Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará
J ;\ll' NICIPIO DE ALEMQUER dor , e reeleito successivamente até que a morte o sur– prehe ndeu a 16 de Março de 1882, no alto posto de pres idente da camara m•Jnicipal da terra em que nasceu . O Baixo A11ia 1 onas, da visinha cidade de Santarem. tarjando de lucto sua prin1eira pagina e referindo-se á vi da e aos serviços de Antonio Firmino Simões á causa publica e á prospe ridade de sua terra , terminou a noti– cia com estas palavras: «Se ha homens que não clevi– ;1111 murrer, Antonio Firmino Simões em um d'elles ! 1 > Acabava de fazer construir o muro de pedra e cal com gradil de ferro, em substituição ao muró de estacas do cemiterio , cuj~ área 'foi alargada, e preparava-se para começar a obra do palacete municipal , quando finou– se o grande patriota; e, apezar de serem parcas as ren– das municipaes, deixou o município sem dever um real e nos cofres mais de vinte contos para o inicio da dita obra. 11 Proclam:=ida a Republica em 1889 , as camaras mu– nicipaes foram dissolvidas e creados Conselhos de J n– t endencia. «A camara municipal de Alemquer foi dissolvida por decreto n. 0 107 de I"i de Març.o ::le 1890, e creado um. conselho de intendencia por decreto n.º 108 da mesma data , composto de sete membros, sendo um presidente e seis vogaes, todos de nomeação do governo do Estado. Para esse conselho foram nomeados os cida– dãos: dr. Fulgencio Firmino Simões, presidente, (era o presidente da camara dissolvida ), vogaes capitão Thi– ago Serrão de Castro, alferes Manoel Felippe de Vilhe– na, Luiz Rabello Dua_rte, Joãc, Antonio Barroso, João Poss idonio Martins e José Francisco da Silva Duarte ' os quaes tomaram posse, em sessão solemne, no di a 7 de Abril do mesmo anno. 11 Depoi!:> de promulgada a C onstitui ção do Est ado,
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