Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará

' 308 ANNAl!S DA BIDLlOTHECA E ARCHIVO PUBLICO qual entrou em relações amigavcis com os naturaes, em um sitio que hoje em dia é cons1derado com o sendo a bahia de Alter do Chão. Em 1639, voltou novamente Pedro Teixeiro ao Ta– pajós. DescoC1erto o rio, verificada él praticabilidade da sua navegção em uma grande extensão, vieram cm se– guida os catechistas, personificados nos Jesuítas, aos quaes muito devem o Brasil e o Pará, nos primoiros passos da sua colonização e civilização. Depois de Francisco da Costa Falcão, que iniciou a fundação do fórte na fóz do rio · Tapajós, em 1697, os Jesuítas fundanlm succcssi\·amcntc os aldeamentos de S. José ou Mntapús, cm 1722; S. Ignacio ou Tupy– nambarnnJs, cm 1 7 37 ; e Borary e Arnpiuns. Os aklcnm:::ntos jesuíticos do rio Tapajós, foram notavcis pelo seu progresso e desenvolvimento, e pela larga escala de producção que apresentaram, no com– puto da riqueza colonial de então . A pesquiza de minas tentou o genio aventureiro de Leonardo de Oliveira e João de Souza Azevedo, que não duviLbmm descer o rio Tapajós, partindo do pla– nalto central do Brasil, região então dita cl.ls minas. O primeiro desceu o rio em 17.p e o segundo cm 1747• De '7:, 1 cm diante, com n aLlministrnçàn llo go- vernador e: c,ipitão-gcncnil Fn1ncisco Xavier lk Mcn– do11çn Furtado, 0 governo civil principiou a af.1st:1r os Jesuítas da Llirl:cçilo das ald0 .ts por elles fundact.,s e cn:adas, 11.1 zona uo T,ipajôs, com n crccçil,1 ú cakgoria d.: vill n, cnm o numl'.' tk Sn11turcm, da .ild<'.:a dos Tap.1jós . A' cssn pri111l!ira dcv:1çi\o suLccdcrnm :is de Bornry e Arupiuns, em 1757 , com os nomes de Alter do Chüo

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