Mensagem apresentada ao Congresso Legislativo do Pará ; em sessão solenne de abertura
trilho, devendo aproveitar-se, para isso, os convenientemente escolhidos , dos de typo Krupp, que foram substituidos por novos, na reconstrucçào e q u e se ac ham empilhados ao lon~sd d a linha; pa ra o s t rian g ulos de reYe n,ào urge adqui ri r perto de 3 .41 7 dormentes. Para te r a linh a em con J ições de sat is fazer as ex ige nc ias • do tr:1fego, carece mos pois de , 44 mil dorm entes, 500 m il g ram po ou tirefo nds e 20 .mil pa res de talas de juncçào, co m o s res pecti,os para furnsJ . Ainda se impõ~m reparos n a quasi totalidade das Estações, ga lpõ es , ponte · metallica s e e madeira, de postilbões, sem incluir a do ramal de Bemfi ca, q u e es tá em vi a de recon strucçâo, bem como nas linh as dos ramaes do Pra ta, Be n jam in Constante Bemfica. Para o mate rial roJante é n ecessario adquirirem-se trucks com os compe ten– tes rod ados, para carros de passage iros e cari:;as, madeira , vidraças, ferrage n s, trin– cos, zinco para cobertura , palhinh a pa·ra os assentos dos carros e ou t ros. T aes pro– videnci as permittirâo te r em circul ação maior numero de ve hiculos e assim pod er- . se mais efficienteme n.te zelar pela sua conservação . Tendo termin ado a cornmissão r. m que se encontravam neste departamento os engenh~iros Philign esio de Carvalho e Vicente Maués, respecti,·a me nte chefes . do Trafego e da Linha, nomeámos o s distinctos engenheiros Antonio Ferreira Celso, par.t substituir o egu1i,lo, e Fra nci sco da Cunha Coutinho, pa ra substt– tuir o primeiro, ambos ta rnbem em commissão . ·_r ;_,' • .. Em nosso po der se acha o relatori o dos tra ba - E. de F. Tocantins lh os executados n a Es tracb d e Ferro T oé:} ntin s sob a d irecção do e nge nhei ro d r . ··1h:::yntas de Lemos . Na pa n e destin ada aos ann exos e n cont ra re is os dados re la t i\'OS ás app li– caçõts da s ve r bas d es tin adas á con st n ·açâo des ta via ferr ea. Não pod em'os proseg ui r nos trabal hos da construcçâo de sta 'es tr:lda , que tam- - bem· ficaram su s f-1ensos durante o anno de 1928, porque , ningu e m ig no ra, nenhum Estado póde con struir vi as fer reas com as re nà as orJi na ri as, prin ci– palmente o P a rá , cuj a rece ita é i □ s ufficiente pa ra as d es pesas commu n s da ad mi– nistração. Du r,rnt e o prime iro se m es tre d e 1929, fiz emos sóm e nt e os traba lhos de con– servação, d escriptos em um dos nossos ann exos. Navegação Mosqueiro e Soure O governo continúa a manter a subvenção díi linha de Soure, cujo cor tractante, sr. A lberto Engelhard tem cumprido fi elmente sua obri – gações contractuaes. Attentas ás necessidades cada vez mais crescentes, quer relativamente á segurança dos passao-eiros b ' quer no tocante á sua commodidade, pensamos que a linha de Soure recla- · ma um nav io de maior t onelagem que o actual empregado ri essa navega– ção. T emos empenhado todos os nossos esforços no sen ti do de transformar essa asp iração numa rea lidade proveitosa, que vi rá ao encon tro dos dese– j os de quantos . se utili zam do unico meio de transporte que temos parn aquelle importa1_1te municí pio , que é actualmente uma reputada estação balnear pelo seu ameno clima. · 157 •
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