Annaes da Bibliotheca e Archivo Público do Pará
I 32 ANNAES DA BIBLIO'fHECA E ARCHIVO PUBLICO uma tradição do seu nome, que mais tarde Manoel Carlos da Silva, dire~tor de índios, por o rdcm do ca– pitão-general Fernando da Costa Athayde Teive, deu a um povoado constituído com trinta indios, fundado no local da actual séde do municipio, em 30 de Outubrc de 1769, denominando-o o "LOGAR DE BAIÃO''. ' Até á independencia o "LOGAR DE BAIÃO" arrastou uma existencia de pequeno entreposto de commercio com o Alto Tocantins, quando a resolução d.o Conse– lho do Governo da Provincia, nas celebres sessões de 1 º a I7 de Maio de r8JJ, resolveu dar-lhe a categoria de :7illa, com a denominação de Nova Villa cle 1 S. An– tonio do "TOCANTINS.'' havendo o presidente da Pro– vincia José Joaquim ·Machado de Oliveira, em officio de 8 Agosto do mesmo anno, descripto os limites mu– ni j ipaes. Apezar das vicissitudes políticas do período mo– narchico, em que muitos muoicipios paraenses passa– ram pelos cadinhos da e:x.tincção, Baião teve a sua existencia ininterrupta até á Republica. A installação da villa e camara municipal de Tocantins teve logar a 17 de Outubro de 1833. . . Com a presença do presidente da Camara Muni– nici pal de Villa Viçosa de Santa Cruz de Camutá José Raymuudo Furtado Paes (1) juramentou-se a primeira Camara, constituída pelos cidadãos Padre Francisco Goncalves Martins e P0ntes, presidente (2), e, verea- 1 . {t )- Ha ma nifesto engann na indicação feita pelo Memorandum H is torie d d J ' p · . 0 0 Alim icipio de Baião, quanto ao nome e os e auhno Cor- deiro dos Santos . . \.!)--Ha um erro de impressão quanto ao nom e do primeiro pre- s1d:nt e da Carnara , na i:nes ma obra, cll c ·hama-se Gon çalves Martin s ,, ºª" Guedc•<; Mont<•i,·,,
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