Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará
.\IU~IClPI O DE MAZAGÃO o laria mais de 3.000 cruzados ( =:,6 ), que princi pi aram logo a produzir ( 57 ). Dessa fab r ica sa hi ram ns telhas para cobrir todas as princi paes casas de Mazagão; os t ijollos para a cons t rucção da igrej u, alem de outros produ ctos cernmicos . proc urados ele diversas part es. De lá fo rneceram-se materiaes parn as obras publ ic::.s e de fo rt ificação de Macapá , Monte A legre e Alemque r . Em pouco tempo conseguiu o capi tão Ig nacio Zu– za rt e amort izar as suas d iv idas e ten tar uma nova em– preza. Mazagão exportava muito ar roz, alem d e o utro~ prod uct os . T in ha-se const itu ído , conj unc tame nte com Macapá e Villa V istosa d.1 Madre de Deus, um celleiro importan te, onde a· cidade de Belem se abas tec ia ( 58 ). O ge nio emprehendedo r de Zuzarte previ u os g randes resuitados que lhe pod iam adv ir com o benefi ciamento do arroz, em Mazagão. De pa rceria com o ca rpinteiro Francisco de Souza Estrella ( 59 ) mo ntou dous enge nhos para descaroçar o arroz ( 60 ), que conco rreram grande– men te para r. valorização des te producto . Como offic icJl ela guarn ição de Mazagão, occupava o ca rgo de ca pitão-ajudante, havendo por dive rs~s ve– zes subs t itui do interin amente no commando da praça ( 5b ) Carta <l,· lg-na c io Zuzart,• '1 Pere ira Calda,;, e lll 13 ,lc Setem,,rn de Ii7é. ,\Is. do ..\ rc-lt . Publ. d u /'arú . , 57 ) A pritn!'ir:.i fornaJa Jc t ijollu::-, telhas e p ot es fi c ou p ru 111pta ,. queimada i,m 10 dt• Sl'l<·ml>ru de 177ó. 58 \ Em I i78 '.\laeap;', 1·xpurt u u 16. 13ó alqu e ires d e a rroz, t\-J a– za_grw 3._\17 1 i e Villa Vi st os a 2. i30. Quadro J e e x portaç[1 0 d u arroz l' II I 1ji8, or g-anizadu p t"lo ,·11rom·l Gama L obu J c A lmada . Jl s. du Ar,·h . P ul>I . du Pa rti. 511 Tamb t· lll m .1zagani sta da ,\l'rica. ótt Carta ,lt- Do uiin g-os Pi n te, Ja Funsec a a P t r eira Ca ld a~ em J c: .\g u~t u de I i i ÍJ , JI,,. du A.rc -h . Publ. do Pa rú .
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