Mensagem apresentada ao Congresso Legislativo do Pará ; em sessão solenne de abertura
Sei bem que da Lend e1_1c ia qu e apre entarn o- E lado modernos, por ca usa~ econorn1cas e polili c::i ' · para O augmen- d des l) esas publi cas, r es ulta, co rno diz ~Iai·n o"c e . Lo as . . . · ~ ou a, a diffi c u ldade d:1 _pol1lt1~; ªt econ01t as . E' ll oj e muito e I c1 , como lc 111 accent. úa O rr r ande fi - nan c ista A;1 se l n10 de Andrad e, a·_politi ca de eco no~1 ia. An- t . . , en l e rarn o govern o. ob ri gado a er co nom i co A 1gan . . . . ·- J) ubl ica co nd emna, a- o_ a 1srn. Hoj e não é a- ·n 0 op1n 1ao . . , , 1 1. propri o espírito publ i co moslra- se co ntrari o a e anom ia . De I oda parte se pedem rnelhoramen~os. beneli c i os, ubYençõe e fa vu r es pesso::1.e . . . A edu cação pol 1t10a e os costumes e Ião prot.l uzindo es tes f· 1. - 1. s 1,erturbadores dRs í1n ança publi ca . e CI O • _ • . . . f>pla rn es m:1 r azao e quas1 11npo- c:1vel a pol ili a ele ,; up- pressão rl e di spendio5, e,11bo r a se 1·eco nl1 eça a - Li a· improd u- ct ivid nrle. . '- . ~ . . . . P r ocu r a r ei, po, - , rnante1 o no uO equl11b1' 10 orçam uta rio e ao ines ino passo, aLLende r á si tuação l o no so run cc i ona~ ,ismo, dos nos:;os e1npres ti1no e ela dLvida fl uctuanle.· Qu anto fl di vida externa, dada a rnconhecida impossibi– lidade de com os ac tu aes_ r etrn r ::_os da no sa r ece ita manter- se em d ia o r es pec tivo se rvi ço de Ju ros e amort i ~ação env idarei esfo r ços no sentido de fec har um convenio com os n o- os c re– dores de rnot.lo qu e n.os perm1Lla sa L1 sfaze 1· com p ontual idade as n o'va s· r cs pon sa bi I iclaclcs a qu e n os O1Jrig-a1·mos. E sl a operação é de lodo ponto 11 cces ari a e in.'.l.diavel , para saliirni os cta co njunclu r a que 11 0' r esullou, in elu c tave l– mente, da desvalori sação d~ borrn ch~ e el e outr·a ca u ª"· Pa r a r eali sa i-a a1)rove1tar - mc- c1 elos tl'aba lho- ini ciados e em parle das !)a:;e:; a ·_:se ntadas em . bóa hor a !1ess~ sentido pelo act ual Governo do E sL~do, qu e co rn _patr1 ol1 ·a vi são err – pre allcnlo u para 'este ca p1_tal_ pro li l?rn a, desde os primeiro dia da sua proba, fru ctu0 -; 1ss 1rna e lc l1z ges tão. Quanl o à divida fun r:l~da intern a, qu e monta ao valor el a c il'c ulaiJio ci os lilul os c1111LL1d os c 111 19 1!-l e Hll 5,_ 0111 l axa du jul'O' div<' i--as, ta rn1Jc~1 sc ní o ilj <'c l" rl rt 1ninll :1_ rn ai oi·allPnç-ão. 1~, evirl enlc qu e 11ao porl e1· mo, ' " " c r ed1io pa,·a r e 'O r– i·cr aos novo5 ca piLaes tüo i 111pre>'ci11divcis à 'l'<'a~·,10 de novas font..i;:; rl e r enrl ~1 e i't ex p•rn .;ào el e_ no,sa producçii:o emqun iüo II ÜO man LiVl:' l'fnos em dr a os se rv1 ç ., do::; nosso.- 011 olid aclo ex (ern o · e i11l<' rn os . .'\ o qu e cc ncc r1H' ú no;;~a v,•l ln e vull o.~a <li\·iLl a flu– c luanLe, a n1ai s i11 co1 n 111 ocl a pal',t o:; go vern o-;, batend o á r o1·La a cad:1 111 ome nlo, ur,l'J( l,t _P la 1wcin en t1',; nPce.-;; irl nrl - elos se u · tiLul nr-e -, C,rei o po··:; l\·e l pa l',l 1·e gaL:. 1-a, rn hou ve ,· r e– c ui"o:=:, ou, à fa lt a rlesl es, pa1·a funcl ~l- a. se el e es paço log r a r a r eal isaçfio clP um rl ano r.1raz rl e val ol'i ai· os I' ,, pc'c li vo filulo ·e i bem qu a. 111·O ludo i , Lo é cliff1 c íl e co nheço l e an te~ mão Lodos o pml,ar aços ((11 <' · me ant ol harii.o . E ' de nota r qu os nos ·o· go vern o ·. não - <~ LL;rn de. pre– occ upado da fo0e fln an ·eira. cl il. adm1111 ' Lrnção, proc urnnclo r ameili al-u com os rn esmo::.• 111ec1·O - proposi Lo com qu e me ap1·<'sc 111O ago r .1 no ' lc i torntlo pnrae n ' c. 7
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