O Estado do Pará 09 Janeiro de 1936
QU RL TRATA * arvore, que nos parecia vigoro- sa, amarelece totalmente ou ape- nas sobre uma parte du tama- gem, é signal que está anemica -ou clorotiça, aim Essa atfecção se apresenta em innumeras especies de vegetass, e principalmente nas arvores E ivtiféras À clorose é devido a uma infinidade de causas: ex- cesso de: humidade, falta de agua, solo ou sub-solo empobre- cido, sub=solo impermeavel,-solo «improprio para, determinadas “especies de arvores, terra 'exces- sivamente calcarea, ataque:con- tinuo dermsléstias, etc. Desco- brir a causa:é, ao mesmo tempo, encontrar oxemedio; mas como o remedio varia;não é possivel fa- ver-se um-tratamento de conjun- cto. Eis porgiienos limitaremos t aqui à uma: das causas: — “a clorose calcarea”, A planta-angmica necessita de “clorofila: (nome “dado á materia verde que-se-encóntra em tódos « Og seus tecidos -exteriores, prin- cipalmente nas folhas), A cloro- fila tem umypápel muito impor- tante na nutaficao da planta. Se a quantidadeihecessari a falta “aos tecidos das plantas, a seiva não é elaborada em quantidade sufficiente para suprir as neces- sidades' da planta e a proporção “ue a clorofila vae faltando, a planta torna-se anemica, e, por fim, morre. “O FERRO, MEDICAMENTO CONTRA A CLOROSE | Contra a clorsse da axvora, principalmente a-calearea, o fer- ro é um medicamento emprega- “do. ha muitos amos, pois, em 1840, Mr. Ensebe-indicou-o opara | combater a anemia das plantas, heuve quem contestasse esta tor- ma de tratamento, mas iss>, sem “duvida porque as*applicações eram mal administradas. Duas - são as formas de-se-empregar o sulfato Je ferrd sado su 1.º) Externamente por meio de irrigação sobre a folhagem, devendo a solução: ferruginosa ser fraca, para não queimar. Esse processo. devido a pouca quantidade de ferro, torna-se miroso o tratamento, precisando repetir-se essa applicação in- nuneras vezes. 2. º) Distribuindo-se os cristaes é ferro pela terra; ou dissolvi- Ei RP nas aguas das regas em solu- ção fraca, até produzir Os seus | effeitos contra à clorose. | O exito depende da forma de administrar o medicamento. Na primeira forma o effeito - é quasi que preventivo, quando em começo da molestia, tornan- do-se nienos efficiente este p.o- |: cesso quanito mais adiantado se- dá o estado dasarvore. - APPLICAÇÕES INTERNAS E EXTERNAS “Não tendo, embora, o mesmo effeito, eis aqui um processo para o tratamento . Anterno cu externo, conhécido na Franca un OR RR MENTO das arvores anemicas o e mt e rt e que consiste em se applicar o sultato de ferro em forma de caiação, av em vez da aspersão ; isso nos Vinhedos anemicos. Puepara-se uma solução assim constituida: PARA ARVORES NOVAS Agua—l.000 c Sulfato de ferro—250 grs. PARA ARVORES ANTIGAS Agua—l.000 c Sulfato de ferro--450 grs, Dissolve-se o sulfato de ferro em um balde até perfeita disso- lução: Applica-se, então, com uma brocha, á medida que se golpeia com um fação levemente as arvores ou videiras. Essa 29- plicação ao mesmo tempo que faz penetrar em parte o liquido nos. tecidos da arvore destroe tambem os parasitas, A faculdade de absorpção do sulfato de ferro e seus effeitos, são ainda mais accentuados adi- cionando-se a solução qualquer materia: oleosa. Eis a formula: Agua—1.000 c. Sulfato de fertige-250 grs. Sabão negro—150 grs, Dissolve-se separadamente q auttato de ferro e o sabão negr agitando-se bem as duas solu- ções antes de sá servir. TRATAMENTO INTERNO “ “ O methodo de tratamento in- terno das arvores, pelo sulfatu de-ferro, foi experimentado com EE de proveito pelo entomols- gisto russo Sigismond Mokcels- [%, sob uma forma or iginal, de um tratamento interno por meio de. injecções ou introdução dos saes directamente nos tecidos dos veizetaes. O processo consis- te, apenas, em injectar no tron- co ou em um ramo da arvore uma solução de sulfato de ferro. ou mesmo o sulfato em pó, A seiva ascendente dissolve os saes e distribue-os por Loda a arvore tornando-a vigorosa, A applica- cão está ao alcance de todos e 0 material-consiste numa verruma ou trado, sulfato de ferro em pó e resina de enxerto. Com a ver- ruma ou trado de 15 milimetros de diametro, fura-se o tronco da arvore até o cerne, acima do Solo, 60 centimetros, em direc- ção obliqua. À direcção da cavi- dade-tem por finalidade reter melhor os. saes de ferro, do que no sentido horizontal. Depois de limpa a cavidade, introduz-se 10 a 15 grammas de sulfato de fer- rro em pó, embuchando-se com um pedaço de páu, e em seguida 1 fecha-se o orificio com resina que se usa para proteger os en xertos. - Os «resultados obtidos com esse tratamento são deve ras interessantes, restituindo à arvore anemiça a saude e o vi gor. As folhas amareliadas tor- inam-se verdejantes, como se não tivessem tido nenhuma “affec- ção, O cloreto de sodio “na alimentação das aves As opiniões divergem sobre És conveniencia, ou não, de se administrar 6 sal de cozinha é ás misturas das aves. Estão todos de accordo «em. um ponto, que 9 sal augmenta a postura. O busilis está em, saber qual a quantidade,-porque ultrapas- fado um certo numero de gram- mas, as perturbações digestivas se manifestam, sendo a diar- réa um dos primeiros sympto- mas. Se una ave ingerir quatro srammas de sal “commum de uma só feita, “ou mesmo úm pouco menos poderá morrer in- toxicada . À Observamos a morte de oito frangos Rhode Island red, em Cachambi, de propriedade do John Troutman, por terem ingerido regular porção de fru- egmentos de bacalhau saigado. E” commum, nas fazendas, se pôr sal no côxo para o gado, utensilio que-em geral fica ao alcance dos galinaceos que ha- bitam os curraes; como conse- 'MPORTADORES - AENAZEM DE ESU —., Commissões e Counsignações Tem sempre grande “stock” de xarque plantino, café “ascucar, arroz, feijão, banha manteiga, sal, kerozene, phos- phoros, tabaco de Bragança , farinha de trigo, conservas e bebidus de todas as qualidades. Assim como sortimento completo de todos os artigos de primeira qualidade que vende a preços sem competencia .” Acteitam consignações em generos, procurando obter do committente, fornecendo o melhor preço no interesse e do) conta de venda irmediata. » RUA 15 DE NOVEMBRO N.º 158 END. TEI.—VINA TELEPHONE, 283 TS e rr e e ORAR RR RR Quando a felhagem de uma! pelo processo do dr. Rassiginer, Pr - agr to ti A COLA LARA! 609": merecer =D AE cai) a s, em geral os de assumpto, norudamente. Os Com raras excer trabainos Jterarios à proposito qualquer que se oceupum de agricultura re seus | | correlatos, comquanto 10uv resultam quasi sempre de complicações aveis pela mtenção, , sobre complicaçoes ma nuscadas em tratados phaes escriptos em épocas menos remotas, trazendo individualista de seu autor, dos, deste modo, ensinamentos oriundos da observação pratica, ix cões que deveriam acompanhar pas rallelamente »s selentifi- cas experimentaes e dahi a propaga» ção de numerosos processos substi- tuindo, irreflectida e prejudicialmens te, as praticas emphaticamente “ditas rotineiras! Contra essa anomalia e regra ger ral, seguida sem analyse de rácioci nio, à cultura da laranjeira como a da bananeira, que estão na moda, e mais avultam como fonte de renda, os noviços deveriam se precatar, sob pena de fracasso certo, Cumpre ac: exescentar ainda e com pezar, que dentre taes trabalhos sobresaem os de autores nacionaes. C. Rolfa e ou- tros analystas experimentadores res conhecem e condemnim tães ensina» mentos, Isto posto passaremos a de: monstrar de que lado está a razão, delrontandorse os processos techni- cos, áquelles oriundos da pratica do lavrador da terra pela experiencia de longa actividade agricola: comecare. mos pelas terras cujas propriedades constituintes e especializadas a pras tica nos ensina a reconhecer pela colioração da vegetação, da humida, de e do clima (sim, do clima sobre- tudo), como sendo estes dois ultis mos factores, a nosso ver, os prepons derantes em quaesquer culturas, pa: recendo nos ainda, de pouca ow ne- vhuma influencia, a constituição geo logica das terras para taes ou tags culturas, pois 'que se observam a cada passo, optimas e pessimas plan tações, em terras de todos os pa: drões e altitudes, desde as: compos- tas exclusivamente de areia branca, até as terras humosas de alluvião é as de variegadas. côres: roxa, ama: rela, vermelha, ete. (na cultura. da laranjeira nas zonas de Campo Gran» de e Nova Iguassu”, constata se essa assertiva). Esta proposição “é tla- grantemente contraria a tudo quans to a respeito se tem consagrado, mas que possamos aflirmar escudados em longas e penrosas experiencias em va, xias zonas do Brasil, Teremos occasião de narrar um fa» cto concreto. A seguir trataremos dos processos culturaes como ponto prin: cipal desta exposição, por ser de summa importancia pava aqueles que ainda: não contaminados: pela -<mor dermização» do amanho-das terras desejem iniciar-se na lavoura, justa. mente seduzidos pelas possibilidades que actualmente os produetos-agriy colas exportaveis em escala ascenr dente e multiplos nos offerecem cos mo vivaes do café, do assucar, algo» - dão, ete, Classilicaremos em 4 aspectos as terras csua vegetação, nas áreas destinadas ao plantio da laranjeira, de que especialmente. nos vamos 0cx cur, ou melhormente, que no mó» me vimos vealizando: terras do muita virgem, terras de capoeirão grosso, de capoeira fina, de pasta gens e mixta. As tres primeiras, de vegetáção maxima on minima e do viqueza de solo rigorosamente pro: porcional á densidade desta, são preparadas pelos processos fêchni: cos, modernos, em uso e abuso, pelo medo. seguinte: «rocagem>, bada?, «queima?, «destocamento> e “remoção? de toda a vbgetação es cape do fogo e alli secularmente vis vida, pago em seguida, desembaraça: e monogras mais ou o cunho relega- os as realizaçõ Ea o TA Di api AT VD ED dn to e a aC ii Saia «derri- CVOS DE GALLINHAS DE R PLYMOUTH ROCK (CARIJOB E LE GHORA 3 DE AVES PURAS IMPORTADAS Vende ANTONIO MARTINS JU ap RUA 15 DE NOVEMBRO, q6 — =———— - O processo que sempre adoptamos e (E os, Obstuculos, ú aração dus terras, da a area de todos os proceaer se re. volvendoras, para que assim, pobrecida, ração, esterilização conses quente, como adeunte se vera, rece à planta que indisiinetamente lhe destiné (!!) com quer de uma lavoura intensiva e ex tensiva de grande vulto, por. terras accidentadas ou planicies, quer como fôra para parques ou jardins! Deste processo resalta desde como absurda a destruição systema tica pelo logo e pela picaréta, de toda. a vegetação que, vinda de su perficie e do sub-solo, deveria rein- tegrar se terra, donde procede, na suecessão ininterrupta de nasci mento, vida e morte, enriquecen» do-a mais e mais como «terra vir: gem», de todos os princípios orgas nicos de sua constituição, della Te cebidos em continua permuta de esforços mutuos! Neste ponto é fla grante a contradicção da technica quando cria e prescreve o emprego da adubação verde (!!), mandando eliminar, exactamente a melhor é uatural adubação da propria terra. E qual o grande objectivo a que tal operação se propõe attingir?! Apenas o barateamento do custeio anual da plantação, pelo processo da lavoura moderna! Ainda não é tudo. A acção do arado na terra assim desnudada de sua vegetação, traz á superficie a terra do subssolo que, como sabe o mais bronco lavrador, não é vegetal emquanto não impre- gnada dos principios azetados da atmosphera. Ora, junte se a isto a ausencia da vegetação calcinada q removida e mais as grandes des ressões que a arifanca de tocos e es deixaram no solo e tersseá nitida visão de uma bella e authen- tica lavoura moderna! ; “E como o justificam Os adeptos deste barbaro processo? Naturalmente confundindo o pro: veito do baixo preco da mão de obra das machinas agricolas, aconselha. das de facto, cm determinados ca- sos, com o sacrificio do terra, da lavoura e do elevadissimo custo da mão de obra invertido nas planta ções e dahi a systematização"daquel- le processo, tanto aonde elle é como não é aconselhado! Vejamos agora-se-não é mais 127 cional e aceessivel á comprehensão em, Lanto pelo custo aa ope: como da “ba se o eeto, ass se logo na por ahi além se depara para tirmal.o, e que consiste no seguin- te: roçagem, derriba, rebaixamento ida jangada e seccionamento de toda a vegetação, de modo a cobrir, to. talmente, a superficie da área, e fa. cilitar a marcação em linhas SINE» tricas, a abertura de covas de 80 x 40 de fundo, substituida, por esteril, a terra do subsolo e, por fim, O plan» tio. cons. Goneintios laes serviços iniciues de “uma Plantação de laranjeiras, permanecerá esta, cerça de'6 a 8 me- zes inteiramente entregue á clabora. cão da natureza, sem nenhum. dispen: dio com capinas e Toçagens, visto que a vegetação rasteira natural da terra e a proveniente de outras pro: cedeneias, trazidas: pelo ventos, aves, annnaes, etc., não-germinarão na superficie da terra coberta pela espessa camada de vegetaes, então em; periodo de decomposição e, con: sequentemente de terra, Tertilizando-a | | | | | retorno á propria e daplicando lhe a produetividalde.., | Allegam os adeptos do processo contrario que os obstae ulos creados pela quéda da vegetação, impedem o transito de machinas alrricolas e dos operarios quando nas, colheitas, es- quecendo ou jenorando; que nos Prlso, amaro 0990€CS99009099099900 quencia de tal zstado de coisas. os envenenamentos de duas, tres ou mais aves repetem de cada vez e lá vem sempre a mesma caritilena : — já des: pes- te nas gallinhas! Uma dóse de sal, que so nóde! usar para aves adultas, que não deve ultrapassada e pelo contrario diminuvida desde que seja. notado algum disturbio, é se ser 180 grammas para 45 Xilo- erammas de mistura secca ou ração balanceada. —- (Do Bo- lei de im da Sociedade Brasiloir Avicultura). EEBRera TA RREES colheitas o: de) meiros 2 annos não ha sobretudo que dentro deste periodo, ção, toda aquella volumosa vc haj integr: mente á terra des- esa tão em dec compos icão, rein» corporada, embaritçardo a dos obstaculos a su» perenriquecendora. Na cultura dos bananaes, as co leitas verificam-se dentro” de «um ano. da plantação? e são realizadas os 1SSOS ha cerca 50 America Central — perfeitamente bem e proces usados de annos, em Santos WE na narias, amaica, Tehppinas, el “absolutamente, de Impugnem ete iguaes à Que descrever, ainda, os serviços Terras e culturas — culítras praticas J. SAMPAIO x-plantador da Casa Hortdania) cupiuação, a mão, durante o evclo nao comparando u n1 | nhana dessas despesas em relacao a quantidade e ao valor da laranja e sobretudo aonde mais clama — com da plantação, o custo da plantação, que poderá se expressar em 5 contra 18 ou 20, isto * que emquanto uma poderá se rea» lizar pelo preço de 58000 por uni: dade; evitar-se gastos como roçagens durante os primeiro-6 a 8 mezes e finalmente attingir-se, de inicio, exi o, nã inversão do capital, numa ten» tativa, a outra, não ficará em menos de 18 a 204000 por unidade, pois que só o destocamento, a ração e O tempo gasto na preparação de um alqueire de matta virgem, não-eusta- rão menos de 12 a 14 contos! Considera-se, pois, a idifferença de juros. dos capitaes invertidos em uma e outra e o maior prejuizo em caso de insuccesso . Ainda mais: as possibilidades que, logicamente se prevê, de futuro, em quaesquer tentativas, no caso, o vas tor de laranjal formado, por mil unidades que, a 20 contos, está sendo estimado, nominalmente, esta possibilidade e desde O inicio esgotta. da e a não ser a rendã annual do luranjal, em caso de venda do mes» mo nenhuma vantagem mais adviria ao proprietario. Entretanto, voltemos ainda a con- trapormos ás razões alegadas quanto u conservação das plantações, de- monstrando que os obstaculos apo tados como impecilhos ás capinas, mecanicas, terão desapparecido - den tro de 2 annos e que o adiamento destas despesas “que a natureza nos poupou, | favorece-nos, reduzindo ao minimo o deslocamento da pequena percentagem de madeira; de Lei que resiste á acção do tempo. Porque sa: be-se que a quasi totalidade-das mate tas é composta de madeira branca e mole, irresistivel por mais de 2 an- nos. Nesta occasião, E b então, proce» derseá ao destocamento e em se-! guida a aração, à uma profundidade de 15. a 20 centimetros, revolvendo: | se a terra, a arado, quanto baste pai ra permittir o uso : carpideira, ob-| tendo se assim o mesmo resultado, procedendo este servico, por proçes. 0 mais racional, barbaro. et! Ainda a proposito das carpideiras mecanicas, cumpre assignalar que, em geral, tulos laboram em erxo | & Plantio, em setembro, como igual» quando atribuem a este appareiho | mente decorreram favoraveis os dois | ( a propriedade de <capinar>, quan» | Annos de uma e outra plantação. E/!: do, na verdade, que não admite con, que o clima de São Paulo, a mais | de mil metros, sim | € 0 de Itanhaem, na altitude de pou- co mais de 0, definhou-a. testáçã (30, à sua "funeção é pura e sim- plegménte «preventiva», mas elficiente, de facto, contra. a ger- minação. das hervas indesejaveis, jn. terrompendo:a, custo de mão de obra, póde ser usa. da. Tem tambem à prdpnedade al- | darem que de Campo Grande vae k tamente vantajosa de porejas as| 2 Santa Cruz, verificará em suas margens. decebas consoante: a estação, e ve.| com a Estrada Rio—São Paulo, la- hicular o ar de que as raizes reti-| ranines carresedos de fructos, plan» terras para enxugal-as, ou hume: ram O oxygenio para formação dos tecidos da planta. Referiremo-nos, finalmente, ás tere ras de pastagem e mixta, destinadas a culturas, quando devem ser ara das, ou não, consoante as Plantações que nellas se pretendam realizar. Para a formação de pomares, pro«| bens, e que, para conserval-a, é ceder-se-á do mesmo modo, a prin. cipio indicado, do-se de plantas de longa existen. cia e fixadas em distancias de cin- co metros e pais de uma á outra, o afofamento da terra se obterá com o maior diametro o fundo das covas. Ágora, se se tratar de outras cul. furas annuaes, como as de cerenes, gramineas, leguminosas, tubereulos, ete., ahi sim, a aração se faz mister com absoluto xvesultado, pois que -as plantas se avizinham. mais .e mais umas, de às poutras zatés das casos em AÇÃO «andar. “as feiras que se procede por semeaduras e, como em geral são terras esgotadas pela rotação DESTINA bação das culturas, a ar uso da machina systematica, cão e a adu mtensiva, o pouco valor culturas, consideradas para” compensar economi co de taes hoje geralmen» pelos icultores como prejudiciaes e só convenientes quando realizada Hividuo te de individuo a in- (pequeno lavrador) na pias tica-das chamadas polyeulturas. Linhas aci a externamos nossa epimião a respeito da influencia: do clima nas plantações, opinião firma da no seguinte caso: em época apro I planta. | matta vingem, em priada, me de setembro, mos, em terras de áquelle processo menos da metade da noss pela freguencia| ccão de laramjeiras, em terras, ou mi com que, em A de seu baixo| lhor, em areia pura. visto como, tratan-| cialidadea. acceitas pelo Corpo | houve absoluta igualdade de proces E) A | e Ene criadores PALAVRAS es UMA DAS AUTO: de 2$ a 54000; um pe RIDADES MAXIMAS EM VE: | um cão, de 58000 à co TERINARIA NO BRASIL— neiro, um porco 0: O PROF. DR. OCTAVIO um cavalo um. DUPONT, CATHE: 3004000 e * uma, DRATICO E mil sói ; DIRECTOR DA ESCOLA DE VETERINARIA NACIONAL «lº com real prazer que deixo cons siguada a optima impressão por tudo 9 que me foi dado observar na visita | € Para ella a) que fiz com os alumnos da Escola | dos Nacional de Veterinaria aos Labora: r “technicos torios Raul Leite, ra productos. chi Nas diversas secções notei os mul. seientificamente tiplos cuidados scientificos, a tech» Curas e preve dis nica escrupulosa, todo o apuro, em | S& Minima “8100 & summa, na confeceção dos seus pros evitar o | ductos. no animal om cu Merece particular attenção a parte, O animal “doen: referente aos preparados de uso ves conservando ; terinario fabricados em installações sa aos, proprias, sob .a direcção de pessoal juizos. Z technico autonomo e com os quaes ni esses Laboratorios estão resolvendo | problema de vital importância para o Brasil, *Congratulamo nos como dr. Raul| Leite e com os scientistas chefes das varias secções, pelo progresso de el n.. levada finalidade dos Laboratorios ie que têm o sem nome e que são portos dos os titulos motivos de orgulho pas ra. a medicina e industrias brasileir Tas. Rio de Janeiro, 26 de agosto ão 1935. (a) Prof. Dr. OCTAVIO DUPONT, TOLO ANTMAL DOMESTICO VA. ; LE ALGUMA COISA — ELLE | ADOECE E CURA-SE CO. | MO AS PESSOAS | ; Um pinto vale pelo menos s 300 réis; uma gallinha, um pato, um n marréco, ' ni Sao Paulo, a uma PLANO si a 1.000 juétios, milho caio sel “cionado e obtrvemos colheita “abun- Aeptiisida No anuo Semmilnão cão de Pei isç ainda, Pêlo: p cesso. da queima das mattas, ár do mesmo milho sell donas do que lhe fornecemos e, com su preza, porque esperava grande co: lheita, como nos suceedera, ção de São Paulo. Nos dois e: so cultural: matto virgem, queima ajudou a plantação Do niesmo modo, o caso da produ Quem passar pela estralla de ro: logo anós o cruzamento | ago em areia pura! “Mão DEVE ESQUECER | — gm US mergem da cris Que a anude é o primeiro dos inverno ou nos:d | midos, têm. , preciso empregar somente espe Medico, tino ed Por isso, a melhor abtesr nos casos de Grippe, Tosse, Bronchite, Catarrho, Escrofula, Convales- cença, é a afamada “Solução Pautauberge”. Os seus elemen- tos tonificam todo o organismo, especialmente os pulmões: suppri- me a tosse, evita as complicações pulmonares. Estando fraco, abre o appetite e fortalece. A afamada Solução Pautau- berge é adoptada pelos hospitaes. O preço modico é ao alcance de todos. (Approvada pelo D. N, 8. P. sob o nº 3384). Ja: dae a das. flo | Nectar pdicda Eres ne tomar 1 Obra 'das Damas de E SÃO VICENTE DE INSTITUIÇÃO BENEFICENTE ARCEIDIO SE'DE SOCIAL:-—Basilica de-N: 5. do DIRECÇÃO: — Dr. Moraes, TELEPHONE — sam Diper mins eis) oo Collecta dos objectos super OBJECTOS SUPERFLUOS, em bom estado d não retos ou quebrados que, rosorvados para a Obra de Panlo, constituem o pão, o tecto, a alpabetizaçã relíriosa, moral, civica e profissional: dos nossos É sorte: Merge er Artoráctos de metal, madeira, cellvloide, borracha, Livros, registros, r vistas, jornaes, Ternos, vestidos, sapatos, chapéos, etc. Moveis, machinarias, Tocomovela, ete. Vidros, garrafas, frascos, Eid ato. : Retalhos, mostrnarion, upa de uso pessoal, É : Madeiras, metaes etc ns . revaim iam im im mim im mma
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