O Estado do Pará 09 de Fevereiro de 1936

nã coifa Adi filho ótica O dd dc “ESTADO DO PARA. “empre 5, 209,5 > E cular En edição matui — — um mm x ni Dir$hr— AFFONSO JUSTO CHERNONT No RE A - En 2 SEa a SR ” 4 | “Redacção, a [ministração sofficinas —Frav, Gampos Salles, 130 |! Redactor-secretario-SANTAN NA MAF.QUES | mana e —eeee ita CAIXA FOSTAL, 2º RRASIL — PARA — BELEM — Domingo, End. Teleg, ESTAPARA" % - PAULO.*8 — Om governador. Abordado pelos 3 paulista Minas, São Paulo e H: desconhecia completamente quaesquer negociações nes- gos E a res, pelo que o Negus determi- se sentido. (A.B. aagrá grande ovação do pu- Aristi E nou a remessa de reforços ur-) Brasil, Argentina e Para- blico - ma |ta osr. Aristides Reis. gentes, sob o commando do ras - Ear meme meme ear ne ai =" | , A vista da lotação achar-se Imru. (A.B.) N guay. CA-B) A campanha presidenc:-1 na opinião de um matutino carioca sobre a existencia de articulação politica cu e Minas, São Paulo e Balia 5 : não ha articulação politica 10 reaPparecimento . | a | de Pola Negri qual reappareceu a estrella Po- la Negri le cedo as bilheterias re- gorgitavam de pessoas ansiosas Willy Forts, director e reali- sador do filme, compareceu, re- sempre exgotada, as sessões passaram a começar ús-10 horas da manhã. (A.B.) Tio io e, 9 de Fevereiro de 1936 que a Assem” bléa Legisla- tiva vae reunir, talvez no dia vinte de fevereiro, con- vocada por quatorze depu- tados, entre os quaes se não conta nenhum frenteunista. está de parto de noticias; não se passa minuto que não dê algumas á luz”, como di- —"Dizia quem?” pergun- —* Shakespeare! Shakes- peare!” —“Ah, sim, espirra, não energia Guerra Iolo-ihiopo onális- A esse proposito, falava-se is ao sahir do palacio, o re-| VIENNA, 8 — Constituiu | Provincias alfectadas | B NA, €& > cp as f pelas ferido titular secundon e | verdadeiro acontecimento a es- numa toda que a occasião E desmentido -do govermmado» |tréa do filme “Mazurka”, no ROMA, 8 — Confirma-se o! greves,, bombardeio de Magalô, capital da provincia de Bale. Varias casas foram destruidas, inclusi- ve a que serviu outrora de séde do consulado italiano. (A.B.) | para a formação de un: | por garantir seus logares, o que rande partido nacional. determinou alguns incidentes e | zia Shakespe “ = . $a A pé” ppt sea desmaios, bem como a interven- Eno ma “Auto ROMA, 8 — Segundo infor- Confirma-se a convenção O sr. Rão declaron que [ção da polícia. nio e Cleopatra”. mações recebidas da franio or-1 53 aqui com a te, as tropas do ras Kassa se a- cham em más condições milita- q ROMA, 8 — E' qual fará ao Duce um relato pessoal sobre o que se passa no Isuissa. (A.B.), 0 “governo do Chile esperado aqui | contra tanks. Essas armas mo- o nosso ministro no Cairo, 01 dernas tem o calibre de 3,7 cen- ago contra OS eXxtremis! 7 SANTIAGO, Pa SA 8 — O go verno declarou o estado de sitio por tres mêses para as Estão descobertos todos os planos dos agentes do Komintern. — trama preparada para o mcmemes mo mao rm epa y do Brasil mai mento do abono | BC: timetros e são de fabricação “ER UA pre O Partido Autonomista ver E Spec E : E gypto. (A.B. n o rd Go Ra É js ahi com a gomma... ha duvida. E se elle espirra: a 4 RIO, 8 — Ao pros Vaperciso nto de need | « RTP pars ADDIS ABEBA, 8 — Ha cer. | As unanimidades fizer gos ra pagtidentia), qu & RIO, 8 — O er. Jones Rocha, falando| da presidencia volta o Ap- to mysterio em torno do para- ad da Re mei mta pn o À ss Atríotica qu cbate em) o ortagom de “A Nação”, Bisa quelis cano a deiro do Negus. Correm insis- graç P 1 pega Ra : ci Ea a 5 lo Autonomista reunirá den | PIO, insiste o decano dos |tentes rumores de que o Negus velha 4 ia ad: Eiintes: termo; Jornal d sto meste mo Ê ia ojeetivo Dem, veiu a esta capital e partiu em a E io re am : R a dissidentes. seguida com destino ignorado. | XIO,5 — O senador Villas Boas ata- a aa E: e rezas + - ee : iss do e Val (A.B.) x ge drs o accordo sa politica de Matto te do j a e a vi E a e nfs es Prog a e a pena se falar de ADDIS ABEBA 8 De irosso. ora em andamento, dizendo que , a cui Eu mag! E f Cumprase e dº.se scjencia. | o otras es AC | não à h antagem eus d do sr An ando Gnlios a | a) SAMUEL MAÇ DOWELL FILHO, che. | “ºl o Cardoso e à Shakespezre a deputados ? |cordo com os ultimos despachos E Cds at Pinga read ec E : 8 - a sm E ' aonde Corn igressará pao : sy ne ar chuvas continuas interrom- minhada pelo ministro Agameõon Ma- - s as à E ; corrend gi | ron. Partido | no QU Í Í d = tênue a opposição a fiscalisar os actos e. dai se : di olu as rte ções em grande escala. (A.B.) |, governã, Pol às SundiiRAn io UR ticiário ecpsa gita da org ão qua 15 à respeito com o'sr. Pedro Ernes. E pera 'ADDIS ABEBA, 8 — Aca-lram a desgraça da Republica velha. da s x % CONCERTO MARIO NEVES A t à Ui : a A. B A. B . bam de chegar aqui 37 canhões | (A.B.) y 8º Jro ma dei” O Pará figura na vanguarda dos Esta, dos brasileiros, no presente resurgimens vo artístico nacional, As profundas e demoradas crises eco. nomicas que flagelhram e flagelam ainda e região amasonica, si contiveram as À FESTA E — OS INTELLECTUAES DE Dois foram os motivos da viagem queS e e, O rear anger amo” e go O a grande ada nacional] mivel dos incontaveis espíritos privile | me trouxe a Belem—desincymbir-me de Ainda oembargo Escola Domenia A chegada do senador Posto em liberdade o autor , ) » «| glados. tj: | *ervisos confiados pelo Ministerio da Pa. | po petroleo iq ad do P : a ate o communisme sob a ' : v , ] E d bien E 44 Abelardo Conduru “|de um covarde homicidio «Podemos dizer, sem metio de errar e | Senda e gosar, no ambiente da Terra Pk ará ! prieu do deputado Martias c Sil dida di t extremecida do meu berço, o encanto de a e met á É sem idéa de bairrismo, que, em pintura nminadds Tap iveis GENEBRA, S — Assegura-se nos cor Rs da instalada, Esgrsesa sta Em cutubr ] va sob os auspícios sidente Ge. | e em musica, os paraenses estão galhar S0ck r id , q Viajem, pois, de cujoprimento de de- | redoros da Socicdade das Nações que 0] Antonio Lem em ; empita o rá x EE mado com um Y a + d é Camente É frente dos mais notaveis do a, a nda? tem | eira fo! alarma m u al argu nos proxima quar- É ã é veres e de emoções e sensibilidades mf. | omisk dos peritos & a comissão Ge | Escola Domestica do Pará, enduro z x Brasil, nessas duas em » Deste modo, é clar ue se me ; mn x as sionante crime. que te, | 4; 12 do rrento, a primeira fectivas. sto modo, o que = E É to fundada verao do aê É É ; - Ha pouco, tivemos s surpresa de €0 | ray por demais penoso sahir de costumel. | Saneções só «mm março vindouro poderão à creiçto e ' diogo Ra Magonista * | festa « que r nheoer,. não radiosas promessas e se ra obscuridade, e vir, de publico, falar | chegar a um resultado defisitivo sobre as que concorre para a. s mo Gonçalves de Oliveira, e tas de mim mesmo ou de minha modesta do embargo do petroleo: (A.B.) do ensino em mossa 4 sopra mulher e prima ongade | 70 da Far eU. obra Jiteraria. Mas, infelismente, não bem q empento-da Di ves = ' » estão em plano de vanguarda, a persona. $ ssão de clevado triotico iicade do escriptor e os seus trabalhos, , 2: O homicida utilizou de tum sm O concurso de todos os elementos antes, porem, a defesa da cultura desta | ara q imsignes expoentes das letras machado €. vor questões de ciume, des Terra e alguns de seus mais brilhantes raenaos. é um pa- act de destaque de todas ns classes, tr$ na dna] const. ese CiSas cu SUR Com : e autenticos talentos acoimados pelo se. Permittaine. porém fertu varios goip mortas Ed 2 4 a presidilla o governador do Estado, nhor Machado Coelho, em artigo do O derações que passarei fazer somen panheira. Depois de abatel a. crivou-ihe ESTADO DO PARA'--terra simploria el Ho d a como atti É à = ”, respe: a essa pleiade m pa únhaladas no corso. e | tomo icgitimo representante do chefe Papos origem Sisto cour 21 dor amar cio ao mid meguitia e deixar cadaver. refugiou se. | da Nosção, . a primeira nulidade que nos bata És por. Letras aracaso do sd a q tas Lomanto Perseguido - 1 a ] O Redio Clabe do Tasá Sará a irra Em primeiro logar, declaro que não deb artigo e» no facto de Agr! Es os So uia p j Es e | a vc de todos os aiscursos c numerc tenho o conhecimento pessoal desse emi. |F <a TO RAS A O que em seguida 04. : nente homem de letras e de sua bagagem | Mim". (as edi jo “orto « sica, pedindo o dopuiado lteraria e, por isso mesmo, peço-lhe, mui. Beco Dão é bem otrto. : A du Silvá, em a Pa to respeitosamente, que me permitta al.) | fa vera sessão de critica em um recen a a de í Za umas considerações sobre o artigo allu. e Boletim de epic) Ageripino, hoje meu José, O seciisade 6 Cachosira | tiem ada cidadão paraense, a & dido NAO, AIM, MABRIEO E E a gou ENTREM USAS USO res E : ul topriet d r EE Não me parecem justos, de maneira | eU mais recente livro: | R Pll= des pintores, mas a existencia real de | alguma, os conceitos expendidos em di. Se existe um poeta deslumbrado pelas | r oesrem os se do pincel e do lapis, cur minuição & Terra Paraense, que tem,| nossas tradições, pelo que resta de fabu. Ps» | O E nús las cassa jas obras, nas exposições nacionaes, DO atravez de todos os tempos, marchado & | loso no Norte do pais, esse pocta € o pr. 4 l Rio, conqui es ess os melhores premios, | frente da intellectualiiade do paiz O. Paula Barros, Longa pepmanoncia ma [ES | , gos E SRERNE Ras a o ariiáak dos E. a nosso ver, profundamente con. | capital do paiz onde obteve um brilhante amao 1 08 ju E o | ne Piero d o drag prt stador que esse meu crítico love a sua | cucoesso de holrem de letras não impede q sem amigos e | e Caci ssa STS E irreveres e e de|de ser ainda e sempre c cantor do Prof. Henriqueta dão. Para ta | “as Gor es Oliveira R : , t MR pri ei medalões. a Rayutinde Mourao, Djard | nomsos imythos, cas nossas florestas de É ads F : Ed : dasg à E aa Os nortistas e os mais afastados da q Mendonça, Deodoro de M onça, Os crear cm nossos indios com a mesma vi. q cição o Culimra, Eva no ; e or aaa sus é “lesão do paiz. são vistos como “pro, galdo Orico e Severino Silva, un bração enthusiastica dos dias de Alen.| tente dirocção do dr. ne E z mitua e acat sinonimo de matutos OU &, | aqui em Belem, me honraram com as ge. gar e Carlos Gomes, Sabe elle amblentar | cm dotar o nosso Estado de € o para a gress | R ” t F ! dy k ma ante o esplendor da civilização | nerosidades das suas cr . as entidades prinitivas que evoca e, em | rios modelares, renlizandosst O dep Ma | » « E gi” » ” - Ora, todo o mundo poemetos, sempre bem musicados, apro. | ma o programma qua 8v &, zoa hont f | : ) ' ZE rem, é bem ou Pfºe | sho dos mais brilhantes valores veitar intelligentemente os motivos na Bam promissora getão reepes eae — ss o FMIA. = uses no panorama das leias e da cul. | conaes tem nada Ge archeologico e pos Aquela Direetoria avaba getiá 4 jcm “xo A ps je Poli, E olta «e para o «ul, de fronte | tura brasileira. Seria ridiculo. por de (Continua na 2a pagina) etar para 6 corpo gi fa 8 " a (Continua na 2a pagina) ais, que de Jonge, viesse eu, agora, di C. PAULA BARROS | mostica a professuta Monria o: ' ———— mM vista de « hor va é langa. Nenhom povo cltiro da giant (Especial para O ESTADO DO PARA) 1 crer no apparecimento dum cEypIS feminino, a tanga-dorme hos ao es É cluída feud é de ti . o que traduza amanhã os dizeres ent. | insulares ae Marajo como tida cm so mph a não «er o da grande ilha dos al o 4 | ' r ' h epa ] ; logia, mesmo sem o traço plc giishdts. bria à cunha e de rtuva a É E <ee ara peão esihetie e em 3 4 salmo representa hoje ma curiosa bíblio | O recorte ce o acabamento da E E gra á ed E m p , De RAYMUNDO MORAES lheca em cujos ix cinerarios 08 es.) tendo exúlicos signaes drmadl noto 1 x r atraves de pe era montes, o palmillhar a , para que a< coleiras da tribo, na nham galho, nenhuma cópa nenhos pecialistas, articulando vasos, jarros, pa ervente cm naiz lacrado mo Tomo de cap o mais ria ae term eniminava na forma q qavesidta dos lag do mes mamte dos episodios im. , fructo sequer apparece no + seilhame in. | belas, alguidares, pratos, idolos, desco. cam sonhos fugídios em e ] p q etvphicns a 4 - feves Pp . de . é material daquelia tonica Iria é ar re nero | me pissem nas tangas os | digena do famoso farelhão. E Ladislau | brem, comparando e deduzindo, segredo Inphica A força rig do fris am ie ja d mac de no entanto, a< mim cngricha. | tran usado feith e re | acontecime prestes a «er olvidades, | Netto entreviu, nos motivos decorant authrapologicos. Calcule-se me esse | emprestava à tanga de DaNt ; : 5 E | a «Mhame, além do feitio, das cores, dos | trradiante +» sabronatarado O present mla fi faz - no molde, dan h urvas bo das v* as varas, qe : das peca a eym ia da artista pelos | vasilhasm “” has. o archipetas ; grta cia so» aniguios, a «ma asil intel. | polunas. os polsea é as ias qutresio |, raiado a ç das i quadros anthroy phos, tantas são as a | Rm E exerme eim as sam eertipta allegorica, e perturbada e | tiza parsense mície. Grganica o o e , a a da nação multi na neradura Her Hrecistava de Berine caretas, ms caraças, as nhas, as pts L e «ing | do Es de ing, nos és da via é k da tosconhecida, Nos sarcé gor de Mara. | raca « encanto e deresa, o om mineral. arrastada p . otras marajoárme | é n a barbara estenographa com | so para eála lie | carrancas, os monstros, em cum de ser tara ma à ligeira ves 1 tanga. Do am jó, as menores mono dessas es. | estonteante de que se seves chuvas e pelos rios, q 4 me. | naquelio esendo de to 4 argílta da | re « batalhas travadas na viagem; | ta de Jonça, ao ar livr trai cenhados e cinzelados na La o a á | i APAE megas DO mE livre, devaiso da | hralro amásónico só & fauts-=os. | tnhtes enterradas ivalem tambem & | agasalhando corpo e alma dia as trucsora da plaza em | <a P a | , - " = Ê ha e mbella verde das arvores O que anti.| P a Gaita Adair ita bíblica folha de parra, ao reflorido “fe varess, tinha qualquer cousa CL de de £ f a a rara na de &£ ra, er cas, jabotys, am 5 asma o do, tu ”; " - fodetada 1 Fin aneulo re , sa a<<a 1 «aques, | camente se narrava na rocha viva das) ras, guarás, chelontos-Imy jonom tum vitis Double” de kalendario «| verial e espivicmal, Tanto anais y s fiandeira 5 esma eee d | rod E as e no bloco meio cubme das Ha. | coramista arnã de véu, de almanach e manto, a nação arvã| vos las de hoje quanto ds cisão. O lvsó a » (ia 8 Pais ash a narra agora nas tangas. Dos | funerartos, religi te anttava como tábua de 14 el proposiicê de potticiiado E É a rd. | hierogivpl remotos, dos <ignos rupés. | rem molde ” universal Era na sabedoria | dasse, por jnjunoção de costumes; sara a er a o a ” ao E ea € á land et slear dep de andado mais | duvida, no a visão | da que o tcultor da triba inda. | s do de purpuras mus er g he t £ e a autiteai do fem, permanente naquel. | gava e melhor mez de fazer a roca; que | paradoxal mum sumbiente de repele, na formosa ga Pa ” f esco mente é F p hemispheris, as descriptivas eym am dd E PW o t etica x E ja , na E quanto mais a hi« | fes idos na cinação tups |o guerreiro precisava a passagem dosque cbrigara a apagar hoje bloco de ferra U ers ne 1 s joel - na E hetiras no barro ] ro eáings a À párto d tanto adetriot cara. | cometas, a hora dos ecivpses, a preces. 4 crevera hontem. Abrigando a em soma que « para hope A im toria da nação se projecia E E | ceres symbolicos, ao alphabeto, so ma p jo dos equinoxios de 21 em 21 mil an. | matrona, cunhantam e cum surgir, 8 Tragune : A n E E O aa x : nuseripto da louça, sobretudo das tan. | nos « que o constructor de ubás ap. | conta certamente o celeiro fi d nf dealissãa a a a Com a a r diminai Do espaço, rede era, da planta ió ta o à E fo | peace ' “a serunhocs dettidia porno Sisal | péedita em que quadra propícia se devis | areia, mm Jetro Nos cmi ginativa 4 | dai sda: segredo. Até hoje ninguem o decdfrou, | abater o tronco; que os caçadores releme | policos. a remita frisrania dia m Ei & prisma ati | Hartt observon que a decoração mara. | 4 Jembrança todavia do largo tempo gas | bravam a mundança de tobo em Cão; quel jofra 6 archestagos : I tem y E ese E “p e di * , d ; resentese duma falta significativa “to para «e esclarecer a inscripção da Ho | mato toda, em enmamã, ft va moti. | originulisisaa , jantes e | para quem vivia na seiva: a ansencia do | seta do Nilo, no Egypto, lida emfim por) « phenomenos teloricos (*) Etmundo Peeriere=sã, tanga de barro Ad mulher, E. mais do que | india. + a : e E ç , 5 pegada. ornamento botanico, Nenhum ramo, ne | css penetrante « pollton, induz-no am cosmographica e puramento da Historta”, esp mivez; os coraçheres spmboticos mes) pote os episor . ! a , “ a . a F »

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