Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará
;,.1u:--1c1P10 DE MAC..\PA A 28 de Junho de 16c>7, reunidas as duas expedi– ções, deu-se o ataque ao fórte, ataque que fracassaria de todo si João Muniz de Mendonça não hou\·essc-, com a energia dos bravos , contraditado a ordem de Fundão, que mandou bater em retirnda aos primeiros dispnros do fórte . Este foi tomado, e condemnado ao arrazamento, em virtude do estabelecido no tratado de 4 Março de 1700, assignado em 'Lisboa pelo$ plenipo tenciarios por– tuguez.:s e francezes, tratado esse que neutralizou o ter– ritorio da Cuyana Brasileira. Com tudo o fórte ficou de pé, e mais do que isso foi substitui1.lo por outro construido mais adiante. Em carta de 5 de Outubro Je 1738, dirigida ao rei de Portugal, João de Abreu Castello Br.rnco, governa– dor e capitão-general do Pará, discutiu a urgencia de– cuidar o governo portuguez da fortificação da fóz do rio Anrnsonas, nas terras do Macapá, pois o fórte Je S. An– tonio de Macapá era já um montão de ruínas. Somente em 9 de Fevereiro de 1740, D . João resol– veu responder, declarando-lhe que_. pela resolução de 6 de Setembro Llo anno anterior, auctorizara a construcçfü\ dl.! um fórte de fochina e terra, com boa palissada, fórte esse qul.! deveria ser erigido no mesmo local, em que, em 1738, fôra collocado um destacamento militar. J\ ' carta regi,1 acompanhou um projectu do futu– ro fôrte, delineado soh a dirccç.io de Manoel de Azevedo Fortes, sargcnto-mór de batalhas e engenheiro-mór do reino, por Manoel Luiz Alve::;, d1scipulo da Academia Mihtar . E ' da localiznç.lo 1.laquclle destacamento militar 4ue tira SLlll t!rigcm primaria a nctunl cidade de Macapá, no anno de 17.38, destacamento que Cnstello Branco conservou até o fim do seu governo, em 1747, sem mnb. nada fazer, por fnlt:i de recursos e llecisõcs da metro-
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