Mensagem apresentada ao Congresso Legislativo do Pará ; em sessão solenne de abertura
medida~ tendentes a evitar sua rossivel explosão ent_re nós. Desse entendimento resultou a combinação de medidas defensivas, logo pos– tas em pratica, sendo as principaes : intensificação do serviç0 de fócos e mais rigorosa yigilancia sobre os passage iros . · Tentava mos iniciar o serviço de expurgo qu an do cheg-:)U a esta capital o dr. Hugo Muench, chefe da «Fundação R ocke felle r », nesta região, que, por contracto com o Departamento Nac ional da Saúde Publica, vinha tomar a seu cargo a inici ativa da prophy laxia da febre amare lla . Prophy lax ia das mais dispe ndi osas , foi de g ra nde auxilio ao erario publi co essa interferenci a, pois veiu exone rar o Thesouro da imp_ortancia d.e cerca .de 200 contos annuaes. Come auxilio a essa c,Fundaçãoi,, trabalham 14 homens po r o rdem uossa na desobstrucção de valias e remoção de latas dos dom ic ili as. Têm sido ambos esses se rviços feitos a contento e fi sca lisada a remo– ção de latas diariamente. A ca rgo da Directoria do Serviço Sa nita r io do Estado ficou a vigi lancia dos rece ptiveis nas zonas infecc ionada s e que é realizada com bastante proficiencía e ri go r por um inspec tor sanitario. ~ o Hospital São Sebastião foram isolados , para effeito de obser– v ação , tres dÕentes suspeitos d e fe.bre amarella, felizmente não con– firmados. . D e Janeiro até Julho deste anno o numero de casos de febre ama r ella confirmados, nesta capital, elevo u-se a 10, dos quaes forãm se is fataes-:' Desde muito está erradi cada des t e Estado a vari ola . Feli zme nte vi mos co lhe ndo os fructos da semen te em tão bôa hora lançada com ab negação - a vaccinação . , A ' ve rifi cação immediata, ao isolame nto obri ga tori o e fin almente a vaccinação e revaccinação inte nsiva e ininterrupta, desde 1904, de– vewos a e rradicação de tão grande flagello. H oj e é facto incontestado e ve rificad o o qu e de proveitoso foi e continú a a se r o serviço d e vacc in ação nesta çapi tal. A lucta foi tenaz, sem treguas . Nun ca ':lS rnorecemos, mas nun ca tamb em. empregamo s a v io le nc ia. Po r meios suasori os e brandos tudo co nseg uimos em lo ngo an nos e agora O povo, tão certo está de sua efficien c ia, que ao primeir o brado da ex is te nci a de um caso d e va rí o la, corre a pro– cura r com a ncia O me io prophylatico po r excell e nci?. - a vaccin a . A p rova exuberante des te nosso asse rto está em qu e no anno de 1926, com o s urto va ri o li co occo rrido e ntre nó s, a va ccinação e a re vaccin a– ção nes ta ca pital asce nderam ao e levado numero de 11 4. 11 1, ma is de d~ i~ te rços da po pulação . Des de 1904, r8 de Outubro, da ta em qu e fo i in iciado o se r v iço de vacc in açãu inte nsiva e continuada a té o p resente, o nume ro d e vaccinaçõ es e r e vaccinações e le va -se ap g ran– de tota l de 524.985. Fo ram no tifica dos á Directo ri a Sa nita ri a dive rsos ~asos _t idos co mo s us pe itos de va río la, durante es te ultimo semes tre, rnc lu s ive e m Ba rca re na, em Ma io, não se co nfirmando, fe li zme nte, n_enhum caso dos d e nun ciado s, tra tando-se soment e de simp les va– ncc ll a ou piodcrmit es passage ira s . 128
RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0