Mensagem apresentada ao Congresso Legislativo do Pará ; em sessão solenne de abertura
P <, ra a corporação da Gua rd a Ci v il · adquiriu a che fia de po li cia na Europa, á· custa dos propri os re ndi m~ntos dos cofres da poli c ia, sessen– t a r e,volve rs ty po « T a nqu e J> , ca li b re 18, carga dupla, mod e lo d e 1928, o qu e era r ec la mado ha muito pe la necess idad e do se r vi ço po li c ial. Va ri as e importa ntes remod e lações t ê m sid o introdu zida s naq uella repa rtição , e ntre as qu aes a vult am , pe la s ua ma io r impo rta nci a, a acqui s ição de do is ca rros aut omo ve is, semelha ntes ao s qu e são usa do s n o Ri o e em São Paul o, destin ados ao se rvi ço de t ra nspo rt e d e p resos de ti do s, be bedos, cadaveres , vict irn as de acc ident es e crime s pra ti cad os, n as v ias publi cas , os qu aes v iera m s ubs tituir ve tu st as e qu as i i~pres ta– v e is ca rru age ns de trn cçã o a n im a l g ue , na ma io ri a das vezes , não acu d iam po ntu alme nte ás necess idades publicas. T aes me lh o r,1me ntos tambem fora m feitos pelos co fr es po li ciaes , c ustea nd o a po li c ia esses se r v iços . Allude o Chefe de P o licia á necess ida de d um me lhor regímen p e nite nc iari a, j á · que o ac tu a l muito de ixa a desej a r, p rincipal me nt e qua n to ás accommodações dos p resos. O p red io o nd e está in st a llada a cade ia publi ca, velho, se m co ndi ções hyg ie ni cas, sem os requi s itos das mode rn as pri sões, recl a mn ha muito a sua s ubstitui ção . A nossa p re · me nei a fin a nceira não nos pe rmitt e pensa r sequ e r na co nstru cção d e um predio com todos os requi s itos mode rn os, nem mesmo na con ti– nu ação da Penitenciari a, qu e ini c iám os ba muitos an nos e qu e · fic ou para ly sada po r fa lta de r ec ursos mo neta ri os . R es ta: nos a di a r, embora a contrago sto, a o bj ec ti vação des te a rd en te desejo, até que uma noYa pba– se da nossa v ida fin a nce ira nos p ro po rcio ne os vu ltosos recur os ex i– g idos pa ra t al fim, a ltame nt e hu ma nita ri o . Com os pa re.os recur sos da tb csou raria po li c ia l a ch e fi a t em fe ito alg un s melh ora mentos no ve lho preclio da cade ia de São J osé . Ha necess icl adt:) ina cl iavel de uma a uct n ri sação leg islati va pa ra se opera r a refo rma do dec . 8 . 516, qLÍe de u r egul amen t o á po li c ia civi l, afim de me lh o r ad aptai- o ás necess ida des ac t_uaes da po li cia, cada v ez ma is ex ige ntes pe las novas feições que t omam o se r v iço de ass ist e nc ia, p reve nção , v ig ila nc ia e d e fesa dn t rnng u illi do de pub li c2. N ssa occas ião certamen t e se rão int rod uzidas cl isp0s ições regui'am e nta res sobre 'assu m– p tos a inda não p rev is tos pe lo actu al r egul amen t o poli c ial, e ntre o quae s est á a fi sca li sação d as empresas ele d ive r. ões e locação dos se r viços t h ea traes. nossa P o li cia Ma ritima vem p res tando rea es se r v iços á manuten– ção da, o r de m, exe rce ndo severa v ig il a nc ia no emba rq ue e desembar– q ue de pessôas suspe itas. P ara t e r maior ex tensão, necess ita este dep3 rta · men t a da po li c ia de uma la nch a com capacidad e e raio de acção regula r. A po li cia c iv il· t e m estado nu ma i nin te rru pta ac t ivi dade contra os actos att e ntat o ri os da moralid ade pu b l ica e re pressão do j ogo, x e rcendo r igorosa v ig il a nc ia em relação ao uso d eploravel de entor pece nt es. Va ri as sub -- p re Ce itu ras foram creadas nes te u ltimo se mes tre. U m ass um pto de gra nde re leva nc ia abordado pe lo re lata ri a do ciio-no . o e 1llus trado Che fe de Po li c ia é o pe r t ine nte á ins tru cção t cbnica profiss iona l, qu e r no co r po d e age nt e de pol icia, qu er d a co r poração da Gunrda ,... iv il. l n on t stav lm nt e um agente o u g ua rda -c ivil não 139
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