O Estado do Pará 14 Janeiro de 1936
— a “O ESTADO DO PARA' — ie tuts iii! Regula E NEED SRD DS DN cam = Vu queimar e js A descobertajdo micros e jobjectos sãoexaminados permite; 'Iquejse penetre no Dra: wlezembro— (Agencia Brasi, ello examinou a agua, )—Na historia da solencia, tem havi. fnhecimento com as bacterias. bs “acontecimentos que francamente po- flentes que tinham dem-ser comparados em importancia com | aquelle dia, a descoberta da America, por Colombo— / ampliaaor p: isso literardamente—porquo elles abriram novos mundos. Um desses acontecimen- tos foi, indubitavelmente, à descoberta A circulação do sangue, por Harvey. Outro fo! a descoberta da vitação, por, Newton. Um terceiro foi a pela Royal Society descoberta da bacteria, por Lecuwenhoek. | las foram presenteadas. Um quarto foi a descoberta da força mb- triz do vapor, pôr Watt. Um qui a! descoberta das onhas electro-magnet ces, por Hertz. =E-—em nossos Cias—um sexto foi à descoberta do radium, por | para Melame Curie. de de ver mais e mais desses infinitest Essas conquistas peçuanecem conto | mides stres. Não foi senão quando pinagulos isolados sobrepujando à pode. “rosa montanha de triuuphos sclentifi- cos dos tres últimos seculos. | Naturalmente, nem Colombo; nem Har- ves, nem Lecuwenhock, nem Watt, nem tóram levados a € Hertz, ou Madame Curie tiveram a mais jtos mais aperfeiçonios, rêmota idéa, naquelle tempo, da veikia» | cludentemente p veira significação do “que tinham des- | grandes trans decidi Gerações de. operarios sclenti. | tureza, taes como à decomposição e fer- ticos, todos utilisando o principio basi- mentação, eram acarretadas pelas bacte- lár da descobertk, forani precisas para | rias. explorar : ç sos, as bacterias. preencherem AS POTENCIALIDADES DE CADA DESCOBERTA mem a ver as bacterias. LOUIS PASTEUR ffeito com instrumen- tias infecciosas e contagiosas. dr seu todo, Ninguem, de facto, póde | entifica contra as enfermidades. tizer onde qualquer nova descoberta Mesmo desde essa época, péde levar. Porem, tanto quanto as appa- [optica tem enfrentado o pro tencias e: experiencias sirvam de guias, | construir microscopios de maior existem razões para acreditar que outra | ampliador. Porque toda niolestia é causa. descoberta acaba de ser feita na Allema- |ga por sua propria especle de bacillos, tnha.-Se ella demonstrar ser com as des- [e 'a primeira cousa a fazer na lucta 000. cobertas mencionadas acima, somente as |tra as enfermidades, gerações futuras poderão dizer, de qual. | bacilos que a provocaram, Algumas ba- quer. menelra, sabemos agora, fóra de | cterias são relativamente grandes. toda duvida, que ella abre para nossa ex. | tras são tão pequenas que no poliam pleração um mundo de cuja existencia | ser vistas com quaesquer dos instru- suspeitamos porem que, até agora, tinha- “mentos de Fasteur. Cada progresso na mos sido perfeitamente incapazes de en- | ampliação abre o trar. o que acaba de ser descoberto tem, por HORIZONTE DO BACTERIOLOGISTA a to, 0 nome de e faz com que a bacteria transixissora e | ULTRAULTRA-MICROSCOPIO. da molestia possa ser identificada quan- o até então escapava à qualquer pon Devemos dizer desde o inicio, que este | quiza. A instrumento-não tema menor semelhan-| Porem chegou o dia em que Os fabri- ça comio usual microscopio de “luz”, com | cantes de instrumentos sclentíficos tives o qual somos tão familiares. O novo ins- | ram de admittir que, com o microscopio trumento está construíio em princípios | de luz, eiles não mais podiam extender totalmente differentes. Todavia, esses|o horizonte da visão. Uma ampliação princípios são muito Tácilmente compre- | maior era inattingivel. Ao mesmo tempo, bensiveis, tendo-se na mente aquelles que foram utilisados pára a confecção do “microscopio oxiinario. Queadtem realmente o merito da des- coterta, do microscopio de luz. “usado hoje com tanto successo em todos os ra- mos. da pesquisa eclentífica e Indus- | visíveis aquelles bacilos. trial, «Dão sabemos. Como Topsy, parece. humano não podia ver com o micros- copi habitual, porque era impossivel ob- e QAniTo-de o seu co Todas as sido fabricadas ató eram muito fracas em poder ara attingir um mundo pos voado por creaturas de tão infimo ta- manho. Leeuwenhoek foi o primeiro ho- As lentes fabri cadas por suas proprias mios erwvm as tei Je gra- | melhores de seu tempo e logo adoptadas a quem algumas del. Leeuwenhoek não era scientista, Sua nto foi | razão, em dispender tamanho periodo de tivida á fatricação de microscopios—elle tinha cerca de 300!-era simplesmento satisfazer uma incuravel curlosicn- | AS IMMORTAFES INVEST.GAÇÕES DE que ficou con- E, não obstante, na maioria dos car tuncções | uteis na econdiria “da natureza, elias | são tambem a causa Je todas as moles- Essa des- coberta foi o começo da campanha sG- a sciencia tlema do | dade neste movo mundo fóram tambem polier | attingidos. E os bacteriologistas ainda é Identificar os | exis poria copiorele ectronico, no qual os “neio de raios cathodos, maxima obtida pelo uso de lentes de vi dros e capaz de ser vista tusnano. Porem existem raios de luzes conhe cidos da sclencia que são tão curtos que não podem ser vistos pelo olho humano. e têm, entretanto, o poder de decom procurar | um pelo uso clles decijiiram visassociação imais alto microscoplo ordinario, nexão com o | execminado. Assim, NASCEU O ULTRA-MICROSCOPIO chamado |lessa maneira porque era usa. do com a luz ultra-violeta, e que abriu um novo mundo inattingivel com O aus xilio do 'microscopio de luz commum.. Porem, no fim os limites de visibili. não haviam podido isolar e identificar todas as nacterias mortaes de cuja exis tencia elles estavam certos. Como não tiam outros raios (le luz conhecidos, de comprimento de onda” ainda mais curto, parecia que o limite definitivo da visibllilade tinha sido alcançaiio uma vez para sempre. Até que um dia descobriram o ULTRA-ULTRA-MICROSCOPIO. Esta grande conquista, tornada conhe- cida na Allemanha ha pouco tempo, é devida ao engenheiro Ernest Ruska, da Alta Escola Tochnica de Berlim, cujas pesquisas se tornara possiveis "com à ajuda da Notgomeinschaft Deutscher wissenschaft (Sociedade de emergencia para à promoção da sciencia allemã). O methodo de Ruska para solucionar o problema de augmentar o limite da visibilidade era audacioso. Elle absolu- ficou definitiva e positivamente conhe- | amente mão usava luz. O microsco- cido que muitas enfermidades mortaes | pj, construido cram causadas por bacillos; que o olho ralos cathedos”. Todo mundo está fa- dependia do uso dos puiliar agora com esses raios, porque muitos dos anmnuncios electricos, forma- ter uma ampliação bastante para tornaz | gos de tubos de vidros que espargem uma luz vermelha ou verle, são naiia Uma pessoa que ouça isto pela primei | mais nada menos do que tubos cathos nos” e que. elle “just growei”. Uma pessoa lra vez pode achar difficil de comprehen- | gos. Estes consisteyy de tubos de vidros ou “outra decidentalmente descobriu cer- | ger porque existe um limite para a am- nos quaes foi feito o yacuo. com um con. to diz como fazer as lentes. Isso devo | pliação obtida. Por exemplo, porque não | quetor electrico em cada ponta. Quando ter occorrido muito antes dos dias dc | seria possivel usar um.segundo microsco- Imperio Romano, porquanto Nero cos | pio para ampliar a unagem obtida com fumava usar uma lente feita de saphira, | o prixjsiro? Se fosse essa à solução, en» quando assistia aos jogos nas arenas, o | tão akimissivelmente não haveria usa Seneça descreve pequenas esrheras de | quer” limite para à visibilidade. vidro, “cheias de agua, como sendo cctr» Essa maneira de proceder, porem, não mumente usadas Pelos romanos como , auxiliaria. Porque quando falamos de ampliadores, - “poder enpliador”, queremos as * Posteriormente, outra pessia experi- | falar de “poder disassociador”, mentou o effeito de combinar essas len. |o poder dz uma lente que Enasia o tes de varias maneiras, e assim encón- | olho humano a ver como cousas separa- trou pela experiencia os princípios sobre | das duas linhas ou pequeno” corpos col. os quaes depende a alta ampliação. Em | locados muito juntos um do outro. se, resumo, verificase que uma lente muito | por exemplo, fossemos olhar uma colonia fragil é usada para foimar io é cha. | de bacterlas om uma lente de baixo po mada” a “Imagem-real” “do objecto examt. (der dissolvente, somente veriamos um mdo | “e então esta imagem é novamente | conjuncto unico sem tórma. Será pre eugmenteda pelo emprego úe uma se. |ciso uma lente de alto poder para fazer a corrente é lígalia, a electricidade per- e um grande jeultor, Na beira do tumulo de E bio Queiroz Lima, brilhante cul- tor das lettras jurídicas arre- batado subitamente á vida ha poucos dias, no Rio de Janeiro, cp ÁS co ad - Terça-feira, “4 do Janetrô — com o olho Blles são chamados “ralos ultra-violetas” pôr una placa photographica sensibili- poder de dos cai ultra-violetas, empregados em con- e com os quaes uma imagen seria lanças de em uma placa photographica a qual ado que multas da" poderia ser desenvolvida c augmentada fcrmações materiaes da na- para dar uma photographia de objecto CEEEESTE ia E À ud dor Ber dpor reinojdostultra-infinitesimaes da. A Toa vertmelha tem um comprimen- | corre o tubo, es alhando partículas car s|te de onda maior do que a laranja, esta regadas, a uma extrema veloaldable. do que a amarelta ou a verde ou a azul, Quanido estas partículas chocamese nos ti nquanto que o luz violeta tem o com lados dos tubos de vidro, produzem a primento de onta mais curto de que | luz. Pordm muitas pessoas que já viram qualquer luz visível. Pelo uso da luis | os tubos cathodos e ralos catodos al violeta, podemos conseguir a ampliação | gumas centenas de vezes, não os conhe. cousas invisíveis até agora-com o auxilio para nós é que esses ralos té um com primento de ontla ainda imais curto do que os da luz ultra-violeta. Assim, se pu dessem ser empregados para a ampliação obviamente nos possibilitariam para ver cousas invisivels até agora co o auxilio do microscopio de luz Uma cousa essencial não ex ainda sada. Dessa maneira, quanão os sclen plicamos. E” que as usuaes lentes de vi “ tistas encontraram v caminho bloqueia- dro devem sua faculdade de funccionar do pelos limites do microscopio de luz, *como amplidior á sua capacidade de ca- ptar os raios de, luz. Não ha nada de mysterioso nesta affirmação, Todo “mm do sabe que se um viiro queimado é pos- to à luz do sol, elle concentrará os ralos de luz, dlrigindo-os para um ponto, pelo que os raios foram captados. Infelizmen. te os raios cathodos não atravessam O vidro, de sorte que não podem ser fei- tos para convergir os raios para um pon- to, daquella maneira. De facto, o ultra-ultra-microscopio NAO CONTEM LENTES DE VIDRO Mas os ralos cathodos podem ser cas ptados com o uso de um magmeto ou por uma corrente electrica. Desse modo, ao invés de fazelos passar atravez do vi. dro, tudo o que se tornavca necessario era fazel.os atravessar wm annel, pelo qual uma corrente electrica. poderia atravessar. Este conductor electrico assim BANCO DO À PARA Os srs. accionistas deste Banco ficam convidados a virem receber, do dia 16 do corrente em diante, o 97 dividendo, relativo ao 2.º semestro de 1436, à ra- zão de 48000 por acção. Belem, 12 de janeiro de 1936. Pelo Banco do Pará Os directores: ANTONIO PACIOLA MANOEL MOTTA. RAPHAEL F. FERREIRA GOMES L. W. N.—12,713, 14, 15,16 e e e aa) não podem ser vistos a olho nu' da mes ma forma que as imagens feitas pelos ralos ultra-violetas. Porem como os ralos cathodos decompõen uma Bio photo graphica, é possivel tirar PHOTCGRAPHIAS COM RAIOS CA- THODOS No momento, difficuldades technicas impedem a ampla applicação desta nova descoberta. Por exemplo, os raios catho. dos apenas podem, ser formários em um vávuo, Elles não atravessam vidros '€ no ar, não são immediatamente absorvi. dos. Assim, somente é possivel usar o ultra-ultra-microscopio para exaimínar objectos que possam ser occultados den, tro de um tubo de vidro. Naturalmente, isso acarreta difficuldades pará a mani. pulação; alem disso, todo -o apparelho tem de ser delicajiajmente “ajustado: o mantido perfsitamente livre de vibra: ! ções, pois de outro modo a placa photo- graphica será prejullicada. Porém são meros obstaculos technicos: cujas solu- ções serão encontradas em tempo devido, O que o novo instrumento, quando aperfeiçoado, sigúificará como arma sçi entífica nas mãos de um habil investi. gador, é evidente do facto -de que o comprimento de oniia dos raios cathodos. é somente de cerca de 1[100.000 do. com. primento da luz visivel. Enquanto que o mais poderoso microscopio de luz co nhecido dá apehas applicações de cerca de 1.200: diajmetros, o “ultra-ultra” já possibilitou ampliações de 3.600 diame. tros, emquanto que as experiencias já demonstraram que ampliações de 30.00) | nesuava como uma “lente electrica”, sen. | diametros poderão ser facilmente obtidas do os raios- cathodos concentrados em | com o apparelho: actual. fóco do outro lado, justamente como os raios Solares atravez de uma lente de vidro. Com uma pequena imaginação, é -pos- sivel ver que, com apparelhos convenien- tes, seria possível usar Os raios cathodos a de vidro soffre mais ou menos uma afimf de conseguir O “poder disassocia- do"r de modo ainda mais alto do quo havia sido obtido com .o- uso de” raios de luz. Desnecessario é dizer que as Imagens - formadas pelos raios «cathodos OLHOS NARIZ — OUVIDOS — GAR- GANTA É Dr: Barbosa » Rodrigues “Com longa. pratí hospitaés europeus onde fez curso nas prin- cipaes clinicas de sua especialidade. Consultorio e residencia à Tua João Alfredo nº 6, 1o andar (altos da “Casa Primavera”). TELEPHONE: Nº 1:6-3-5 Refracção — Diathermia — Ele- | ctricidade Consultas diarias das 9 ás 12 € das ; 15 ás 18 horas E Too 2 do. E a teu da seiencia que orvalha no dese humidade que «ão fecunda. - O magisterio era o teu temperamento . Tinha a sua exhuberancia, essa tepi- dez de sangue do homem no, norte, que = | lestias podera escapar de nossas her) o — bb pps Alem. disso, existe uma outra Inipor- tante vantagem. -O- vidro: tem certos defeitos opticos que - são extremaniente RA de- corrigir: “Falando geralmen- , alguma cousa. vista- atravez de uma por perfeitas que - sejam as) 'rabalhando sem os vidros, esses distorsãs: tentes. E diria SOTAS Alma hawaiana dor Pequista de risadas de banjo e soluços do nar... alma quasi feliz, “instinetiva, imperfoita; como estrela, a fulgiss como febre, a “gbeintar. ata é Sombras de coqueiraes dormindo sobre' as ardido ; sob a tenda do «eéo muito azul, mais “azul que um sonho de amor ouíque-a vuga”que 'ondeia em quebrantos heris pelas praias do sul...» E Nas “tardes douradas, que a mão não descret, A cigarras; cigarras,.. : E ' quado anoitece, de. imanao, Té loves guitarras, guitárras.. - Rr) Ah! ilha:morena de mulheres brinas. criadas ao sol, á4 sombra das drnas, de fibras vestidas, de fiores tambem, | trazendo nos olhos dolentes, mortiços, pussangas, mandingas, encantos, feiticos - de mal'e de bem!. Ab! ilha crioula dos homens mest: oscar,” mais ageis, mais fortes, mais bruscos que: ha, de pele de bronze e' juzindo “de “oleo, : jogandoo “destino so. som do bandóleo, a ver de ai delles é ie ella ser É E. a oa essa posse ia noixos amantes: em, zisos, . em beijos, em ais offcgai sussurra, vibréja, languisce, se esv; , Ea lua, por-cima da renda; das palmas, . seu -philtro -de-sonhos infiltra nas almas, E hu sempre úma virgem que córa. e se enleia.. o E ha Pera uma Ada que : mureha e Bras “cãeo.s A ultima” guitarra mis udcesu mui. jó-nittalitio (a gentil. senhoras A E míacia Oruz, lo filha, do extincto capitão trniversário ná Zençide: Ramos, detiva uxiliar da Ph macia Cruz [5] filha: dogrnápeio: emp RE defeitos podem ser: eliminados. -Isto 6)o. muito importante no “ultra-ultra” por. que quanto maior a ampliação, mais é So accentuado qualg' defeito. / Ademais, como poder auipilador" de uma “lente electrica” depende da força da corrente circulando atravez do seres R electrico que torma a “lente”;'o o grão di ampliação pode-ser levantado ou pnras do instantaneamente, variando simples j mente a força da corrente electrica.. Assim, estanos no início de uma nova éra d.edescobertas, inaugurado pelo ala- vento do-“electrom-optica”, No, momen- to, a principal applicação pratica 5º) as pesquizas na estructura molecular dos E metaes. Porem existe uma. razoavel es perançs de que em tempo será possive photographar moleculas uistinctamente. Então, absolutamente NÃO HAVERA" LIMITE PARA A VISSIBILIDADE. nhuzxe só bacteria transmissora- de mo- race al: anitiça adido fat 8 O im Direito NE thcoria que fluctua, Din e esteril como - nuvens, brancas essas - boiando cm fimnaatento claro. | Pertencia ao systoma dos teus, affe- | ctos. Dos teus solidos e, inalteraveis rá Nascimento. a | uma festa Nec Soares E ao E Erê lente. Dessa maneira, c engran.|0 grupo apparecer como uma collecção ecimento do objecto, como é visto pelo | de cousas separadas. Ampliar a collecção | 0 deputado Pedro Calmon pro- |atrectos. Lo teu nacionalismo -Temo- tito e enraizado como aquella tua his- torica arvore geuealegica; do teu amor = olho. 'realizase em duas etapas. O mí. | nl] vezes ou mesmo um miihão dk vezes, feriu a seguinte oração : Eroscopio ordinário nada mais é do qua | nada revelaria de novo. uma estructura-de metal que sustente Bsas duas-lentes rigidamente na posição desejada, movendo-as para qualquer ladr |O PODER DISASSCCIADOR DEPENDE que permitta a figura mais clara e ac- DO CUMPRIMENTO DA ONDA centuada possivel. O microscoplo moder. no, coin todos os seus refinamentos é o de luz. Considerando o habito que for- resultado de uma longa série de melho. | mamos nós ultfmos annos, de falar fluen. ramentos téchnicos. temente sobre “wave-slenguhs” em conne- “Tudo o que nós conhecemos da bacte. |Xxão com o radio, deveriamos realmente Fiviogia-—s. consequentemente sobre a | Saber tulo sobre o assumpto. Mas, va- guerra Contra as enfermidades—é devtão | mos confessar immediatamente, muitos É Dose do apicroscopio ordinário. de nós não possuimos a mais vaga noção Como» já mencionamos, Lceuwenhoek— | do que realrente aquilo signífica. De Si ganhava a sua vidá como porteiro | IUalqguer moto, o cumprimento de ondar Fathaus, em Delft —- toi de luz representa somente billionestmos c É de um milimetro ide comprimento, em- Í DESCOBRIDOR DAS BACTERIAS Agora, em ultima analyse, quanto que algaas ondas de “broadcas- Ling” têm kllometros de comprimento. : í Joeuwenhosk tinhá mma” insaciavel [O ponto essenvtal para nós 6 FR aviso, com viria impaciencia afflicta, uma delicia Pct lentes, Achave | ma lente póde. capacitar a vista para | como à reclamado e esperado conviva vi usa em usal.as para | “istinguir dois objectos como cousas | do balquste em que se *distribuem 08 examinar try Ho o que o eniaad a o sol separadas, se elles estiverem mais pertoa =—<orpusculos sanguíneos de animaes, vin do outro do qu d » que uma on a da luz moscas, E a, pci de ou. | usada. Isso, como vêem, introduz um tras SRS ia dÊ caracter pouco |novo facior. Toda a arte cesmpliação rias cido Sra fornecendo-lho | nádiepende é escolha dos vicros usa ao 2 qual elle satisfazia a | dos para fabricar as lentes. she Ponta sr em uma serie Assim, O que os scientistas cxperimen. memorias vos. E tamente estimaltas | taram a pes uE, fo! trabalhar com luz do seis archt os entre outras cousas tcumprimentos «fe ondas mais curtos ain aro Abreu& Cia | 'MPORTADORES - SE sões e Counsignações de Eco de xarque plantino, café manteiga, sal, kerozene, phos- ê farinha de trigo, conservas - Assim como sortimento rimeira qualidade que £, procurando obter Preço no interesse e O N.º 158 TELEPHONE, 283 “Tombaste no teu posto, leal solda- do da Idéa! Cahiste pelejando. morte em plena e gloriosa Jucta. Não Atraiçoou-te q tivesto a distante o discreta agonia iln- terior dos timidos; mas o finí allegori- Fulmímcu o piquiá das Como elle, ro- co do forte. mattas um raio subito. jaste-te, no sólo que a tua sombra pro- tegia com uma tranquila e alta ma- jestade. Desta vez a escolha de Deus recahiu num dos mais elevados cimos da nosea cordilheira civica; preferiu- te, mestro purfeito, er te volhéu sem E premios eternos. quando menos —ai de mó6s! — ponciaves, guiamdo, qual piloto diligente ao barco fragil em ho- ra escura, o rapirito moço e a nlma jo- ven pelos rumos da Cultura. Não imistinavas, emimente prolessor, de direito politico, momentos antes de ter desmaiar wos olhos generosos à luz que distríbuias e de impnobilizar-se no teu peito o coração cançaido de commover-so pelas causas justas, que timilias na dimensão breve da existefn- cia, attingido a méta final. E ensina- vas... Os profundos e nobres ensina mentos de tua cathedra donde, como do divisor das aguas sobre a vasta plalnicie, obsorvalvas, em cursos diver gentes, rolando as ruidosas catadupas, os rios tronantes da justiça e da op. pressão, os mimancines da ordem e da paz, as corredeiras crystallinas da uto pia e do, ideal Capitão do navio da Lei, quizeste ser, no “mar de escólhos”, o mais, vi gilante, o mais attento, o mais fiél tua lição não era uma attitude, a tua palavra não era um devaneio, a tua lingnagem não «ra a voz convencional Queiroz Lima na vibração dos gestos imita as dis- torrão lhe sonancias caracseristicas do das ingenuas violencias que longe ficou, oceano verde entre palmeiras, á beira e junto do sertão enxu to; e espantava pela firmeza estoica, ia de de oujas bra algo heroica, da raça quem descendias, vergontea liberal uma nordestina em flôr velha arvore ra- mas cobertas de se depeudu- de gerações patrioticas! ram os trophóos martyrio e guer njuitas cólla a toda ra de Harpa dos sentimentos tradi mus cionaes, « ica no 80] em os rijos ventos que suspendem os alen A sabedoria A uma visão limpidamen- tos da terra brasiloira. dava-te uma visão brasileira sn bedoria dava-te te serena das coisas. E pinhas essa inestimavel virtude no serviço de uma noção humanissima do equilibrio o R - versitario direito que projfessavas não se perdia nos horizontes nebúlosos do Brasil iluminado da. coragem com que erxiticavas os erros e indicavas 08 de Tests. remedios. concitavas 20 acerto e iver- peravas as mialavolencias, nigonoso, im- el e logico como um juiz mo- corruptivi sobre ti delar; e da fascinação que exercia o sentimento da barmciaia so- cial, christã e criadora como um Te. flexo das indisputaveis verdades que antes descem, como a Lei primeira, do céo para o mundo, do que sobem, co- mo às nossas supplicas e. am quetiais, deste valle do lagrimas para-a pieda- de Divina!. Euzebio de e É Lima. mestre en- tre os múis dignes das insígnias de cosduetor de juventudes: que" ónra vais | consagrados ao os teus Justros ministerio: ha quairo mlosmo — sagraldo companheiros de jornada, a Congrega- cão da Faculdade de Direito da Uni- versidade do Rio de Janeiro, a tua Es- cola vêm posternar-se do pé de tua se- pultura: amtecipando as homenagens que dovem á tua memoria illustre é prezada. y Interrompeste a tua aula para com- parecer. prematuramente, em face do Julgador que, segundo o e- nos méde no céo com a mes- Supremo vangelista, mia medida que houvermos utilizado na terra. Levaste sôlto nos labios o Vo- cabulo que é a tua propria sentença: Justiça... Tu já começas q obtel-a maul o chão voraz que tanto amasto te re- cebe o corpo inanimado; e é em nome dela que te dizemos: A saudade que conservamos de ti é n é queriamos. confissão da do é o reconhecimento do muito, falta: que nos fazes, a lembrança bem que te que va lias, é a irradiação de tua propria bon- dade, mestre e nmigo quo nos deixaste tão cedo!” zenda: € suo | esposa, d. 0.0- tilde- “O mata'icia te recepeimará infbiacas “Faz annos hoje a: scnjrita” Tape | : professora, Pes na ed Decórre oje O animivensário “ metalicio aitagenso “Movis;* filho” do” sr. - João mário ss Ace] “Faz “anmos, oie a menina Olinda, ha do sró k ) Désoire at a dita nte as. so! -nhorita. Ameéa sado filha, « Mi; “guel Araujo. as sz Está em feitas, hoje, o lar do'sr. Rãy, mundo: iAraio “Pinho e sua esposa, | dona “Anna Nives Pinho, pois faz an dos, nesia data sua filhinha Therefinha %* e ZE ISTAME SÉ HOJE MAIS O SEGUINTES: DAS SENHORAS: Canvargo da Cunha o Silva, vita Muna” va do s:. Antovios Gomes da Cuoha.. — Esmoraidink Lisboa Bentes, esposa | bens, e que, do-sr. Luiz de Almeida Bates. - prétiso re Thereza Lyra Castro, esposa dv sr | alida op Medico.: ret Thegio Anão. Pereira do Castro, Tune” "7 Por ie 2x melhor defesa rio fed: DAS O NHORTTAS: Zenaide Santos Ramos, flhada v iu | casos “dê Griap ; Catarrho, Escrofula, va Maria Dinorah Rosnos. ; d dn — Marianda Bacs jar do Carmo, filha à cença, é 8 afamad si. João Bacellar do Carmo. Pautauberge”. Os DOS SENHORES: tos tonificam é Mincel Simões Pereira. especialmente ER ; —Emygulio Gomes a Abreu. me a tossé, evita DAS MENINAS: ulmonares. Estan , Osmarimo, filha do sr. Airtlrur Rabele E appetite e fortalece.- lo. á — Orlandima, filha do sr. José Fer- A afamada Solúçãt berge é adoptada: pelos prert “O. preço modico é : de todos. (Approvads Ss. P. sob o. nº nandes de Brito. ax Daconreu, ont siontem, O anniversario motalício do piloto Hozana Jcsé dos Sane tos, detualmente a: mmandando o “* Aviso Tocantins” , piemtoncente 20 serviço adude neiro do (Estado. e 4 Aulas de: musica, piano, pinturas, é artes gre co ER a A — mm me a á AsSsita mesa atumnnos “no: = Pare * oa ( nstituto D. “Bosco o. eo iipren » “Telep fone, | 25: ni Teve reverse
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