Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará

MüNICIPIO DE MAZAGÃO 447 dade ao governo leg,11 , r esi stiu aos fa cciosos , conquis– t ando o preside nte da sua Camara ,1 gratidão de todo o municipi o, não pe rmitt ill do se re produzissem em terri– torio maca pae nse a s sce nas horro rosas d e mor tic inio e vandalismo de qu e fo ram ,· ictimas, entre outrc s, os municípios da Cnpital e da V igia . Cessada n caba nagem , a fr eguezia da R egP- nernção principiou a r e né1Sce r; v o ltaram os seus habitantes no trahalho e d esde logo reuniram as suas e ne rg ias 110 in– tu ito de restérnrar o 1 nunicipio. As dificuldades e ram imme nsa s, h a ,·e ndo neces si– dade de lucta r co ntra idé ,1 s arraigadns e rinimos precon– cebidos qu e d e fó rma ;=t} guma inte ncion a vam alte rar a orga nizaç ão administrativa da província . Ernquanto a o rdem uão fi cou d efinitiYarnent e e com scgur ..mça r es– tabelecida e não ce ssaram todo~ os syrnptomas de rebeldia, não pensou o governo pro,·inci al em alte ra r o nume ro dos muni c ip ios do Estado . Some nt e de poi s d"e es tabe lec ido o gove rno com o execu '.. ivo e legi sla tivo prov incial, pocl t ram os el ementos da f regu~zi a da R egc neu1çã o cr t' jr uma co rre nte ele apreço p:ira o se u d esenvolvime nto , no intuit o de uma possível rest auração muni ci pal, só de cr et .1 da em 1841 . * Quasi oit o ann os pe rdurou a Freguezia da R ege– ne raç ão , crcada pelo Collse lho do G nv e r r, o ela Prov in– cia em 183 3, sem o exame maduro e re fl ectiLl o que e xi– gem os actos do gove rn o , principalme nt e quand o se v crilica que os movime nto s politi cos da provinci a pe– diam qu e não se fi zessem desco nte nt es . • 9 _ _ \nn,c• <la Jllbliolhcca e Archivo- Tomo IX.

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