O Estado do Pará 02 Janeiro de 1936

O ESTADO DO PARA' -Quinta feira, 2 de JaneirJ de 193W OS :,:LC ;.A IVI . p ,O: 5 ~"~~~~~ ~~~.!~~'! 1 1 O preparo d o solo]~ºs fa~eJdai,._:- 1:~r:sª~:;~~~~~1e~~:%~-1ºt::.:1'.I~'. %~:t~~u·:~ ,~1:\ 1 ~:~is'\:~~::~ pa .,a o a .,.,oz t 1 !:";.a_ e~, cr1auora ,;J. febril O doente, 0 que ~~ conhe: g1•JnctcsJ. <l1ssoh·c111 j0 cst,e sal , 1 , • , , 9 , - - Y , ·, , , ft A VI A ,_, ce, n<rcancto que O a~110,,.- ,•stú , m um lilro ,te agua morna; pa- __ . !T', -_j 1 ·~t1t· 1\ 1 ~t\~;fi.~\~t~/:.tº· de 2:t " 5'WO~; uw peru', llal& triste, sem. ap}J~tite, tcn~ o I~lll- r~: os iu~_1mac~ ctc ~l~an~o ':1~- tuulu1w1..: _v 1.l·\_c twtt•utu ~cól'\ª.l _ pu1· U,tiO Uc Ju1gu1u e ::iJ.o Uc~l·ubc.i. •-'H,rn 1:uu ... tum <lc noi.ul >u::i }JO::.::.Lu.Úb::,.i. j TERJ);.il?L\. NO llRA.SIL- um <:ão, de áfOOO a · 80 e a respiraçao UJJl'<:.;~adu:-., e cho, no,ilho e novilha a d"l~~ ou :,Oh., e a u.,turc/4., <10 wl-.rno. ,a11.l l tas. --~... ~...-.•l wa~ mv\ Júa:, i;..,, iuuLu,c::. 1..1u"'::, 1 ~"· 0 PROF. DR. OCTA.VIO uell'o, um po~ de alta a tempei·n.tura. p~~':3ados !: >c.rá de 250 gran1as; 50 a 80 ,l 01 i.:w~J.o 1111 ·.•uL o~.· 1,1t:pu10 oo te. r l 1..,uaudo :,o_ t.ratu_ de L·au1po UJU<:'-'Cº \ o.~ a1u,.1culudo::; com Jcnlrn. \ DUPONT, CATITE• ~:$~~~al~oum-u:1 j do~ 0 : 1c:: <~ 1 ~;; 1 ;~~:~~~ : 1~~i~ gr~:1:~!/:~~i~n~iz:~;;s~ive!, 'c~~"u!'~;.~, -~ ~1~ 1 ~1~'.1~.,ucou~ 1 ~:;,;,ei, u,u ;~; ~ ~~~~:::::; ,~;'~ 1''.:, 1 .~g~~'\u~, •~~-;-~ 1 :-,.l;~ :_u.1H~ir"~::~: l::o l'~\::u~r<~;tluen~~' DRATIOO E 400$000 mil réis, ma~ ~: lesôc<i c~ractcristieas. que forragem verde e agua ao akan- t1111Ja1ho comc.~ú • c1,1 •u~atla e uc,n <•1Hlo .,,,1ru1uu,, ,•mhu, ..~111111111 ú 'e <•,tüo ,11uadus cm t,c. plano, d1UL- D~~C~~~-t_.~il_4A f6~•~~:a::': !!fa:~~ll~l~~~si,~~~ 1~1~/;~~o'~_~/-~ ce.,Q_ ~~~,:~c;1. 1 !_ 1 ~':. aÜ~ação é 11 .~f>- :'.•:•:~'.;~t:'~_::}:::'.'.'.,7.:~:::~:;:~ 0 ,:}~,~~,;::~l:':. ~~~:-:l:.::'::::l;:j~;:i:º.-,:,:~•.~::~:~::~i"•;,~~ ~ 0 , 0 1 1 :u,'.u~·;:,,_.·, ,·r,'-_' 1 1" 1 :',:,·,:,,~,· 1 '.':.'):,~, 1 ~ ' ",J 11 0 111 t~~.•J;, 1 1 1 ,:, 11 ,: 1 ;,·:,:;'.,''~:,~:.. . «E' com r:_~PC:.,_~:ALque deil:o con m~~!e::enu:.:n:• vae da grande~:\ de uma eivi- pcs, obng.i-se 0 ~ ammaes a p,l':. , 1111 o tcr,·0110 1nom~ito 1rn111 re,·cher ~"º <10 sol e da hunmlntlc. ~ 11 • liomba~ iei,~.-"'· 11 """" a:, ..:~ 81gn"'-1a ll optlma iwpressüo por tudo tudad.., e conheoila 811 1imm..-~ 1 ~ lha, até á da moeda r~quen_a. sar por um tanque d_e u~ts J:, ., ·semente . Parn u primeira lavra. prcfer<m o, cru , 1uantitl,ulc sul'lic,en;c pia tu: o que _m~ foi dado observllr na visita e para ella a ~8C9io de Estas aftas, em numero varia- c~nt1metro; de profundidade, Xu cn,o de ,e fozc, u lavra tlo ter_ orados le,·e, (lip<1s Hud ~nk, Ohnr, d1< a .culturn. A uguu eollorada na I q~e. fiz com 03 alum.nos da Escola dos Laborat~nos Baal· vel, estão loca)iza<las dentro d•a ~scavado {l s~1da do _estabulo ou )'(•nu, dcpoh (10 cncu1rnrnme11to, C etc.), puxad~s por bois 011 por tra ,-alba, me até ao .ru.11:,l mc,trc. que" Nn~10nal de v_etermaria aos Labora, da por tecbnicos ':°~net.!--1.•,àPiali bocca sobre R$ ger."i,as tnbios I curral e ch210 de leite de cal a uustcr aimla dc,toeJl-c. pa11, ,cr 1,os tores. As pr1rne1ra, laYns r.ost11mam uistribuc a dinr-o, laholcao, chc torios Raul Leite. rn_ P';"~uctos elúin- r ' e ~hi p7"odu;, 111 in- 10 0 0 ou <le solução de sullato """' o sci v1~u das mucmna,. ser semprc surerficiae,, de 12 a 14 :;ando depois a IIII\ dcpo,ito 01 ;de e 1 . Nas di~ersas see<;ões notei os mul, 1 scicntif,cnmeatt d~, ·:,a~~~O e salh·ação· abu.l- de cobre a 2 0 o.. . . .. ~m S,'.o .~ª'.'Jo'. estas ulttmas. o_pc• cc.nt~ melr~s;.us do~ anuos ,ubseq11c11 xist,em_ out,os Lauolciros e 110,. 0 iu, \ bplos cuidados. s<:ientiticos, a tech• :~rasin~J:':enil-u. Cóíii O . 1 - óde de- O tanque devera ser suficien- 1,,~oc., ,o se fnzcm uus grandes cul te. vuo se llp1oiuudundo, pouco a pou. tallaçuo ele uombas, que clevam a u me.a escrupulosa, todo o aa,uro, em ..IP e $1~0 a dan~. amm~ nao P ementl• comprido para que os Lura,; os que cultivam pc,1ucna, á- w. ele modo que. cudu anuo, se pRs• g-ua ao terceiro e ultimo pu.!1o COIJl summa, na couíecc~.iio dos so-Js pro• eHta~ 0 apparecunento-iiu glu~r nem os ahm~ntos. nem as l . . : "o ,-sa l rnlal-o rcu,, os que ,r,lant:im em tcrrenca hu, sn puru a sup<'rficic uma pequena iunumeros taboleiros de 111Toz. ' duetos. . • - ! no •n~al ou cmal-o. bebíd'as, nem a saliva, e esta sa_e ~mmaes na po. n i.,.,. • midos ~ o, que_ np'.·oveilnm as ruas cnmnch de term , irgem. . 1 o campo de cultura do arroz, ap 6 , l\Ierece particular atlençao à parte O an1D113l doente: m_al_ ,.,,.. da bocca em longas e largas f1- ,endo-se deste modo obn°ados dos cnrc~ues, 11uo tem c,sas p1eoccu, Ua ,,ma ,u-centuad:i preicrcucLU I a primeira ·indurn é ri"o O ·ru t reforeute aoa preparados ,de uso ve- ~onservando e tran11111 dillliil tas de baba. a banhar os cascos• Tal ba 11 ho poções, contentando-se cm co,,tiar ú para os arados de relha., 1 conta.do e, ~i~ cud~ cu,;/ 0 : :~:el: terinu_rio fa.bricad~s ""." installaç.õ"" ~"-aos outros e aligllea •p Os d<>j!ntes durante estepe- deve ser d~do, pelo meno~, duas Lerrn e nos .elementos chmatwos u e . Procura se Jazer a lana no sentido l <ccm differellça de 020 _ é construida prop':"-s, sob a d1reeçao de. pessoal! Juizos. . ~ riodo fazem ou,~r uns ruídos vezes ao dia. . xito dos seus csl'orços. Aquelice, po , ,ln dcelivid~de do terreno, de modo a I uma marnch.i iormnndo tabolciros tccbmco auton~mo e <:_om os quaes Os anunaes repre11e11'- ,li!!'!! de su~ ão· muito repetidos e ti- Se O' animaes est~.o muito rém, que. cultivam o arroz ~onH, ele- facilitar o_.cscoomcnto das ,~as de que che;.çum n ter vnrios hectares de esses Laborato~•oa .estão res~lvendo pre·m~ior do que a · • .• . ç ' t· h mancos ou os cascos a•-rulnados mento pnnc1pal de cl>.-ploi-a,·ao da ter• chuva, as,,m natuinlmcntc drenadas, ,upcrficies quando O ter.reno é mui. problema de vital 1m.portanc1a para I cessana para sua, 1lllliiL eu~ :t:J~ :o~t~al~~t•~s;~li~u\: então 'evitar-se-á de. movei-os: ra, e s~o q~a;si todo: os. pr~púetn,·i~s <·on.-~,rrcn:lo pni,_, qu~ ~ ~11:1 bumida ;., pl_ano.· Esses laboleiros saõ lig,; o i:a:~lulamonos com o dr. Raul ção.. que recobre as aftas rompe-se effectuando-se os banhos locaes ~~b~c1:::: ~;s:~:;~~:1~in;~°i,!.::·;_ ~:;'.: ~:::~~~/~~i:c~::n~r:u;~,.fi,s l ~:s .ª 1c·annes _secundiios/u~ estão Leite."! coro os scienfütas chefes d~. "º~::~:- ~I, ~ r,r•, ·.:i:tu-i{fJJ . depressa e dellas sae um liqui:io no Jogar on!de se encontram e o~ /profundidade de 25 cenLimetms essa di,1>osição 'é economica' porqu; suac~c~ s::e:~ 01 :t e, ct', iga. os por Ta.rias secções, pelo progresso de e, Os productt>s vetm~nil seroso, claro ou amarellad(). se mesmo alimen,t,a, nd0 -os e abe- n;,tcs da plantnçúo, quer seja ·primú 0 nns área· acanhadas, a mud,;n~a con• pch curva roai:' ele;a";a'.e que fasSll le,·nd,:' finalid,rle dos La~oroforios I te são encontrad~1~ Esta serosidade é muito viru- berall'do-se. • ra, quer seju .,eg,ümento, para o quo tiuua du m.ac :hiim C'-'<·arccc o custo de o processo muis pratico de fazer que tem_o seu non~e e que sao por to• ns boas pha.rm &A!ias, ~, lenta, o que quer dizer, encerr:i Se_for o ube!·e a,lacado e a en- fazem a.peius duas lavras Cl'umdas, trabalho. .. J.,I!!!, a loro.~ão consiste em tomar nl~us dos os bh_1l?s mot'.vos de_orgnlbo_p~- de íen111?ens e -Filitiee •. ::zsq~~c1;b~t~: ~fs~t::a~: ~~r~:!:~le:~s~~r;.'lo s:~;ii:~ ;'.f~~~i:, ;o:.e:1:·:~oº•el~,~~:;e1: ~~e~~:• da~~:~a~~~r:c1:traçúo de •cruza ~ºc~,t:,;1~,~e:~;:r;i~~n!e::;;el:~t:s~: : {om:•:::e: o:n::st;:a~:::•l:1~ ;;:ºJoR::~~: - com 8 serositdade das ailcas cons- forma : I cos _ou de_ dentes, desde que tal__rlan- Nos tcrre11os Ja cult1vo.do ~ com ar, terr~no, fazendo O opera·lor O esta, 1935 _ ri?s á praça_ 15 4é N titue um terrivlal e seguro m<>io a) lavar a m1udo e suavemPn- tn~ao seJa feita c•m terrenos Ja ira, roz, no outom~o, po,wo tempo depois qucamento, directnmeute, ,ln, rurvas (a) Prof. Dr. OOTAVIO DUPONT>. Rio de Janeiro. d " d . f te o ubet1~ com ,solucão mor- bulhados e hvi·es ele tocos. da colheita, e c-0me ~a.do o prcplllo ele mvel. com auxilio de eluas nuras - e propagaçao. a ep1zoo ia._ . na de creohpa a 2 olo Óu dP ou-1 <Ju~11uo ,rcnus cm ,cuc11c;, cober, oo sol~_- Nas gr-,mdcs la,oura~, essu resnltan,lo dnhi ll'ranl:le economia d; TODO ,L"ii'JJi[AL DO)rESTICO VA• ~ aftas,_Perdendo a ref~11d,1 tro antisetico semelhante. los do capoeira fnm ou gross?, _os opctn~ao prolonga-se quast ,itc a se tern:po e de trabalho. ! LE ALGUMA com.\._ ELLE pelhcula, poem a descaber to o •b) se extstirem vesiculas ;.iu serv,~o• de lavra~ g1uclcugem so tem u,erudur.,, _Po1qu_o é ieitu, na mu101_1a A áiell dos tabolcu o, é varia,el ADOECE E CUR/\.-SE co. fundo ulcerado e vermelho l?m fta I . tl . . d t· Jogar depois do pruuciro, u.nno de eul- dos casoº ll tra~ao-auunal, quando suo com n topographt'.I. dos terreno, sen• )!O AS PESSOAS que assentam, mas a. cicatriza- a s li ceia as nos bicos a e- tura ou segundo, qu,111do não bll =· o.:; tabole1ros, pequenos, mnl co11.WT, ao que quanto menor fôr a decl~vida . ção felizmente é rapida, na t~ la.val-os com a m~~rna ern ui- pectlho ao funcc1onnm_euto dessas m,,. mudos e ~e :"aracnns m,uto altas. . ue do terrcJJo, maior será a área dos um pinto vale pelo menos 300 réis; maioria dos casos No entanto sao e apphcar logo gncenna 10- ctmas, tia.t,ndo cntao a cultura a A tra~ao e em geral, fclla. ~,or bois, taboleiros. Entretanto, os t,,boleuos uma gallinha, um pato, um ma.rréco, 0 doente não póde mastigar e a- dada. _ cnxad,, exclus1varuentc., _ sobret~1do nas })Cquenus e médias ex_ <lc g,ande extensão são preJudic,aes penas se alimcnt·i de bcbidns c) orclanhar su.wemente duas O s-y,tem., de 11ng-.1~ao a.Joptudo p.lora~ocs. O emprego do cava.llo o porque <Imante O ieriodo da irrtg-J. A CU.LTllll,I farinhosas de facil deglntJcií~ vooes por dia, pelo menO$. 1,a- ,cs11ll1e-ise no scgumte. pr1men,m1en• ~ais acbnselha,cl para a 1.rvoma ~ão, os''Vcntos enc1cs1>aru e movim.en, Não é só na bocca ue a;'u~ ra que o leite não eatacione no te marcam uo lericu,o a.s curvas do seca, po1quc 110s terreno~ hwmdos, tan,,nus, p1cJ11d1cando as plantas .. , . . ' q ubere, prevenindo deste modo a uiveis, c,;labelc~eudo se assim tabu, moles e pe<J,lJosos como sao commu• Os tubolenos suceedem,se era]. t~s appa1ece_m, tamfGl.m se loca- inilamm.ação de~tc lt110, sucross1vos de mvcIB clif.feren- mente os dà culturn do nn'Oz, o boi, meule com a cliITercn ·a ele nl\; 1 de • tl • t t .. hzam nos pes entre as unhas e . , . ' lcs. Ao longo dn.s currns, U111Pntoaw com as SU,lS unhas, m,us gcitoso e pa, o 90 d t ~ t os 01118 e1. á roda do casco. Então a~ do- b)_ caso Ja e'CIS t a a. m~larn- a tcri,, formauelo os diques, marn. c1eute, faz melhor scrv1~0. Nas grau, 1 m,- uns fs ou ~os; t"~ ~u ras ~a.- - ~ ressão ainda mais vivas C0\)11- m~çao (mannlla) '. fncc_io~ar cbas, obedcccnelo :, llllllOl' ou menor eles pr~1,11edades. Já é commlim O cm e':::,.~:~a~s :u~~z: d:sni:e~ ~;~: ba:~ . . _ gamos doentes a estarem dei- suaveml~nle a parle e111e1ma declividade do teneno. Os canaes de prego do, tructo1es a vapo1 ou a ga. t . " • l 1 0 ·>o so I Para. p1'c•duzir tomate.; duran- 1 ca1xoes com boa rudos ou quando de pé, a levan com ~-pomada wdo-loduracl~. d:stnbuiçüo ele agua aos tnbole1ros zol11ll eom optuuos resu!Lados, per• 2~rieno, snperpos us cc m,- em m, te o an no inteiro, não se pre~1sa de caixilhoe_nvid tat·em oo:a uma ora outra <las . Se_Jª se p~·oduz1u supura(ao suo, ma,s. ou menos, em mvcl e a sua mittmdo uma g,'ande economia. de Os d, ues tu O corte transversal adoptar esta ou a~uelh , arieda,- mo ao ar h~e, patas atacadas, 0 que lhes d:i isto e, se esta formado u1:1 tu cnt,,nda e regula.d,, por meio de com, tempo., • l<'m :fó:ma' de ~ 11 trn ezio são fe, de, ma::, sim segull" um m~thodo i;l3Ta o plantio um aspecto especial, caracteris- mor mol_e, ~ando a _sensaçao ~e po,tas, que se suecooem. de tab'Oie,- '."; l,'T~deugem que p,eeede a semen, los c:m as ,egumtes d,:ensões baS<J !especial de cultivo 1campo tenh:1 r d 1 . . conter liquido sera nece%ano ros cm._~aboleiros em sentidos owos, tena, e ie1ln. com g,nctes <te disco, . 0 8 . 0 Eis como O agronomo G'.ista- vores ropetidds e ç~: d~sn;é:~~~~lpt c:~!amma- abril-o na. pa;-Le miais baixa, tos,i t d passi" nd º mnisdde uma v;z ºIm ,mes, ~~~e:;~ra ~;,, 040.h~: ~::::;:.s :: vo D Ut n . ensina a ,pn ceder pa- le pela adubaçãofei semipre de infecções s!c~~~!~ com um f~1-ro em b1•az~ (ther- p.';~o•r~.'tc::t:sd,.~,~:L:,i~,~:~.~ ~:~e:; ::ezº;"~·~.a:,:a:ss~~ia«e~:1:;._" :e:~ tadas h veze; vnnam ;rar,a. mais, Ira._a cultura continua. ào toma- 1 ri~s C_?ndiçóe:J:ra. rias, que origionam abcessos e mo-c~~terio); Em, .~egu10~ ~~z- um àetcl'mmudo gráu de cal;r. -~• cam ieom facil1d;de, o p1epa,o do quando o volume dagua é muito gran lte1_~·0: . ge,,,'?30 e pr ~ até mesmo a gangrena e a per- ~e sau o pus ou - mate1·ia • e aguas, desde que rnw seJctm ,tcidns, tureno deixa. algc a. cleseJar, encon, de, sendo o canal mestre :t:ello com' Com um pou~ de intelhgen-,pen~~ ºf cachos .de da das ur,!Jas c· l· ,tava-s~ com Soll:1çao de creo- servem pura a ª""ª~ão e a sua quau, t.andotse frequeutemeu+e toITJes em curYas fortes e com grande acchvt• )eia e al.iuma acbv1dade? h , rte- E md spensavel .a que de ordi~arlo fo:-~:uomd:~~~~ lina . - t,dade varia com aºnatu,cza do tcuc- g,aude numero, sem!pu:c pi·ejudiciacs ~aàe, l>""' ~euos quando a quant~da, Ião .poda •á, em nosso chma, es- d~ ~gua, ,pe~, P• animal a mandai-o abater Ahmen•ar os bezerros com no, methodo de 1rriga~ão, etc. Quan, as operações segumtes. ae da,,"lln e pequena. e o cauol e de 1pecialme11te nos loga_res onde e_l- 1 d1a~s, ~ o o Outra localiza ão fre ; 1 n leite fervido e não de1xal-05 ma- do a.ppareee certa quantidade de her• A rolugem, não é, de um modo ge- f,aca dechv1dade, com curvas sua, le fôr mais temper.auo, produztr ou nao estiver, por L...._, d fta . ç 'l e te mar senão quando as aftas das vas estranhas, abrem as c•,mportas ia! pra.t1cnaa. ves., , tomates para abastecer a nossa 1 e natureza, suff1,,_""!P." 5 ~~r~tuds e no uber: dias YJC:as, têtas estivetiem cicaltr'lzaclas. e s6 voltam a encl,cr os tnb ..oienos _o J?r~paro do teTl'cuo, quau,J.o a tra, A .irrigação consiste na rnundação capita\ durante totlo o a~no, t J- fresco . • •it _ 0 nas fotas Esta Muitos criadores por com- , quando ns plantas mostram necessi- çao e J:e1ta por bois, exige cm medrn c1os oaboleu-os quando as plantas at, mando aos tomateiros exisbntes I Os tonutteiros que ' uaçao preJud1ca m1'.1t,1 a modidade, usam ,:aftizar'' de i uade de bum1<l,1dc. tres dias de se1V1~0 pâra ,i úrea de trngem a. um:1 nltu_ra de Om,15 a Om, tocl,o.s os mezes, ramos ou brot~s costadcs ás ta~üanis ~ m~gidura e tonna rnev1•a, cl ª i uma vez todos 1 , Nos lugares em que se elispõe do ;um heotare; quando a. ti.i~,ão se faz 20. A ogua e, entao, conservada nos , igol'ctsos para plantar em v1- fornecem o 1118!,<ir JIIIDl mistura da serosidade aftosa, sãos e te os d~eus )-~~rn~s !\l,'11a. nb=dante, CW[lregam. bombas com tratores de gamlma ou keroze, tnboleuos, sendo augm.entada grada, veiros previamente estabeleci- 'ta.ca11sendoesta&tamb'1m• com o le1~e, o qual por issu é vi- i't ' m mpo d~ ep: ~~na clev,itonas. Na culturn com =iga I nc, o mesmo terreno póde ficar ape- tn amente á proporção que as m>lc.n, do em logai- com·enienle de bn- 1 Jhores para o <plantio-no vi'Vl&o: rulento, quando O não é Já an- a bºtª• ~-~~regan ° pai-a _isso ~ão núo usam rotaç:i,,, na. de sequei, nas nu.ma oora. de serviço., tas se vão d~senvolvendo e com a des sa:>ão, àepois. os : nraiza- l Os ramos são cortados d:>iif'i: tes. ' ' 1 '- Mi ~ ª. a a 'u enta de um ammal ic plantam mtercalncla.meute cuc·ur Rna. os anunaes, pr:ncipalmeute maior p1ecau~ao ,para. evitar que el,la, fdos~ lles obt idos para a terra theso1.rl \a menor de j~ e Tambem algumas vezes ; -1 Ja atac.ado da molestla na boc- btiacens,_milho, eto., , ◄: rara. o~ bois, as opernçoes cultnraes pureçam asphyxrndas. em e as plantas terão de per-1essa cperação deve ser léít:á ;«,m parecem aftlas noutras re"'lÕra ca. Com ~m pedaço de caco em- Em Sao Pau.lo sobeJum em toda I uos teuenos pro~r1os })Dia a cultu, De ordrnano, a agua é ,etirada dos l -1~ todo o seu. cyclo vegeta- ind1spensaveiscuidad • do corpo co :f . h º bebido ne~ a baba, esfregam no )la1 te ten,as embreJadas ou excessi• 1 ia do arroz lhes siw penosas, porque, ti boleuos quando a metade dos ca.- c;~I e d Ih .ta não serem prejudicaêlas interna das~::º, ocm o, fac: mesmo dia a lingua _e gengivas vamenle _humidas, que, depois de d1e chove, vê".' os atoleiros onde os nu,. chos de ,srroz vae umarelleeeudo, o ttv3 e .arco dei 1;ntar os to- teiros, perdendo as '.flcb'm ~ue mesmo t.e as, etc Ate eh todos os seu;, a'll'imaes ~úo. nadas, sao ccouom,camente a;,ro,·ei- n.aes se a{oodam -e, nos tempos sec• crurunho da maturaçiio. ~yvtema . e ~ endo deverão dar 08 primeirl)a~c- od Jm rnamente ell.is se Estes passatdos quatro a cmco !adas no plano cles•n ginmmea. cos, o3 toTiões duro~ e ,negularcs \. quantidade ele agua neeessaria mate1ros em hnha ' proteg f " - t p ~m ocahzar, como por dias, 'estão aftoso$ e a doenca Em )linas Ge1.1es e 110s demais ,ce~-lhes os ca~cos produzIBdo mau- :i ";.ngaçiio dum arrozal é vanavel OS com e~tacas de Laquara in- º1; - ........., :& - ~xemplo! no tubo d1gest1vo. rnto aó<Slm abxevia-se no estab11lo Eslndo,, com c:rtcpção do Rio Gran, qneu-a. transitona com a. ,wturez.a. elo terreno a rnten, !cada~ obhquamenle de mcd_o qu: s_ta opemçao ?U ~ '1Ul• e! Il'O esofago, estomago e in,i's- cm ve· de se demorar mt~ de do Sul ,o ,preparo do ,olo obedÕce A cultura do arroz uo 1810 Grande sidade solur os vento,, ex,~fcs a se cruzem T.a parte supenor:_e t o utJI ao~ to~1ros,~ 08 tino. E' mais, direi, haver ca- mais túem ' com.o su~~etle ao mesmo rnte110 (IJdapl~clo 1}a1a as é Ictta toda po, 1111ração, salvo pe é;r-oca <la 1;lanl,1túo, ~te. E' cl;ro excellente p:.l1que • ~~ occasiao torna mais Vlglll'O~,~n- • sos em que a doença chega até uando .a. ~ l . . ' <>utins eulturn,, nn•la o.flerncendo de queuos colonos que fazem as suas ••ui- que as c11ltru·as Ieitas nos terrenos dil ,i:Lda dos toma.eu os! ob~em- do força. os ra11:1os ~- a matar, sent que as aftas te- q t md estia vem ~spont~- partirulur; é de ord11umo feito co,~, turns peito dos breJos, muguem. pen• cm ue ão -solo suc'cede unmed111ta se t'amos superiores hnhe1ros, Cadi tomateiro ~a, ~o 111e– nham tiempo de se formar. Ca- n~~ ª, aca.n ° u_m dia .um ant- e/1:,pa1elhos manuues - ,nacbado. fo, •~ em culLnar unoz contando somen, nieni"e uwa com acta camada de ur• que formam excel~nt~ estacas nos, tres ramos, que dé,rem-ser sos de mflammação aftosa <le ma' ],assados dias .~u~Io, -~- sue- r•e. Pnxnda, ct, 'e nnuto exccouonal- te com¾ chuvas gilll ··' rnfdtracfo da .1g-ua ex,slentú hei baceas J)'ara o v1\'eiro, e, Pº!'- cortados de medo a. trazer, ~ coração têm tam'be · 1 1 1 ce~s1vamentle Tod_avia. as ve- "'_P11lr eom ." ".'.:"''" .º''.."" mesm~~ A agua. para a unga~ão dos uuo, "º teuoleu'b é equena sendo ortan• tanlo, mudas para a plantaçao da um, na base,. um côlo mm serva.dos e : :Ir° CD: zeo acontece repetir-s~ a cloen- llec·bos mu,to recluz,dos.- · zaes é le..-antoda c'os grandes 110, por P 'P ar livre 110 fim <lo mez ou no g11Lsso, consthumdo um~- • sempre a te~~o~ e ~uasi ça _no mesmo animal; ma., :~so A p1•a_ticn da u-rigação não é usual iuew tle custo,,,, e 1mJ 01tautes 111 s ~:;...::~º\e~e;u,~~~das:~ ~;:f:,,ª• onr:s ª~incipio do seguinte. chão". A locar _ ç O delleo I felizmente não constitue o caso nesses Estudos, ftc,mdo os ag-X-tculto tnlluçõcs de bombns e conduzida paro é ' - iuf~ p N h difficuldtade rnsu- As estacas obtem-i;e cor!Jlmlo das aftasniaçao ~ais frequente geral ' ,e, .í mercê do c,tado do tempo oa campos do cultwa ,üia, és de ca, b~••. no controrio, porque a tra, ,._~t~lu::le ara istc •e conse- á thesoura, a cada 'llm delises . . nos am!flaes ila, es- Quer a molestia se a es ,oi.h-1 O Estado do Rio _Grande do Sul naes, por vezes extemsos e volwnosos. çao e graudc. O mesmo acontece nos pe~: e. p . ·v ..os te- 1.amos sepa ,-ados da plati~ n'lãe •\ P'ZCleS ovma, caprina e smna é nea ino 1 d I J l_ cl olfcreec uma cxccpçuo a essa regra, i\os mumcipios onde se cultna O ar- mumc,pw, de ~~nlos mms ou menos guu, desde que os n ei t . et"V f lhas ' ;l nos pesunhos. "aftiz <:_U ~ a peo prtJresso a e CIJI pa,tc São Paulo roz niio hu quédns dn!!Ua quo per •onslnntes, concoireudo para a. mais r.hams•docom·ementemen_ems- r respe las d o erti fi·,j· Nas crias de qualquer clP., e:;. ser ti:~~o,; c~~~~~;n~ ~:e\~m Nos tcirns n111du 11:io culliva.:ias w,ttam lc,al-'1 na'inrut:.ente para. 0; ,ntcnsa va.pouznçúo dagua. {.aliados com estufas estufms ou ~:Ucau setr:{tm.i':; á ~ pec1eg atacadas a febre afto t . • a~ egras com arroz, o pie11a10 do te1Teno co cnm\;:os de 1rrigaç:io, a elev:wão das De um modo ge1.,l, pode d1Zer se -~ f 1h _ A§ --~i... • •• costuma assumu· geralmen~ª expo~ as acima,ou as qur. damos me~n pcl., su., drenag-cm, 01oc1atão ,1:;uas é ~cmp1e fc,t:i vo, n;eio ele <iuc n ,1unnt1daco elagua. n<>ces,.,ru, 1 ° as ~ao cor~.,...s """" 0 um aspecto grave t' e ab 2 ixp que g-cr~,lincnlc e-ons1stc 11n abcrtu1a bombas urclonatl:1s- por motores u, a 1--.ua -à.Jr11g--.1< fio ac um hcetare- de ur- 1 . - dr:~ peciolos, f~cando O O.. mortal e quasi se~ :ee mesm~ :==::'.:======= <lç vnletas 110 senlid? do ,a111iento elo JX>r, o que en,•u,e••c solncmodo o tra- ,o,.al é e dois ht,os por segundo, clu, D1mensoss 11ara com 0 ,s_r~ pectl_vos cotos •• mação de aft· P sem ÍOI- 1 l lerrcno. Na ma,orta dos ta,os, as bulho de ,11 ,g-n<):.io. •uutc todo O pe1Iodo ~ultu'ral do ou• • l I O v1veu o sera ~tabt!lecidofJlll Em r as, Pulo- ~ \alct,is s:io de 0,60 ele l)JC•l'uuduladc, _\.s rnstall:H•-e ]),lr,L cTcvnção a• tul ro u IUlU('O ' urna posuga logar exposto;iosol,sendo•ter:. r . ;gra a febre aftosa oes is cnuvn~ --.«- ' :,___________ 1a bem a;torroada, bem 'fâfa e alpt:íroura, nu~.ammal, trcs U U lí~ .......................... -.............. A$ pocilgas de e iação de,·cm bem adubada com e&ter~ velho de~ ind sema~as, mas succe- 1 i.;os,;u i1. alem du t.:"-~mholo ou <lc gado As estacas serao U>lló- co a, que so em casos pou- - ovos DE 6 ... .. INH As DE R·e • 1 · box. um pateo anncxo E~ta' ca- c~das de quat;0 em <!-'1atn,_ eén- numerosos, 1-epete-se no me,- C m? as_ hortaliças sao plan- t3l ■.J ~ ~ , smJ,oU,s apenas lhe servirao de tímet,_"-0s, em_hnhas ~sttneiéda;s mo ammal a doença, passado ai- tas clch:adas e dest1nJdas a ah- PLY1tOtn'H. ROC'K (OARI.JO S li: LF. GIIORN) • l re•guarda da chm a ec.i soalh21- de qurnze a vrnt.e centnnetroe,f1• gum tempo, semanas ou m~zes ~entaçao o empre:;o de inse::ti- para donrurem canelo enterrados do1s tefi;oe do f ? tratament_oseprocedecon~ c~das d<:_ve ser feit com cerLas ---:-- D'E A.VEIS PURi\<.§ IMPORTADAS -=- ra;ada box de,·e então ter: 60 ~eu comprimento. Isú:>feito,i:o- ?lme a loc:i.hzação da moles- P ecauçoe . Vende AN't'0NI0 li1AR'J'INS Jtf NIOD. cents. quadrados i:ara os baco- bre-se o ~ólo : ºm esteivo, esmi- '4ag, _ Geralmente uma calda de sa- R UA D E NOVEMB O . 0 _ • d ros e 1 metro e 80 cenls. qua- p1.lando a mao e regam..e, ,to. Quando na bocca, applicam- b~o (1 kilo ele ~abão_para 50 h- 15 R , 96 - L an a !" dra.d"s pai 1 :i. 0 pateo. das a-, noites, as estacas~ se abundantes e frequentes 1. _ tios_de agua) e suff1c1ente. Ca- , .-. feirH As vorcas t•rindeir.1:, precisam das. vagens cotn solucão de vina ~ s~ nao logre rcsulLÍo pod~rft en. ................... ···········•···· de boxe~ de 2 meti os por 1 me- Se no s1tió existe o e~ a 50 oo, ..inuJg[io de cr • 1~ 1 ~ tao .1untar a esta calda 3 litros ---------------.:~-------------- 11 • e 15 ' '"Pcrnospora" ou "llildiow"-4o P~arson a 2 O'O ou 011.tro a~~ti:t de;:,t;~ct,) de tabaco. Amandioea na a li 1 'ão estarn simpl<.1,m1enle dcs-1 jú secular deste~ productos na ºos \81TaSCC' de1·em dispor de t,mawiro. não se deve por na ~ ]'ltico, como bornlo de sodio a 1 extra\ ieut: se prepara ~si~ 1 • coberla, mas até btm cslucla::la. alime11taçã:> do gado boxe~ de 2 metros por 1 metro 1err!! nenhuma estaca antes t1t ou 2 olo. Para M lav:,gens bu- bem~ ~lata. o que basta picar mentaea~ o ,Prof. l'.:ícolnu Athana:,isof <'·''110 resultante desle estudo e 50. ~ubme~ter-';<l t~as. ellas, para e~ empreva-:;e a ,•ringa 011 ir- negro e h~~f fumo de 1·.olo ~:~ , O e_m 1917 public-0~1 u_m_Yolume in- cm,clu:u aquelle bromaiologist,~: Os pa.~eos devem ~er ires \'e- i,reYcm,r. a ll\\'8S<IO do mal, a .um f 1g:'-dor ou_ ameia o f '<'io profi- '<'m d .. ri. d~ e pol-a ,I fel\c das v~eeas le1·te· t1Lulado "('ont ·1bu,çao para o •. Déc•les da(!og podemos conclmr zes maiore;,. que os boxes. - banho etc mer&:11lho durante al- atico L117:1no. Di. trilmir tijo- j lento 0 ~~/ r'~"' •. e. agua, ~m _fogo Iras estudo ela m n•ndioc.1. canna e ca- que a mandioca int,:·oduzida ,a E . s. g-un:; po .c~ nunuto , em Un\a l?5desal imprP1rnndocom cr,-1-11 litro A 6 U-11 e3te hqu1do e pim fino utilizados e.orno forra- i-aç:io da~ \'accas leiteiras, na :;.:...;..;.,__..,____~~~~l raldn bo1dale,m. a t:ll\ por cento h_n~ Pear1>.on,_pondo-os .6 dispc,. ldc 50 litt-! ~ e~C:?rporc} :alda A mnnd,nca é~ sempre foi gem na nlimcnt ,çiio cio gado l, i- dose de 11 k,600 por clin e per 8,5 o o: mante1~1. em le~·e, aug- ben~ n':utra. . ., . ::.~~• do,, nnima ·• na, r: tr~i- . Ar :>l~a-~~ oc 1 i:~:c;ri~~:1~dacom ~;:c:~g=~~s;;, 0 al~~ 1 i:~\!~~~ fe:~ , le\'.;o;:~t<'-: " qiu , 1 , rerido pro- :~;~~~;''.; ~~~~~~;:_ /~~'i~'.t~: 1 1 ;'~~~~ ::~~;;~,~,~ ,~>~~~n~i~:-l~l~s ;:~:S~e: i1~ 1~- f'.~ <J.;ti~: 1 e~~:~ =: , Aos /rn;mn mai -eri';.m, , !;. , 1 .~~c•r;. ª') :;'di'.,t" ~q~tc;~ ~:b~~i~o~'\ .~;~i:'. ti" ia , ,1 I\ ,,'·,,--~:,~~~~~~~~a~::"",\~n:::i'~:;~~ 1 ::~1,1.~\'.' 11 ;,, 1;{'º,'.'.,~~,;;;"· ,t~1~.\'.:;;n;t :~a~;'!.\~~t~1~xc1I/,1ct~'~: 1 ~~~'.:~~ dt' ,~~:~~,;~iç!ilt'~~;;: ~~ 1 ; a traru;.

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