O Estado do Pará 23 Janeiro de 1936
uma DM RR São innumeras as varicdades Devoniensis ; - amareilas: Du- de roseiras, cada qual se Jesia- | ckess pis Ny! ellington, Mabel — PE A cando pelo tamanho, colorido e | Drew, Aixam lil Gray, do DR - perfume Um. jardim: “sem-ro- | seph' ull: cor de rosa: Cathari- Es ne Melmet, a France, Dorcchy RUA 15 seiras é um jardin despido. MOR LER ORAR O COR aVES DORM Ri O ESTADO DO PARA” — Quinta-feira, 23 de Janeiro de 1936" Sana mn arara emma mma mm e OVOS DEGALLINHAS DE RA PLyYMOUNIH ROCK (CARIJOS E L! GHORN) PURAS IMPORTADAS Fende ANÍQNIO MARTINS JU NIOR E Classificam-se as roseiras êm | Page Roberts, Betty, G. Naben- q quatro categorias, cada uma naud,. Gustave Grumerwald, | BS i com a sua applicação adequada | Madame Abel Chaucenay; ver- | melhas: General Mac-Arthur, “jardins e bosques, a saber: RR VER ú Mistress Edward Powell Cha- 0 endurecimento e : 1) Roseiris anãs. teau de Clos Vougeot, Fellen- é E ad RKOseiras qe. pé mais CU lberg Richmond, Jules Grane- da mm adeira menos alto. reaux, Jacqueminol, Grussau » 53) Roseiras trepadeiras Teplitz, Halnard, Urich Bru- pelo enxofre “ay Rossiras proprias pura | ner, Fisher Holmes, ugh' Di- embelezar pequênos jardins. Às roseiras anàs dividem-se em varias classes: bengala, chá, multiflores, exc. As- roseiraSonant Chauré: ridas, trepadeiras, são geral-, Roseiras recommendaveis pa- nte muito perfumadas, nota- ra canteiros: Ferdinand Meyer ae as rosas de colorido | (cor rosa), Juliet (vermelha, E Pregéilo. As roseiras chá el com as petalas do reverso dou- bridás, de chá, são pouco p“r- |radas), Dumas. Roseiras tre- as, realçando mais a bel-Ipadeiras brancas: Madame “ do conjuncio e calorido: | Gayriere, .Alberic;. - amarellas; algumas | Gloire de Nijon, Marechal Niel, ckson, Ronilard Bill, Van Hou- te, Edward Mantay, Felix Fau- re, Empereur de Maro:, Lleu- DOGS: A MINC ENAÇÃO dA DiAUSIA vas VILAQLIS “uv uia Tecomtussima, e us resultados cutidus nais aniwsdores. Micato p<io enxotre derretido, >UO Us Vou O Uum, a uiaasira ulguie uma maior re= eisteno.a Mecanica. Emujuia so ara de p-aho não pr FMs ea comprimida a ui da, no sendo das fu mn amos recommendar Lisias, Olierece Uma resistencia as >.500 libras PT povsdda Qua $ 14 as a mesma madeira, inypregna-= ; variedades em que «predomina | Lecniine Gervais; cor de rosa: | 9 aa ae enxoie liquido, ajrestja : a intenso perfum>: Zephirine Drouhin, René Amn- de a AR libras h. em Tr Z es Te e. 1. hu, ore be e pede 4 â ROSEIRAS ANAS BRAN- | dré, François Juramille, Bou Ss O enxorre penetra na fibra da $ . — Souvenir de la Mal-|quet, Rose; encarnadas: Reine | madeira, obtura tcdos os póros e x maison. Augustine Guinois- !Marie Henriette, Sarah-Ber- (impede à ncçao dos agenres dese ; seau, Viskountess Folkestone,!hardt; -Noelsan Trabdimaud. | wuiaores. Dá 4 madeira umas : , glande resistencia aos aciizs e E Fobias SEIT rey torna a sua superficie polidu. às madeiras assim impregnadas podem servir para a confecção de espheras para jogos, cabos de Terramentas, detcrminades uten, sílios agricolas; raios de rodas de automoveis, - blocus. de pavimen= tação, dormentes de : estrada “de |» ferro, isoladores, equeles de bate ris, caixas, . ete, A quantidade de. enxofre Mm Y.sorvido varia naturalmente com a , natureza de madeira, mas oscila, «entre 40 e 76 por cento. Para-Se chbter este tratamento procedes Ee da seguinte fórma: Imergcese a madeira em um banho de en. xofré derretido, cuja temperagura, durante cinco a seis horas, deve ser mantida entre 140 e 150 graus, até que todo o vestízio de humi= dade tenha desapparecido. De'= xa se em seguida resfriar durón., te quatro a cinco horas n 120:€ 125 graus. A fiscalização da tema peratura e da duração da imer= são são factores importantes. os regos feitos. E” possivel, comtu- pao, que todah essas escientivicas» observações assentem num erro e s animaes € a maihematica ; Está em moda attribuir tcdos os is uma habilidade nova aos ani és! Um celebre ornitologista An derson, depois de varias ipericéias | feitas: com papagaios, declarcu que este animal podia contar até quatro. Um medico russo, e sr. Timofieff, rentvou as experiencias de Andei son sobre as av:s, cães e gatos. Con- cluiu que a gralha póde contar “até — dez, o cão até vinte e quatro, e o gar to simplesmente até reis. O cavallo é o animal que detem jp <record> do calculo. Numa aldeia russa. Timc- fieff observou um cavalo, pertencen. te-a um camponez e que se habitua- ra-emquanto lavrava, a parar depois le caia vinte regos que escavava na terrs. O animal, mesmo estando fa- tigado, só descansava depois de es- tarem feitos os vinte sulcos. Só em tão parava. Fazia isso com tal; pres * cisão que O proprio onez só E si da SS Cage A de ca a A do tem cheias de humidade as pare des, de modo que o ar não as póssa atravessar; quando as paredes | 'per- manecerem seccas, estas absorvem uma parte da humidade da terra, com o que esta se Teseca maisgsapidamen- te. Nos vasos de vitiro, metal ou pa Pel, graças à impermeabilidade des- tas materias, é mais facil conservar humida a terra. Neste ultimo caso não se necessita regar 0 vaso com tan. ta frequencia; a ventilação verificar mida, o que redunda em beneficio das júdicada ou cessa por completo... mto é ão O00<: MOSCOLHHO LOU SOS “perus, estes “não devem sé pela superficie da terrs e esta | Plantas, pois quando a terra está sc mantém apenas ligeirimente hu- | muito ensopada, a ventilação é pres Hotasdo Faz uti) As abelhas! ., batata é alimento 'de grande va- lor. Por ser de difficil diges- tão, evite a batata frita; use-a' de qualquer cutra forma. Para não per» der elementos uteis, ella deve ser cosida com casca e, quanto mais re+ centemente prepuraila, mais saboro- sa e nutritiva. ARECE que fci Bathise, em Mac dagascar, quem primeiro verifi- cou a possibilidade de transformar os pés de mamoeiros masculos em fe- | meais, com a simples decapitação da parte opicol da planta. Segundo suas proporção de 60%. Xe x A abelha mestra se differencia idas suas irmãs e filha, e lhe realça o porte e a fórma esbelta, porque | não tem. orgãos adaptados ao traba- lho ;a proboscide e mandibulos mais curtos, os tarsos desprovidos-de cin”. tos para 'o transporte do pollen eos ex y J À “classificação: “commercial a laranja de classe A deve ter to- | los os caracteristicos da variedade, bem formada, madura, testura fir- | me, casca fina, liza, "colorida em cheio, isenta de qualquer rdloença, ma» cincadura: ou“arranhão, de manchas E” a classo denominada te luxo. fica É UANDO se dispõe pi júnilos de peruas com-thais de 15 cábeças, $ mecessitando, pbis serviços de dois r postos com as femaes ao y-mesmô tempo, mas Ce amem | EM cada dia, alternadamente. Collo- “cados ambos no mesmo dia, luctarão até que um saia, “vittórioso e toma cunta de todo o rébanho o que deter: mina a alta Deroeria de ovos in= ferteis. que os observadores attribuam á fa- culdade de calcular, o que é apenas um res à aà ad ADI e e) memoria “Experiencias efectuadas recente mente, indicam que os vasos imper- meaveis (de vidro, de metal cu de parel) scem ser-melhores que os de barro para a cultura de plantas flo- raes e de outra esttecie. 4 =excepto no fluorhydrico,—quado o vidro é de boa qualidade”. Quanto; ás moç. es historicas que se prendem á descoberta do vidro *pode- mos dizer que não foi ainda: bem do- terminada a época «precisa unuito em- bora. “todos concordem- em attribuir- lhe vma grande antiguidade, ainda que mais ou menos 'remota”; “Alguns autores seguem a O vaso de barro. “é melhor quan- aa diz-se, cm geologia dus substancias | de que a “Escriptura Santa” se vidro natural e o viiro artificial; — definições geologica e tecanica— * Noções Históricas; — descoberta do vidro. JO vidro póde ser natural ou artíti= cial. Sobre o primeir:, segonds 4 pro- jogsor - "tiv- “Backheuser (Ginssario de ermos Geologicos 'e' Petrog *Plicoh), | a sinta ams Opundo E rph=s, não “crystalinus de origem q elle em certos trechos (1.º no “Livry « Tummam consid-ra-as como Yi (dos | Troverbios”, cap. XIII, v. 31: 405,4 * quidos tendo uma vincovdade infinito! no “Livro de Job”, esp; XXVID, v. Por issorae no-ponto-de vista: dass bj onda os mesmos julgam achar res autor asubstareia dó 5 soda quando Ecrencias a este respeito. eryutalina. As substancias vitraes são | Gutros porem, opinam. que cata jn- denominádas “hyalinas! As rochas venção é mais moderna, -fundando-só exuptivas.que tiveram su-brusvo-rch- muma passagem do Plinio, onde este friamento ppresentam-so vitraes come historiador latino explica as minucias por exemplo-as obsdinmas, -os-retinitos,d de tal descoberta. ate, Mesme-aY rothás d: profundiiade Liz elle que tendo alguns negocian- coptênr suitissimas vezos subaticivias! tes phenícios parádo na foz do” rio | Talmente formadas. de pequenos PEA vitrata cospacialmente o quarto «nc Belló, na Syria, para “descançarem” c Mais ou menos vidindos, ahi se apresenta parte vitr.o frepararem uma tomaram | pin o Ha puramente 4 eSstalizato- Barr, grandes pedaços de carpbnato 'de soda outras apresentam misturada! mito detalue as rochas sómi cisracs | natura) Adenominado pelos antigos “ua-! com, diversos mincracs, tambem roda; e gemmi-crvstalinas, ponsa que nelas ae trum”;—artigo em que commerciavam | Zidos a pequenos grãos « dando grand Pei t.54 deZc uma passagem vagarosissima | para. com No - Brasi) da sstaioncia vitrea pata a substa- arbids brantas eia erystalina, isto é; que a rocha ti- quartozas," quer/ras wesse taivez sido origin sda byafinus com otemço- «um tempo shiás praticamente” fúfinito--tiveis» caos a enstilizar?) Lato cuanto uy “vie “Areias, , : das no fabrico do vidro as aróias são as primeiras que figuram na Tonga Tsta. “Sao productos de desagpregaçã Ge- as quartzo porte refeição, que” estugon com e clles suster em marmitas | veiedade, de colorações, em que cosinhavam; ora, quando o ca peso mmúito comuns as Jor do fogo, fazendo fundir as arcias | Vurdmente a4 combinou | de 'comfia' soda, os taés negociantes viram | rior, com espanto sair debnixo das marmiitas | e por entro o brazido, rá aa ariamente daspraia. en que estavam, mar, quer em vastas Zonas do inte Tem grande applicação no fabrico eim de objectos de vidro e de cristal, e na tegos transpa jáfe gr ão das argamassas”. As prin 7 o alta)”; relativaminte ao * s::9.] rentes de um líquido. desconhecido— 2 aos jazidas são; segundo Caetano 4 ja!” podemos. citas a, psog isto é, q vidro em fusão. Forraz: Esta » no municipio de Tta- Ne E se,cta do autor de “O sidr Tacitoe Flavio Jasepho (Nistóriado | buna; Matto Grosso, nas cabecriras do “oFfa «aonyma' redígida segundo os ms-| res tambem latinos quo viveram no |Tio Manso; Minas Geraes, em Cacthé; Taores irubalhos extrangeiros com cs principio da cra christã) citam com | Parahyba, no municipio de Areias; Rio fes-> numerosas infoimações sobre | mais ou menos variantes, a mesma ane-|de Janeiro, em Caróbu, — Nictheroy, A A jleántomento dessa industris em docta. | Quissaman e nas praias do” mar; Rio Portugal”. Os «chimichs modernos não admit-. Grande do 8 1, nas extensas de dunas “O que é o vidro —Para satisfazer- | tem porem estes factos como verda-| do litoral c em Santa Catharina, ro li : mos a esta pergunta, prrmitta-nos o lci- | deiros, porque de modo algum julgam toral aus comprebende a zona de Jtas tor a exposição do que: Dobeio diz a fpossfvel—e segundo a nossa humilde | jahy. estesrespeito,-com algumas cons-deras opinião, com ra —aque ao ar livre, Os calearcos que são câimbem ma gões' de outros untoros sem circunstancias csprees e sem] térias primas para acindustria do vi Dá-sé à nois do “ , nã det toma températora de [wc a 1.500 |dro existem em abundancia no Brasil pção geral da palavra, a. todo corpo | grãos (dificil de obter om fornos fo | Vara maiores detalhos nos reportamo transparente (ou, pelo menos tra. swei- | chados) (sc possa dar o resultado que |4 Caetano Ferraz minera do do), que é aspero, quebsadigo, e sonoro VPlinio admitte como verdadeiro, ainda | Erasil? e a Euzcbio de Oilveira, “Bol & temperatura ordinaria imas que sc que soy o ponto de vista canedoctico, | tim numero 10 do Servico. Coologi domã mole é duetil 44090 Tunidir a] Géja ou não possível a Lusbodpoo Mineralogico do Brasil”, 1925 | uma temperatura elegudd. Asma fra !modo que esse escripto; indica, o q Outros. mineraes do Brasil podem vetára, à frio, apresenfw um brilho par iparece incontestavel, ségundo umas é servir como materia pa í a “bicnlar bem. detinido, conhecido so af eripturas e baixos-relevos encontrados obtenção dos vidros: ydo 4 nome de “brilho vitreo” ou Lrasturay nas escavações de Th arte mangas m oxydo vermelho d e Narindustris rostringosm est ldo vidro tem presentemente, q “lo m chumlo cu cão tres, baryta, et mifiação de vidro dos compostos de | nos, uns 24 acculos de existencia” ad) materias primis fazem part y das nossas riquezas nr ea, E lia) ou de soda, é à ea] AS É, v o de chumbo, sós ou must; [iArelas, calcareos c quíros niineraes do são bastante aprecisve . q 04 Brasil empregados no Indnatria-do vidro, -— Occorrenciar Entro as mators: ndo pela fusão uma massa correncias geologi e transparente” quo nom aé geologicas, S6 nos resta saber 9 primas empreg Materias caltárécs e SUiros sig utilizados no fabrico do vidro Vaurtos n& agua, nom cu acido ulgum E] 1 | damento . arena experiencias lograva-se exito numa [ pellos simples e sem ramificações» | causadas por: insectos, sujeiras, poei=; ra ou per qualquer acção mecanica. primas nacionaes A TA CA | seda — “Colher o mel dos aiçaaus Jogo que: se-encnam.. vas sar os quudros ao extraor à tarae aevolvel-os às a- Talho: Se se dér q axrupamiento em bolo das abelhas num só logar da colmeia por causa do calor ou, como di- zem os apicultores-da França, “se les “aveilles font la barbe”, forçar a re- tirada pa arcial. do mel sem esperar que os quadros és- tejam" cheios. Deixar O mel ficar “alguns dias no 4 madurador antes de o:pôr em botijas, cuidar da saida dos enxames e recolhel-os logo que pousarem; instal- lal-os em seguida no logar que deverão oceupar. No fim do 'mez. substituir” às rainhas velhas ou insuffi- “cientes por outras Tai-. “nhas de: “ráça E +. Lembraesos que (0) ESTADO ; DO PARA é actnalmênto o jor= mei DOURO RR COR RR AMRS jgagi periniao DNS TO Ow w<:| o que me foi dado observar na visita | febriasy nal do “nórte do Brasil mais cos Eres nhecido em todo o Paiz: Annan ciar neile é fazer o vosso RA ducto conhecido do RENA so Rio : o coqueiro, que. “tem pre-|] ferência “manifesta “para, as. praias arenosas.: No: terreno argiloso póde- | <> plantar somente quando este está | bem drenado e: “não “conserva ' “aguas estagnadas: “Emi caso contrario so € dréver def imã Ever Ana, Pote soma! que liquidam o co |] a! minéraes do Bra- Tte. ARLINDO VIANNA ' Pharmacentico-Chimico pe- | la E Militar Franceza. Chimico-Industrial Ts “HI Pretenso relatorio -de-uma fabrica na cional do vidro. — Technica e con- trole de fabricação. — Ensaios te- chnicos e especificações Fara os vi dros de empolas. Damos 4 seguir, cm Tinhay geraea,, 1 um pretenso relatorio tecnico da Pa- brica de Vidros de Santa 8. Paulo. Miria, em | Nesta industria as materias primas empregadas na fabricação vidro, 97 do nesta fabrica, são a are com a pe de vidro fundida, | ulido a temporatura. elevada da anassa evapora-se e dilata o vidro em um mol: dé collbeado em baixo. sopradoóres produzem 170 garrarões por dia ganham 504000 vada um, Traba- Ham de 20 em 20 minútos e doscançem O minutos. Iixistem tres turmas.” Ultimamente ca allando um” forno fubrica estava -A agua “encon Tres operartos” automatico moder- no. Esso forho udáptado'a industria do vidro, gotteja à materia prima fundida em quantidade suficiente para soffres o processo de-fabricação, dixigindo de- 98º" de silica retiradas do terrôno da | pois-ns garrafas para o forno de res- propria fabr de o caleareo é o sulfato sodio, Estas materias primas são à pó das. Em seguida funde-se a mistura em um forno aonde triturdas, reduzidas mistura-| u utra de um modo çon- tinuo, A massa homogenea ahi' fundida re- [ ec sultante da fusão da mistura dá sílica, | | ma eim diversos friambnto. Produz em geral m só typo, emquanto que os “outro q O“ forno mprimido, moderno trabalha lanesindo materia a wUipientos, cêndo esto 50.000 garrafas de s fornos produzem quatro typos difteren-! tes. Epara q t : Pra, RED : q com ar! mercurio; o “vitreosil” para diversos nunca so desviará, rio “| tres grupos;—1.0) “vidro parafins ge- ins-/ DESTE] DD aus) ear CM Aos fazende e gt e pe e criadores PALAVRAS DE UMA DAS“AUTO.| de 28 a 58000; um: pero, mm j ai RIDADES MAXIMAS EM VE- | um cão, de 58000, a 2 TERINARIA NO BRASIL — | neiro, um. porco dé À O PROF. DR: OCTAVIO “* [um cavallo' Meriti DUPONT, CATHEDRATICO 3004000 e umatvacca, de, E DIRECTOR DA ESCOLA * 4008000 mi) rejk; mais. DE VETERINÁRIA Deixar morrer um am NACIONAL | com real prazer que “deixo con signdiá a optima impress por tudo |* c para e que fiz com os alumnos: da Escola q os 1 Nacional de Veterinaria aos Labora torios Raul Leite.: : 4 | tirlos cuidados scientificos, a ti nica escrupulosa, todo o apuro, «em “umnia, na confecção dos seus, po Wuetosk Merece particular attenção referente nos preparados d terinario fabricados em | tallaç proprias, sob a direeção de pessoal! technico autonomo e com os quaes esses Laboratorios estão “resolvendo problema de vital Amport o Brasil, í A Congrafulamo-nos « com : | Leite e com os scientis! varias secções, pelo que'têm o seu nome & que são por to: | | dos os titulos motivos de dai já ra a medicina e industrias b ras. Rio de Janeiro, 2 26 de. agosto “do 1935. o z TODO a ç “IR rea Filial ADORCE E CURASE CO: |. “MOS AS PESSOAS spo ei E mt “pinto vale pelo menos:300 réis a ; ato, im marréc Pe m Be ap E 2: maro e A enter um p: vende 4'pr preço “do committente, forn x quaes certos, ão. 000 480,00 ) Relativamen jensaveis aos . ' surgiram as eps teeinicas Bio vidros de vidraças, garratões, “construcções, vidro. peico. - Tm- Todas as mntagen portação exportação. — Legisla- | provenientes dasiti cão sobre as lentes, — Peltvas pre- | taes“tomo as jm | iciosas ape ve s “vinhos, coparia, ADA de todas, as especies, espelhos, cristal ordinario, vi dro ou eristal da Bohemia, vidros de ORA RD optica, “strass”. Ainda com o vidro se mas per 'confecerona : irellios seientificos, pe Sa : vasilhame indiis rial, Gbjcetos js para uso nto o) ab medico; pira vonstíucções, e à Brasil, ga Hutte, em sei&Manualido: Pigenhei- ro chimico”, classifica- os. vidros em | vera Soa & ) europea : e A no idea otyaolta pc garmfas da. rules de vonstrueção” taes como o “vyi- dro para da a? portas Sete.) > m “prismas Luxter” para iiminação de sotãos e o “vidro duro” v de- muros taes como vidros conimum para | que a materiá prim “yidios orpeciaos] via para qu-machinari Durobax, Pyrex, Bo-f[ Certo isto agora m ete 3.9) os “vidros de quartra | tirá gráças à e , "para: thermometros, | do Instituto Nacio para lampadas de fo qual: coino é de: cos; garrufas e frascos; de Tena, Fiolax, homia, ou do silieico” fius opticos, fins de laboratgrio e industrias chi-| —“o estudo racio micas, mas brasileiras do sulfato de sodio e do carbonato dx! medida por meio de um pistão. Quanto a nossa importação e expor | veitumento, bem como sodio, retirada. pelos cperarios; qu O forno tem um grand» deposito que; tação de vidro podemos coneluir que | fria do paix m assisteni se utilizam do um tubo de Lorro longo | Pocolho a materia prima e que sób NE 6 insignificante comparutivamen- | que tanto careteV pa " ehrimado por clles “canhn”, Dê vez en por uma: corrento sem tim e se lança te as cifras dns astatiaticas officiane Verdade é que tambem, quando, cste tubo é Testriado. [no son omterior daqueltas. Com effoito, importamos to” | nos: —seffeetiyamente fo A innesa assim retirada é introduzida Um só "operário dirige o foudciona: | das as depecies de vidros;—tidros para | Côrte da Rão de Janeiro, om L La: em um incide e soprada + porem, | mento deseo forno mécanico, tendo dois los é pince-nez, vidros polidos sem | vo Chimico Pratico; enjo: Ç mtca Fada por uma thesoura de | outros como auxiliares, cinquanto queflaco, vidros para vidraças, vidro de! dofyrido com a maxima cla hds ferro devido ao estado qustoso em que] com os outros para obtor-a mesma pro-| cristaes ide toda natureza. k eisiu compas iveis) com ds vo permancee por algum tempo, As garras |ducção seridm netessários 150 homena Não produzimos ainda industrialmon: | tos da Gpara, 6, om easoncia, o garrafões, são recozidos em um A fabrica controla o vidro produzi-! mente é “idro optico, Além disto só um 000 qotual Ria torno, sendo que as primeiras são con: p do, verificando se o mesmo é de boa ou ! temos uma unica fabrica de vidros sei. Techmeligiu, duzidas automaticament má qualidade (composição) examinan ontitico dispondo de um foro de vi As industrias nationade) Depoieo ai gartatos passat num! Lor-| doo em man polariscepio, no qual a luz | dro neutro é fabricação U% ampolas:== | muito esperam porém desto-si 10 1 do renfriâmento, tambom fa: [polarizada temani a córhomogenea tolo Industrial Nacional de-Vidros Sefen- | POE Corto TO perdera des ; tomatico, A rodueção diaria de gar:|atravesóproo vidio da garinta & será! tificos de AS Lopes Morsira culta, que Ea 10 Leal aratorio Chiduigo tica, fas Cide 70 (0) 1£ô | 1o contrario irregular soa tomposic “] mantem entro nós a fabricação de am- | do João VI,=<9 importante + escopo propaga nº um p forr nt do vidro fôr difforente. Permitto tam-) polas e sppárenios iôntificos Cem [com qua Toi creme ear ge do do qual'o rario lo ti por | Dem assim verificar a tempera do gvi-) sopro livre. om cftita timi? Inboratório motor! meio de uma Seanna'a massa fondida, |dro Não nos consta que tenhamos q Ho não pode Rato Ea E a corta, sobra min pondo e depois tomand 1] Finalmente; à irrnfas são tambem | ma fabrica de vidro para vidraças ARC, y Mas, quem= tom, um golo dagva, do ninfa garrhfa “que jeulmettidas a um consaio de pressão em | fabricas que produzem garrafas 1s-, de “vidrouão ativa Ss ea pão mantem proximo, sobra esta agua na lim aprarelho que dá Ca 7 Kilos sufti-l cos raras são as que possuem PS pa cg Ra
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