O Estado do Pará 05 de Fevereiro de 1936

- SEXTA PAGINA e .eecae. Feminina Re e | | 1 ] SCARAS IDE: E BELLE Vê * Assim como às mascaras car-s pavalescas, encobrindo-na verdadeira physionomia per- imittêm-nos transformar em a-| as contrarieda- des e às decepções diarias, as mascaras de belleza, Trequenie- mente applicadas, restituem ao rosto fatigado a firmeza do con- tório « o assecinado da pelle legria e risos que só à juventude: percencem. À reis Aconselhadas pelos especia- listas de r:nome, como um dos mais efficazes processos de re- juvenescimento, exceptuando-se a cirurgia plasiica que, quando bem feita opera milagres, hoje tão divulgadas, já eram usadas na antiguidade pelas mslheres, cuja fama de belleza, a des- péito dos seculos, chegou até nós. Flores dz lotus, no Egy- pto; raizes de bryonia na Ita- kia; flores de althéa dos Karpa- thos, entravam no preparo des- sas mascaras rejyvenescedo- ras. Diz a historia, que Helena de Troya fazia preparar as suas com polpa de nec.ar; as prince- zas Eaypcias do reinado de Pto- lomeu, com succo de romãs; Ca- tharina de Medicis a flores de pecegueiro, loagamen te maceradas e Ninon de ti clos, que ao anoitecer da vida ainda inspirou uma violenta paixão, usava, á noite, uma mascara de morangos frescos. Hoje, sem desprezar a singe- leza dos prócessos primitivos, a composição dessas mascaras qe belleza vae da simples gemma de ovo ás mais sabias combina- ções chímicas. Todas, porém, visam a mesma finalidade, esti- mular a circulação, fechar os póros, enrijar os musculos, tor- nar a pelle fina e lisa, em uma só palavra, que tudo resume: rejuvenescer. Para que a mascara de belle- za produza o erteito desejado, é necessario que seja applicado sobre a pelle bem limpa, depois de ter sido feita a massagem ;pó- de ser usada á noite ou em * qualquer ocasião em que hou- ver necessidade de “renovar” a belleza . Existem no commercio, sob rotúlo de bôas cásas, excéllentes Mascaras, já preparadas e de facil applicação; como a situa- ção actual do cambio torne um tanto dificil a acquisição de certos productos estrangeiros, darei ás minhas lei oras uma receita tão simples quão effi- caz, principalmer:e aconselha- da no verão, E por todos sabido que o pe- pino poszu extraordinarias propriedades de refrescar, em- bellezar e toniíicar a cutis; por isso é grandemente emprega- do nos mais famosos “studios” de beleza de Nova York e de Paris. Para Preparar a mascara de lre iral. a do log: pepino, coloca-se em um pe que- no recipiente as cascas. um pou- co do suceo, meia chicara de a- gua fria e o caldo de um limãc deix2-se ficar algum BANTOS — Hoje, & nta Ageeda: Tem sempre grunde “ assucar, arroz, feijão, e bebidas completo de todos os artig feruecendo do comimiitente, 4 conta de ves “END. TEL =VINA ce e a! tempo VIDA RELIGIOSA “paper ngm E Stock” de xarque plantino, ent& banha mantei phoros, tabaco de Bragança, de todas as qualida des vende a preços sem compete Aceeitam consignações RUA 15 DE NOveEMmeBro Nº 158 bro de assuear, tres chicaras de bon e, e um ponto de sal; mecriscontane so om seguids 12 genumas de ovos ba tidas e, finalmente, quatro claras bati. das, duas a quas, e as casquinhas de um limão. Depois de tado tem amassi lo, teitago en uma forma untada, e deixa, e coser em Corno temperado. CHURRASCO A RIOGRANDENSE — Tome-se um pedaço de cayne de vace es, ds parte do peito e costellas o es- fregue-se tem eom sal pizado com alho e manteiga, Exponhase em seguida, no espeio, a um fogo ardente, de modo que a carne fique bem tostada por fó- ra e sieda em sangue no interior. Tam bem se póde casmp mo forno, estando ese te bem quente. Esta corne vas $ mesa sem móôlho, ou regada com um molho picante. COUVE FLOR COM MOLHO BRAN CO — Coscue a couve flor em agua à ferver, á qual ds addicionará um pouco de farinha, afim de que n couvo se con serv: brovca. Escorrase em seguido eolloque-ze em um prato, com a flor pas ra cims, e reguese com am molho fran- 2, que a cubra beme SOPA DE CEBOLA A MINEIRA. | Cortamse uma cu duas cebolas tem | muidas, as quaes se frigem numa colher de masteigo de vuoca, oté principiarem a tomar côr; juntasse uma colher de fas rinha de trigo ou de fuhá, continmando- de a frigilas até ficarem cdr de <rnel- is. AAdiciona s> em seguida uma quer: tidade sufficiente de agp, fervese um qouco e deita-se este caldo sobyo fari- uha de mandioca ou fatias de pão. SORVETE DE AMELXAS Pisa- se uma libra de ameixas sem coroços, espremeeis e ajunta eo a esto susco uma Nbes de eslda do gssucar em ponto de cabello; misiuraese deixaso csfriar € gela-s. Ha Vor am outro methodo póde-so disol, ver em uma libro qe sumumo espremião de omeixas, uma Hbra de aaucar, pone dose sobre q fogo e ajuntandoso as tamquinhas de um limão tirase do fogo Jogo que 0 assusr cetiver dissolvido; couss e deixa-se enfriar, antes do pôr «is na sorveteira., Emquanto isso, procede-se á massagem do ros.o, com o cre- me habitual, que, em seguida, será retirado com agua mor- na e sabão; convem proteger os cantos dos olhos e da bocca, as- sim como as palpebras, com cre- me. Toma-se um quadrado de linho fino e macio, corta-se a-/ bertúras para os olhos e a boc- ca. Em seguida, as cascas do pe- pino serão dispostos -gsobre o rosto e cobertas com o pedaço de linho, previamente mergu- lhado na“sclução, Para que a mascara produza seu effeito re- juvenescodor é necessario a completa immobilidade do cor- po e da physionomia, longe do Larulho e da claridade. A" medida que fôr seccando E vae-se humedecondo a mascara de linho com a solução sem ar. Decorrida meia hora, lava-se o rosto com agua morna e to- | nífica-se com uma loção ads- : ipa nte, fresca. R KAY ama s Y mt ” AX y emplo solem 1 2. de Ja es o) ] o. naument Amaro Abreu & Cia] 'MPORTADORES AUMNAZEN DE ESTIVAS Commissões e Consignações Za, sal, kerozene, phos- farinha do trigo, conservas Assim como sortimento os de primeira qualidade que ja. | generos, procurando obter o melhor Dreço mo interosae a da immediata TELEPHONE, 288 O ESTADO DO PARA" RAE som pág VOCE SABiA... que Reypto “4 tres N qua 1 w sp | q Seculo XVII des |b « à Siberia à nt € ; ! À vado pe Rot o | qual pertence a À espe y to tera «a q 10 ex pois tinha o corpo coberto de pelo que Saldanha da Gama man dou castigar um marujo indix i nado e este jurams apunhalar seu | cammandante logo que se lho offere: vesso occasião. Sabedor disso Salda- nha chamou o marujo, feshou-se com seu camarote, Uenlhe elle no uma na valha e mandou que o barbeasse O marinheiro tremulo de emoção disse lhe —Não posso mais, «seu? comman « Tenho mêdo de «amolestá ncia?! dante Vu Alemanha não é só entre - que na afamado o vinho do Rheno; a villa de Bemcastel e q aldeia dk Zactingen, numa lambada de 300 me us de comprimento colhem-se por anno em média 2 milhões de vinho especial ? - que s obra cterma de Dumas, <A Dama das Camelias” vac, mais wma vez ser films ec que agora, pela famosa Yvome Printemps? - que Emilio de Menezes, o afa mudo humorista nasional, foi esco lhido para membro <a Arademia Bra- sileira de Letras e morreu ponco an- tes de tomar posse? PFREGRINOS Os peregrinos á cidade santa de Meca diminuem cada vez mais. No ultimo anno só alli accudiram 11.061 crentes, ou menos da metade dos per | regrinos que faziam essa visita anti- gamente. 4 Esse facto parece accentuar o des- credito da religião mahometana attri» buido às innovações antisislamicas de Kemal Pachá. Outros acham, porém, que a diminuição das visitas tem por causa o cinematographo. Como as fis tas exhibem. constantemente vistas da grande mesquita, os crentes, vens dose na téla, sentem-se dispensados dos gastos e dos incommodos da via BULAS DE PIANO SOLFEJO THEORIA MUSICAL Para alumnas adiantadas cn prin- cipiantes. — Ensina pela escola moderna JOSEPHINA CO&DLISO “Av. S. Jeronymo, 471 Phone, 1283 A'a 4.as feiras de litros er e o o — SO al Ser uma ac ser perfum aquella em sob a glor FRACOS E ANEMICO ome VINHO CREOSOTADO DE JOÃO DA SILVA SILVEIRA Combate as TOBSES, BRONCHI- TES, DOR NAS COSTAS. CATAR. ROS PULMONARES. a. e domps. 5” (Ea TE E TE Did 2 JTINHA S. M Applique sobre os esllo epois de cortal-os ou melhor depois de rapal os com o bistur 1 seguinte solução que poderá ser piucelada duas ou tres vezes ao dia Cllodio .. .... 10 grs. Acido salicilico .. 1 gr. Acido lastico .. - ETS EGLANTINA Se a sua -pelle é clam pal rá usar pó de arroz branco no rosto e creme no na nz, assim elle apparecerá me nor. D.P.—Esta receita é muito bos pas ra fortificar as urhas Câm nitiaia oa. ds só. 6 grs. MIM a sr ha GÊ 3 grs. Clara deovo .. .. .. «mc. 20 grs. Oleo de amendoas doce 45 grs. MADAME E. L O mau halito provem ou de fermentações de estomago o de dentes cariados; em primeiro logar aconselha mos que procure à venda'feira causa para enrar-se pois estas pastilhas perfumadas são ape nas paliativos. Eis aqui uma receita : Assucar pulverizado .. Carvão vegetal .. .. .« Chocolate fino .. a grs. Vanilina E 5 grs. Derreter o € ondaniato no bas nho-maria e ajuntar as outras 24 grs. 24 grs. substancias. Deixar esfriar num prato e cortar as pastis lhas., SINHA" DONA — No tratamento da alopecia esta receita dá muito bom resultado: Tintura de cantarida .. .. 20 grs. Tintura de alecrim .. .. .. 20 grs. Tintura de jaborandi .. .. 20 grs. Alcoolato de Fiorabemti .. 50 grs. Alcool camphoredo ,. .. .. 50 ria Depois de uma ligeira massa» gem no couro cabelludo fazer uma fricção com este tonico. Usar todos os dias. Lavar a cabeça duas vezes por semana com gemma de ovo e um sabo- nete fino. LOLA—Muito obrigallh. Póde ton- tinusr sem inconveniente. SALLY—Sim, acho melhor parar du» rante os quaes poderá usar ú . noite, uma mascara de clara de ovo, uns pingos de limão e u+ ma pitada de alumien THILDA H, DE A. — Veja à res: posta a Sinhá Dona. MISSKAY — Essa gymnastica 6 muito boa verá os resultados o em menos de quinze dias. q —————— x HELENA DUBARRY A f HO VEGETAL Eu tambem já sonhei gloria e felicidade e o meu sonho, tomando a fórma vegetal, sonhei ser neste mundo uma acacia enflorada transfigurada da elaridade de um ouro triumphal! veia de ouro irradiando na vida, . ter gloria e ter amor, ser um pouco de sol numa rama florida, e e esplendor! O sonho que plantei como ideal semente, para nascer, medrar e florescer foi a Vida afinal, Porninido, paciente, que o não deixou morrer, Mas de sangue c de lagrimas regada não foi a acacia de ouro que sonhei foi uma arvore finda e desgraçada que afinal me transmudei. Niguem sabe se tenho cicatrizes ia da minia floração porque do sangue que embebeu minhas raizes fiz as flores triumphaes da criação! E hoje, orgulhosa do meu soffrimento, sou o “flamboyant” mais rubro da floresta que, renunciando a tudo o que gonhou, a purpura floral balança ao vento e florido de sangue, todo em festa, sua desgraça em gloria transformou! MARIA SABINA DE ALBUQUERQUE UMA GR ANDE VERDADE, O ELIXIR DE NOGUEIRA 4 o remedio mais popular e mais procurado e que máis coras tem conseguido mão só mo noso país como nc extrangetro. O ELIXIR DE NOGUEIHA e o maior deporativo do sangus, que exhibe e prova sempre com novos e importantes att=““agos dão simérada à abrigo farga Lanter I Bri a Ia e Costa sa , a bi das seguintes En ç Maria o » a liveira, Alay mem , je e Raym 2 Masia T citas. Tha ad M É a - Quarta- bi 5 de Pevereiro del O ELIXIR DE NOGUE EA Fº Q ORGUIATO Da FRARMACO- 30 e 8; Bom Pastor, és 6,80; Bapfio do Sagrado Chração de Jesus, missas matem a rr a o a AS FESTAS ELEUSINAS Estas festas celebravam-se em honra de Demetrio, de sua filha Cara e de Yaco, as tres divindades estonianas da Atica, unidas em um mesmo culto mys- terioso, À lenda attribuia a Emnolfo a fundação desses mysterios. O documento mais antigo sobre a sua instituição é o hymno home- rico a Demetrio. Esse hy mno si- tua em Eleusis a fabula de De- metrio- Havia duas classes de mysterios chamados pequenos e grandes mysterios. Essas duas festas myáticas | ça ag a às duas épocas || agricolas principaes relaciona- das com os episodios decisivos da historia mystica das duas grandes deusas. Os pequenos mysterios cele- bravam-se m» mez da germina- ção primaveril e os grandes mysterios celebravam-se annual- mente, no mez do boedromion, tempo que medeava a recolheita das messes e a sementeira do outomno, e duravam doze dias. A iniciação dos mysterios, em sua origem era privilégio exclu- sivo dos cidadãos athenienses, extensivo ás mulheres. Para ser iniciado o extrangeiro tinha que” se naturalizar em Athenas. Os cargos do sacerdocio eleusino eram hereditarios. Figurava á frente dos sacerdotes o hiero- fante, que presidia a revelação dos mysterios, e o caduceo, que conduzia a tocha. Claudio tratou de transladar para Roma as eleusinas e Au- gusto Adriano e Marco Aurelio foram iniciados nellas, e -quan- do Valentino prohibiu, por seu edito, a celebração de mysterios nocturnos, os de Eleulis foram excluidos. Os doncursos e os jogos pu-| blicos que faziam parte das ceri- monias das eleusinas só se effe- ctuavam cada tres ou cada cinco annos, re' estas ultimas mais solennidades do que as an- teriores. a ter ideia, de uma ou estados fiço justa a Eid uns ne | (lado utilitario). Alem de outras van- | tagens faz “grande accrescenta- mento em bons corações”, isto é augmenta a coragem (lado mo- ral). O que se prova pe de paz, os que têm «| arte) de a) em ustur | torrear, jogar as Ed a po alguma lança e sabel-a bem Jan-|F .çar, assim como de todos os ou tros actos que se executam a ca-| gm, casa dos Os que são habeis em lançar a barra. saltar a pés juntos e em 5 outros jogos de que os louvem;; se estes de tal ou louvor se alegram, com mais ra-. zão o fazem os que bem a arte de cavalgar. * Sumariando, vemos que no es- pirito de D. Duarte à arte que recommenda e o conhecimento de cujas vantagens devia, no seu juizo, despertar a vontade de adquiril-a, servia ao cumpri- mento dos deveres dos vassalos, ao habito da previdencia e ao de- senvolvimento das qualidades. moraes da alegria e coragem de animo. O rei occupa-se depois do po- der ou capacidade para apren- der essa arte, do poder ou condi- ções do corpo e do poder da fa- zenda (meios de fortuna neces- sarios para o cultivo da arte) e trata entre outras coisas mais, de como ella leva a perder o re- ceio, a ganhar, manter e mos- trar a segurança. O autor da “ Ensinanta de bem cavalgar” diz-nos, porem, muito claramente, que os exercicios. fa 5,30 e 8 horas parodhial; Benção do 8.8. Secramento, da 7 da noite; sAspio de Mendicidade, &s 6 horas. Parochia de Santa Therezinha — Ca- pella de São Domingos, misen &s 6,90; Onpella de N. 8. da Conceição de Mons te Alegre, matriz missa ás 6 horas. E mm COMER! dl o sen valor curatá volt! O — em mem Dia 9. domingo. haverá missa canta- .' examiro, missa ás 6 horas. da. às 8 horas. Parochia de Sant'Anna — Matriz 4» Dia 11, ús 7 horas, missa de Com-|7 e 9 horas, parochials Mercês, ás 5,3 y munhão geral Santo Antonio, &s 6,90; Ordem nd > ams v s Bol: BASTLICA DE NAZARETH. —Ho-jra, ás 5,30. (OAPITAL E R a P. à 1.30, cntecismo na Basili Parochia da £8. Trindads . Matris, Ú co. àn 2 horas, “Lana Perenne” &s 5,7 e 9 horas, parocinial; Colegio 6 Sexta-feira, (1 do mer, dedicada ao | Santa Rosa ás 640 ) E » “= “ Sagrado Coração de Josrna), misano, fs Parochia de 8. Raymundo . Matrir, 5. 6.708 horas; hs 6 112, missa e com lãs 5, 6,30 e 8 horos, parochial; Santa mimbão ger do Apostolado da *Dra-| Casa, 6a 580, pad ] Parochia de Narareth — Pnsílies fo é | Receita gran a k q 0.90, mess em homra | 5 6 7.º pamochis! e ds 10 horas; 149 w 7 É E : dntaha | Mto Gentil Mittenconrt, ds 6,04 Cal e RPE R pomar tegio Santa Ob thor &s 6,30; Capells nor pi y TAS MIS44a Zoe de | de Lourdes, 6 6 e R30 r RS ral. és 7, 8 | Mntrir, às 7,30; Mantunrio de 8 Fran peer > 2 o cabid O Conventos): São Jalio |ciseo 4º 530 e R horas. eta, &s 56,90 e 7,30; Carmo, &s S Parochia da Santa Crms — Capella

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