O Estado do Pará 10 Janeiro de 1936
dada re 'OESTADO de Harry Berger Innumi "ANNO XXV, ad ea ? 5 a e “NUM. 8.272 gencias effectuadas pela Ses E 1 virtude das declarações feitas or Alipsetor-—APFONSO JUSTO CHERMONT oRalaeção, administração eofficinas fra Camper ao 130 Ii Pede eer ae SANTAN MARQUES A MTE pp e B) o gi 1 as GAIXA POSTAL, Ea * BRAStÉ — PARA. — BE LEM Ra Sexta” feira, 10 de a de 1936 End. Teles. ESTAPARA” OO OO OS EVER TEARS «Não tenho do! das ameaças do K mintern. Não me vendo por ie apa Gm te. Nesse documento, interes-i são do conjuncto da America —————. | sante sobretudo do ponto de vis-| do Sul”. Diz que creou sua con- EJ EE Bu ; [A ta sociológico, Luiz Carlos|sciencia revolucionaria nas devastará o mundo Prestes, levando suas preten-! massas, ao mesmo tempo pre- sões á infalibilidade, começa di-| parando o ambiente politico pa- zendo que sempre sustentou pe-| ra a mentalidade nova. Ahi está rante o Komintern a these fun-| sua obra na articulação dos syn- damental de que qualquer golpe | dicatos, “que se acham inteira- de Estado no Brasil estava fa-| mente em minhas mãos”, embo- dado ao mais absoluto fracasso. | ra a maioria do proletariado não Lembra que em 1930 seus com-, tenha ainda consciencia disso. panheiros condemnaram sua at- | A segunda etapa foi a organiza-) No Texas — Estados Unidos titude de repulsa á idéa de to-! cão subterranea que necessita-| — constituiu-se, recentemente, mar o poder. Diz que teria ac-' va de uma fachada politica: | ua mova seita religiosa. ceito uma Interventoria ou um Dahi a A. N. L”, verdadeira d pe ME pe E SRS SETTE Ministerio, mas teria sido des-| fachada politica. No seu traba- Ernie pd Pe dão prestigiado, perdendo a sua lho commetteu o erro de deixarl o céu prepara um. novo diluvio “aureola”, á qual se refere or-; de apresentar o seu nome pu-| para castigar a perversão da gulhosamente. E acerescenta:| blicamente para a presidencia. | humanidade actual : “O que me esperava, caso to-| Acredita que “a inepcia dos di- Aproveitando sua popularida- masse attitude em 1930, era a| rigentes da A. N. L. compro- den ode cem dollares cada um, um logar na nova Arca de Noé, que pro- jecta construir. A embarcação — diz elle — (Continua na 4a pagina) Luiz Carlos Prestes | FRIO, 9 — Em sensacional re- Portagem, “A Batalha” publica. “uma circular secreta que Luiz Carlos Prestes enviou a vinte Sompanheiros de confiança; com Biídata de dois de dezembro ul- tima, após o fracasso do levan- & RIO, 9 — Ba alea Nação», pela, presente 1 a seguinte a formula. apresentada | lamento, que. ara o accordo gaucho: ção do govem — Será creado um Secretariado “a Ad dd do Estallo comia funcção de coordenar varios departamentos da administração, dando-lhes uma orien tação harmonica é uniforme; 2 — O governador d do Estado no meará o Secretario Geral, admittindo suas indicações para a nomeação dos demais componentes do Secretariado; Sec) Secretariado, sob a orien- tação do Secretario Geral, ou do se cretario seu substituto eventual, é com A politica paraense nos commentarios de um' jornalista carióca 4é pia perda do prestigio do meu no-| metteu-a logo no nascedouro.” me. Peior ainda: ficaria fossi-| Em seguida, Luiz Carlos Pres- lizado no Brasil, preso á questão | tes mostra quantas vezes resis- politica do paiz e perderia a vi- RIO, 9 — Falando sobre os poderes discrecionarios, o jor- nalista Ricardo. Pinto. escreve no “Diario de Noticias” um ar- | tigo no qual critica a “actuação do deputado “paraense Ar gostinho 4 Monteiro, po- (Continua na 3a pagina Epsauisação las policias militares ãos s o q Esta 7 mo de discor- parecerá á á Assembléa para prestar . dia na politie informações e esclarecimentos que fo, cá Ceni é E : E A rem solicitados e encaminhar à vota» Poet, A o ea Fe pp E ao pis E ção das medidas pleiteadas pela ad |. R a + Era, ministração publica; k Xp Hu Sal d 0) Iica E ETO SDL: 4º — A demissão do secretario ge E) d 0 JTOSS 0. gtlho pes- ral acarretará a demissão colleetivo || soal. Diz que do Secretariado; . 7 iciapg 1 b “h T q Os. Ra 5º — O Secretariado organizado am em d E! Ê nho pretende REESOC Sem Eresae y LA E 4 envolvidos nos A, ) $ 6 apito... PESCA aa Accordo na politica , guas | turvas Ê Eu ne t a mentos” da novembro RIO,9 — O Em do Brasil» imo a táligi o maranhense: copio sobre alvinda a estu capa: 10 governador Beriedicto ” sega stado e substiwuir 0 dr- E ) “o sr. Mario Correa, goVermagur de ã a Z, — Cinco deput Mmatiw Grosso, perguuta se'elle acre. Valladares victima Jósé Malcher: O sr. Ricardo| S. LUI 9 — Cinco deputa- RIO, 9 — No despacho do| uu que seus adversarios sejam tão | de ligeiro incidente Pinto acerescenta que o sr. A-| dos “governistas compareceram, Ministro da Guerra, hoje, 'entre | 'N&“nuos e estejam ainda dispostos a Sosiinão enc REAR a lea-|poje, à Assembléa Legislativa. io seu novamente rahidos por quem com erança da sua, ancada porque, És - tado a En didi, dado RR e lueza tau BELLO HORIZONTE 9 — Na estra- aa queria a orienta- O E ssar a patente | cruel Já 08 trahiu uma vez. da de rodagem daqui SD , | ção. Agora, pretende com po- om Ê É do posto de segundo tenente ao ea ISS ur pano Re a Rea e de Pará, | res discrecionarios governar| A attitude desses deputados aviador Carlos Brunhswicik, en-| no do sr. Mario car do BoveR; Eoverntmenta), chocou-se em | um partido organizado com €s-| impressionou os meios politicos, volvido nos ultimos teci Clodao ca ual nin HR BE E RS ão estonel. Tdalino, Ribeiro, co-|itatutos, cousa. simplesmente ab: antevendo-se proximo accordo e : RIAA ARO q guem tia um Ch] nilacido | politico do municipio de Sali- | surda. Termina dizendo que o Ê ; E mentos daqui. (A. B.) til, pois tudo quanto os commercian- k ' nacificação da politica mara- ay ; CB: tes fornecem “6 com o pagamento à | "a9s Do accidento, sahiu ligeiramente sr. Agostinho quer fazer como E (6) os. | RIO, 9 — O minist d vista. Ha pouco, o governo precisou | contundido numa costella o governador o major Magalhães Barata. En-|nfense. [mea ee Pata Pe 7 G Distro 48 de 200 pares de botinas para calçar a | Benedicto Valadares cujo estado é ins tretanto, para imitar o major 7” Pazer um amnuncin noste jor-. Ro . é alia ns verra, de ordem do presidente | Força Publica é abriu concurrencia. ||. : E? Barata, faltam-lhe algumas Jal é ter um lucrç proximo é contrá os grevistas : PSC da Republica, nomeou uma com- | Os fornecedores, porém, preveniram teiramente satisfatorio. (A.B.) qualidades. CASEB: Sur certo. terminará O º CE O TO ara enormes | RIO,'9 — Encontra-se nas | miss que o pagamento era á vista, no mo» ER == = mãos « do presidente Getulio Vas ão composta do general) mento da entrega, sem o que nada o projecto le lei teor dei Silva Junior e coroneis Basilio | feito. “pando as policias ficares: dE Rae e Renato Paquet, vara Read ai aa E as Pe ar parecer sobr: si = , S qu lquer protesto, s não css é do Distrito Federal, a sobre a situação dos a Força Publica caminharia a pés appróvado pela Camara na ulti- | Officiaes, segundo v artigo 136[ descalços. — (A.B.) É ima legislatura. Começa à re-| que notifica a Lei de Seguran- ã E ess a Er por . considerar taes | ca, relativa à expulsão dos of- Diplomados o prefeito ma op era 1 ne o ações com | eo, E E Ar ficiaes implicados nos ultimos Da de de São Caetano e 187 da Consiituição da Republi- | acontecimentos. (A. B.) e Odivellas Interessantes considerações feitas pelo deputado! Martia cacem seguida define sua com) oem | Pes ar. sody Momengro Dare (e Silva, em entrevista concedida ao “Diario, "de Nuticia Petencia encerrada em tres ali- Posto em-liberdade prosidente da Junta Apuradora de Bra- : neas.. ; gança, foi communicado ao presidente Fo) Ey ] os DO amo ni do Sinanal Regional. IDltaa haver Salario minimc e o horarioídos “serviços public: / co ) . padre sto pho Serra fexpedido diplomas aos candidatos eos E” em pública de accordo com as RE cargos de profeito e vereadores do mu- R jão d d à Auctorizado para falar em samente bateu palmas ao movi- ge de vista, norqu is vigentes ; Re nicipio de São Caetano de Odivelas. eunião de governadnres nome do proletariado» nacional, mento, no seu entender. convencido de ua | B-Garantir o cumprimento S. LUIZ, 9 — De ordem dof Pelo Partido Progressista Odivelhen- EE e : é Marta Silos + — Nós que de iacto, sentimos | communista não: at iderá rei da Lei de Segurança a insti- | Ministro da Justiça foi preso 0| cd Sel A ri dr RIO, 9 — À Sa pe RSA ES F: as aspirações da massa traba- | vindicações do tuições exercidas pelos poder padre Astolpho Serra, sendo im- PR SE “pri Decal E confirma uma nota do «Correio da 5 o Dal dl hmsta, atravez das suas reaes Somos par demais: constituídos, e y aditamento - solto em te Apae dd erra, iodo vei Noite» de Porto Alegre a respeito de | fiima ao Diario de ng dd necessidades diz-nos aquelle | da nossa liberdade, A dictadi O go * 6 Abtender a convocação de ter ficado demonstrado a sua nha, ses. Manoel Firmino Rodrigues, | Uma proxima reunião dos governado: | que o communismo no Brasil é côngressista; não-admittimos: a pibletaria teria no Brasil S [Macario Antonio Favacho, Ratmiro Oe-| res aqui, a convite do presidente Ge- | apenas uma visão c-entia de al- ipbothese de ter havido por | mesmos cffeitos da. Oppress tdo governo federal nos casos dg guerra ou commoção intes- tina, sendo 4 lei de mobiliza- ção. Co Finalmente, a Jei manda “rear o montepio do pessoal e Lorporações, determinando que as contribuições respectivas no Districto Federal e Acre sejam arrecadadas a partir de lo de Janeiro, corrente. (GA So Bit) Vae ser suspensa a cen- sura à imprensa ÃO PAULO, 9 — Sabe- se que, hoje, ao rece- ber collectivamente a imprensa o presidente Ge- tulio Vargas reconhecendo sua attitude patriotica,, mandará suspender a cen- 'sura, (A. B.) não participação nas activida- des communistas, tovio das Vhagas e ui Camdido Mon- teimo. a A A União Popular do Pará elegeu estes rorcadores: Pedro Alcantara Marques, Cypriano Antonio das Oligas e Antonio Francisco das Chagas. A população recebeu satisfei- tissima a noticia de sua liberda- tulio Vargas e accentua a importan- cia do conclave caso o mesmo se rea: lize, pois as cincumstancias impõem uma acção cohesa e uniforme no com- bate ao inimigo commum. (A.B.) guns intellectuaes sem o menor concurso dos' homens, propria- mente do trabalho. Um ou curro operario iu trabalhador disper- NES — aero rmmonemn Db e actual crise na politica macional pode perípita mente ser classificada como Uma crise de ca- de. (E.), racter ncvrotico, hysteri- co ou cousa que o valha. O paiz não está dividido por nenhuma dissidencia na apreciação de nenhum problema fundamental, Nenhuma ques: tão social ou politica separa a nação em dois ampos. O que ha é uma agitação provocada pelas paixões politicas, pelos [crise? Porque a opínião publica of agi despeitos, pelos interesses e pelas ame» | tada pela imprensa. bições. Assim, querendo a lwaprensa, mnova- E a inprênsa tem uma grande parte | mente o paiz torna e entrar em coms nessa agitação, gmprudentemente provo. pleta calma, cada, Porque si a imprensa o quizesse, Em ultima analyse a crise política do no mesmo dia estava liquidada essa cri- | momento mostra a deticiencia do cultura se co paiz normalmente entregue á sua |e de senso de responsabilidade de nossa vida de trabalho e actividade, de que | parte, de todos. Porque não temos como necessitamos fundamentulymente nos Estados Unidos quinze milhões de Ora, a imprensa é o verdadeiro gover- | desempregados. Não estamos como a no hoje das grandes nações civilisadas Italia asphyxiados dentro de um terri- Porque sendo estas compostas de ho- | torlo em que não cabemos. Não temos co mens todos cult intelligentes, o que | mo a Inglaterra a rosponsabilidade de um governa um paiz é a «ua opinião publi) Imperio que se estende pelo mundo ín ca, a que não podem deixar de se sub- | teiro. Náo vivemos como os russos de- mletter os politicos c administradores baixo de Czar bolchevista. Não temos Quem faz a opinião publica diaria- | como os francezos a ameaça permanen- mente é a tnprensa, Porque estamos em * te da revanche allemã, Não temos qu fome não Le de quasi todos os oulios paizes, uão temos o in- mos os desempregados verno que augmenta a affílicção. Vive mos folgadamente. Todos os Sperarios- encontram Tfaéllmente serviço À gembam até mais que outras classes de intelle- ctuaes. Porque estamos em crise politica? Ex clusivamente porque todos falam exces- sivamente e ninguem sc entende. E em consequencia dessa agitação mental, sem fundamento em uma questão seria ou problema grave a se resolver, o que acon teceu é que os communistas, vendo que nós dos partidos liborses dejuocraticos não nos entendemos, resolveram tomar conta do palz para subordinal.o às ins. trucções e no governo de Moscou. Para Tesolver todos cs problemas bra- A. responsabilidade da imprensa Mario Pinto Serva lRetros basta simples uvente bau senso bom humor. Mas em gar deoss de sobria e calma, attitus malor parte dos politica, a brasileiros, na imprensa e na assume uma attitude de hystericos, de energumenos, e em consequencia o paiz se encontra caracteristiza pente em um ataque de hysterismo collectivo A vida no Brasil hoje é o ideal do mundo. Não temos nenhum dos proble mas gravissimos que perturbam insolu velnente a vida dos vutros povos. Temos as leis mais liberaes dv mundo. Nada precisamos reivindicar O vpovc agora nstá de posse do direito de escolher quem bem quizer para todes os cargos publi cos Precisamos agora ser um povo que ra ciocina, que fala sobriamente, que re que soffre o povo: russo ! dito até que 0 conges das cidades e à campos seja um dos bem seguros: dessa inde cia nata do brasileiros parte dos syndicatos de classes qualquer sympathia pelos suc- cessos desenrolados no paiz. E' francamente explicavel o meu flocte, que pondera que considera sen- satamente as cousas. . Precisamos deixar ser agitados e energuimenos. Si toda a imprensa brasileira resolver zesolver ter a atti ra RSA phenomenc que. vae lapando a nossa vida econom havemos de chegar: (Continua na da paga) * de assumir outro tom, tude sobria, prudente, o tom Ge quem ra ciocina calmamente, de quem tem uma noção exacta da responsabilidade, no mesmo dia temos o paiz inteiro em com pleta calma, e no mesmo dia terá cessa do a crise que ahi está, producto de um hysterismo colleetivo Qual é o problema iusoluyel na situa ção brasileira? Nenhum. Mesmo a ques tão dos impostos, não ha nenhum delles O “Correio da Manhã a United Press 19.9 -- 0 “gra pede ao gor, que, verificado, o respectivo excesso, não da Manhã” vossa ser supprimiído ou alliviado por Ea jerno investigár' com! A imprensa precisi, pois, crear | um todo o rigor os motivos por novo ambiente na naciconalidaae intei ra iniciando o tom salmo sereno, de que a United Press man nha uma estação de rad clandestina. O jornal que lifica o caso de espanto lembrando que a United” accusada de fomentar “di cudias, (A, Bd pese quem raciocina com uma Noção exacta de suas responsabilidades, de quem sabe que neste mundo cada acto e cada pala vra tem uma serie logica de consectários implicitamente nelles contidos. Em sum ma quem semea ventos colhe tenmpêsta des. Os actos, os pensecrentos e as pa lavras calmas e raciogindaas zm a attitudes, tambem, enhinbs em todos o mesmo Qin rod provocando “ E
RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0