O Estado do Pará 30 Janeiro de 1936

“A VIDA NO A TR UR ao ODOR OO autismo LO mes N ! t v | A aà ria dd meia Sm a ia ds O ESTADO DO GROL IT ae : * Tent. ARLINDO VIANNA Ep] ensaios autorizados do dr. Cor- ; [rêa Costa, chimico da Casa di Historico — Theorius antigas modernas e actuues productos | tado em duas amostras de calca- | Aydraulicos. — Cimentos; no-| res da ilha—77,8 e 84,76" de menclatura das urinas—Tris- carbonato de calcio, vespectiva- te inicio da produeção do ci- mente. mento nacional. madas nºs laboratorios chimicos de Ensaios de Cimentos do | paris e Louvain. terio da Guerra, da oa ça, em seu tratado sbre “Chaux | go 15eal e condições geologicas, ék ciments”, nos erisina que: — | nóge o sabio brasileiro, dr. An- * “o emprego das argamassas de pdré Rebouças, com a autoridade "cal data da máis alta ôn'iro “9, seu nome imputavel, dar pa- Ê odavia as construeções dos -,acer mostrando à certeza do eiros tempo: ua fere cio) us | ebastecimento perpetuo a certe- nominâadas “construcções cycio-",, do abastecimento perpetuo à - Peanas”, foram edificadas com | qualquer usina que no Tirity se — O auxilio de pedra, talhados € | installasse”. bo e Justapóstos, ums ao lado dos ou- Isto, entretanto, não evitou tros, sem auxilio de a!gamassa. qua à producção do ciments na- É (À columna do peristylo do la- | c;ona) tivesse um triste início :— biryntho do Peypto, erigida! cimentasse em longo processo * 3.600 amos antes da nossa €po- ; igico cuja historia nos é re- ca, era, segundo Plinio, em Pe | velada detalhadamente pelo dr. dra artificial . Ê José de Lima Vinagre em. sua Do Egypto a arte de construc- | pp arsarecida em 1917 sob * ção passou a Grecia. O aquedu-l 4. «A Fabrica de Ci- “cto de Ea o q argamassa | mento da Parahyba”... «marmore e cal. : farcus Porcius Caton, em seu 1 “tratado “De re rustiça”, ha 200 “annos antes da nossa éra, nos| Calcareos, barros e gessos na- “descreve de como os Romanos| cionaes empregados no fabri- — empregav co de cimento. — Ocorrencias avam estes materiaes. » Leduc depois de historiar| geologicas. — Analyses. m sua obra todas as theorias a ; antigas sobre o cimento passa a | Em seu “Glossário de Termos escripção das theorias moder- | Geolcgicos e Pedrographicos” c * jas sobre a constituição e a| Professor Ev. Backheuses, nos * pega dos productos hydraulicos | ensina que o “barro” é o “mes- citando innumeras experiencias | Mo que argilla”. Da-se tambem * momeadamentá as de A- Le Cha-': porém esse nome aos diversos * telher, e, das theorias actuaes| estados de desaggregação das que pareçam mais provaveis no-| rochas feldspathinas, uma vez * meadamente a reacção dos cor-| que essa decompesição esteja | pos: — sílica, alumina, oxydo de! bastante adeantada, de modo: “e outros elementos. saibro e á arkose de bairo are- Entre outros pontos interes-| noso. O barro prestu-se para a “santes trata Leduc, em sua obra! fabricação de productos cerami- | * supracitada, dos cimentos em cos, é bom material de aterro, e! * geral e da nomenclatura das|é tambem empregado para ar- Usinas: — artificiaes, naturaes, | gamassas-o que não é recom- hydraulicos... mendavel em boa technica”. O fabrico do cimento nacional! Sobre as occorrencias geolo- | parece que teve seu início na Pa-| gicas brasileiras dos “barros”, * rahyba e pelo menos é o que at-) bem entendido, das argillas, já | testa a triste historia da Fabri-| nos referimos no capitulo dedi- ca de Cimento do Tiriry accres-| cado ao estudo dos “Argillas 6 * centando-se aínda que muita | Feldspathos para ceramica”. - gente igho: situação juri-| Ainda assim podemos accres- dica do que na Ilha“do Tirity,| centar que no Estado do Espiri-, jaz abandonado: — edificios de | to Santo, à Sociedade Industrial. * elevado custc, motores podero-| de Cimento Monte Libano Ltd. OS, machinismos varios para o| vem empregando satisfactoria- - fabrico do cimento”. mente o “caleito” da pedreira "Tão imbortante material per-| sita á entrada da Fazenda Mon- à tenceu á Companhia Industrial| te Libano e o “barro” encontra- “de Cimento Brasileiro, .em fe-| do nos terrenos da mesma fazen-: - Vereiro de 1892, que tinha súas! da (Boletim do Departamento fabricas na ilha do Tirity, situa-| Nacional da Industria é Com- * da no Rio Parahyba, à duas mi- = lhas da capital. 3, A propósito podemos citar al-| que 4 gims trechos sobre o assumpto | de cim da autória do dr. José de Vinagie: * a ultima pagina de Caudlot semireos do Brasil”, publicados em * e pesar que nos vem da lembran- OGIA ECONOMICA a 1 * | Materias primasjnacionaes | constituintes principaes dos Estas analyses foram confir-| mentos. * sentir esse mixto de vergonha separata do Moletim do Museu |s'm armazenados Nacional do Rio de Janeiro n.'| torres q a (Pharmaceutico—Chimico É P car + - ” y E 8 Chicareéeos», barros e gensos para,cimento 9 pela Missão Militar Francez e Chi- mico Industrial). podemos nos reportar, para maiores detalhes á monumental Como é do nosso conhecimen- ' Moeda, mostrou haver consta-! obra de Caetano Ferraz intitula- da “Mineraes do Brasil” Taes materias primas—bar- ros, calcareos e gessos — são Os ci- * zLedye, ex-chefe do Laboruto-| cos Artes e Manufaciúras de|to:—o nosso sub-sólo os apre- senta em abundancia aprecia- Por ellas e pelo conhecimento | vel... HI Pretenso relatorio sobre uma fa- brica de cimento nacional — Technica da fabricação: A" titulo de “divulgação te- chnica” podemos . apresentar aqui um pretenso relatorio so- bre o funccionamento de uma fabrica de cimento nacional. Se- ja por exemplo a technica de fa- bricação adoptada na Compa- nhia Brasileira de Cimentos Portland, installada na Estação de Peru”, no Estado de S. Paulo. “A principal materia prima é o calcareo que vem de uma ja- zida (pedreira) situada a 23 ki- lometros do local da fabrica. Este chega a Usina em “wa- gonettes” de uma via ferrea es- tendida para o seu transporte e é triturado em um primeiro bri- tador que age por esmagamento tendo dois movimentos, sendo um giratorio e o outro oscillan- te, accionado por um motor ele- ctrico, e podendo britar 150 a 200 toneladas de calcareo por hora. Em geral, o calcareo usado apresenta uma côr cinzenta mais ou menos carregada em virtude da maior ou menor ri- | ferro, ferrites de cal, maguesia | que é frequente chamar-se ao! queza de graphita que forma uma camada que sempre o acom- Ipanha, O calcareo após soffrei o pri- meiro britamento sae na parte inferior do primeiro britador so- bre uma corrêa sem fim que o eleva ao segundo britador de martello aonde soffre uma tri- turação mais intensa para for- mar então o pó, pela sua reduc- ção a este estado de pulveriza- ção. é RR Lat Em um dia trabalha-se com 500 a 600 toneladas de calca rco. O segundo constituinte do ci- mento é a argilla (barrs) que é recolhida a 2 ou 3 kilometros da fabrica e que Lornece ao ci- mento a silica e a alumina neces- saria á sua composição. à E' tambem triturado em nó. Temos assim os dois elemen- | tos que vão soffrer primei:amen mercio, n. 1 de janeiro de 1935) .| te uma dessecação em grandes Sobre os calcareos nacionaes | fornos rotativos, se prestam para o fabricc | Por oleo combustivel, destinados ento, podemos citar Car-| 2 seccar completamente as ma- Lima|los Loureiro em seus “subsiídios| terias primas = , não se póde virar| para conhecimento dos caJ2a- | misturadas. alimentados antes de serem Os dois constituintes são -as- em grandes (silos), separadamente * Sa de que a Parahyba sendo à » Precurssora da industria do ci- * mento no Brasil) não póde se- | quer conservar a fabrica que * nella se fez, mercê de arrojos e — tenacã de alguns viziona- * rios menos avisados da nossa = precaridade para commettimen- 3 de 1924, escripto por ordem | mas promptos para a mistura. decrescente em valor calcico; va-| Destes “silos” deixaram-se lor esse que oscilla entre 95-54 || cair quantidades exactas para os expresso em carbonato de calcio, | misturadores em forma de côrc emquanto que os insoluveis apre-|º por uma corrêa sem fim a sentados por siliça e argilla as | mistura vae então para um ter- oscillações vãd de 32,835 á 1,265. | ceiro misturador—britados com Pena é que Carlos Loureiro li- | bolas de aço, aonde é reduzida a 4 to de tanta monta. ... ---“E na chimica experimen-| aos calcareos paulistas de Soro- tal, apezar da complicação das | caba, Pantojo, Ipanema, Iguape Bias analyses demoradas, que| Taubaté, Tieté, Rio Claro, 8. * não podemos trazer para aqui, | Rocque, Caieiras, Piracicaba é E encontramos a affirmação inso-l Itapetininga que figuram na col- ; phismavel da boa qualidade “e lecção mineralogica do Museu inesgotabilidade “ das materias | Nacional sob os numeros: 591, primas com quese faz o cimen- 480, 563, 647, 668, 601, 696, 110, to de Tirity. E » | 576, 547, 566, 702, 602, 664, 600, Em memoravel conferencia | 1689/1687. 667 e 719. ç realizada na Escola Polytechni- Finalmente, sobre “ca do Rio de Janeiro, o sr. dr. as Occor- mitasse seus trabalhos somente | pó impalpavel. tde pressão. TE, + soro : Dahi a mistura passa para ou- | | tro “silo” onde é misturado ain- ||da mais por ar comprimido e pela acção da gravidade. Deste “silo” é então empurra- [da por meio de ar comprimido ilpara o grande forno 'Ique a principio elimina o resto da humidade e depois realiza a combinação chimica dos bi e tri- silicatos de calcio graças ao a- 1.5000., á oleo combustivel. Este forno tem 25 metros de comprimento, sua tem é verificada por um oculo e com auxilio do vidro azul de cobalto com o qual o operario verifica o turbilho- quecimento a peratura interior namento da materia. Neste enorme forno, forma-se o cimento que fica em pedaços irregulares e recebe o nome te- chnico de “clincker” (agglome- raao) formado pela massa fun- dida dos componentes. O grande forno, como os de- mais, revestido interiormente de e exterior- tijolos reiractarios mente por chapas de ferro e dis- põem d> um ventilador. O “clincker” cae para um tambor gyracório onde é res- friado graças a uma chuva da- terior. O “elincker” é depois encaminhado para um deposito de ond? é retirado misturado a um ou dois por cento de sulfato de calcio para completar a com- posição do cimento e auxiliar a péga. Para cada 100 kgs. jun- ta-se uma medida de sulíato de calcio. ; : Ha um deposito de 600 barri- cas de 160 kgs. cada uma. A mistura de argilla e calca- reo é feita na proporção de 10 de calcareo para 1.000 de argil- la. , Ha uma reserva de 360 tone- ladas da mistura. Existe tam- bem um “sylo” com 300 -tone- ladas de artgilla e dois com 300 toneladas de calcareo. Uma vez prompto o cimento é carregado em saecos ide algodão ou de papel reforçado especial, entrando pela sua parte infe- rior, em um dos cantos, por um dispositivo que depois fecha com o peso do cimento. O carregamento dos saccos é feito em balança automatica que pesa e fecha 500 saecos por ho- ra. : Os saccos alcatroados são car. regados com 42,5 Kilos de ei- mento”. o] E” este em linhas geraes um pequeno resumo da technica de fabricação do cimento. . Para maiores delalhes só nos reportando aos tratadistas... IV, e Controle technico das usinas de cimento. — Dosagens e tabel- las de argamassas. — Espe- cificações technicas. E que recebe na sua parte ex- PARA" — Quinta-feira, 30 de Jan inclinado hist voa Iro e [a O cimento resiste a 5.000 ki- los de pressão em um. bloco de tres pollegadas de aresta, pre- parados e mergulhados nagua, na mesma temperatura, duran- te varios dias. O laboratorio tem ainda um calorimetro para ensaio de oleo combustivel (que consome 75 toneladas por dia) uma machina para resistencia á tracção (665 kilos por pollega- da quadrada) e uma agulha de Vicat para a determinação da dureza. | O estudo das | argamassas e dos concretos sob o ponto de vis- ta de sua composição devemos a Domingos J. da Silva Cunha, conforme se encontra nos nu- meros 29 e 30 de 1926 da “Re- vista Didactica da Escola Poly- technica do Rio de Janeiro”. "E" ainda do mesmo autor a “Tabella de composição para gr- gamassas e concretos” publica- da no n. 35 de 1929 da citada “Revista Dildactica”. 'As tabellas de argamassas pa- ra o Exercito se acham publica- das no Boletim do Exercito n. 579, de 1930. As que são exigi- das pela Prefeitura do Districto Federal em virtude do decreto n. 3.094 de 25 de julho de 1929 encontram-se no “Caderno de Obrigações” - approvado pelo mesmo decreto. Relativamente ás especifica- ções technicas para os cimentos podemos citar as que o governo norte-americano tornou effecti- vas a partir de 1 de janeiro de 1917 ou as que se encontram no. “Caderno de Encargos” da nos- sa E. F.C. B., alem de muitas outras que estabelecem condi- ções quer sob o ponto de vista chimico, quer sob as necessida- des das differentes provas de resistencia: — compressão ou. iracção... V Conclusões Fazemos nossas às conclusoes | Mises ias 14 DOlGtun GO Dépar- laica. sveciunal vê suustiia € Commercio, '. 1a ue qezem- VTO Ge Lyóa, à que cnegou o dr. Gerado Sampa, encarregado ae estudar a «questao ao cimen- to” no srasil, olhada sob seu as- pecto as escassez: — “no que se lerere ao paiz, conhece-se que à producção de cimento nacional não é ainda bastante, pois está calculada em cerca de 19 olo do votal, a importação deste anno. "Sendo uma industria de ma- teria prima nacional em periodo de franco desenvolvimento, me- rece ser protegida”... E a protecção veiu mesmo; não se fez esperar... O decre- to que regula os favores que o governo da União concede ás fa- bricas de cimento, no paiz, tem o numero 21.829 de 14 de se- | tembro ds 1932, conforme se lê Como em todas as rabricas ue cimento, a que atima non.camos ás paginas 1.124 do Boletim do Tepartamento Nacional da In- laz tambem o COn.roig vecanico | dus.ria e Comimercio n. 1 de ja- ae sua Iuoricação. Tanto assim que, toda a pro- ducção é analysada diariamente no laboratorio de controle onde se faz a determinação do gráo de moagem, em tamizes que são agitados em apparelho especial, que dá uma pancada com um ba- tedor ou martello mecanico. A- pós esta operação puxem-se as quan idades que ficam nos Ta- mizes. neiro de 1934... ) Só é preciso que protectores e protegidos saibam acimentar so. lidos alicerdzs para assegurar ainda mais o suecesso do prote- cionismo... crer) O melhor clima de 1086... ae —————— —— para d coltira O laboratório dispõe de um britador de amostras, um moi- nho, uma machina (Tinus Clseu Testing Machine C. Philadel- phia, E. U. A.) para resisten- cia; uma machina (The W. S. Tyler Comp. Cleveland. Ohio, Pena U. S. A.) para ensaios ÃO CaGam. A arvore do cacau vive e produz abundantemente em uma temperatu ra que varia de 15 a 30 gráus cen tigmados. Nas regiões em que esta temperatura ultrapassada, o en caueiro prospera, é bem verdade, pos é rém produz Muito menos, não se con 20900900 990229699694 OVOS DE GALLINHAS DE RAÇA PLYMOUTA ROCK (CARIJO'S E LEGHORN) PE AVES PURAS IMPORTADAS gende ANTONIO MARTINS JU NIOR RUA 15 DE NOVEMBRO, 96 — 1º andar do feiras Aos.fazendeii e criadore: PALAVRAS DE UMA DAS AUTO. de 28 a 5$000; um p RIDADES MAXIMAS EM VE- TERINARIA NO BRASIL— O PROF. DR. OCTAVIO DUPONT, CATHEDRATICO E DIREÇTOR DA ESCOLA. DE VETERINÁRIA NACIONAL, «E” com real prazer que deixo cons | * signalda a optima impressão por tudo o que me foi dado observar na visita que fiz com os alummos da Escola Nacional de Veterinaria nos Laboras os torios Raul: Leite.; Fnac. Nas diversas secções notei os mul- tiplos cuidados scientificos, a tech. nica escrupulosa, todo O apuro, em summa, na conteeção dos seus pro; luetos.. : Fm gmadatoty D Merece particular attenção a parte referento aos preparados de nso ve | | terinario fabricados em installações| | proprias, sob a direcção do pessoal: technico autonomo e com os quaes!| 5 esses Laboratorios estão resolvendo problema de vital importancia para o Brasil., A SE Toesadria Congratulamomnos com o E, Raul cã Leite e comi os seientistas chefes das varias secções, pelo progresso de lcvaida* finalidade dos Laborato; que têm o seu nome € que são por to- dos os titulos motivos de orgulho ra a medicina é industrias brasilei» Rio de. Janeiro, 26 do agosto 1935. RR RT (a) Prof. Dr. OCTAVIO DUPONT> | TODO ANIMAL DOMESTICO 1 LE ALGUMA COISA — E MOS AS PESSOAS. Um pinto vale pelo menos 300 ; uma gallinha, um pato, as colheitas nas épocas gulares, além da desigualdade que se observa no tamanho dos iructos que sc apresentam verdes ou maduros, annual de chuva de Im: no minimo, repartida po mezes do anno. Devido a. de exigencia de humidade e ti pj de calor, é que não se póle fazer plantações de capacidade compensa) dora em terras muito altas ou exces: sivamente baixas, porque falta ás primeiras humidade necessaria e ás segundas, o calor que as deve tor adequadas á cultura. RR ha - Em alguns paizes tropicaes sej PASSO tem conseguitto plantações mms oh). menos remunenadoras, fóra dos li ' mites acima indicadas, estabelecen do se systemas de irrigação que per mittem, conservar o solo em um e tado satislatorio de humidade; nojo Brasil, porém, não tem sido preciso qualidades physicas e chimicas do solo para isso contribuem poderosa. |' mente. As terras plana-baixas prestam - se mais vantajosamente á plantação do cacaveiro, mórmente quando si tnadas em lugares onde a tempera: tura se muntem entre 22 e 28 gráus centigrados.. RSRS ARE Durante a época da floração, é ne» cessario que a humidade e o calor se entretenham cm um certo e deter minado equilibrio, para que a mesa ê se faça com tola à exuberancia; se à nd pr uma estiagem prolongada lhe é pre. eg judheial, . prodazindo da quéda das Comb 0 RR tores, a humidade em demasia. tam- VS bem concorre para o estiolmnento das mesmas. 4 RÃ) Às chuvas torrenciaes acompanha» dus de fortes tempestades electricas, prejudicam consideravelmente a flo: ração e até mesmo a fructificação, quando em principio. As flores são queimadas pelas faiscas eleetricas e os fructos amarelecem e morrem. A fructificação -exigo igualmente condições elimaticas semelhantes ás da floração, por isso que, se um pe: riodo de secca lhe é prejudicial, um periodo de. humidade exsegerada tambem o que é, porque favorece o desenvolvimento de criptogamicos quo atacam os frutos tenros, o que aliás não é frequente. nompssnrias ruir tanta sovea muro 5 como para aquelle qu CER imo: enorme «criação de. gallinhas e ontras a Pngamento à vista ES ANE preços muito reduzidos. | Vendem-se motores de O nativa de 1, 1 1/2, 2 1/2, 4, 8, 10,21 Escriptorio da Pará Electr nida Nazareth. : rencias geologicas e analyses de Alvaro Mac ado, louvado nos| nossos barros, calcareos e gessos BBBBLBDDEDODBDOR à 4 7 Vêm, Theodomira Percira e Raymunda | ziá Pinheiro da Silva e Maria da Luz VW I D Ribeiro, Y Castro. Ea A Dio 3 — Osmarina Pimenta, Esther | Dia 0 Angeolina Barroso Pereira, RELIGIOSA fel i Accacia Gusmão o Henriqui ta | Olga Paes de Andrade, Ursula Laura e À amarão.. ej4º,| Elvira Barros. es 4 Marin e Torquata Oliveira Dia 10 — Maria de Nazareth Machas da Paz ndorlin rta 1 X , à BANTOS — Jogfe, 8, Martinho; a-| des 7 rr manda criada Ros RO a RR io manhã. S. Pedro Nolasco; sabbado Dia 5 — Margarila Lamtcr Brigi la gs sé CS e Eus ú RE G de Farto Tnaeio. Guimarães, Innocencia Jares 'o Flavia munhão geral a ig Sodró da Costa. pre É; BOREJA. DE SANT'ANNA — No! Dia 6 Edméc Silva, Maria do BASTLICA DE NAZARETH dia 2 de ferereiro começará na Egreja [C6o Oliveira dn Paz, Iracema « Iraey | Amanhã ús 6,80 horas missa « | de Sant'Anna, o novenario de N, &. | Albuquerque Hohta de N.. BN, des D Va 3 de Lourdos, É Dia 7 — Dolores Oliveira, Alaydo | união do Anoetolado prado PH O atar terá cado dia ornamentação | Salles, Raymunda Trindado é Raymuns Sabbado, fis 6,80 missa em honra de esmerada a cargo das seguintes pessose: | da Maltez, N. 8. de Nazareth, terço. ladainha 4 | Dia 2 — Dulce o Maria Luiza Chse! Dia 8 — Maria Piu Freitas, Thoma- " benção. a ds HORARIO DAS MISSAS — Nos do: Parochia de Nazareth — Basilica, ás mingos e Dias Santos: 5,6, 7,8 paroshial e ás 10 horas; Inc Parochia da S6 — Cathedral, ás 7, 8 | Sitnto Gentil Bittencourt, às : Col do cabido, e 9, Conventual; São João | Tegio Santa Catharina, ás 6,30; Capella Baptista, ás 5,30 e 7,30; Carmo, ás 5, | de Lourdes, ás G e 8,30 9,30 e 8; Bom Pastor, ás 6,90; Santo! Parochia do São José de Queluz -exanlre, missa 4s 6 horna. Matriz, às 7,807 Santuario de 8, Prane Parochia de Sant'Anna Matriz cisco, ús 5,30 e 8 horas | T's 9 horas, parodial; Morcês, ás 5,30; P; dia Cruz Capella 1 Anéonio, fis 6,30; Ordem Teftei o 6 » Coração de Jesva Missas | Ta, (As. ,90 is 5,300 8 horas parochial; Benção do | | Pnrochia da ES, Trindade Matriz, | 8.8. Sacramento, ás 7 da moite; Asvlo [ás 5, 7. e 9 horas, parochial; Collegio | du Mendicidade, fis G horas | Santa Rosa, fs 6,30 Parochia de Santa Therezinha — Ca: | Parochia de S. Raymundo Matriz, | pela de São Domingos, missa ás 6,30; | fia 5, € 8 horas, parochial; Santa | Copelia do N, 8, da Coneeição de Mons | Casa, ás 5,80, te Alegre, muítriz, missa ás 8 horas. Assaitam-sa alumnos no arq esta Imstiruto - D. Bosco dv. Conselheiro Furtado,|66 s Tetepõone, 251 k CO aa

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