Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará

,,. '.'-1UNICIPIO DE ~IAZAGÃO 4o3 sempre em um turbilhão negro de fum o . proposital– mente proYocado. Entre os ultimo s commandantes da praça conta – ram-s~ o capitão-ge ne ral Be rnard o Pere ira , o Conde da Cunha e o capitão- gen c rnl J osé Le ite d e Souza . O dia 10 de Março de 1769 inscreveu-se na chro– ica portugueza ela Africn como um marco lu ctuoso , in– vocando a d ecade ncia do poderio de Portugal n a :Mauritania. Trezentas e quare nta familias mazaganistas, com r.022 pessoa s , nbanJ o naram a praça, saudosas do torrão querido , em deril :111d:1 das terras da metropo le, obede– cendo ;10 nbsoluto pregão real ( 26 ) . 1 As di fficulLlud e s d e locação em Portugal, a neces- sidade J e e~caminhar bo ns elementos povoadores para o Brnsil, principalmente nas capitanias do norte, as fa– cilidades de indcmnisação d e prejuisos advindos com o abandono da propri edade immobiliaria na praça afri- • cana. co nstituirnm outras tantas causas parµ a resolu- ção elo C onde d e Oeira~ enviando as f,.1milias mazaga– nist as para o Grão-Pará. Coincidiu essJ immigrnção forç ada com a annuencia d e governador e capitão -ge– neral Fernando d,1 Costa Athayde Tcive á mudança do povoado de S,ll1t'Anna cio rio Marac,1pucú para local mais salubre. Em combinação com .>1endonça Furtado, er.tão secretario de estado dos Negocios Ultramarinos na me- \ 2 6 1 Rt.:la çào <las familia s q UC' vf10 c~tabclccer -se p or ordem dC' 5. ;\fagcstad<', e ratlyo do que o mc•smo Se nh or lh es manda pa– gar na ci dad e de Bclem J o Gr~10- Par;:1 pC' lo Admin istrador da Com– panhia G,· ral em c~c ravos r fa ze ndas p elos preços corre nt es po1 conta do~ so!Jo,, tetv as, moradia -; f' ahara z que vcnccrf10 na Praça de '.\l aza gã o. Liv . das f.i1111lias de .\!azag âo. ,\is. do r1rch . Publ . do Pard .

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