O Estado do Pará 12 Janeiro de 1936
esmo RE % “ANNO XXV is qu, cg e STADO DO PARÁ RRCRATTONSO JUSTO CHER CAIXA. POSTAL, 2 » A — —— em = ET Redacção, administração e officinas - — Trav.Gampos Salles, 130. Gg, — Ss NOVA YORK, 11 — O roma cs que o governador Hcfmonn prepara-se = 20 dias q execução de Hauptmanm, seja. Ee tum. hoje, do Tribunal de Perdões, El entretanto, que o Tribunal manterá a. — (A.B.) : rei tgaaa RIO, 11 — Elevam-se a mais de um mimo. e contos os creditos votados em 1935 pela tados. Entretanto, não figuram nesses NT nTÉ or - BRASIL — PARA —— BE LEM — Domingo, 12 de Pano de 1936 PE a ES ANTAN NA - MARQ UES “End. Teleg. EST: voura. — (A.B.) APARA” RIO, 10 — Foi descoberta após varias diligencias el Ida Gurtzníen. como embaixatriz clandestim rj polícia D general MANOEL RABELLO Sen foi afastado do commando RIO, 11 — Foi demittido do Outros, porem, affirmam que commando da la. Região Mili- | à demissão foi em consequencia de uma entrevista que o referi- tar, com séde em Recife, o ge- E Ee-| do general deu em Recife, na neral Manoel Rabello, sendo no- E poderes do paiz. Aa DO da 7a.RegiãoMilitar occasião em que alli chegou de volta do Rio, entrevista essa tida como inoportuna pelos altos (A. B. e) meado para substituii-o o gene- ral Newton Cavalcante que, por esse motivo foi exonerado do commando da 8a- Brigada de In- fantaria. (A. B.) RIO, 10 — Proseguindo na sua Os y A bra, o governo ultimou um amplo e RIO, 11 — Ainda não se sabe Drofuado plano de combate, dedão qual a causa da demissão do ge-l 4 não se em multiplos aspectos, “ás neral Manoel Rabello do COM-;q;as extremistas no seio do prole- mando da Ta. Região Militar, no | tariado nacional, organizando um co: qual foi substituido pelo general Newton Cavalcanti. Alguns affirmam que o gene- ral Rabello pediu de modo irre- É os sua sahida de Recife. mité de assistencia contra o communismo. O primeiro trabalho peló mesmo já realizado é a impressão de cem mil copias do disenrso pioferido pelo JE EAROICA TOMOU 0 bonde errado !bonemnado à morte mas fica até o fim Dor conter q verdade Es RIO,11 pe Os chefes o movi-& ERA e Rs — Os melos intellectuaes e E: : J g É Jornalísticos commentam o acto do gos mento extremista do 3º R. 1..| ; Não houve acccorão to verno da Bolívia condemnando á morte — capitães Agildo Barata, Brasil| o soldado boliviano Carlos Meira Aragon, e propaganda “e Alvaro. fouza que se encon- nenhum porque escreveu um livro de realidade e mocionante sobre os horrores da guerra ONDRES, 11 — Fo-%| go chaco. - TP, na madrugada de hoje foram desembarcados e levados á de- - legacia. auxiliar da Policia So- “ cial. Os tres rebeldes estão fóra “ das fileiras do Exercito e após ia ouvidos pelo chefe da sec- da Ordem Politica foram dentais á Casa de Detenção, onde aguardarão o veredictum REF RS - da justiça. O capitão Brasil por to naval, terrestre e aéreo. occasião de desembarcar e to-| 4, (nto “mar O auto rumo á casa de de- | eee rem tenção dirigiu aos policiaes a se-| Punição de officiaes guinte phrase: “Eu tomei o bon- de errado, mas agota fico com mento do ministro da Guerna que os te elles até o fim”. (A. B.) E ar nentes da Aviação José Pontes, Beme- rs + jicto Alves Nascimento e João : ' ram desmentidas offi- ciosamente as. infor- mações do “New York Herald”, segundo as quaes os Estados Maiores francez e inglez chegaram a com- pleto accordo ' no que diz respeito á conclusão do pac- Aragon escrevem durante sua perma, nencia num hospital, onde lhe foi am= putado o braço esquerdo. - Os mesmos meios criticam a barbara sentença, dizendo um matutino que se Aragon tivesse escripto um livro talvez sobre pornographia ou flôr de laranjas para meninas romanticas tivesse recebi= do mm premio, mas a Bolivia não quer que se saiba a realidade do Chaco. (AB.) tram presos a bordo do E .. es 4 ++ +... ++ 4 4-4 44-46 €! 1444 —4—+— STIVERAM, hontem, pela mas em demorada conferencia com o dr. José Malcher, governador do Estado, no gabinete de s. excia. em Palacio, os srs. major Ribeiro Saldanha e coronel José Coelho, com- mandantes, respectivamente, da 8º Região e da Policia Militar do Esta- do re | | ra ia <a mem Grassa a paste das cadeiras nha, RIO, 11 — Tendo chegado ao conheci. Osallemães vão commemo- Secco Junior, no interibr de um bar em Curytiba, promoveram um grave 6 far a reconquista do Sarre sério disturbio, aquelle titular, em a- * SARBRUEKEN, PIC Estao 6 Xen viso dirigido ao director da Aviação, Jizando os ultimos preparativos para à ipleterminou -que esses afficines (fossem : mães ds j presos e recolhidos ao Estado-Maior do nos bovinos dos Fommemorição condigna no proximo | =, Regimento de Aviação, unidade o dia 13 do primeiro anniversario da ; Ê que pertencem. punpes volta de territorio do Sarre ac dominio 'Ão commandante do mesmo Regimens allemão. (A. B.) sm ——= to, major Ignacio Loyola, o director da fviação enviou as necessarias instruc- RIO, 11 — Por um telegrama recen- te do director da Candelaria Nacional V a ES A cões afim de ser instaurado o inqnerito | qa Rincão, no Rio Gramdo do Sul, cero» ae casar-se miss compotente a qne serão snbmettidos 08 | nel Silva Rocha, o director da Remonta Universo de 1939. officines já chstigados. (A.B.) teve/a prave Botipia; (lá que estariaigras- Re e — TT | somo aii nos rebanhos particulares io ; consul da Italia, sr. Ettore | gas redondezas de São Borja a epidemia 4 ponto, ALEGRE, 10 — Rea. - Minniti, pediu-nos, em no-| chamada pesto das cadeiras, a qual já pescg* liza-se a 25 me da Embaixada de seu paiz,| havia atacado regular numero” de ani- q do corrente no Rio de Janeiro, a publicação | maes não =6 do governo, bem como dos ç o enlace ma- da seguinte nota: ! proprietarios das estemcias. Immediata- trimonial da “São completamente falsas as noti- mente o coronel Rocha empregou os gen ho ri ta cias divulgadas pelas agencias telegra- maiores esforços para debellar o mal Yolanda Pe. phicas imglezas e norte-americanas so- communicando'o facto aos ministros da + rei E bre um pretenso amotinamemto de tro-| Guorra e da Agricultura e & Directoria eso pas alpinas de partida da cidade de Me-| dos Servicos Veterinarios. Universo em ranao (Italia) para a Africa Oriental.) O ministro da Guerra determinou que 1930, com o Egualmente são falsas us noticias de urgentes socobtros if odbem fenviados:h0j: q capitão Ho- uma pretensa fugida de cidadãos italia- para: São Eoria. “Nos aviões! do: Correio nos do Alto Adige para a Baviera € é i meto "Souto AtrcoMilitar, ató agora, foram remet- Dt iniA . Austria, e tambem destituidas de qual. * Yolanda Pereira. Oliveira, que quer fundamente são as propaladas no-| tidas mais de mil vaccinas anti-rabicas, . serve como que estão sendo empregadas nos ami- gyiador mo Correio acreo do ' Exercito. (A. E.) tícias de uma avançada das tropas e- thiopícas no Tigre e aquella phantasti-; maes que contrahiram o mal. ca da revecupação pelas tropas aby ssi- Dada a estranha mancira' da trans- ) nias da zona do Tembiem*” missão da peste das cadeiras, que 6 imos A aee 5! sm + Deputado Martins e Silva O governador do Maranhão appella para osíseus . adversarios no sentido de. ser restabelecida a pai no Estado RIO, 11 —- Está no cartaz o caso maranhense. As sympathias geraes à cham-se do lado do actual governador, que fez um appel.o aos seus aidversarios pare um entendimento no sentido de resolver a situação no momento, *em proveito unicamente para o Maranhãt, O “Jornal do Brasil”, fazendo com» mentarios, diz que a bôa doutrina: está ao lado do sr. Achillos Lisboa, « favor do qual já se pronunciou a Justiça E- leitoral, esporando-sb agora m decisãu da ultima instancia, a Suprema Côrte. — (A.B.) a arm Tratado commercial que se extende a varios paizes 2. RIO, 10 — Attendendo ao que ex- poz q ns Biro do Exterior, o titulur da pasta da Fazenda declarou aos chefes das repartições subordinadas ao seu Mi. nisterio, para seu conhecimento e devis dos fins, que os favores do tratado de commercio entro o Brasil e os Estados Unidos que entru km vigor no prazo referido na circular mn. 44, de -16 de dezembro de 1935, são extensivos a to- dos os 'demais púizes que aasignaram € mantém actuslmento com o Brasil 'em tendimento concedendo reciprocidade de tratamento incondicional e ilimitado ao da nação mais favorecida. (A.B.) culada no sangue pelos morcegos, reccia- se tambem que o terrivel mal se propa- « gue Ss (A. x Propaganda contra 6 ira O comunismo * aos habitantes das zonas infectadas + que Stalin enviou “tambem & as a, para agitar o "a o feminismo vermelho mo Brasil. Continúa de olhos voltado para a politica paraense FORTALEZA, 11 — Os jora naes dão curso ao seguinte tele- gramma recebido de São Paulo a respeito da passagem alli do major Barata: < “Sigo para o meu novo posto Eru sa near P= AR et 60] dr. Getulio Vargas na- entrada do Anno. A campanha empregará nos seus trabalhos a imprensa, o radio, o cis nema e outros meios. O paiz será dividido em sectores, calda um entregue aos: cuidados de um sub comité. Conferenciará com o dr. Getulio | hoje. para tratar aa propaganda con+ tra o communismo, o deputado Mar- | tins e Silva. (A. B. ) MINA DE PETROLEO “numa fazenda paulista | 8. PAULO, 11 — Segun- do noticias . aqui vehicula- das, foram descobertos indi- cios de petroleo. numa far" zenda nas imediações Cidâde: O proprietario da fa- zenda está concertando o plano de pesquizas. (A.B) | DOS ss eso... Dezenove navios inglezes | rumam para Dalmacia BELGRADO, 11 — Dezenove navios de guerra inglezes procedentes de Ale- xandria, com a tripulação total de 7.000 homens, visitarão os portos da Dalma- cia em meiado de fevereiro. (4.B.) E o quo 2 CR poa Serão proclamados, hoje. os candidatos eleitos a 30 de novembro, no 1º Circulo Eleitoral ' Sob a presidencia do dr. Au- gusio Rangel de Borborema, juiz da la Zona Eleitoral e pre- sidente da Junta Apuradora de Belem, terá logar, ás 10 horas da manhã de hoje, o acto da pro- clamação dos candidatos eleitos. no pleito municipal de 30 de no- vembro do anno findo. Serão proclamados os verea- dores da capital e os preteitos e vereadores dos municipios de Santa Izabel, Castanhal, São Do. mingos do Capim, Ourém, Iri- vuia, São Miguel do Guamá e A- cará, todos pertencentes ao lo circulo eleitoral, com séde em Belem. f i O acto é é é publico . disposto a trabalhar de accor- do com os regulamentos do Exer. cito e obedecer as ordens do comimando da Região. Vou mos- trar ao povo do meu paiz que trabalho tanto na frense da tro- pa como na administração do |. meu Estado. No commando de um um batalhão muito ha o que fa- zer quando se tem vontade de trabalhar. Entretanto, conti- nuarei de olhos voltados para q politica paraense, onde deixei companheiros dedicados. No mo mento em que os companheiros necessitarem de minha pessoal. estarei prompto a assumir qual- quer attitude em bem do Fará E! | (e) q NCIDENTE, Ansiedade pela morte ' “de Hauptmann : rá proferida, hoje. re: 4 solvendo a sorte de Erató É - Hauptmann. Este ainda a: “ clemencia do Tribunal de: Perdões do Estado de Nova. Jersey: — (A-B.) & q que s. exa. o sr. “dr. José Malcher, governador do Esta-| ria de Agricultuna. nosso companheiro. João Motta e sr. Floriano Pampolha,| exoneirados dessa repartição a 31 de de- zembro do anno findo, contarem, o primeiro 13 ansos de ser. t viço publico e o ultimo, 17. POR 58000? S. PAULO, 11 — Foi preso em Sorocaba o individuo Pedro Paes Camargo, que em 1923 ma- tou a mando de um politico, em Tatuhy, Aureliano Mascare- nhas. Praticado o crime, o as: sassino recebeu do mandante 58000. (A- B.) tm Discutindo o augmento | de preço de gazolina S, TAULO, 10 — Os proprictarios das garagens e demais revendedores de gazolina, reuniram-se afim de es- tudar a situação da classe que julgam deante do augmento do Os garagistas insustentavel, preço do combastivel, estão dispostos a arrancar as mangue: ras e as bombas para deixar de servir 4 freguezia, visto não ser negocio com prar o producto a preço alto e verdolo pelo preco do custo. (A. B.) =—s === —— A Er Globo» Sergipe vem fazendo contra o executivo Estado, está sendo preparado pelos seus diz-se informado de que em “virtude de' 17 Municipios, UL ERA eai E baçiro dispense da ou seja e. — 5 E nonicas modulações que os tliseos ar- (Especial para O ESTADO DO PARA") rancam das palmas e dos flabellos; gra- sa o-ruldo que as cigarras estridulam sob um ralo de Inz sa copa das arvores; assignala o flo sensacional desse canto AULA BARROS é um | :ã poeta singular, na fórma e no fundo; mais síngular ainda pas ideias porque tradoz, na sonora ca- deneta do verbo, as vozes amazonicas, díspares, contraditorias, irrequietas, se bem que reaes e belas. pesde q seu indo livro * eMotrakitan” recontando alem des nossos lindos o ta pagão que o yrapuru” desata na flores ta; estereotypa a evocação radiosa da cunhã ao embalo da rede. E” emfim um mago compositor das árias anonymas que vogam no ar. Em todos os lances do Paula Barros ouve-se no cone terlo. Os signos, ns estações, as sombras, o silencio, em montadas effegantes, rom- “Calendario”, São de symbolos na pem do selo floral do caravanas patriottcas moema de pulario das ioamíabas, os sens amores, ri njáp barbaro e sonoro, as vozes mais | tmulto confuso de altas aspirações ci- Os seis costumes, a sua vida original é) oppostas. A pedra encantada «as tea. vicas, exquisita, que o nome de Panla Barros, | míabas, amuleto culo fascínio polariza b, O derradeiro livro de Paula Barros, camo uma flamula gloriosa, paneja nOS | se ne amor e na MHhberdade, merece, do Theatro Escolar”, jola de curioso ar- ventos da lterstura, O amuleto verde Vestro mirabolante de Paula Barros uma | tista é de fundo didáctico, todo erabu- motivo do rythmo e da sortida orpheonis | verdadeira rajada de sons, tído “de sabedoria, e representa, entro os do bardo paraense, anima, dentro da No “Calendario”, outro llvro do consas uma formosa creação valores poetlcos, imedade intrinseca da pedra jade, as ma- | vrado nedo, de parte as admiraveis ilus | pedagogica. O volume inteiro, numa doce 4 a a da lênda, trações do proprio bardo, ha um surto ore | expressão infantil, remiúrca as faces po- A Íres 4 “a shapsodo, toda enfesonada | epestral de trovão, um volumoso movi. | vedricas da imaginação de Paula Barros, pas, vibra, na claridade f catia » abra jar tes fantasias, mas de sã ã Tp mento wagneriano de notas em tropel, paz de abracadabrantes fanta , E m que 60 Rio lago walkiria e centauros galopando na | capaz tambem de ingenuas aquarelias. solar da cidade de gran, de Janeiro, on acóries travadore"% Sa | sranicie morna do Equador, Perpassam destas pingas, sem plectro E, rondas equestres na faria das cayalens z a musica da natureza, às SM dus ventão ao Sento, caminho do nurs. Desde o palco de representações esche- mado no volume e archigeciado para dilas tar o horizonte dn escola primaria, até meme os versos Victorias Regias, encerrândo o que as estrophes do festejado cy- tantos são os tomo, tharedo prendem o leitor, emblemas escolhidos no selo da nuatu- reza. O “Uruá”, assumpto folklorico musi- cado por F. Fercira Lessa, é uma reminise cencia tapnla do mollusco na planicle. O seenarlo do urnã, selvi A rta, Jardim, recortasse no painel di m trovador que fosse no mesmo tempo naturalista, capaz de fixar num drama zoologlco n comici dade fabulística dum mollusco falando, Mas surge de livro, da cantando, phHosophando prompto outro quadro o “posa dos Vemo O côro dos marinhel ros, evocando o “batel da esperança”, enche o ambiente de silvos aquaticos, que rodeia o alumno, seja de natureza <«THEATRO ESTOLAEÉE>» De Raymundo Moraes No capltulo onde cantam os relojociros e as horas, continua a perpassar a alma da criança animando e redolrando o poe- ma, A musa de Paula Barros neste livro dedicado ao estudante de primeiras le- tras envolve-se mum alvo manto de sim- plleidade; dir=se-la que rebaixa para obter, junto da inteligencia precoce do a atmosphe- se atumno, um ar doce e casto; de pureza denuncia o psychologo re. colhendo os garrulos disparates. O Bone: quinho de Giz, em cujo acto entram em Jogo n esponja, o quadro negro a mes gua, reflecte ainda a inclinação de Paula Barros parn esse genero difficil de pren- der q attenção do menino com Os pro- prios objectos que maneja. A simplicida- de encantadora de arrumar as scenas expressões de bordo, ventanias do largo. 'mais futeis por intermedio do material pressão « a metade da intervenção | federal. narios a Carteira de Redescontos e o limenta esperança quanto à + do, resolverá, amanhã, em definitivo. EN thedra, se eituação dos funcciciarios da Direçio- do: não obstante) ue o govern + re % j > f Ao. Ses E: OSSINTNG, 10 penitenciaria, de $ estação de rasenso ca fa enda S Mateus. A fixação cx aa sua vlie- gada está sendo aguardada to. O presidente 2 5º deverão viajar nin ditar. (A. B), totalidade morta, seja de concepção fabulística, res trata o bizarro processo do rhapsodo, e, talvez, o preceito de Plinto, que se re. ferindo aos antepassados, dizia não se haverem instruido apenas pelas ouvidos, mas pelos olhos tambem (Afranio Pei. xoto-Noções we Historia da Educa- ção”). A ciranda da Senhora Dona Sancha, as Asas do Brasil, o Sonho de Pedrinho são outros tantos* motivos superiores do ese tro de Paula Barros, Obra ajustada à ficção e à realidade, o seu palnel dra. matico, adaptavel ao espirito infantil, é sempre o resultado duma ideia sadia, Os moldes desse trabalho, espíecie de thca- tro de brinquedo, revelam a projecção de Paula Barres em estudos didacticos, nos quaes se affirma como um mestre de raros predicados, sem a preoceupa de o ser. Voltando a admirar sua terra. a poeta encontra na alma da multidão e principalmente da elite mma graúide re. verencia pelos seus canticus embebidos de innacencia, 10 em nabo e ] ta o sentimento alle: corado de rendas e alteluta de symbolos úde a graça e a nobreza asa a E compositor que tambem é frecha e a cornamusa, EA rio e a tangaças aansas” totem, os sapos verdes matupás cinzentos e a ty periantans ondulantes e ox € rentos, massam € repassani mas da grande obra de Paula: de navegante, a rede me quidos fios de prata que o em todos os sentidos my se na menina dos olhos di Je colorido 'mirabolante tem sombrio da malta, a do cén, o curso pardo sens passaros, suas mus suas estrellas, suas dores « emtim que vive na hin
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