Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará
490 ANNAES DA DIULIOTH ECA E ARCHIVO PUBLICO reunir a Ca rr.3ra , qu e em I4 de Junho haYi a pe rdido o ver eador Franci sco F erreira Ne tto. Denotavam es tas que ixas que os anima s em Maza- gão continunv3m em al:~ te nsão, que não havi a possi– bilidade de li ga ções pol1t1cas entre pa rtidos e que á po– líti ca tudo se sac rifi ca va. incl usive o prog res~o do mu - n icipio . Da n1.csma sorte que os co nsc rYado res tra balhavam pa ra e nfraq uece r o presti g io liberal, os próce res li be raes não desc ura vam os meios de SE' firm ar no pode r'. O µr e– s ide nt e Affonso da Fonseca, no intuito de qfast ar os con– se r vado res, cons ult ou ( 148 ) o goYc rn o pro Yincia l s i po– dia por s i, prese nt e o sec reta ri o da Cama ra só, chamar a cont..is O procurado r des ta Domingos Vulent c Bar reto , porqua nto não co nsegui a r eunir numero legal de ve rea- do res para deli bernções ( 14q ). , A resposta neg<1 tiva do p res idente da provínci a ( 150 ) a nimou muito os co n:.e n ·a do res , e marcou o ini– cio do impallidecc r da estrella li be ra l cm Mnzagão . Devemos ret rog rada r um pouco, par,1 ir procurar no re latori o de Me nezes Sall es a ca usa primari a do occaso dos lihera es. Depo is de surpre he nde r a esc ripturação da Camara e de w• rifi ca r qu e 11ão ex ist iam du vidas nos seus livros, de a ffirmar em Mazngão que nada hav ia encont ra do em desdouro ou res po nsa bilidade do s ve ren do res diri g idos pe lo coronel Ma noe l V,ll en tc Fl cxa, aprese ntou relatorio nccusa ndo a sua admini st ração, indo alem de sua incum– be ncia de fi sca li sação, pa ra inte rferir em actos admini s- ; J!,8 ) Off. dt~ 13 de Julho de 188:i. ,\is. do .-frc/1. Publ. cio Pará. 1 rn I Off'. lk 2G de Julho de 188:í. ,1/ s. du Arclt . PuiJI. do l'ai·ú . i;iO) Off. dr i J c ,\ go~to de 188:;. ll!s. elo .lrch. Nunicipu l de Ma– ;atüo. \
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