Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará
05 0 ANNAES DA BlBLIOTHcCA E AR.CHIVO PUBLICO O nome q ·Je ainda hoje possue lhe veiu de uma exploração de sa l, fe ita nos t empos coloni aes, nas pro– ximidades da a t aL, ;n, d e nominação confirmada pelo go– v e rn ad or e cnpitão-gen e rnl José de Napoles T e l10 de Menezes , quanlo e m 1781 d eu-lh e. a cat egoria de fregue– zia, sob a mvoc ·ç lo d e N. S . do Soccorro de Salinas, cujo padroado a i 11 da conserva. A e recção em fr eguezi a não basta ria, para d a r ao logar me lho r ca tego ria, se ao aclo creador não se jun– tasse o e s forço m1terial pJ. ra correspondei-o. Os offi cios do culto for am, a principio, celebrados e m um a lpendre provisorio, que em pouco tempo se a rru inou . A fr eguezia não fôra provida de vigario, de fórma que, t end ia pa ra o desa ppa recimen to, se a tenacidade do ve lho pratico Francisco G o nç nl ves Ri bei ro , não vi esse secuncfar a aççào aJm ini ~t ra ti va . Luctou com grandes difficuldad es e nad a podendo fazer sosi nho, rcsol vc u em , 7Q3, dir ig ir- se ao gove rna– dor e capitão-genera l F ra ncisco d e Souza Couti nho , pedindo auctorizaçào e aux il io pa ra ed ifi ca r uma ig reja . Obteve Jus urmazens da nação ferrame nt as de tro– ball10, diversos ma te r iacs, como fer rage ns e t e lhas, de– pois de uma pcno!:>a vi agem n Belem . Com nuxilio dos mornLlo res d e S,1linas , p a ra a mão de obr..1, nn fim de do is ann os a igreja estava co ncluida. A' sun custa Francisco R ibeiro d o tou n nova igrej a com as alfaias ncccssa r ias e con~;eguiu a ida do bi s po D. Mnnoc-1 de Almci J :1 Cn r vn lho ás S:11inas , pa ra o cc– remoni.11 da benção d o temp lo. Em vista Lle s c- r a fr cguczia mui to po bre, ma nteve scmpr0 Fr,lllcisco Ribeiro o vignr io, e, po r sua mo rt e, legou vasto terreno p:.iru o mesmo fi m. Posteriormente; teve a frcguczia o prcu icamcnto
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