Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará

628 ANNAES DA BIBLIOTHECA E ARCHIVO PUBLICO Nesse anno a igreja ainda era coberta de palha. Serviu como director da villa em, 1766, o capitão José Gomes Marques; em 1767, José Gonçalves Mar– ques; em 1768, o alferes Eugenia Ribeiro dos Passos. Em 1804 foi juiz ordinario da villa Feliciano José Aragão. Com os limites estabélecidos pelo ouvidor Madeira Fernandes, permaneceu até 1801, quando, por ordem do governador e capitão-general D . Francisco de Souza Coutinho, o ouvidor Fra_ncisco Tames de Araujo, em officio de ro de Março daquelle anno, dirigido á verea– ção da l.. amara, ampliou-os, incluindo no territorio do município e na sua jurisdicção o logar Boa Vista. Não obstante a decadencia quasi geral do interior do Pará nos ultimos annos do período colonial, a villa de Porto de Móz, que teve este nome no acto da sua erecção áquclla categoria, chegou .,, entrar para a inde• p·endencia nesse caracter . Nas celebres sessões do Conselho do Governo da Província do Pará, de ro a 17 de Maio de 1833, conse– guiu conservar o se•J predicamento, ficando cabeça dos termos de Veiros, Pombal e Souzel, rebaixados da ca– tegoria de vi lia . Da sua primeira Camara, eleita segundo a lei de 1828, fizeram parte, como presidente, Manoel Maria Bo– telho; e, como vereadores, Manoel de Jesus Vieira, An – dré Miguel de Aragão, Florentino Coelho Cardoso e Constantino da Cruz. Em 9 de Janeiro de 1837 foram juramentados e to– maram posse Joaquim Duarte Roiz Souto, presidente; e, vereadores, João Ignacio de Oliveira, Manoel Ray– mundo da Graça, Domingos José Ramos, Feliciano Pi– nheiro e Florencio Antonio Ferreira, para servirem no quatricnnio de 1837-1840. , ' 1

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