O Estado do Pará 28 Janeiro de 1936
» Q er Lad “Ferreira Gome s & Gia. TEXACO MARFAK é MAIS DU- e RAVEL! Um lubrificante de qua- ' lidade, resistente e que não é | desalojado dos mancaes, e que | lubrifica e proteje efficientemen- Retem as suas qualidades tres vezes e mais tempo que qualquer lubrificante commum. TEXACO MARFAK economisa || H dinheiro, Reduz o desgate, evita 1, atroca de peças e offerece . ç CENTENAS DE KILOMETROS | o ADDICIONAES enire cada lubrificação-do chassis do seu automovel.ou câminhão. DEIXE-NOS PÔR MARFAK NO SEU CARRO. PEER Ford (Pickerell & Cia.) —.—— addicionaes [gh À Hj MARFAK duravel, th THE TEXAS ha De id de kilometrus Sómente Fabricada por Distribuida por XE THE TEXAS-CO. (South America) LTD. , TEXAGO MIRFAK O ESTADO DO PARA! — Terça-feira, 28 de Janeiro de 1936/ e al COMPANY, E. U. A. Garage Niquet (M. Niquet), CONCLUE** DA 15 PAGINA inioatiçes eom o Uruguay o fazemos unicamente dado o interesse geral do Es: Admittimos que cada Esta- > do soberano” tam 4 liberdade de estas É belecer on não relações diplomaticas com os outros paizes a seu bel prazer. Mas o caso é diverso quando uma nc são imterrómps unilateralmente as suas relações com outra, em espirito ina- mistoso o bastando "4 sua attitude sobre “determinadas “reclamações ou aceusa- - ões. Tal rompimento foi sempre consi derado como um acto internacional dos “> “mais hostis, para o qual se deve uma sexplicação “4 opiniao mundial. Justas » mente a proposito dessa especie de rom- Pim mto, cujo proecssó preliminar está previsto n9 artigo .12 do Pacto e dado que o Uruguay é a União Sovietiea são dois membros da Sociedade das Nações, ligados por esse mesmo Pacto, é-que devemos acentuar o facto de não terem sido observados os disposie fivos do memo artigo. Estamos cole cados deante da violação flagrante do Pacto por um membro da Sociedade das Nações e o que 6 mais, de um dos seus artigos findamentges. Vamos direcfamento aos factos. Às relações diplomaticas entre q Uruguay eaU.R.8.S. foram theoricamente estabelecidos pela troca de notas de 22 de agosto de 1926, por iniciativa do go- vtrúo uruguayo. Tendo constatado que o governo uruguayo não se mostrava apressado em proceder 4 troca de mis. sões diplomalicas, o governo sovietico, vor sua vez adaptoves:, finalmente, 4 situação de ter relações com o Urn- Buay" por intermédio dos ripresentane tes diplomaticos dos dois Estados em outros paizes: Quando, pórém, no. we rão-de 1938, 6 governo de Montevidéo. por inicigtiva propria, oxprimiu q de- sojo da realização de uma troca” de missões diplomaticas, o governo sovie- tico aequiescen"t em imarço de 1934, ehógava q Moscou 4 Jegação uruguaya. Dois mezes rnsis tarde à legação sovie tica era instalada em Montkvidéo. Eme quanto as legações permaneceram nam Tenpectivos capitacs "não houve nenhum eonflicto ou mal entendido sério entre os dois paizes. As conversações entre D representamio de UV. R, S. 8. em Montevidéo e o governo uruguayo li- imitaramie | tres Gontos: prinwiro, relativamente no anarehista Simon Re doviteki, natural dá Ruada é que o go verno uruguayo deportou para a U.R. 8.8. O governo sovíctico recusou-se hdmítti o na União, *) presidonte da Républica Urmiguay interviera «a sonsiderára a mecusa como uma offe sa pessoal, nada tendo feito para es conder o gem -resentimento. Em soguida, o nosso ministro toi dtrigado a dirigir. PD em outubro ultimo, um protesto no po E verno do Uruguay a respeito dos ata. De ALFONSA GAETA & Cia RUA 13 DÊ MAIO N.º 246 (Largo da Misericoratay Comprlim ouro, prata, platina «e pe. dras preciosas; pagando sos melhor res preços. Consultem as vantagens / da CASA 106. (0--309, bra o » doméza. —12) a do EE R ja à À SRTA / | ques contra a União Sovietica por um jornal reaecionario uruguayo durante a campanha contra os comunistas é os anti-fascistas locaes e contra à appli- cação de saneções á Itnlia. Finelmente, em telegramma datado de 10 de dezem bro, do ministro Minkin, liaese o que segue: “O ministro de. Estrangeiros do Uruguay declarou-se que o presin dente da Republica de: consideraria compensado le nosga recusal em admittir Radoviteki mo territorio da União, se adquirissimos cerca do duzentas tone- ladas de queijo uruguayo. Ricommens fo-vos, para a melhoria de relações com o presidente Terra, q compra de Pequena quantidade de quiijo”. “O governo sovietico não julgou op, portuno fazcdso. Assim q, unica queixa. do governo uruguayo, tanto em Mos- cou, como em Montevidéo, consiste em: nossa recusa quanto 4 admissão de Ra- dovitski e 4 cequisição da queijo urt= guayo. Nenhuma reclamação foi for- mulada concernente a actos de que deseo ter sido accusada à legação so. vietica. Decorre de tudo isso que a ns: ta Tecebida pelo ministro da U.R.8.s com a resolução do governo EtEaa TO de romper relações diplomaticas com: Moscou, pareceuenos deveras surpreher » dente. E” verdade que a nota não misn- ciona rompimento, mas interrupção de relações, e o ministro de Estrangeiros do Uruguay observon, em entreviste, que se tratava simplesmente de ww interrupção tamiporaria. Mas não Póde tomar em consideraçã cão tineção, muito subtil, porquis mento póde ser egualmente de z2 temmoraria”, pu- q cesg «Ji ge rom i- naty + No desenvolvimento do seu 4 discus, sr. Maxim > O Litvinoff acerescenton: A responsahili lads do rompi mento Uriguoro-sovietico incumbe tanto - mais ao governo de Montevidéo que mito « verdade que a razão invocada Do sua Pota não constitue objecto de nen ma negocia anterior qual kw que fossa, por corresponi ia O Táir meio de; renr'sentação dirigida ao t zoverno | sovietico. Seria vão procurar no texto; pria mota qualquer motivo E ho rompimento. Por emquanto tã atorei a- penas da questão levantada J perant c Conselho, isto 6, da violacã ii “y É guay, do Paeto “da Soe pára gds “tos poderiam ser considerg los oa PPA testaveis: em primeiro logy no do U r o gover o do Uruguay rompeu rod ções diplos maticas com q governo sy y letico, « E - , e em seguida, as razões invoen é as pelo Uru ua E y para justificar £+ rompimento vão foram submettidas f em k em a arbitra mento mem ao exame « b Conselho d Sociex ele q ç E o “do pas lade como est pula o artigo 12 do 0. Mesmo que o “O ruguay t quei e ; a ] 'ixas reaes, eta cim umstancia não justificaria a ma acc q violadora d Parto. Creio, entreta Y ver affirm o bd ar que 09: etmatdes 1 ladas contra o gove ; las ara sa Iygacã o PA nd ação em Mc g tovidio t Uruguasa são dep Eovídas de foro dig (om vi s d fundas Na realidade nãe À existe na mota Phuma decusação fr Pos ecisa, ! e a nenbum facto con M etc ay ” eto contra o no sovietico É OU 1h Tegac em Mo nte Da Ma nº fa o governo do Uru y nada 5 ê af mo. Faz antes áupe posiçã 9 quo na 1 uioria não são de sun antorta meopria A not r exempl êm estás p hj vras: | “O governo scá | ME) comendo Pesaro raras (a Garage Ceutra 1 (Adelino Morlin) (om « Víotico incitou e sustentou elsmentos f communistas de um Estado vizinho por intermedio da Iegação sovietica acredis tada junto do nosso' govemo”. Decla- ro categoricafenite que esta affirmação, == FUNDADA EM É E a ESSANNNNNANENNNNASNANNN ANSA SNORT 4 USA GARANTIA . 95473339163670508528. > a E edEa IA A ida” na adailo à e! nos campos, Os que vivem na cidade suspiram ela vida nos campos e os que vivem na roça estão com os olhos pregados nos centros populosos, Entretanto, em toda 1 parte a vida é bôa quando se gosa suude e se tem no que empregar util mente a vida. Se nas cidades existem vantagens, nos campos existem outras; mais tranquilidade, maior facilidads de obter alimentos frestos e baratos. A vida em certas regiões, entretanto, é penosa em determinadas épocas de anno, quando as chuvas provocam 4 formação de pantanos, de charcos e de outras collecções de agua que se tornam viveiros de mosquitos transmissores do impaludismo ou malaria. Nem sempre é possivel exterminar esses focos d ara evitar o jm: ario tratar, im appa- mesmo mosquitos; por isso, paludismo, fazrse nec mediatamente os individuos que doença. do tempo que os sãos se premunem toma. do prophylacticamente um medicamen to adequado. Dentre os máis modernos destaca-se, por sua e fficacia, a Atebrina (compri midos), da Casa Bayer. Os doentes, via de regra, entre 5 a 7 dias, ficam cura- usando o mesmo medi- soma recerem «com esta dos e os sadios mento duas vezes, apenas, por ) ua, mantêm-se completamente protegas dos da infecção, mesmo quando sujeitos ás picadas dos mosquitos transmisso res. A vida na cidade e a vida nos cam pos se equivalem, quando sabemos a conseguimos defender-nos dos Tespecia vos inconvenientes. a revolta mo Brasil. Parece-me que não é necessario ser jurista para com- prehender a falta do fundamento de semelhanto accusação. Se de facto cheques foram transmíttidos de Mo tevideu não será difficil descobrir os bancos por cujo intermedio, foram sac- cados, bem como o seu mumero exacto, os seus montantes e as respectivas da- tas. O governo uruguayo nem mesmo se deu ao trabalho de reconhecer e ve- rificar essas indicações porque taes pesquizas teriam demonstrado 'o in- teiro absurdo: das accusações. Se não ha sa nota uruguaya nenhu- ma alecusação definida, encontra-se, todavia, longa dissertação sobre 0 pon- to seguinte: visto que estourou uma re- volução no Brasil, como existe uma Tempestades que avançam CONCLUSAO DA 1.9 PAGINA mercados mundises, cam, a Sua maior inteligencia a capacidade, ofrerecen- do essa mercadoria por um preço maié accessivel ao grande publico; que grasde massa consumidora. E o que mais nos entristece veri ficar é que somôs nós mesmos que provocamos à nosea ruima, estimulan- do meio-mundo, a produzir café e al godão por qualquer meio, com tanto pmais razoaveis nas grandes praças es- trangeiras. Tornamos q café — essa coisa que a terra nos offerece tão pro- fusa e generosamente — uma das mais preciosas mercadorias da actualidade, rivalizando como pro- prio ouro. E agora, temos que enfren- tar perigosos concorrentes, que mea- dia, que [ig caras e cam multiplicar-se a cada passa. Havemos que mudar urgentantente a rôta que seguimos e que nos está Jevau- do a escolhos e correntezas onde nau- : para fragarêmos irremediavelmente, * Americanopolis a Empreza' 9<1, MATRIZ: SÃO PAULO. — RUA £ENADOR FEIJO", 27 Sr DE AFFONSO DE OLIVEIRA SANTOS " Resultado Elo sorteio de 25 de jane S48 — tregulamento dos nossos títulos. + fai O N Pas) 0 Sorteio iApproximaçõe 8: — 48.712 — 3.º 27 Premios 5:00 0$000 contos e 10 ) — ga 4.º 100 Prer nios 1:000$000 onto: ; Yeita por quem iquer que seja, 6 absd lutamente falsa. Nem o governo govie- tico, nem à leg ;ão sovivtica, nem qual- quer agente do! governo sovietico incie taram ou sustantaram elementos com munistas no U7 ugnay ou qualquer ous tro paiz sp É porque, o governo so- viotico 6 ficl 4 sua politica do não in. tervenção nos E ictociia internos de ou- tros Estados. | Convido o necer provas “governo uruguayo a fore em contrario, caso as po: sua, mas do | antemão declaro que não as tem nem - pód> ter. Não duvido que o governo viruguayo ou o brasileiro pos: sa obter fa Imente taes documentos em Genebra my Asma, mas devo prevenir que exigirci qua esses documentos sejam sube mettidos 4 pericia minuciosa. A responsabilidade da legação sovie- tica residíria na transmissão a pessoas desconherádos, em data desconhecida, de somas, aliás, não lhe podem ser descobertos o fim e o destino, Nada mais resta, senão deduzir que as somas eram destinadas a custear o DOS Informações — TRAV. 5. MATHEUS WWW -———————————————— iro de 1926, pela Loteria da Capital - 48.913. Todos | VALOR DOS IMMOVEIS CONTRASCTAD OS 25:000:000$000 Federal, de accordo com clausulas do “UA 48713. 2UMUSIO 8 aUMS0O — SU000S00O AB, 714-—10:000$000 e 15:000$000 25:000$ 000 00 08000. Ns. 48.013—48,113-48.213-—48, S13-—48. e AO /—48.613-—48.813 — os titulos que tiverem os 3 algarismos. 9 Premio da Loteria, 15 ANNOS SEM TER UMA RECLAMAÇÃO N.º 66 SOBR. — FHONE, 770. legação sovictica no Uruguay, deve taver forçosamente connexão entre os dois factos. : 1 Mas não devemos esquecer que O paiz de que se trata é o Brasil, cuja historia rão 6 senão uma serie inin- terrupta de desordens internas, To- voltas, levantes, revoluções, conspira- ções e golpes de Estado.” (E.) 16921—28 nossa vergosha e humilhação. Livre- mos os nossos productos das pesadas tributações com que os encarecemos, reformando nosso systema. tributario que é uma das coisas mais espantosas que existem sob o sól, pelo seu cara- eter anti-economico e irracional. T sobretudo, destrunmos as barreiras al- fandegarias que erguemos para prote- ger uma industria que será sempre .ar- tificial e prejudicará os verdadeiros intoresses do paiz. A experiencia, com os factos corenetos que todos podem citar, está provando que o proteecio- | nismo a que nos atiramos nos esti à des- graçando, so envez de produzir a prosperidade e o bem estar do paiz. Já fomos derrotados nº competição Mas, que a li- aproveiton. Hoje, como imbnediatistas da borracha. pareco eção não nos interesses hontem, Os Quinta-feira, 30: DOO por 6$300 NA” Jet LOTERIA DA SANTA CASA. e "mais um Egr andefnumer ode optimos premios, inclusive para as derivações inversões dos À Enteiro B$900 “30 os = 'remios Quinto 18260 | H CS o oem HOJEI—UM PROGRAMVA DE OURO! — HOJE! / 04 Despedida definitiva do dois films gigantescos! Colossaes! 1.º Film — CONSTANCE BENNETT, FRANCHOT TONE é ; CARMINATTI, em DULIN-ROUGE Deslumbrante “extravaganta” musical da UNITED, E suredo fin: te humoristico e com numeros de revista bem montados. ú MUSICAS E CANÇÕES INEBRIANTES! PAILADOS APP. 2º Film—A E£ensação maxima da cinomatographia moderna: Ahi Vem a Marinha Meravilhosã obra-prima de emoções violentas, da WARNER-FIEST,: duzido com a cooperação da esquadra de guerra norte-americana e da. rinha Naval, com JAMES CAGNEY,GLORIA STUART e PAT O' BR Ccmplemento: “SANTO REMEDIO” — Desenhos da UNITED, o setas Poltronas 1$600 Platéa $ 88 “Amanhã: ESTRE'A do exrebatador Coração de Fe boy” prodileeto da mocidade. Moderna producção indepénidênta! distribuida pod luctas, aventuras e humorismo, pico Ey es % RR ir 1 SEXTA-FEIRA—A incomparavel: Doleres Del Bio Admirem-n'a no seu mais fulgurante MA À depois de “Wonder-Bar”: | MADAME , “DU: BARRY | Tcdo o crplendor de Versalhes do secu- lo XVIII numa hora e meia de soberbo espectaculo. Uma obra-prima da WAR. NER-FIRST. A rat A SEGUIR—“DESAFIANDO O PERIGO" Grande abalo do KEN MAYNARD; “A PEQUENA ENCANTADORA”, linda | hungara, com a soprano FRANCISCA GAAL; “CH! | dioso desempenho de “PAUL MUNI; “AMURES DE HENRIQU ; o film inglez que assombrou todo o )Universo, com TON e IMERLE OBERON. bc A ES Ee 2750) =] Ex j turvam à vieta dos nossos adninistras dores. A politica ferve. Gover antes é opposicionistas engalfinhavam-se em torno das posições e das smecuras, E risos economicas e politicas, come o surto dos extremismos, que debilitam cada não Taro, temos que enfrentar fica transferida, por) maior, para a vltimaios vez mais o onganismo da nacionelida- de. Mas, ao nosso, lado; a humazilade avança, formam-se grandes patrias, plsamam-se gramdos povos, concreti- zam-se sunprehendentes prógressos em todos os ramos da actividade humma- err E o Brasil, quando acertará o-sen passo na marcha à que assistimos iner- tes e despritados? na. Combate “as 'feri chas, eczemas, ul 2 ma» mr Sy vino or dei . INVENTOR DA . A MULHER NÃO SOF FRERA DORES. Porque o dr. Sylvino Pacheco de Araujo, emmente medico brasileiro, -| como o grande scientista russo tam, | bem criou, com o sem maravilhoso barata «FLUXO | Repeat o rejuvenescimento da mulher, fa". zendo desapparecer milagrosamente | em menos de 2 horas, as dôres men- saes, acalmando, regulerizando evil. talizando os seus orgãos, facilitam” do os partos, sem dôres, cujo park go tanto aterroriza a mulher. E” um preparado de real valor, parieirãa tona ne se recommenda aos exmos.. E emma q to calmante e encontra-se em das às Pharmacias é Droga ias, k «FLUXO SEDATINA? regulador das funcções femininas. | Está sendo usado diaria mente nos prnaipaes hospitses tamento nas maternidades, casas de saude do Rio de Janeiro » São Paulo. . . Bylvino P. de Dr. By ã lodurelo de Ferro inalteravel AS PILULA: e PREÇO AO SE nt AR PE PÉ lindo VM, 3h idas AECANCE DE TODOS Qu em. perdeu? Quem achou OLHOS NARIZ — OUVIDOS — up GANTA Gra case pgenerosumente A tificase generoximonto à que rbosa Rodrigues entregar à Praça ildanha 13, uma chave das caixas postaes do Eash songa pratica Eos Dospitaes | Correios, perdida no mesmo turopcus onde fez curso nas prin- 1692228 cipaes clínicas de sua especialidade. Consultorio e residencia & rua Joho Alíredo nº 6, lo andar (altos da “Casa Frimavera”). TELEPHONE: No 1-6-3.5 jBefracção — Diathermia — Bla. Lembraesvos que O ESTADO DO PARA" é actualmente o jor- nal do aorte do Brasil mais co nhecido em todo o Paiz. Annna- ctricidade E (Consultas diarias das O ás 12 é das 16 ás 18 horas ciar nelle é fazer o vosso pro ducto conhecido do Acre so Bio Grande to Sul.
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