Mensagem apresentada ao Congresso Legislativo do Pará ; em sessão solenne de abertura

.-\ mo rte qu as i repenti1rn do dr. José: Cyri aco Gurjão muito contris– t o u n quantüs co nh ec iam est e illu stre ho111 e m pul lic o e podiam avaliar a · na turern dos serviços qu e pres toL1 ao Est.1do . A sua cnrreira profis:sion ~ll e po liti c,1 foi dc1 s mais notaveis. Clinico de renome grnnde espir ito cari – t ativo, este nosso distincto pêl tricio occ upava na classe medica de Be lem _um Jogar preemine·nte. Político dedicado, nl111 ;1 spartana, fe itn de ded i– cações e?{t1:emn s e de lea l,facle inirnitnv 1, o dr. Gurjão exerce u em va ri as legislatur.1s o man dato de deputado, sendo ha a nnos e le ito sc- 11<1dnr estndual. A mort e enco ntro u-o occupand,) o ,1 lto pos to de pre– siden te do Sen.id o e, porlnnt o , de vice -pr<::si d 'n te ,lo l:<..stndo, tendo algum:1s vezes es t,1d, ) provisoriamente n .1 direcção do Esb1d o. o ·desapparec ime ntll do velho educado r e 11 o t,1 vel e ngenheiro ci\'il dr. lgnacio Mo ur,1 i.::nchcu ;1 soci ed,Ll e p,1ra e nse · de pro funda magu,1, tã o ligada ti-nh ,1 e ll e ,1 v1,la ú te rra de seu lw rço, á qua l deu devnt ,1 - dame nte, como e ngen he iro, professor e 11 0 Livcl publi cista , o melh o r de seu talento e de S LHI v,1sta cultur:J . ~ão pequena somm.i de bons servi ços prest')U o dr, Ign ;1c io Mou ra ao Pa rá. A sua a lma moç,1 e v igo:-os,1, ,1pez ir !e a v ,1nçado e m nnn os sempre estavn dominada po r vibrnções emotiv,1s para tr t111smittil-,1s á 1r. ocidadc: que o ido la trnv ,1 . A Sllil me rn o ri ,1 ~ respei tadn com ve rda– deiro ca rinho por aqu e lJc> s qu e , numa doce 0 fratern r1 l co 11v ive ncia ,. conheceram de pe n o o r eq u in te de l o nd adc de tã o illu stre e que rid o patricio. Não d eve 1p ()s co nc luir es te nosso trnba lh o Conclusão sem reg istrnr o valioso •: oncu1' so gue temos rece bido do funcci o n~dism o estad ual que, incontestavelme nt e, m.; rece os ma is rrancos e log ios pela s ua int elli– gente e honesta act uação oo c umpri rn e nto de se us de ve res . Das visita qu e Ílzemos aos va ri os d~par tamentos publicas t rouxemos a me lh o r das impressões sobre a co mp e tenciêl e dedicação dos se rvidores do Estado. Na con v icção de qu e vos e nvi ;1mos ,1s principaes occorrencias h .., . v idas no dec urso de um nn11O, a C'.) ntar cb v0ss n ultima r,: uni ão, b em como s ubm t tte mo s ao vosso exame e c:s tucl o os ma is importnntcs ,1s– sumpto5 re lativos á nossa vi da cco nomicn e finance ira , cabe -n os ago ra rea ffirmar qu e muito co nfiamos no vosso operoso e intelli ge nt e con– curs o e m pról da adm in istrnção do Es tado . R eceb~ i. n s im, _as hornenagen - da no sa a lta conside ração as 11ossas ma is cordi nes sau da ções. 165

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