O Estado do Pará 18 Janeiro de 1936
2 AR O ESTADO DO ça ic Ai À a 6 cad o - a 56 q ” à) io + Fr, maia e EE aí de a o ÃO id A A as ia Es fito aê PAR À ERES NUM. 8.280 Redacção, administração e oficinas — Trav.Gampos Salles, 130 | |, Eesnctoraecretario-SANTAN NA MARQUES : = are eee ei tm f 1973 t EIO, 17 —“o o Grando do Sul, pergunta por; sibilidade de identico accordo . centa: “Mas havondo essa sr. Antonio Carlos passenrá aj nt aos rumos novos que vem tomando. quem quizer o enigma”, (A BJ ; =—ARFONSO JUSTO CHERMONT CAIXA ROSTAL, 28 o : Ainda não está fóra de cogitaç um rompimento entre o Rio (Grande-do Sul e o governo fe : RR PR E & e mw m s . e » , O que diz a esse respeito uma das mais impressivas figuras do seenario gaúcho |77== RIO, 17 — Falando sobre al voco-que muito se vem aggra- RIO,'17 —'0, pacificação na politica do Rio Ppdigo-mss > > Grande do Sul, disse o sr. João RE er Ea ; Ra iss Carlos Machado a um reporter de “O Globo”: mn uu RR Posse do primeiro prefeito constitucional do Estado do, ou me desligaria do general Não preciso fazer tambem O| cção, vendo as coisas sob o pris- ma impessoal e patriotico e no interesse colectivo da. nação. Que me importa o accordo no sul, o qual não é fórma e sim|+ equilibrio dos homens de cohe- rencia e attitudes, - sobretudo desapego pessoal?” (A. B.) dy vando, em virtude do qual, da-| Flores da Cunha, que conside- elogio do dr. Getulio Vargas, ro uma das maiores: reservas da actualidade» brasileira, pelo da a possibilidade, que estou bem longe de imaginar, se veri- a quem tenho procurado servir com lealdade e estima, para que fique fundo dissídio entre o go- verno do meu Estado e o fede- seu patriotismo, pela sua leal- dade como amigo e pela sua a nergia nos emprehendimentos . comprehenda como minha acção “O amigo não é o primeiro a tem sido apenas harmonizar trazer a expressão de um equi- O movimento grapíbico | Ainda hontem não houve solução para a gréve — Os patrões mantem-se no seu ponto: de vista — A Assemiiléa Geral da União Syndicalista |) Os deputados Conduru” Pampolha e Pantoja Barriga offerecem os'seus subsídios do anno corrente aos previskas — O que E — 32 Syndicatos vão cooperar monetariamente para sustentar a parede— Ecmenagem'ao' O ESTADO Infelizmente não chegou ainda a uma f solução definitiva e satistactoria. a | pendencia surgida entre os operarios « industriaes graphicos. Encerraram-se hontem as “demarches” ral, abandonaria o meu parti- | com espirito de RT Dm EP sa larga * proje- e -. os Pay advoga! provisionado Augusto Perei ra: Corrê), “ptimeiro- prefeito constitucica graphicos. ê A A "hora. Cir resentes 32 dels, q ; casa nal ide Bragança, e candidato. eleito pela | que ha dias vinham se entabolando no ' prnLe Ce s legenda “União Popular d> Pará”, Par | pentido de resolver os interesses em ed iris qi pa Eu RE FRASE tgo; Político que epoia e prestigia o ciioque. Bi po a pres: cia dos EA a PE atual: gúgerno du dr. José Gameiro da) oi nosaivel- entontrar ema foi lhos: o sr. Antonio Gomes que tia da * Nav foi possivel encontrar uma fo a ladeal-os os deputados classistas € mula que satisfizesse a um so tempo, tas Con «mbas as partes, continuando us gre vistas a pedir augmento de salarios e os patrões no proposito de nãn os attender nas suas pretenções. “SfPar (maior brilhantismo 1 solera idsile, hoje, à noits, ás nove híras, deixará. a “gare” de São Braz um trem esgerial, * levando autoridades e con» vidados que Assistirão .o acto da. pos sociedide bragantina, justamente > “por esse acontecimento, Ice duru”Pamipolha e Pantoja Barriga. Ni E Aberta a sessão, o sr. presidente dy. | mealizada. rige-se á assembléa, communicando quê | Prop! a parede dos graphicos continuava sim: solução, em virtude dos paíroes não querem attender ás pretenções justas daquella classe, o que motivou « ren-| nião, afim de resolver o modo pelo. qual a U. S. P. B. poderia auxiliar O QUE RESOLVEU A' ASSEMELE'A GERAL DA UNIÃO SYNDICALISTA FROLETARIA-S2 SYNDICATOS VÃO capciçnará, à maite de 20 do corrente, autoridiilias e convidados. À (0! ESTADO, gentilmente ' convidado, | COOPERAR PARA MANTER O YO. j E sda RA, de gã! representar. VIMENTO — CADA OPERAIO OCN- se seus, fot Era A - Com a palavra, o delegado do Syn TRIBUIRA' COM UM DIA DE TRABALHO . dicato dos Trabalhadores do Livru-é do Reina desanimo em Roma Jornal declarou que em face .dos pa- o communism E BOAÇA 17 Tem diminuido de im alo. Consieravel o enthusiasmo do vo 0. Jogo de futebol. Ao, passo que antigamente as pastidais eram as- sistidis' por uma medir que attinge a "Rg a ara » 2» - Feio futebol «Conforme noticiamos, teve é Ear, 'trões recusarem o que os Seus compa- É esa ad: e AS hontem, as 8 horas da noite, na seéue nheiros graphicos pediram a elasse cor Medi da União Syndicalista dos, Proletarios tinuaria o movimento, esperando e con: : (Continua na 4a pagina) EVEM comparecer á 6.º Di rectoria da Prefeitura Municipal de Belem, a bem dos seus interesses, medico da aviação Militar. ruana sr. Revoredo vem de pr ear um. dos mais belos fe Grupo feito por oc: da y “a commissão da E : É | Almir Waldulizio Pereira Guimarães, , i mm Es Deda gera Jocglin Ademar Pereira Quimarães é E ista dos Proletarios de'Be am nosso redactor-secre' fessor Santanna Ma ; al" do , reoir 8.000. | Noemia Bahiana Pereira Guimarães, | Pelos srs. Graciliano Baptista e Antonio Ferreira Gomes, e de pé os srs. Mario Plai Luzio Horacio de Li olimbia, em 1ih ; nuel Motta e Julio Cardoso de Freitas. ' ras de vôo escalas. . “MA BJ om seus procuradores a da vietori “« Partido Liberal, trahido em 1935, vingou: A possibilidade | toria da Ab; se nas eleições de Novembro», diz 6 major sobre a Italia começaça preoceu dd Magalhães Barata "os eireulos politicos da Euro abriganes de armamenos & fazedores de guerras Um multimillionaric americano arrastado aos , tribunaes faz sensacionaes revelações sobre a intervenção dos Estados & e. Ra Moção de solidariedade Unidos na hecatombe de 1914 Dois livros do major ao prefeito de João Pessoa BERLIM 17 — Sob o titulo “Obra tas. democraticas, confesea suas prefe-) J0ão da Costa Palmeira Pp diabolica”, o jornal “Lokal Anzeiger” area suas sympathias pelos ETR pa ; Kove € e) i into izendo se “amigo de Londres e de ) Cd QE 2 qua raca 4º «CE uia usur comm ntários sobre o i terros dos, di * g' b O distincto official d> Exercito € U os Sci prgii rep nh tas gatorio pela Commissão “de Inquerito Paris”. Protógido por uma neutrwida:| nosso brilh: colaborador major João Mussolini, 4 chefe do pRniacipa E Sans EA GR do Senado de Washington do sr. J. de contradictoria sob tantos aspectos | qa Costa Palmeira teve a fidaiga gentile “ : Nano. Ayres da Silva o Dvocioiu Pierpont Mofgan, e isenta ds todu co v instalo 0º | 7a; do rrindarenos com duas ouibrtas de Sd Mattvs, tebklo em vista 0 congaçamen- to da política Jocal, resolveram «apojue a wdministração do sr, Nnanciscu de gentario morve-ame Jo subvenciona a cueto da grande casa bancaria nortcey pequisição “do material bellito aciriia, m'ericana no capitulo referente aos seus lucros fabulosos com a venda de arma- uuthentico valor, — os suggestionad= E) near nor | res e patríoticos livros de sua lavra + americano polos aliados, v não somente subvenciony como ainta,constroe tam. Lem usinas gigantescas, E” elle a alha das enormes exporteçors de anmas é mi» uições e aço além de dinheiro para Pa- ris e Londres Uma pergunta formulada pelo pre sidente da Commissão de Inquierito per» anittiu comprovar que só u casa bams Assiste Rivs, prefeito constitucional do «| meonicipão . Negse sentido apresente tor dia Communa longa mo Ldizriedado, a qual publicamos, a se. guir, na integra: “MCÇÃO—Os vereadores 4 - Camara Municipal de João P: eletiva pelo Paríido Liberal do Pará, do do, tendo em vista a neceesidade do Grim graçamento dos elementos politicos mim Ltantes no masmniciplo —e Considerand» que todas as forças jar, tidarias do Estrdo, apolam incondicios nalmente o governo do exmo. sr. dr. (Continna na 2a pagina) nientos € munições aos alhados durante a Grande Guerra. Isso depoimento, co, mo os outros já publicados, assumem de dia para dia uma importancia cada vez mais consideravel e deverão ser levados em conto pelo historiador futuro que encarar aquella tragica phase da vida universal, tanto mais quanto contem ee velações de facto ats este momento ne gados com tanta cnergia pelos antigos alliados. Depois que uma geração ir» teira sofifreu espantosamente e sem ne- phuma necessidade, começa se a conhe» osr publicamento e sem reservas o as: pecto renl.dos acontecimentos de então, O gr. Pierpont Morgan, nababo com tin» wo pes o de £o- anno fire uma porcentagem de lucros de um por cento, segundo as declarações do seu chefe, realizon o Lencficio quasi falbu- loso de 860 milhões de marcos. O sr. Morgan não vacillou um có instante em Wilson, prosidento dos Estados Unidos; conJessar o “fundamento dourado” do aq tompo da Grande Guerra |] (Continua na 3,4 pagina) caria. Pierpont Morgan, resorvandisse | “Batalha dos Guararapes” e “A acampar uha do Conselheiro”, em que se revela |, a competencia militar do autor conju, gada ao scu criterio de honesto histts riographo. Os assumptos, tanto de uma quanto de outra obra, empolgam plenamente 01: leitor, concorrendo para isso a delicada fluencia “do estylo, claro e sóbrio, de constante, apresentando forte vigor e colorido quente de expressão nos passes em quo o requerem os “episodios CUls, minantes di nossa historia epice”, em muitas passagens da “Batalha dos Guaí, rarapes"” e em tantas paginas do livro (Continua na Za pagina) (Copyright da 1.B.R. para O redactor-secretario dc, O ESTADO recebeu o se- guinte telegramma do major (A momtin quê O ESTADO DO PARA") não tinha nada de a » um cidadão mo- f Magalhães Barata: | ralizado, escreveu Cigarra SG A OrFIMNIZA “IPAMERY, 15 O uniao c find colecção de ——— —————— ————————. prof. MAXIMO DE MOURA SANTOS da Maránes — Belem — | fabulas com fundo moral, 'as Chefe dos Serviços Technicos da Di- quaes têm resistido galharda- Eusino da Secretaria de Peço ao amigo transmitir | meme 4 acção do tempo e são pelas columnas do O ESTA-| sempre opportunas. reetoria do Educação do Estado de S. Paulo). DO osmeus hurralis ao elei-| Isto se explica facilmente, | cem annos, quando os nossos| tou as fabulas. Elias só pode- Uma dellas, porém, e aliás a torado hberal de Belem, pe-| porque a humanidade aperfei-| tatlaranetos só viajarem em|riam ter sido escriptas por al-| mais divulgada, sempre me guem que, como elle, compre-| causou especie » me pareceu hendesse perfeitamente a psy-, destoar das outras. chologia humana, e della se xd La Fontaine conta de uma proveitasse em sbeneficio pro-l cigarra que levou todo o verão prio, como elle o fez. Ja cantar. Chegando o inver- As fabulas de La Fontaine| no, foi pedir á formiga lhe em- são um perfeito compendio da | prestasse o sufficiente para vi- moral leiga e utilitaria, ver até o novo estio, zeppelins e todos dispuzerem dk apparelhos de televisão, radio- transmissão, etc.; como parte incegrante de sua vida e de sua casa. la línda victoria nas urnas | $º2 sempre tudo o que é mate- empatando com os advtrsa- Rca e PRMRIDIO 8. Mastiua 5 di » humanidade em relação 4 mo- rios, mão grado as eleições | pa] decorrerem sob o estado dc As fabulas de La Fontaine sítio, com evacção mora) em| teriam sido actuaes no tempo| Aliás, conhecendo-se a vida consequencia do surto com-| dz Moysés como no de Chris-| de La Fontaine, comprehende- (Contínua na Za pagina to e Ferão actualissimas daqui a | se muito bem o espirito que di- A formiga, que não gosta de emprestar, ao saber que a ci- rarra cantara todo o verão, a- conselhou que ella dansasse no inverno. La Fontaine poz ahi um pon- to final na fabula e nisso é que eu discordo do mesmo, atten- dendo á analogia com as suas outras creações. ' Teria sido interessante que, com mais alguns versos, o fa- bulista accrescentasse que a formiga, após certificar-se de que a vóz da cigarra era pro- vocadora e boa, lhe offereçesse um capital a 20 ojo de juros ae mz. com todas as parantias, ge (Continua na 3» pagina) Huilo Sollasió. imperador da Etio PARIS, 17 — A conhecida jornalia ta ame. Tabouis, que cum se sabo á escreve de politica internacional nos jornal parisienso “LºO6uvre”, affinma 5 que, os circulos políticos de Paris 4 de Lonidres são seriamente prove pados pelas graves possiveis-. conse quencias duna eventual victonia po consequencias que nha , seja ma politicw colonial” poténalis. como tiinbea! mo:
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