Mensagem apresentada ao Congresso Legislativo do Pará ; em sessão solenne de abertura
·, • , O orpo doce n te é compos to d t: 34 pro fe ssores c:u he<lrat icos e 5 su bsti t utos. Poss ue a F_ac u lJaJe Je M ed icina varios la bora torios, bem apparelli aJos, onde os u, ~o p r.1u c o& 1.,i\o fe ito ~ co m pro fi c ic n c i.t . Emcinco nnno~ Jd exi~rnnciaa Facu ldaJedfl Mediciníl jn do 1 1~1 mo i os, tentlo ce rca à e 58 alu m nos ped id o tra nsfere ncia para i<l e nt icos cu rsos medi ca s da Ba hi a e R io . São inco n te staveis os serviços que esse es tabe lec ime nto de e nsin o superior vem prr.stando á nossa re rrn. Esco la clr Agronomin , - A E~cal,i. g Agróno111iil e Vete rin ;i ri ;i do Pará é ·um es tabefecimemo de fi ns in contes tave lme nte p ra ti cas e vem pres tando .ao E s t ado 1ele va ntes serv i .os no p re paro <l os jove ns a~ro noll10s qu e se destinam a ori entar, po r no \·os mol des scient ifi cos, a increm en tação da nossa lavou ra . Corn pou cos an nos de fu ncci o name nto -e lucran do com uma se ri e de naturaes diflicul– dades pa ra conso lid ,ir a sua g rand e e pacri ti c.1 bra, a Esco la já co n ta co m um ace rvo de bo:15 se rviços pres tado, á terra para ~n,c , n;i gui llo gu e consti t u e UJ'll dos se us prob lemas m ;; is percucie ntes - o d~se n vo! vime nto da ag ricultura regio– nal , até en tão feita amo rphame nte e por met h9<los a n tiq uados . Cada a nno a Es - . co la de Ag ro no mi a e ntrega á vida pra tica um nume ro regul ar de diplomados, que pa rtem pa ra o cam po fecundo com um a som ma estima ve l de conhecimentos ute is. Algun s dos nossos ag ronomos já occu pam em importa ntes se rviços rnanti• • dos pelo Min isterio da A~ ricultu ra log 1res de J escaque, ena ltecendo, ass iro, os creditas da Esco la e o h ercul eo es forço de q ua nto~ tem conco rrido com a sua fé i naba lave l pa ra o soe rgui me nto de tão pro vl!itoso e nsi no rechnico. Temos sob as vistas o exce ll e n te re lato rio a presentado pelo seu compe tente e esforçado director, d r. J osé Fe rreira Teixeira, em o qual chega m ao nosso co– n hecimen to, nu ma synthese d ig na de e ncom ios , os res u ltados dos trabalhos no ul ti mo a nn o lectivo. A Esco la mam em doi s cu rsos di stinctos, um de Ag ro nomia e outro de Me- . àecin a Ve terin :. ria . Em ambos os cu rsos ex is tem ma tricu lados ao toJo 64 alu– mnos, o qu e demon stra o inte resse q ue essas especiali !ad es vão des pertando eru o nosso meio . O Estado auxilia presentemente co rn 30 :0008000 e a Un ião dá o au x ilio de 50:oooSooo, já recebidos, des tinados ao a u~mento do Pav ilh ão «Lyra Cast ro », acgu is içào de 1r.obili arios, in sral lação dos ga bin etes de Mic robio log ia e I aras ito• log ia, An atom ia Patho lo,4 ica, Pbysica experimen tal e Me teo ro logia . O s mun icí – pi os parae nses co ncor rem com o a uxilio de 16 :280$000 , em troca J o qual lh es . são conct;d iJas va?as f.Ura a lumnos p,.>r ell es indic1Jos. A Esco la de Ag ro no mi a mantem um Campo de Cultura de seme ntes e plantas selecc ion adas. Pelo annexo gue acompa nh o u o re latorio des re an no ver ificám os · que o Campo de Cu ltura, e ntre outras planta s, p roduziu no cor re r des te pri meiro Semes tre 6.6 00 mu das de pla nta s forr ageira s . 25 r kilos de p roductos vegetaes, t. 4 53 fr uc tos al imcn tarc::s Ji ve rsos , 30 to uças de plantas indu striaes e 900 mud as de pl an tas est im ula n tes . A Dire: to ria está animada dos m elhores in t ui tos no se nt ido de fun dar u m cu rso para ca p:i tazes ru ra fé's . Facu l d11<1e d r, J>Jw r mac ia- A Facu ldade de P harmac ia , apesar da ca re n– c ia de ce rtos appa re lb ame ntos, no começo, e de sua e xígua matricula, vae pre - 11 4 ===-
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