Mensagem apresentada ao Congresso Legislativo do Pará ; em sessão solenne de abertura
As nossas relações com os altos p d d O G . d . o eres a overno da Republica Republica são e perfeita cordialid d ft . a e, o que _ . cons t ue para nos uma constante preoccupa• çao, como deve acontecer com todos os governos dos Estados t ~ . . . d" t , ao neces- san o se nos afi gura esse co rdi al enten 1men o para a conservação d •th- mo da política economica e fin anceira do paiz. E nem se pode O n h d . . bl. f compre- en er outra d1rectriz num regImen repu 1cano ederati vo tan·to • . _ · d . t t , mais se tmpoe a mais ri gorosa communhão e v is as en re os poderes cent d União com os demais poderes das cellul as f ederati vas . raes ª Nesta phase de execução do grande plano adaptado pelo Ch f d N .. 1 , ee a ação para o saneamento do nosso meto c1rcu ante e estabili sâção _ b . 1 d d . . cam ta , onde decorrem as soluções os max_imos e ~isceraes probl emas da economia nocional, o nosso Estado, por intermedt o de sua bancada no Congresso N acional, tem agido dando todo º. ~eu v alimento ao exito da grandiosa obra inici ada sob os melhores ~uspici os, cuj os fructos a Repu- blica vem colhendo num ambiente de confi ança geral. A bôa impressão que vem dando em todo .º paiz a sabi a, firme e cl ari – vidente administração do Exm. Sn_r. Dr. W ashmg ton Ltti s, eminenté Presi– dente da Republica, justifica á sac1e_dade os nossos ca~orosos appl ausos ao seu be~emerito govern o. Ao assunm S. _Exc.. as fu~cçoes de Presidente da Republi ca, traz ia como credenci aes os rn est1m~ve1s se rv iços prestados ao Estado de São Pául o, a quando de sua actuaçao _na pres!denci a i daquelle p_rospero Estado do sul. Fi gura de no~a~el relevo ~o scenano da políti ca na · c1onal, S. Exc. augmenta o se u pres tI g10 com ~ firmeza com que vem exe– cutando o seu vas to plano economi co -finance1ro . A ultima M ensagem que apresentou ao C ongresso N acional é um documento de grande val or . A sua repercussão , quer dentro do pai· z • A .· f . -, quer nos circul as fi nanceiros da Europa e d a_ met ica, 01 su~prehendente, as– signal ando novos hori sontes para o B rnSII. A face v~ rd r1 deiramentc exal tan. te da Mensagem é aquell a em que S. Exc . synl h e~i sou , num golpe de con- juncl o num termo simples - a es tabili sação cambi al - , os mais compl e . . d t t . xos problemas nacionaes. Ni nguem ignora a sen e e _ en ati vas fe itas por to – dos os nossos stad istas pelo Cong_resso Nac,~nal, em -~ª r! as legisl a– t uras, para o reajustamen to da nossa v ida ~conomi ca e equ1lt bn o das nos– sas fi nanças comba lidas. O mâll ogro de m~itas dessas te~i ta ti vas e a ineffi– cacia de outras medidas adoptad~s iam deixan_do O _Bras il '. p aiz de immen– suraveis disponibil idades economIcas, cada vez mais debilitado. T odas as nossas forças producto ras , a nossa ! avoura, 0 nosso comrnercio , emfim , a intensa vida nacional, tudo succumbIa na vo ragem da e~pecul ação cambi al . Os mais notaveis apparelhamentos ac~ei tos com pl ~n? :xito em outros paizes não davam os resultados colhi dos all1 e n~ssa l u~!ª tn ºente em busca duma ·t - . • · onseguI a equ1 !1brar os seus s1 uaçao estavel o paIz Jamais e orçamentos 1 as E' que não hav ia · d e normal isa r as suas forças prop u s? r · . . ain a al guem procurado a solução dos m!'lles quas 1 chro_n_icos na d s~al on sação da nossa moeda circu l ante, decorrente da in st ab tl I ?~de ~ambi al. Viu -a o precl aro Presidente da Republi ca num golpe de cl an videnci a. As suas idéas 1 t f d ' expos- tas com uma clareza admiravel na sua P ª ª º '.ma e ~overn o, como era natural, soffreram contestações i mas, nem po r isso, deixo u S. Exc. de l e-
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