, dentro em breve t ra n sformando- se em utilid ::tdes e va lores eco nomi co ' todas as immen sas ri quezas do nosso só lo e s u b--só lo, vive- r emos em confortante pros perid ade, para pod e rrno realisar a obra de prog-resso e c ivilização '.3- que De us predes tin ou e ta ma ravilh osa reg ião amazo ni ca. Mas, nos diffi ce is ins tantes qu e temos atrave -a do nes– tes ultimos qu a tri enn ios , é mi s té r en ca ra i- os com o enso da r ea lidad e e com decidi da e fo rte de libe ração de co njura i-o á custa dos mais ingen les tra ba lh os. A no· a v id a d e outr'o ra, tão fac il e abundanLP de re– c ursos , il ab ilu ou-n os a uma iluação q ue hoje diff1 c ulto amen– te -podemos ma nLe i'. Crcámos urn ap pa re lhame11to poliLi co - administrntivo e fundámos g-i-andi o-as e di pe ndio as in lilui çõe para a. qu ae os recursos de ago ra lt•m s id o, em dado monic ntos, irre– mediavelm e nte in uffi c ie ntes. Pod emo · asseg urar q ue em ou lrn tempos a s um imos aqui rns pon sa bilirlade admini s trativas qu e, ai nda hoj e , outl'as unida des da no sa F ede rn ção Re publi ca na com Ol'ÇUm nlos muito mais altos do qu e o no so daqu li a fPli z (' poca, n ão se atrevem a contrnhir. Adeanla rno- nos, ass im , no s.o oplimis rn o, pe lo nosso 5 muiti s imo, eslimulado– be ll o e ardente desejo d pe lo pro-
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