Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará

664 ANNAES DA BIBLIOTHECA E ARCHIVO PUBLICÔ A unfas doze 1eguás, tnrtis ou menos c1cima da fóz, ancorou em u .mt ens::l~1d1, que se suppõe ser a de Al– ter d ,) Chlo, onJ:) dst.1cionnvL1 a ald~.l procurada, cu– jos habit,rnt~s já o esp ~rarnrr1. pr.:-v~nidos, como se acha– vam, pcilo:; tapuyussús dJ fól do rio. Lá encontrou bom acolhi me 1to, entretendo rela– ções com os indios, no meio dos quaes t eve opportu-– nidad3 de rl!conhecer individuos já relacionados com os. castelhanos, portanto, não tão ignorantes como esperava:. Abm de umas esteiras e varias curiosidades, nem um resgate conseguiu fazer, recolhendo-se a Belem com a gloria d.1 d.:is coberta do rio Tapajós. O:; J esuítas, assim que se tornou conhecido o novo rio, cuidaram iinmediatamentc da sua catechese, ha– vendo o P. Antonio Vieira, em 1661 enviado para lá o P. Joã'.l Felippe B.:ifümdorf. Ci)m indios descidos fundaram os padres da Com– panhia d e J ,;>sus, na fóz do rio, a aldeia dos Tapajós, origJm d.1 s :H..:l do Municipio S1 :1tareno, e, for,1m os primeiros que exploraram o baixo rio, reconhecendo, d:)sde lo~o, o vJlor d.:l tão rka zona. A catechese continuou com optimos resultados, luvend.> aqu .:-lles religiosos funJ.1do aind 1, em 1722, o aldeamento de M.tlnpús ou S . José, em 1737, Tupynam– h,u Lrnas ou S. Ignacio, e B:Jr,1ry, cm 1738 Em 17.p, Leonardo de Oliveira, e, João de Souza Azevedo , cm 1747, d esceram, do planalto central do Brasil, o rio T.1pajós, pebs primJiros . A all.:lia dos T,tp 1jó5, entretanto, dessenvolveu-se d~sl c o i ni cio d.1 catech0se dos Jesuitas, e u sua sit·rn– çã o pc rm,tt iu ao s colonisadores a e~colha do seu local para posto fortificado. D e fncto, Francisco da Costa Falcão, á sua custa, <' soh n prnpria dirPcçãn , iniciou n c: onstrucçi'lo de um

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