Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará

.\!UNICIPIO DE ~lAZAG .\O 39 1 ctament e com ,1 idéa do élprovC'i tamento desses b raços que se vinham entrega r , sem \'Í Olcncia algumél, á explo– rnção do br.rnco de então, actuarnm no cspiri to de Men– donça Furtado, que immcdia tamen t e de terminou ás fo r – ta lezns do rio Negro , dos Pauxis, dos Tapajós, de Guru– pá e ~lacnpá uma fiscalisação exigente e arguta nas ca– noas do caudilho, para a verificação exac ta do t otal dos inclios descidos . Conh1:cendo Portilho de Mello per fei tament e as condições a que ia sujeitar o po\·o que descia , e dese– jando offcrccer directa_mcnte por si uo go\'erno da ca p i– lania, a lista dos seus índios , rc!:>olveu illudir a fisca lisa– ção de t oJos os pontos fortificados por onde tivesse de passa r , conseguindo sem difliculdade o seu p roposi to, por lhe ser familia r o trnkgo do rio Amasonas. T r inta e duas cnnoas formaram a fl o ti lha do des– cimcn lo dos indios do r io Ne g ro, t razendo em seu bordo t: 1 m lwm os principnes das aldeias que obedeciam a Por– tilh o de 1'1cllu. Em 7 dL· :t-larço pass;1ram pe la fur talcza do ri o Negro , ~e'> dcix;rndo contar o numero das canoas ( 12 ) ; em q, pela alta madrugada , pela dos Pauxis( t 3 ) e pe h entrada da noite, ú vista da fort :\l eza dos Tapajós l 14 ). Dirigrndo-sc para Macapü , ,1 csqunclrilhú não foi vista de Curupú, po rquanto escolheu passagens mais directa~ afastando•~c do itincrario commum ele então . Em vi:igem ,1bandonou Porti lho a icléa ele reco lher- ---·- -- - ( 12 Carta e ; d, · ;\larço d,· li53, do ro 111mamlantr <la fortal t' za d o rio :,.;: pg ru ao ,·011111ianJantc cl us l'a uxb . .\Is. dv . l r.- li it•o 1-'11blfro do P,1 rii, :1_, Cart a ,1,, q dl' ;\larço d l· IiS.3, cln n,mmaudantt• Jus l'auxi s a :-.kllll un~·a Furt :ttl v. .Ih. ,fo .l r,·/i· ] '11 /J/. d o l\1r,Í . (1 1) Cart,1 1k 9 u<: :\lar,; 11 li<' I i5,~, d ,, c,1mmanJantc d os Tapa • }••S a ;\knclvnça Furtat.l n. ,\/s. d o Ar, I, . l ' ub/. d o P,1rc1.

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