O Estado do Pará 29 Janeiro de 1936
Seria ella na tão linda e fascinante, a mystericsa Rai- ha do Egypto, como nol-a des- creveram atrávez dos seculos, pintores e historiadores? À descendente dos Prolomeus “Gevia ter o rosto pallido & liso “entre os bandós de cabellos ne- ros e curtos, cortados à altura S lobulos das orelhas mimo- coma cs da Esphinge que ão entre as areias fulvas do Era: ergue o seu eterno mys- jo! -Mas seriam realmente negros S seus cabellos, como o indica ga e a raça, ou seriam os, leves, descorados pelas As preparadas com savien- RUNAS que os tornavam 8 dourados? Os olhos e amendoados, deviam glaucos e sorridentes como aguas marsas do Nily que atira majestoso no mar, po- m rapidos - a faiscar no mar, “AR rapidos. a faiscar como las em noite escura, quan- inda-creança, ou mulher ntrariada, fazia tremer de me- “Os irmãos, os pedagogos, os amu Os; Os funccionarios; phi- Sophos e: gêneraes, aias e es-: vos sab o olhar duro e amea- or! ; XX : Privada do vae, ausente do ono, quârdo em creança, era uma escrava no palacio de labastro coberto de mosaico ouro; nos terraços e e > scada-! ntre os jardins perfumados < ob as ramadas do arvoredo on- “corria a brisa fresca « Passaros 'e- pombos sa- esvoacavam sobre as aguas. Nilo emquanto rythmos len-, musicas suaves chegavam andes homens de todo o mundo MIGUEL ANGELO Miguel “Angelo foi um dos wiores' artistas: que ja existi- ; o. Ninguem. até e 0 igualou quanto ao nume- qualidade e diversidade de os. Elle foi, ao mesmo po, pintor, escuiptor e poe- Nasceu na Toscana, (Italia), 1475, e morreu em 1564. Aos 15 annos. Miguei Angelo, já se destácava como pin- dedicou-se á esculptura, dan em pouco tempo provas de ande capacidade. (om isto, quiriu muitos admiradores e bem alguns invejosos. Um lestes Torrigiani, seu condisci- ulo, um. dia provocou uma dis- Ussão, é passando desta. á lucta, eu um socco tão forte no rosto 7 Miguel Angelo, que lhe ucha- o nariz, Eictrênco de Medici, aleunha- “O Magnifico” for o maior POtector de Miguel Angeis, fa- to-0 morar no seu palacio. iguel Angelo quando mor- em Boma, contava w idude 90 annos. Seu corpo foi ex- E a, is «dos Apostolos, e cr que seu go- inho o sida secrétimen- para à fazt Sepultar na Ci- do seú nasciméito. aba EDITAES m- — > oria Gerai da Saude Publica 3º GUB/DIRECTORIA ECTORIA DA FISCALIZAÇÃO DO EXERCICIO DE MEDICINA, PHARMAGIA,. ODONTOLOGIA E ARTES CORRELLATAS De ordem do Director Geral, esta inss ria faz sejento aos intercasados, edyal, que fica estabe- o prazo de sessenta (60) dias a F da data desta publicação, para os & Mmódicos, pha-maceuticos, as, as, Jegalizem os seus lomos mas repartições competentes, as, nos temples e nas piscinas, , do | utê cs aposentos onde Cleopa- tra, adolescente, ao lado dos ir- mãos menores e da irma Arsi- nõe, esperava, tenaz e cautelosa a sua hora de triumpho! O pae: Ptoiomeu Aulete, vo) tou emfim de muito ijonge para reconquistar o throno que be renice lhe havia usurpado, mas logo atraz chegavam fataes, pos- santes, invenciveis, as hordas romanas fingindo intenções pro- tectoras porém simulando a an- cia de futura conquista! Do alo do terraço, atraz do velarium de purpura, Cleopatra olhava as nuvens de poeira que levantava o cortejo, o brilhar dos escudos pelo sol... ouviu as musicas bar- baras, os “evohés!” “evohés!?... as acclamações e depois a desox- | dem no palacio e a fuga ancivsa dos vencidos! As salas ficaram de subito vasias e Cleopatra de- parou com o sceptro abandona- do! Foi como num impulso — lacio dos Ptclomeus, Julio Cesar inconsciente, numa inspiração| dicta ordens e decretos a qua- repentina !! Papida como o pen- samhento, agarrou as insignias reaes pondo-as com audacia so- bre a sua cabeça loura e aper-| preceptor dos, Principes tou de encontro ao peito a ser- pente Sacra, azul, com os olhos de brilhantes | SJ FOPATRA: de ouro e esmalte aos: pés — VAIO Cleovatra desconfia: — póde ser uma cilada urdida peio odia do conquistador e a mocinha não cousa passar o limiar inimigo, transpor as portas da cidade que o irmão quer governar sem ella e contra ella! - x E' noite; o mar está negro e parado, no céo sem lua, brilham as estrellas. Eis um tosco vel- leiro de pescadores que desiisa de encontro a areia e encalha. Desce um homem velho com um grande fardo às costas. À sem “jnella romana pergunta: —*“E' peixe?—apanhaste mui- to? —“p', meu filho! deixa-me passar que estou morto de fa- diga!” Numa longinqua sala, no Pa- tro secretarios, simultaneamen- te, quando chega o velho pesca dor, offegante! * Apollodoro, o egy- pcios: — Approxima-se, quasi do: conquistador, estu- jefacto, e pousa - com cuidado ea lingua de rubis! Era rainha!| seu fardo sobre o lagedo e desa- Foi assim que Marecantonio a vira pela primeira vez, fragil e risonha, com os signaes do su premo poder, o olhar claro e in- cisivo que penetrou o coração do | conquistador romano, como urd punhal af*:2do, como um escan- | tamento! Passava o tempo, tudo pare | Cia normal, mas a falsa protoe- ção da longuinqua Roma, não bastava paza acalmar a revolta do povo de Alexandria. No pa- lacio, havia continuas intrigas salpicavam de sangue os mar- mores Cada dia trazia um condemna- do, o o veneno e a fuga não davam treguas.” Cleopatra. sabia das perseguições, do terror, do exi- lio, nas regiões do alto Nilo; em Thebas, a cidade das cem por- tas de bronze; no valie dos Reis. onde os sarcophagos seculares pareciam incitar á resistencia, ne descendente dos Pharóes! Cleopatra comprehendeu em- fim a linguagem das pedras se- culares e quiz a guerra! Reu- niu as tropas fieis nas costas da Syria, vestiu as roupas das ama- zonas e com seu capacete enci- mado pelo girão pharaonico, de ouro e esmalte azul, correu á testa de sua gente sob o sol, e sob a chuva, no perigo e na in- certeza dos combates rênhidos! , * Em vão a joven Rainha sacri- ficára-se! Julio Cesar veiu pes- soalmente aplacar as iras e os tumultos, da nova terra conquis- tada. Alexandria, a heroica ci- dade, quedára-se entre as gar- ras de Roma: O “Condottiére” convida Cleopatra e o joven ir- mão e consorte, a um encontro no Palacio de Alexandria, com O intuito de reconcilial-os. Mas de accordo « com o Regulamento Sanita- rio em vigor (artigo 234 e seus paras graphos). af Outrosim, torna publico que todas as pharmacias, drogarias e Jaboratorios Pharmaccuticos só poderão funecionar, com licença previa desta repartição, pres enchendo todas as exigencias regula mentares, conforme determina o decre- te 16.300, de 31 do dezembro de 1923, Do seu artigo 243 » paragraphos. Findo este prazo, à Inspectoria fará cumprir os exigencias regulamentares, lançando mão dos recursos que lhe fa- culta a lei. | 4 NOTA — No Inspectoria de Fiscas lização do Exercicio de Medicina, os in- tereesados encontrarão, nas horas do ex- pediente, functionarios encarregados do prestar todas. «<« informações necessa- rias. : E —r— - ABMAZEM DÉ ESTÍVAS r Tem sempre grande “st Commissões e Consignações ock” de xarque plantino, café assucar, arroz, feijão, banha manteiga, sal, kerozene, phos- Acceitam consignações do committente, fornecendo conta de ven END, Lbi-—viNda NUA 15 DE NOVEMBRO N.º 158 phoros, tabaco de Bragança, farinha de trigo, conservas é bebidas de todas as qualidades. Assím como sortimento completo de todos os artigos de primeira qualidade que vende a preços sem» competencia. em generos, procurando obter o melhor preço no interesso 8 da irimediato TELEPHONE e conspirações, assassinios que )tou todos os successos do “Con- os mosaicos de ouro!lassim como vencera mi! bata: á força e á coragem, a pusillami. | itadora, cerrando “Amaro Abreu & Cia| 'MPORTADORES + ta as cordas. Surge do amontoa- do de redes e de asperos sacos uma mulher ainda adolescente, loura, linda e cheia de graça, grande de sua propria audacia ! que sorri, petulante e altiva, en- carando o Imperador! Tem os cabellos, ondulados em torno aa rosto fino, uma simples tunica de escrava, chega-lhe até os joe-. lhos e tem os pesinhos nus, pre- sos nas sandalias de couro. O grande general, o homem que amou todas as mulheres de Ro- ma, que ufiano de sua toga sopi- sul” e do tribuno incomparavel, lhas, fica extasiado perante a inesperada apparição! Esta sub- jugado e vencido, antes mesmo que ella fale e supplique, Cleopa- tra terá o seu throno de mari embutido de ouro e pedrarias, os palacios e os jardins, Os pa pyros preciosos e tudo, tudo mais! Ella ri, ingenua e encan- os grandes olhos glaucos e deixa-se curvar vencido, porém triumphante, so- bre o leito coberto de pelles ma- cias de leopardo. * Tcdo o fausto do antigo Egy- pto e seus thesouros incalcula- veis foram arremessados aos pés da joven rainha que senta no throno ao lado do irmão, sob as aguias de Roma e os gaviões egypcios.—No dia da coroação Cleopatra parecia ainda mais fragil e encantadora do que nun- ca, enrolada no estôfo de purpu- ra e ouro que envolvia 0 seu ccr- po perfeito. Tem uma espadua. nua e sandalias tambem de ou- ro; com a mão direita segura o sceptro cravejado de peúras pre- ciosas e apparece assim hyerati ca e solemne, investida de um poder sobrenatural, como uma prodigiosa encarnação do poder Visto: Dr, ACANAUSASSU” NU- NES, director geral. Dr. HILARIO GURJÃO, sub director 112 14 16 182122 232527029 W.N CEMITERIO DE SANTA IZABEL EXHUMAÇÃO DAS SEPULTURAS ESPECIAES DOS QUADROS io ADULTOS N. 2; antigo E; antigo G; 17, antigo O e is antigo D « CATACUMBAS DE MENORES e ADULTOS Do ordem do sr. dr. dircetor da 1* directoria da Prefeitura Municipal de Belem, torno publico aos interessados, que lhes fica marcado o prazo de 30 dias, contados da publicação deste, qe fim do rs quererem compras, exhumações ou prorogações, asob pena de exgotta- do o prazo acima, serem as referidas ve yulturas exhumadas e os seus despojos lançados no logar apropriado. Quadro de adultos n. 2, antigo P. Sopulturas n. 14, onde jaz Anna Bar roso Rebello; n. 16, ouc de duz Alfredo Raposo Barradas; u. 20, onde jaz Leo- nidas dog ÁAxjos e Silva; n. 58, onde jaz Klvira Barbosa de Castro; 2 u to ondo jaz Carlos Josó dos Santos ; 70 onte jaz Edgar Bastos de Oliveira. suadro de adultos n. 3, antigo G. Sepultura de ns. 33, onde Jaz Fraa- císco de Oliveira Bentes. Quadro de adultos n. 8, antigo H Sepulturas de ns. (4, onde juz Ane ictta de O Mello, e 25, onde jaz Jayme Loura Quadro de adultos n. 17, antigo O Fopulturas do ns. 102 le jaz Ce! ra Rosa Lagos; 91, onde jaz Antonio Monteiro Maciel; 112, onte jaz Ar , imo Sacadura Gomes Pereira « é m de jaz Joaquim Barroso Torres Quadro do adultos 18 Sepulturas de n 48, de ja anti, ecção. Femin A eq a uma =" S MULHERES FATAES regio, tão linda e seductora que] bibliotheca ; o Imperador Romano pensou se o joguete de um sonho de que | opalinas po Nilo; 7 ausicas e Per- nunca quereria despertar: lu O sonho continuou, parecia querer se tornar vez mais tangivel, fazendo-o es- quecido, nos terraços, que avamn- cavam sobre o mar dominando Alexandria toda branca de mar- mores, 4 sombra perfumada dos jardins reaes, com o murmurio das ondas e o aroma das rosas que estonteavam o herve, longe de Roma abandonada, ao espiri to subversivo dos adversarios onde já se afiava o punhal de Brutus ! Julio Cesar tinha cincoenta e cinco annos e Cleopatra apenas quinze! Como seria possivel re- sistir á ternura dedicada, ao phrenesi suave e à submissa OÍ- ferta de tão suave Raiha? Eram banquetes e dansas, controversias de philosophos nas salas austeras da preciosa | ilustre progenitor! RR 1 1 1 a ee id prisma O QUE KETSERLIN G da mulher 2 E Bate-se “uma duzia de gemmas de cvos com uma libra de assucar; at crescentam-se seis colheres de batatas cruas reladas e seis: colheres . de pão i ralado. pouco cal, noz mostada ralada e herva doce, amassa-se tudo bem “e formando-se Requenda bolos, cosinham se no forno, pos'os sobre folhas de ba- naneira, e apolvilhado de assucar O canella, Servem-se como sobremesa. Bolinhos de manteiga Deita-se em leite quente, um pão dº tamanho de duas mãos fechadas; es: ando amollecido, tira-se e amassa-so com tres colheres de farizha de trigo quatro gemmas c duas claras le ovos pouco sal, incia colher de mt Fazqm-se com esta massa uns poli- nhos: cozinham-se em agua que se do- vce achar fervendo, e servem-se con so- pa de came ou môlho de tendo. claras de 0 acctescentam-se-lhes, a- tarem duros, ovos, uma quarta de assugar, uma pi- fresca, uma libra de farinha de trigo, um copo de vinho brango « Res o Coxinhas de gallinha simplificadas Prepare como para coxinhas de galinha, + porém em vez de engrossar retire e pass ma farinha de crigo. Re- pita- essa operação jvnis duas vaz= depois passe. em ovos, batidos em pó de -pão e frite na banha. Feijão 4 hollandeza Cozisihe-se o feijão cm agua e sal. Deita-se a escorrer. Põe-se no fogo; numa. cassarola, uma colher do irantei- com um pouco de cenouras cortadas fi- nas; “junta-se um copo de faz-se reduzir 0 môlho e se uma chicara de caldo de carne. Pritam-se umas fatias de presunto ou toucmho inglez e cortam'se em! pedaci- ubcs, para servir com o feijão que de- ve estar bem quente. acerescenta- nocl Pedro Marq es; 54, ouic juí Venu- Severino de Miranda; 405, onde jaz Car- tiano Lima da Conceição: 57, onde jaz Alnyde Guimaries Vizeu Lacerda; 73 unDe “az Idalina de Mattos Cardoso e 10(! onde jaz Lstephania do Amaral A» ravjo. Catacumb,as de menores; Ns. 4 onde jaz Maria Adelaide B. Moutciro; 11 onde jaz Maria da Silva Aranha Neves; 14, onde jaz Mari- nha; 39, onde jaz Carlito; 43y onde jaz Clarisse; 50, onde jaz Marih Helena Vergolino Soares; 81, onde jaz Aleidia uma realidade cada ve dos labios ' America do Norte alguns curiosos ra- os stc es-|cassas e menos desenvolvidas EO tendo-se sompre, dexzcito gemmas do] pendencia, o homem não está prepara. tada de sal, uma libra à» manteiga roxo, se a elle sê oppõe . meia Ebrilhoje em dia, certas mulheres <asaidas de possa. Deita-se a massa em tórmas!] de certas raparigas solteiras; & jeune ustadas e cozinha-se em foro quen-) fille typique foi sempre unia cbra de o môlho mergulhe as coxinhas nele. flue vinho tinto, j | | | jogc s, excursões tentas, em bárcos s ebre as aguas fumes entontecedo wes que inci- tavam ao olvido e á caricia sua- fresc os! O filtro de um Sorriso divino transformara-se 1)a corrente de ferro que subjug'ira Julio Cesar ao amor de Cleopatra Nem quando alguem pronun- ciava anciostamente a magica pa- lavra: — “Iloma” — o nome da Patria adorada para onde a evo- lução da grande obra inicisda chamava o “C ondottiére” a pro- seguir e termi nar o monumento mcral que dexia permanecer atravez dos sec ulos, o predomi- nio de Cleopatra se apagavá e Julio Cesar pendia-se cada vez mais um pouco! Eile deixou um filho ao throno dos Pharaós mas o primeiro vagido de Ptolo- meu Cesariou XVI devia coin- cidir com o inicio do fim de seu Pa — o defeito contraná rio á naturalidade — parece de tal forma inherente à nossa especie, que,) “GOTTAS apezar do ridiculo que lhe anda lga-). do, se acentua com os Eogitados COR civilização . e (a E, todavia, a naturalidade Eis e ( tal encanto, que agrada até Amesimo | nos defeitos que revela. Essa confissão tacita das nossas. rm À imperfeições, essa maneira - ingenua de se descrever 2 si proprio, «com. verdade», conquista a alina pela É: queza e o espirito pela originalida-| & ue, Lam E” tão maro, sobretudo ma sosisdãs, das q: de Mais polida, que o que se diz seja! | uma o verdadeiro éco do peúsamento! E-| xistem tantas razões, mesmo. b staxi- JD: te desculpaveis, para se não [ 1 / serupre como se sente, que, a | parte das vezes à conversa nã sa de uma troca de pequenas tas habituxes, já sabidas- e E ainda quando essas mi inoffensivas... é Já 1 Póis Muitas vezes para « o cológuio, para lo m: Ê DENSA o RR plhálosopho allémão, dd ! Keyserling, que já esteve em Lisboa e Porto. onde tez algumas confere: tem no seu livro sobre a psychologia da: ciocinios a PAonDEito; pal mulhe ral. «tl TRE | Embora disqutiveis, vamos dar algu mas das suas observações sobre o se o] fragil, em relação ao, homem: cliamado ser humano só póde + ser <ons- tituido' pela reunião do homem e da: « —Até as mulheres norte-. ado g filiadas em clubes estão de accordo em | que a solteira 6 um ser incomplety 6 gue a solteirona ist torna, sob “o ponto: e vista do valor humano,” como ser inferior em relação ás A ç mulhe- | Tes. RR E” tão PER AR Re lo falar de superioridade do homem ou da multer, como seria ridiculo falar du superioridade do pólo positivo ou negativo em cleciricidade. —No homem predomina, virtual- mente, o espirito e por isso, aquilo que elle chama “Obra” póde exprimir o seu ser duma fórma- mais profunda do que a mulher ou filhos. —O houmem não faz mais do que parecer mais iadopendente - do que à mulher, Mas quando elle está captado e sulmettido, está maisudo que qual. quer mulier,- upezar das “faculdades emocionaes Lemininas serem mais es: suas obras, pôs em nó tambe notavel attracção pelo on); quilibrado, - pela barmoni: do. precisamente, á sua maior inde- do para resistir á influencia do outro wma. rapariga mova, | estado ainda em do, e se. encontre essa rara innocencia | qu da «arte» de enganar e os arte pura. ebierta e caippidan ni Em troca. é sempre possível ; + conhe- di Ear a pe a e cer um homem casado. Psyhitamen- E ESEC IDE ÃO An iustam E te, elle encontra-se tão indofoso, des- | COM fidelidade, Os objectos que ani. de que se Raia: que se medifica mais mam e dão ao SUperÊça 1 em relação 4 mulher que sobre elle in- | Existe uma tal afinidade entre do que a mulher se tmodifiea .so- | Physico e o moral daquela que bre a influencia delle. * | sim descrevemos, que “parece encan- ka Quem duvidar: de que o homem é) tar toda a genté com úma nov. mais susecptivel de se influenciar do, guagem; mas é menos a sua voz do|. + , que a mulher, recorde-se ide; que esta que a sua alma que se escuta o-som |das | está prodestinada para a dependencia | q gesto, o olhar, a palavra, | ie o homem não. l Por isso, a dependencia de um hor py dei Re ço pd mem significa, — psychologicamente, PANOS Boa ope Eivaçd ed muito mais do que a de uma mulher. harmonia o segredo do e C —A amuulher póde ser tão inteligente p «naturalidade? sobre todos gs cria o intellectual como qualquer homem; À 'Titos. | S E was na America à sua intellectualida- A mnatuvalidade Ex de. todas ] de appareco particularmente despren-l qualidades, a que menos se. deixa dida dos pontos ida vida. Por isso, as governar, «a que domina mais irres | mitlheres intellegtuaes saosordinaria- eistivelmente aquelle que a possue. mente, organizadoras de qualquer coi- Experimente-se, pela a con sã, porque o acto de organizar não re- seguir que nma pote fere E quer inspiração alguma. pues inspiração alguma ral dissimule por um instante o seu | pensamento que proceda .e mostre | SU pensar num sentido opposto — e ver. | se-á como, sem o querer, ella frusta. rá esses Planos; Mal tenha ques rido dizer algumas palavras prepa- radas, o seu gesto, o sen rosto, o seu olhar, verdadeira traducção dos seus sentimentos setretos, já terão des- mentido o que a sua bocea foi dizen: do. Mesmo que tenha intelliz gencia e espirito tornarse desastrada, quasi: incapaz de exprimir o que não sen» —º ditficil distinguir, pelq mezos los Pereira Coelho; 407, onde az Fran- cisco L. da Cunha Figueiredo; 424, on- de jaz Everaldo da Silva Lopes; 438, onde jaz Josephina de Albuquerque Dins; 439, onde jaz Maria José Danin Marques; 442, onde jaz Gemina Pinto; 473, onde jaz Angela Mario Bastos « 475, onde jaz José Marques Perocira q as Catacumbas de Adultos ns. 135, 321 e 389, quo já por duas vezes sahiu publie cado em edital. 87, onde jaz Claudio de Oliveira Mel- Administração do Cemiterio de Santa 104 Izabel, em 31 de dezembro de 1935. — | te. Mas, em contraposição, a natu- Catacumbas de adultos: BERANGER MONTEIRO — Adminise | validade suppre na criatura a elo commovente; que Ns. 391, onde jaz Rosa Montenegro | tredor. quencia que lhe falta guem que se Tek à Duarto; 348, onde jaz Matheus Lydio Visto ANGELINO LTMIA, director, | | amb die á ã “has ; Errar =] e arace nem a constranja. Dahi | tO situações ficas na Pereira de é c do Sousa; 82, onde jaz FPileto Dias 30, 4º, nad 7 em essas 1 ' E ' "sas expressões vivas, engraçadas ns —R— e ás vezes até engenhosa ls, que só a Mas o que é «ve |» MO ê ZOAPITAL E é! “RS. RA Zoro ) a Pas COMMERGIAL DO PARA 6.000:000$0004 ci Realiza” fodas as operações bancariasg E ceita depositos a jur que n memnortnli No attraetivo mais | que à sua verdadena individuali e prazos convencionadog Iimexprimivel de será ainda muito pior NV unturmnidade é n «vao das o! ás vezes é reslmente. , bone no vosso que n erifêotação é n Pois não seria ER is n ae Ê R ET mais 4 mu 15 do NOVORAIO, Eh pomgstes anne jar TO AD Velo. nd todos os & Dor exemplo, vma Poesm; Ds s ! ' E. ERES A ET pe 08 de vista, Vende ja affe | re natureza inspira, mesmo á infancia, | Não q tidelissima repro quando uma educação desastrada não) da natural e real? tenha suffocado esses primeiros ger; de modelo para as rtes, mes do naturalidade de que se deva | querem essos modelos ' ser hell respeitar o «desenvolvimento com o! Já se apresentam ao mund maior cuidado em não o atrofiar. Se | revestidos de menti ás pessoas affectadas se pudesse Ta. | Sidade 217" “uva a! DO WUk a | matam 7 RESERV AS 1! | zer comprehender como Kão Batipi! Pobres affectados: com ot RE 0 u thiens e ridiculas — com certeza one) Chganam, imaginando que illude Va affcetação desappareceria da La-| Outros. As suas attitudes e: ce da terra! sões afrtificiosas «nuncad: podem d ex tomadas por sinceras nem verdadei. vast e diante da sua falsidade de as. : poctos ficam-se os outros à dinda à naturalidade todas que esr q graça os velha sobra as artes e com A] sa ASAE em tódas as circum do vida conial “ mor na torturada, se AS expressões forem re. possivel?.,
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