Mensagem apresentada ao Congresso Legislativo do Pará ; em sessão solenne de abertura
, .. O D IARIO Ü FFJCI AL, imp re sso nas offici nas do « Diar io Official » «Insti tuto Lauro Sodré», passou por algumas re· fo rmas len1b radas pelo director desse estabeleci – mento profissional, ent re as qu aes. a no ll1eação de um redactor, a cargo de quem fica a o rientação desse orgão officia l, e a 'dimi nuição de algumas verbas de des~ pesas, que foram considerad"1s su perflu as , sem prejuízo do serviço de publicidade dos actos_do governo. lnspectori as do imposto de consumo Com r elação ás In spectorias de· Co nsumo e dentro do período a q11e esta R esenh a se re fer e occo rreu o feguinte : 1 9 2 8 P elo dec re to n . 4.43 1, de 29 de Agosto, fo i creada uma lns pec to– r ia do Impos to de Consumo em An ajás, na com c:1rca de Afuá . Pelo dec re to n. 4.442, de 24 de O utubro , fo i cr eada uma Jn spec to– r ia do lmpl)sto de Consumo em Maraca nã. 1 9 2 9 Pelo decre to n. 4.517, de 7 de Ma rço, fo i cr eada uma Ins pec to ria do Imposto de Consumo na villa do Mosque iro. Pelo dec reto n. 4.522, de 25 de Abril , foi a ln spectori a do Imposto de Consumo, com séde na comarca de Jgarapé-miry, creada por de • ereto n . 4 .298, de 29 de Se tembro de 1926, di vid ida em du as. Pelo decre to n. 4.-:;26, ge 6 de Junho , fo ram creadas tr es Inspe– cto rias do Imposto de Con sum o , com séde nos lega res C ur uá, M~y – _curú e Cuçary , da comarca de Monte-Alegre, subordin adas á r e~pect iv~ Collectori a. A 1 . º de Ma rço do anno passado e pelo dec. Secção de Estatistica 4 .394 foi creã J a a Secção de Estati stica e Infor- mações, que tem estado sob a direcção compe· te nte do sr. Miguel Shell ey, um devotado technico no assumpto . Os seus se rviços têm sido dos mais apreciaveis. Haja vi sta o Annuario Es_· tatistico do Estado, publicado debaixo de sua criteriosa orientação, obra de gran· de valo r para a di vul gação de tudo quanto nos pertence. Ainda agora essa secção forn eceu dados préciosos para a prese nte mensagem, muitos dos quaes colhidos na Recebedoria de Rend as . T emos em mãos o bem feito relatorio apresen tado pelo chefe do se rviço de es tati stica, em o qu al esse funcc ionario nos offerece interessan te5 suggestões, que estão em estudos para uma verdadeira e defi niti va organisação de tão util repa r– tição informadora. A iruporta ncia da es tatí stica, como fonte de informação e de orientação, não só para o gove rno como para quan tos preci sam conhecer, nos mínimos deta lhes, a nossa vi da, sob seus va ri ados aspectos, é tào ev id ente que não precisamos grande esforço para di:monstrar a necessidad e imperiosa de dar maior esp hera de acção á Secção de Es tat ística e Informações do Estado . Para esse fim precisa remos de maiores verbas, afim de dotar a repartição de um numero maior de auxiliar es .
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