Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará

e; 18 A:-INAES DA BJBLIOTHECA E ARCHIVO PUBLICO cas offerecer de importante, tanto çela def1ciencia de fontes Jifficilmente accessiveis, como pelo facto de não existirem acontecimentos importantes que possam illus– trar estas simples indicações. Excluídos os regulares d,l Companhia de Jesus, com a corta regia de ú de Junho de 1755, da direcção e admi– nistração das aldeias de índios, adveiu parn todas ell.is um novo período, em que a exploração do selvagem, como machina de trabalho gratuita, ou insignificantemente va– lorisada, era o meio mais facil e simples para adquirir fortuna e ohtcr proventos nos negocios. cm ·que se tor– nava necessario o braço escravo. Em 1758, a aldeiD de Arycurú recebeu o predicfl– mcnto ele vi lia, dado por Francisco Xavier de Mendonça Furtado, com a denominação de Melgnço, havendc, con– tinuado a freguezia com a invocação de S. Miguel. dei– xada ainda pelos jesuítas. A direcção dos índios, depois dos padres da Com– panhia, passou a ser cxercidn por officiacs e subalternos, da militança colonial de então, dos qunes nlguns nomes nos ficaram, como o do capitão João Baptislfl Mardel l~m 1764, alferes José Fel1x Galvão de Araujo Oliveira, em 1765 e 1766, sar!{c-nto João Ribeiro, em 1767, e, Esto– lano Manoel Pereira de Souza Feyo, em 1770. Sabemos ainda que nessa epoca Melgaço possuía uma edificação muito atrnzatla, não obstante a sua igreja ser uma das melhore~ do interior; assim corno, qur, em 1776, u sua popuh1ç:io era de urna:, 3i;,o pessoas, l'ntre in– d i os (' bnrn~11 .... . .\ erecç:io de Arn:urú ('IU cntegonn de villa teve log.'.lr, por 01..rmiiilo LL; viagem que Mc11donçn Furtado lcz .'.lO H.io Negro, 110 dia n de Janeiro til: 1758, data em que foi c111pos1,1ndo lambem o Senado da Camara, CUJOS ofticiaes não encontramos nomeados nos documentos da

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