Mensagem apresentada ao Congresso Legislativo do Pará ; em sessão solenne de abertura

.. ão mediremos nuncR sacrifici o. para man- Serviç~ Sanitario te r um bom sen·iço sanitario.. inda ago- ra, pnar das c rises economicas que nos flagellam, a efficiencia do nosso Servi ço Sanitario é um fac to incontes – tavel. Haja vista o qu e ha pouco occorreu neste Estado com o ap – parec imento da feb re amarella. A nossa vigi lanc ia de muitos anno e a acção v·igo rosa das a uctoridades sa nita ri as , ao irrompe rem ha mezes o prime iros casos daquelle mal nesta cidade, foram coroadas ·ae ple– no ex ito. A saúde publica deve cons tituir uma das mais seri as preoc ·upa – ções ctos gove rn os . A nossa cidade, tantas vezes calumniad::i desfruc ta de um ameno clima e o se u es tado sanitario, gera lme nte bom, em con– fronto com o de o ut ras c idades populosas do pa iz e do extrange iro, accusa um coefficiente mortuario muito mais ba ixo que em outros centro adeah tados, tidos como favorecidos por clima e sa lubridade exce ll en te . At ravés do ultimo rela taria ap resentado pelo dr. Alb ino Cor– deiro, direc to r elo Servico Sanitario do Estado, ,·e rifica-se qu e o estado de sa lubridade da nos~a cap ital e do interi o r é muifo bom. Pouco pedidos de med icamentos e de o ut ros a ux íli os fo ram fe itos no perí o– do de um anno, p'elos intende ntes . · Os surtos paludicos, que ,11111ualmente, e de prefe rencia no períodos de tra nsição das estações, cos tumam irromper no inte r ior do Estado, {ts vezes .com uma viol encia extrao rdina ri a, foram ne ·te perí o – do muito diminuto, pois, a penas Monte-Alegre, São Migue l do Guamá , A ba ete e ultimame nte Mon t enegro · solicitaram ámbul ancias de medi – c ament os para combatei-os . O movime nto de mortali dade decorrente lo impalud ismo, du– ra nte os ultimas dez annos e o pri m iro semestr e deste an no , como se vê do quadro aba ixo, demonst ra a e íflciencia do nosso se n ·iço de prophy lf1xia : 1919 .... . . . . . .. . .. . . . . .. ... - ..... -.- . . . . 1920 ..... . ............ ....... . 1921 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . 1922 ... . ..... . . . . . . . .. .... . .. . . 1923 ..... . . . . . . ... . .. . . . - · · · · · · · · · · · 1924 . ........ . .. . ... . · · - - · · · · · · 1925 .... . .... .. .. . . . · · - · · - - · · · 1926 .... .. . . ... . . .... . · · · · · · · · · · · · · - · 1927 . . . .. ... .. ... . - . .. . . .. · · · · · · ... . 1928 . .... . . . . ... - . . · · · · - · · - · · · · · · · · · - · · · 1.º semes tre de 1929 .. .. .......... . .. .. . 289 345 405 436 445 575 438 400 380 445 253 Com o np pa rec imen to da fehr e ama rella na capita l da R publi ca foi inte ns ificado o se rv iço de v igi lnncia sobre os passage iros daquell a proce de nci n. O no so nntecesso r, com o intuito de d f nd e r pre \·en,ir este fü,tado do mal ama rilli co, convoco u uma reunião das ,rnc to rid n– zi<"'s sn nit::iri as de te rrn e mar, in pecto r da Saúde dos P rtos, d irecto • res dos e rvi ços Rural , Snn itario Muni cipnl e hstadual, é1fim d t oinc1r

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