O Estado do Pará 16 Janeiro de 1936

A A » - ) A rapadura, a que chamam thubdiiguee, resta de cum Erau de corsanra ca garepa um pouco mais apertado que 0 do gasucar teito a rogo Gueoto; O ássusar cristuiza então em Lor- fões duros e consistenves, con- tendo cristaes e melado. Asoperação pôde ser 15..a em “uma umea racha, na qual se es- cuma, se evapora e se da o pon- to, é à rapulara sairá mais ou menos hmpa, Sara ou eseu- fa coniorme a limijiza que Te o caldo. * Usualmente, não empregam adição alguma ao calão para clarifical-o, limitando-se a coar à garapa, através de um pano * de algodão; ares de despejai- a na tacha, o que fazem por meio de latas de kerozene, que Saem cheias <a bica da moen- cat: da. Ro De acecordo com o cuidado que | sé tem então de escumar, ob- tem-se a rapadura da cor desde à amarello claro até o esverdea- do escuro. Adgurs, cora mehor gos.o dar á rapadura, misturam ao caldo mamão verd> prado à mechina de moer carne, na pro- porção de 5 olo do seu volume, o qhal nelle se dilue e incorpora * durante a cozedura. "+ Durante a cozedura, que s> * “opera em uma tacha commum, “posta sobre a bocca de um: fo- igão paralelepipedico munido de fornalha e com o seu chaminé, bats-se constantemente o xaro- pe,' mexendo-o com uma gran- de escumadeira de cabo compri- do, tirando de vez em quando “A incubação “artificial “dos palmipedes | Para incubar artificialmente os ovos dos palmipedes use as incuba- deiras, communs para ovos de galli- phas, tendo, entretanto, o euidado de altear o termometro, de modo que o! glóbo -de;mereurio -repouse sobre Os ovos,e regule a temperatura em 102º F. durante a primeira semana, po- dendo, eleval=a Jepois até 102º FP. “Do terceiro até vigesimo quinto! dia da incubação (tratando..se “le ovos de marrécos) on até o 30º dia” (tratando se de ovos de patos) os' ovos devem ser virados duas vezes por dia e refrescados todos os dias, , a partir do decimo dia da incubação. | Depois do decimo dia, tambem é conveniente favorecer a humidifica.. cão da camara incnbadora,seja salpi- cando de agua morna Os ovos na 0c.. 1 casião-de serem refrescados, seja col. reg de rapaduraiS E Rd os residuos que sobrenadam, até o liquido at.ingir o ponto d> bala. pelo qual se conhece que o xarope chegou ao ponto de rapadura: — Atira-se um pouco de melado dentro de uma vesilha conter.o agua fria, se elle toma consciencia ou fór- ma de bala, sem dissolver inteiramente na agna, é signal de que o cozimento chegou ao ponto. Tira-se então do fogo e, por meio de canecas, despeja-se o xarope em taboleiros chatos de madeira dividiios por caixilhos moveis, tomando formas razas e quadradas, do tamanho que se quizer dando a cada rapadura um peso certo (as mais com- miuns são as de 100 grammas) . O xarope ahi se solidifica ra- pidamente. Uma vez endureci- das por completo as rapadu- ras, tiram-se os caixilhos e as rapaduras ficam soltas sobre o taboleiro. RR rs Envolvem-se-ás então em pa- lhas de milho (serviço que é feito por mulheres ou crean- ças), atando-as com tiras da mesma palha, uma a uma ou duas a jluas |(forman(h mo» lhos), e acondicionam-se-ás em caixas de kerozene e se remet- tem para o mercado em carro- ca ou costas de ânimaes. Em geral, um carro de canas de 1.500 kilos dando 800 Ji- tros de garapa, não prellluz mais do que 100 a 130 kilos de rapa- duras, ou sejam 1.000 a 1.300 rapaduras de 100 gramimas. NO: e, se locando em baixo da prateleira dos ovos uma pequena bandeja com a gua. voaláa! Os ovos de marrecos são incubados em 28 dias; os de-patos em 33 a 35 dias; os de gansos em 30 dias. Os filhotes dos palmipedes demo- ram mais tempo do que os dos galli. naceos a se livrarem da casca e reque. rem de 24 a 48 horas, após haverem «picado. E” aconselhavel salpicar os ovos com agua morna logo que co: mecarem a ficar picados. Uma vez começada a eclosão a ma» china não deve mais ser aberta até o final (2 ou 3 dias). Desembara: cados os bichinhos das suas cascas abre-se então a incubedeira, retira. se a bandeja dos ovos com as cascas vasias, abrem.se os ventiladores e conservam-se os amimaes na incuba.. deira por um ou dois dias, na tem. peratura de 90º F., antes de remo- velos para a eriadeira.. FERIOLO DE INCUBAÇÃO 0990040049 é Gallinhas ....... Gallinhas à'Angola -.. à DPatós .. o e ce co censse ris RECO o ge REc ms mo Pote “Gansos .. Cisnes .. Pers"... à Payões .. ... Perdizes... .... Pombos . TE Ca Rd ANTONIA DA COSTA FARIAS AGRADECIMENTC*MISSA-CONVITE Affonso José de Farias, Kaymunda Farias Lopes, Alberto Moreira Lopes, Purydíce, Raymundo, Glas phyra e Floriza esposo, fia, genro e netos da que em vida se chamou AN. MTONIA DA COSTA FARIAS, convidam os seus parentes e pessoas de suas Te lações, para assistirem a missa do 7º dia de seu falecimento, que mandam celebrar na Igreja de S. Raymundo no proximo sabbado, 18 do corrente, ás 6,30-horas da manhã, Desde já, a todos gue comparecerem q esse noto de pieda- de cristã, os seus mais sinceros agras decimentos. ; E o Absim, tambem, as suas gratídões aos seus parentes c amigos que se digaaram a comparecer go enterro e de qualquer forma lhes confortaram em tão doloroso transe, IN) - 16.879. 16 DEPRESSA D. EMILIA TE VASCON- CELLOS DUARTE NALENTFE é MESA CONVITE A OS e e ED eee tee amem João da Oruz Valente e fi los, Amb Seixas Franco + coposa, Beolando de gudoss Ferreira, esposa o filhos, Vicento Duarte Va- Jento, Wuidomar Duarto fibra, Durval de Vas, Valeuto, esposa : feoúcellos Duarte c filhas esmvidom os seus porentes e amigos pra apcvistirem 6 missa que mandam coldisrne vu Cor M.P. Os: isár qo, jo es palm sata) 28-30 tou “eim ua! cota toiat tato! (o 28-30 eu pode ao jos oo ou 35-40 26-—29 ma ju ço) Lo ai jo 03 to 28-30 Ra lee mo cars ava LA 25 17—18 tifedral, pelo etemio descanço de sua mesquecida esposa), mãe, sogra, avó, irmã e tia, d. IEMILIA DE VANCONCEL, LOS DUARTE VALENTE, ás 7 ho: ras da manhã do dia 18 do corrente ez, 1º amniversario do seu falecimento. Por esse neto de piedade ehristã anteci- padamente se comfessam agradecidos. L-15, 16017-W.N. GR.: BEN.: PD GR,: BEMF.: LOJ.: CAP.: AURORA SESSÃO OIVICA CONVITE A Gr.: Benem,: Loj.: Cap.: AU- RORA, Gr.: Bemf.: da Ord.: dele- brando no domingo 19, uma sessão civi» ca, para commemorar O 62º anniver- eario de sua fundação; distribuindo premios aos amnos da ESCOLA AU- RORA, quo mais se distinguiram no am» mo lectivo p/findo; induguranido no sa- tão de seu Templo o retrato do General dr. José Maria Moreira, Guimarães, Sob.: Gr.: Mest.: da Ord.; fazendo entrega das medalhas de Ben.:, Cons- tancia a Dadicação, a OObr.: de seu Quad,: e, finalmente, solennizar o Tcs cebimonto dos titulos de Grande Bene- merita e Grande Bemteitora da Ordem, com que foi galardoaia, tem a distimeta honra de convidar 48 Jxmas. Amtori- dades Federaes, Estaduaes e Municipaes, fuuccionorios publicos, commerciantes, imprensa e a familia Magonica, para ossitirem essa solenmidade, que se reu tizará em seu Ang.: Temp.:, à aveni la Padra Eutychio, n 15, 48 9 horas da manhã, Belem, 13 dº jdneiro do 1941 FE. :V Dis 14,15,16,17 e 18 o Pa.a a instaliação da sirgaria deve-se preferir um ponto cle-! vado não se admittindo nas pro- | ximidades a existencia de extru- | meiras, e tudo o que possa ema- nar máo cheiro. O rumor dema- siado aos bicnos. Não se tendo um logar dispo- nivel, é aconselhavel construir ranchos economicos, cobertos de sapé, com parede de madeira, páo-a-pique ou tijolos, ou mes- mo de sapé, sem necessidade de | forros pavimentos | especiaes, nem vidraças nas janellas. A cobertura de zinco é condemna- vel. Ns x ex LIMPEZA — Tenha-se sem- pre em mente que a sirgaria de- verá ser-o santuario da limpe- za: para se fazer uma criação de bichos não se requerem mui- tos conhecimentos; basta um pouco de dilligencia e uma estri- cta observancia da mais rigo- rosa limpeza. E” preciso, pois, poucos dias antes de iniciar a criação remo- ver as têas de aranha, limpar bem as paredes, o forro, lavar o assoalho com lixivia ou cinza e caiar as paredes. E” indispen- savel, porém, recorrer a uma de- signação preventiva dos locaes e utensilios da criação. Por que? Porque a maior parte das doenças que attingem as nossas criações deve-se a agentes pa- thologicos preexistentes nos lo- caes e apetrechos deixados pela criação anterior e trazidos pelo ar, vento ou mesmo por pes- soas. EN Ke VENTILAÇÃO — Quanto mais os bichos vivem em um am- biente em que o ar seja bem oxygenado,mais forte e robustos serão. O ar suffocante, os máos cheiros de fumo, pannos sujos, etc. são prejudiciaes aos bichos. Evitem-se, tambem as fortes correntes de ar, durante a muda dos bichos. E” preciso que não exista um angulo na sirgaria on- | de o ar fique, mesmo por pouco, tempo, inerte, estagnado, não renovado. E” imperioso que a acção dos seus princípios, o seu , movimento regenere e vivifique t o ambiente, pois que, por peque- | nos que sejam os bichos, têm: grande necessidade de resvira- ção sã. PESA O AR ABAFADO E HUML- ESTRADA DE FERRO DE BRAGANÇA AVISO AO PUBLICO De ordem do sr. dr. Director faço sciente a quem interessar possa, que 0s PASSES expedidos por esta Estrada lontinuam em vigor até o dia 31 de Ja- noiro corrente, devendo os srs. porta- dores recolhel-os deusa data em diante, quando será feita nova expedição. Escriptorio do Trafego, 8 de janeiro de 1936. — CUNHA COUTINHO — As ESTADO DO RIR RR evos DEGAL PLYMOUTH ROCK PARA" — Qu A intn-feira, 16 de Janeiro de 1936 v ILOCAES PARA INSTALLA- ÇÃO DE UMA SIRGARIA DO E' UM DOS MAIORES INT- MIGOS DO BICHO DA SEDA — Se o ambiente em que se faz à criação for insufficiente, depois da terceira muda não se tenha receio de leva os bichos fora de mais, mas crescerão mais fortes darão maior producto. * e x LUZ — A luz deve ser mode- rada nas sirgarias, pois que, muito intensa é prejudicial aos bichos. A melhor luz é a indi- recta, isto é, a que antes tenha atravessado um anteparo semi- transparente. Será acertado guarnecer as janellas da sirga- ria com uma cortina de pannc para quebrar os raios dosol 9 amortecer a luz muito viva, re- gulando isso pela abertura da cortina. Não se deve, com isso, chegar ao extremo opyosto, ou seja, deixar o local às escuras porquanto a luz preside á com- pensação molecular, necessaria á vida e á respiração. Ke i ESPAÇO — A producção dos casulos está mais em relação ao espaço do que em relação á quan- tidade dos bichos e isso princi- palmente desde o nascimento á primeira muda. De facto, o grande segredo está em dar a esses animaesi- nhos uma área sufficiente vara se poderem mover commoda- mente, respirar um ar são e li- vre e entrelaçar com facilidade os fios quando se aprestam á muda. Deixar que os bichos oc- cupem muito espaço quando ain» da novos, não custa nenhum tra- balho porque-o seu limitado de- senvolvimento requer poucas es- teiras; ao contrario, tel-os ag- glomerados causa damnos enor- mes taes como o atrazo das mu- “das, o resumido crescimento que assumem e a facil dirfusão de doenças. - Combatemos, pois, o inconve- niente tão propagado e que con- siste em se deixar crescer as lar- vas umas juntas ás outras e re- commendamos sempre lhes pro- porcionar o maior espaço pos- sivel. ; e * e X HUMIDADE — A humidade demasiada é para temer-se, po: ser a causa do desenvolvimento de grandes males visto que tor- nando mais facil a fermentação da folha .e dos excrementos cau- MIA DO PARA" CURSO FUNDAMENTAL EDITAL Fica aberia à inscripção nos exames de classificação e segumila ópoca para este eurso do dia 1 a 15 de fevereiro pro. ximo, é logo a seguir terão logar os €X ames. A inseripção de matricula! será de 15 a 30 do mesmo mz. De accordo com o Regulamento vigen- te, as condições 4 matricula neste curso, são as seguintes: —No 1º amno serão aids mittidos exclusivamente, os candidatos yre apresentarem certificado de conclu, são do curso Primario, os quales ficarão isentos de exames. s tambem inconveniente | casa e tratal-os num rancho. | tanto que os criadores previ Serão alimentados alguns dias | dentes tenham cuidado com o AVES PURAS IMPORTADAS Vende ANTONIO MARTINS JU NIOR | RUA 15 DE NOVEMBRO, 96 — 1º GODOLRODDOCCOSOS -, ESCOLA DE AGRONO- — ee acarreta PALAVRAS DE UMA DAS AUTO RIDADES MAXIMAS EM VE» TERINARIA NO BRASIL = O PROF. DR. OCTAVIO DUPONT, CATHEDRATICO E DIRECTOR DA ESCOLA DE VETERINARIA NACIONAL sa um moto, que é um mal à sau- de do sirgo. Alem disso, impede a transpiração e o bicho cas em “abandono por isso que ficam es morecidas todas as suas func- ções vitaes. E” necessario, por- «E* com real prazer que deixo cons jgnada a optima impressão por tudo o que me foi dado observar na visita que fiz com os alumnos da Escola Nacional de Veterinaria aos Labora. torios Raul Leite. á Nas diversas secções notei os mul- tiplos cuidados seientificos, a tech nica escrupulosa, todo o apuro, em summa, na confecção dos seus pro: ductos . Merece particular attenção à parte leito e os locaes fornecendo fo lhas enxutas e promoverdo ventillação. Se o ambiente está muito secco, é tambem um mal para os bichos, pois que os seus tecidos se restringem, perdem a elasticidade e as mudas se tor- nam difficeis e não raro imposs giveis e assim elles morrem; a | referente aos preparados de uso ve respiração num ambiente secco | terinario fabricados em installações demais os enfraquece produzin. | proprias, sob a direcção de pessoal do-lhes um desequilibrio e pre- technico autonomo e com os quaes dispondo-os ao mesmo tempo a| “Ss Laboratorios, estão resolvendo graves doenças: Para supprir à problema de vital importancia para falta de humidade temos estes | O Brasil. E = Ss pi Congratulamo-nos com o dr, Raul meio . 5 : 4 eios facilimos: a aspersão de Leite e com os scientistas chefes das s gi 1OCa-| levalda finalidade dos Laboratorios ção de recipientes com agua nos | que têm o seu nome e que são por to- cantos do “commodo. Mas qual] dos os titulos motivos de orgulho pa-| será o meio mais pratizo para | ra a medicina e industrias brasilei- sabermos o estado hygrometrico | ras. ' PEL Elali do ambiente, confiados tão so Rio de Janeiro, 26 de agosto de mente em nossos sentidos? E') 1935. Ra facil; basta collecar em diver, | (2) Prof. Dr. OCTAVIO DUPONT> sos pontos da sirgaria algumas TODO ANIMAL DOMESTICO VA- vasilhas com sal-de cozinha, que, LE ALGUMA COISA — ELLE como se sabe é hygrometrico, ADOECE E CURA-SE CO- isto é, absorve a humidade do MOS AS PESSOAS ar. f Fa Matão Se o sal se conservar perfei- tamente enxuto, significa que o ar está secco demais, se ficar - ; ligeiramente humido quer dizer | determinada e fixa, assim-o bi que o ar está bom, nem muito cho da seda, para chegar ao bos- humido, nem muito enxuto; fi- | que, tem recessidade de um nu- > Um pinto vale pelo menos 300 réis;. uma gallinha, um pato, um marréco quido, muita humidade e assim, o cria- | insufficiente, a vida se prolonga dor, guiado pelos ensinamentos |e o bicho attinge 20 bosque, não supra, conseguirá regular a nu- após os 30 dias -habituaes, mas midade do ambiente. após 35 e até 40 dias, como suc-. Concluindo : um acertado gráo| cede em abril emaio. de humidade fará com que o bi-| O prolongamento da vida do cho mais coma, nutrindo-se me: bicho além dos limites naturaes,! lhor e realizando as mudas com | é obvio, que facilita as doenças maicr facilidade. e torna o bicho velho, de manei- Eis ra que elle vae tecer o casulo não TEMPERATURA — Aléri |na plena efficiencia de forças e do espaço e de uma atmosphera | energias, mas fatigado e desfi- constantemente renovada e res | brado, quando não chegue a suc-| piravel, occorre aos bichos. uma | cumbir.. ; y Wa: alimentação sã e sufficiente, | Com uma temperatura manti- bem assim uma temperatura | da entre 22.º e 26.º ct. é certo que lquasi constante, que mantenha | os bichos madurecem - rapida- a vida dos bichos nos limites do | mente, comem com voracidade. seu natural eyclo biologico. constante, e a criação em conse- Como as plantas, que para se | quencia se abrevia. Tal tempe- desenvolverem têm necessidade | ratura, com effeito, dá o meio de uma somma de calor annual | de se ter uma perfeita iguala-| ção dos bichos em todas as ida- des:—a ilapida e simultanea rea- folha, porque o bicho não faz esta mofar-se;—os leitos esta- rão sempre enxutos, porque a grande quantidade de vapor da agua que provêm da mesma fo- lha, é absorvida e eliminada; os bichos que sobem ao bosque não y perderão tempo para iniciar a tecedura do casulo e a colheita, A matricula no 2º anmo, será concedi ãa aos candidatos: a (que concluirem o | 1º anno tendo obtido promloção ou apipro- | wmes em colegio equiparado vação nos examas desse anmo. b) que se | II. a submetterem c forem awprovados em exe | A matricula no 4º suno, será condadis ames das cadeiras que Nonstituem o 1º | da aos candidatos; a) que houverem con anmo; e) que alpresentarem attestado de eluido o 3º nnmno, tendo obtido promoção terem feito esses exames e sido approva. | OU approvação nos exames; Db) que se dos, em collegios equiparados ao Cole | submetterem forem apiprovados em exe gio (Pedro II. ames das cadeiras: Portuguez e mathes ;A matricula no 3º ammo, será concedi- | matiea ovementar” (ambas do 3º anmo). Ga aos candidatos: a) que houverem core | Desenho a mão livre e de ormato e linear; eludo o 2º anno, tendo obtido promoção Desenho projectivo e de aquarela (quan. tarem attestulo de terem feito fesses ex- nalmente, se o sal se tornar li- | mero total de grãos de calor dia-| exprime que o ar contem | rio, fixo e preciso. Se o calor é| bruscas dias, e. lização das mudas, o somno dos bichos:—a maior economia de. ção o Physioa Geral;; e): que apresen, ao Pedro . Pfade dd: ou epprovação nos exames. b) que se submetteram e forem approvaídos em lex. ames das cadeiras de Portuguez e Mas thematica olementar (amibas do 20 am- mo); Desenho a mão livre e de oamato e Linear; Geographia geral; Chorograr phia do Brasile do Pará; Historia: do Brasil e do Pará; Historia de Civiliza d Brasileiro Linha SANTOS — BELEM Escala: 3. Luís. Fortalesa, Natal, Cabedello, Recifo, Macwtó, Bão Balvador, MANAOQS — Esperado a 23, Rio de Janeiro « Santor sairá a 25 do corrente (sabbgdo). Esca lará em TUTOTA Armazem n, Linha MANAUS BUENOS-AIRES BATIDAS PARA BUENOS AIKER ESCALAS — São Luiz, Fortaleza, A. Branca, Natal Cabedello, Recifo, Maceió, 3, Salvador, Victoria, Rio Janeiro, Bantos, Paranaguá, Antonina, 8. Francisco, Grando, Montevideu e Bucnos Aircs. perado CAIMIPOS SALLES E nei ás sairá mo mesmo dia, 4 AVISO — Decorridos tres dias spôs mn descarga. a Companhiz não mento das reclamações | va APPA noite. de | tara «e Manaus Rio DUQUE DE calae. a 17 do cor Amminzem n. 3. de Manaus 19 do SANTOS Armazem n. 6, do corrente, sstirá E — am sen SANIDASR PARA MANAUF ESCALAS: — Santarem, Obidos. Parintira, Itner CAXIAS — Esperado de Santos e ca- “mA ANS EB CEMAIS INFORMAÇÕES NA AGENCIA Ia WN « rente. sairá após necessaria demora. Esperado de B. Ayres « escalas q aps necessaria damora, Amnazam n tomará conheci TELEPSNNR 175 do se destinarem a -Engenhano Agro, nomica). Geographia Geral; Chorogras phia do Brasil e do Pará; HSStoria da f Civilização; Historia do Brasil e do Pas rá; Francez; Physica geral; Chimica gorol; Phytologia. geral e zoologia gce ral; e) quo apresentarem attestaddo de terem feito esses exames em colegio equiparado ao Pedro II; d) que apresen tarem atiestado de comclusão do curso de Humanidade no collegio Pedro TI ou em estabelocimento equiparado. Para as inseripções a exames vestibue ) prestar todes as informé lares e para a matricula em qualquer um dos cursos (sunerior ou anmexo) os canldidatos deverão apresenter os seguins tes documentos: Attestado de vaceina anti varioica; idem de senidade; cortie dão de idade; certificados de preparos tivos“ou Curso Gymnasial, Socretaria da Escola de Agronomia da Pará, 14 de janeiro de 19360. HERACLITO PINHEIRO — Sotros L—-i6 — W.N. ——— eta O dama mem Directoria Geral da Saude Publica 3º SUBDIRECTORIA | TNSPICTORIA DA FISCALIZAÇÃO DO EXERCICIO DE MEDICINA, PHARMAGOHA, ODONTOLOGIA E ARTES CORRELLATAS Do ordem do Director Geral, esta ins pectoria faz seiente aos interessados, fos fazen ) Í U R À e criadores | | deiros de 2% a 5$000;-um peru”, um um cavallo om qu 3008000 e uma vacea, de 4004000 mil reis, mais ou 1 Deixar morrer um animal, fóra importancia de seu mente os insensatos assim As doenças dos animaes tudadas e conhecidas 1 am e para eo ; Vei rins Vos Laboratorios: Raul d] 506 da por teclinicos com ra productos - scientificamente dosad curas e prevenilas. O sa minima, de 4100 evitar O apparecim ent no aminal on -cural;o O animal doente, conservando e tra “ca aos outros e; juizos, Fo Ra Os animaes representam va pre maior do que a import cessaria para sua: | cão. verdadeiro patrimonii Os productos Leite são encontrad cas as boas ph mais um meio p: tir a sanidade uma boa colh tempo porque à tratada por crian soas idosas, end! ; Sead ompensado eraphos). Outrosim, torna plirmacias, d ro seu artigo 243 Findo este prazo; & | cumprir os exigen lançando mão dos culta a “ei, À NOTA — Na Tm teressados encontrarão, pediente, funceionarios nas. EO Visto: Dr. ACATATÍ NES, director geral. Dr. HILARIO GURJÃO, sub. U 12 1418/18 19:91 23 25 270 rir, ce “CARMELA” devolve DSO ras me RR

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