Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará
., .p2 ANNAES DA BIBLIOTHECA E ARCHlVO PUBLICO Restabelecida ordem publica, occupou-se Gama Lo– bo de Almada em act ivar o proseguimento das con– strucções das casas de morndia, e deu inicio á erecção da igreja de taipa, segundo os planos enviados ( 43 ) por Atha– yde Teive. O pessoal diri gente dos trabalhos da villa era com– posto então pelo capitão Francisco Roberto Pimentel, director dos índios , capitã o Alexandr~ José de Souza , ajudante-engenheiro , Domingos Pinto da Fonseca, pro– vedor da fazenda real e Francisco Calde ira ·c outinho, escrivão , um cabo de esqua'dra €! r 2 soldados . A Fróés de Britto succedeu no juizado ordinario da villa Matheus Valente do Couto ( 44 ), tambem ori g inaria de Mazagão da Africa, onde serviu nas milíci as reaes. AQ términar o anno de 1772 contava a villa de Mazagão 134 casas, das quaes 117 habitadas por famili as ( 45 ). Recebeu Gama Lobo directamente da côrte de Lis– bôa, pelo mini stro dos Negocios Ultramarinos Marti– nho de Mello e Castro, ei:n fin s daquell e anno a carta patente, em qu e S. Magestade, em attenção :. i.os seus servi– ços, resolvera promov ei-o a tenente-cor0nel. Respon– dendo a Mello e Cas tr,1 soli ci tou a sua volta para Ma– capá , sendo attendido somente no anno seguinte. A influe nci a de Manoe l da Gama Lobo de Almada em Mazagão de ixou resultados que firmaram para sem– pre a sua loca )i <;a ção no rio Mutuacá, havendo o S() U gover- (•B) Carta de At hayde Te ive a Ga ma T.obp , rm 10 de l\larço d e 1772 , Ms. du A rch, Pub l. do Pard . (-11) Math eus Vale nte do Cou to era casado com IJ . Julia da Fon– s eca, de quem houve trcs fil ho,. (.15) A far.<:nda rc·a l obr igou-sr 11 da r a estas fa n11lias manutenç·ão durante o primeirn a nno de localisaçliu, a lr m de uma casa pa ra mora– d ia. Em virtude de <lctcrm inaçuo rea l, a té O a zr itr para a manutenção da la rnpada do S. S. Sacram ento r• ra forn eci do a custa da r eal fa ze nda ,
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