Mensagem apresentada ao Congresso Legislativo do Pará ; em sessão solenne de abertura

São conh ec idas as idéas expendidas em a nossa plataforma de governo . ada 1:emos a ad êanta r a não se r gue estamos e mpe nhados no es tudo met icu lo so de nossas necessidades econornicas, au scultando-as com desve lo e se renidade , co– lhendo aqui e acol á o s e reme nws seguros pa ra urna orie ntação a segu ir no go– ,·erno de nosso Estado. Já comamos a lg u mas m ed idas gu e se nos d c: pararam urge n tes em de fesa de nosso coti101 erc io, da s nossas in d u st ri as, do nosso fi sco . T emos fa c ili tado a isen– ção de imposcos µara productos - no vo s e gue pa rte m em pro pag:rnd a . Aj u Ja mos essa propaganda fóra do Estado . Temos a nimado o s novos surtos indust ria es e estamos estudando a rnom entosa· qu es tão d e transpor,e . Pesando as recl amaçõ es gu e nos ch ega ram dos fazende iros pa raen ses e dos exploradores de curtumes, cuj os in te resses se collidiam, d-emos Uill a solução que os concilia, amparando aque ll es com urna taxa mai s favoravel ao commeréio de .couros seccos e salgados, fac il ita ndo maior con correnci.:t nas respectivas cotaçõ es, ao m esmo tempo que conservamos as taxas mínima s aos productos i°n d u striaes dos curtumes que são exportados. São notorios os nossos t ra ba lhos tendente s a re staura r a nossa riqueza ca– .caueira, que pode rá vir a ser, como já ·foi em outros tempos e o é na Ba hi a, uma valiosa fonte de· rend a pa ra o Estado. Temos seg ura promessa da installacão de urna 'estação experimenta l de cultura cacaueira , indispensavel ao resurgi~ e nto deste producto vegetal. Por outro lado estamos interessando n essa obra gra n d iosa os nossos municíp ios, muitos dos qu ae~ já iniciaram um tra ba lho res taurador . O nosso commercio J e m ade iras va e tambem receber a nos~a inte rve nção no s entido de a mpliai-o o m a is poss íve l. Va ri as reuniões temos real izado com a pr.:!• sença dos maiores inte ress;:dos n es te éomro e rcio. Estudamos a lgumas idéas que nos foram suggeridas n essa s reuni ões . De fendemos o s interesses fi s::aes sobre a exportação de dormentes de m o do a co llocar num plano eguitat i,·o de egu aldade os exportadores de m adei ras. Ante o vulto da divid a activa attincnte ao imposto te r ritori a l e tomando em .considerações as condições d ifficeis por gu e atravessam os propri e tarios rura es, além do .dese jo de dar m e lhor organisaçâo cada stra l á propried ade te rritori a l, d e– cretamos , nos limites da autori saçâo leg is lativa, um desconto de 70 % na divid a activa deste imposto . O ass umpto de artefacto de bo rracha foi por nós a preciado de modo a fa c i– litar as fa bricas es ta be leci das e nt re nó s, que n ão po der iam se m a nte r sem as pro– v idencias que to rn amos para estas e nfre n ta rem as con corre nci as dos productos si – mila res ex trange iros . Reo larisamos m e lhor a tributação ·sobre a bo rrac ha c ré pe, que tinh a de. fritos a corri g ir em benefic io d o fi sco estadual , se o_1 agg ravar o sy ste rn a de be– neficiam e nw des te µ ro<luc to de expo rt ação desde que ag i!~1os da ndo ju sta e lega l inter pre tação ás le is qu e reg ulam o c;; so em q u es tão . O po u .:ó q u e temos fe iro no lim itado espaço de se is m ezes de gove rn o póde se rvir d e m ed ida a nosso empe nh o e m pro l do Es tado e ao qu e pre te nde mos rea liza r se re name nte no cump rim f' nto de no ssos deveres. Passamos a da r m in uciosos de ta ih es do s prin ci paes p roduc tos d a no~sa ex- , portaçào. ,. 49 •

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