O Estado do Pará 25 de Dezembro de 1935
Mi o Ireguezos & amigas à — Orando tabrica doMoveis 'S Ê : CCT Rar fr a] uia E IT o 2 CETTE be É cal MAGID JORGE NOMCI ae E O O A A e O EA O UOL O AD UA O DO ED DO O ver o td as o — “Solas= —Raspas—Vaquetas—Ver- | inizes — Bufalos!'e Chromos dos | E melhores fabricantes. o Especialidade ” 'em 'isetins. paraí “Calçados. Sortimento completo LI fem artigos para sapateiros. é 5h Artigos de todos os fabricantes. : 5 ; Couros para todo preço. EVER ta 3 de Re Eh? sa ed ir Não comprem seus materiaes' sem, consultarãos' imeusgnovos - preços Et : Aa Grandes, baixas sem ltemerZ concorrencial; Pregos "sem compete % cumpiserress ai, porção rua no mai, Y sidade e. fo norancia OCTACILIO GOMES DA RD peça reter Comstantomente apparece á vaidade , queza ao nosso sub-solo se não podemos acional um ensejo para se revoltar [exploral-a? De que valem a a] contra a attitudo de escriptores e jor-| e a exhuberancia das nossas mattas se [satisfazer á pavonice e melhormente halistas extrangeiros que, referindo-se ! em 100 annos de independencia não con- ao Brasil, ferem os nossos melindres. lançar-nos a verdade às bochechas, do que os que doiram a mentira para nos nos explorar. seguimos ainda catechisar todos os bu- Não ha muitos dias li nos jornaes que um jornalista franeez disse de nós uma porção de coisas que não nos são agra- daveis. ; Mas, ai de nós! Se houve exaggero na A's vezes, é exacto, a verdade é sa- fgres que as habitam, nom relacionar- crificada pela ignorancia dos que lá £ó-| lhes “todas as especies da flora e da Ta escrevem coisas a nosso respeito, | fauna? «ga Ju!) traçando commentarios irreverentes e Que adeanta toda a enorme extensão tendenciosos acerea “ do que entre nós] qo temitorio nacional, se vinda nem se- Se passa, quer no terreno meramente quer o medimos? poitid, quer do ponto de vista social Melhor amigo é o que sabe e ousa & moral, de todo em todo alheios «o as- sumpto de que tratam com a desenvol. tura de quem conhecesse à fundo o nos- BO méio e a nossa vida, com os seus de- feitos e as suas virtudes. Mas é certo tambem, com tristeza o reconheiiemos, que não poucas vezes o que de nós se diz noexterior tradnz uma dolorosa verdade que nem a nós mesmos pode- tos esconder, e que antes nos deveria envergonhar do que provocar protestos platonicos que não curam as mazellas expostas, O que não nos parece licito é ex i que todos os extrungeiros que nos visi- sua critica, é forçoso concordar em que, a par das invencionices muita coisa é verdadeira. do costiyme, tem só tenham olhos para o que é bom, tassando-se-lhes o direito de ver tam bem o que está errado. A cortezia e o louvor fazem ibons amigos. bem o sabe. mos. Isso, entretanto, não deve impe- dir que se ealem todas as verdades, por- que então aquelles sentimentos de cor- dealidade se transformarão em simples hypoensia, vruzendo-nos peiores conse- quencias de ordem moral, alimentando a nossa vaidade e à nossa Vresumpção e substituindo o que resta do nosso bom senso pela basofia tola. Bastam, para mal de nossa educação tivica, as descabelladas mentiras dos nossos hymnos patrioticos e escolares, à começar pela versalhada com que se disvirtuam a musica inspirada de Fran. cisco Manoel . ORNE, Precisamos ouvir a verdade e recebel- a com” Eúperior espirito sempre que nol- a disserem. E” necessario quo deixemos de uma vez para sempre, de acreditar na embaladora ballela de que os nossos campos têm mais flores, as nossas flo- res mais perfume, Dr) Compota, Doces, Gelea os nosãos bosques mais vida e a nossa vida mais amores. Isso tudo é muito bonito e doce de se escutar, mas é poesia falsa que passou do tempo “Gigante pela propria na- turoza”, mas anão ainda pela incultu- ra dos seus filhos, é rematada loucura acreditarem os brasileiros no incompa ravel Brasil dos hymnos e fiearem-se à namotarlhe a grandeza que ainda te mos que consolidar com o nosso suor e a nossa intelligencia. Que adeanta a ri Edo 4 um v ASA a a E SR SS Dias Si Sei * Sa ma ENE un Reatcir? Protestar? Sim, sem da Não dorem, com diatribes em re presalia, como tem sido do nosso habi to. Taçamol-o kom o amor e o respei to ao trabalho e ús instituições, pro testemios com a alphabetização da nos sa gente, Será mais digno, util mais patriotico e mais ba nuit tênóbrouse de Moraes La rafale ricles siost déchuinte avec 15 te la violence des Elements en Surie sur la petite chaumiéde ou nous nbus som mes á Vinstanit abrités, Lá debors, purfois, s“*ouvre brusquie- ment dans le fond di: Ja téncbre Véslat rapide, subite, instantamé de Váslair, et alors, peu aprés ou presque simulta nóment, sonne Je ribombemejtt, du to nerre qu'étend Je grondement Jourde ment puissamt de sa voix rauque, Jon gue ct rumoureuse ct profondément meuaçante, «t terriblement 6tourdis sante, par Vinficã des espaces, Lá dedans, nous nous sommes assem blés, recucillis, Vame et Ja pensée tout le le et fragil coeur, hutmizin, en détrésse, en Diem, cocur, petit et pauvre en tremblant d'angoisse qt de peur. La plnie fustige impetueusement les vitres, en les lavant violemment avec une somte de fourmillement liquide. Partout, c'est de 1'eau, de Veau con- rante, de 1'cau qui coule vertigispuse- ment cs qui s'échappe et fuit et retour- ne et voltige et chamte en bourdom- namt sa chute en des légers fremisse- ments de perles d'eau qui vont et vi- et s'enfuient, de qui et va en Fpenetrant muet- temfnt par les fentes du de porte, de 1'cau gui tut la soif humai- ennent, 1oam s'infiltre bao la ne, mais miaintendot fait Vepouvante et la peur et qui nous donme Vimpres- sion de que nous | somfmes es plein océam, des pauvres ápaves de la vie au gré de la force indomptable des él6- À SIRERAR Le vent siffle á travens les fentes de la fenêtre avec le ronflement dºu- ne chaudiére en bomillie. memts. Et il sous semble que tout cela se renverse et se brise dans le fnacas dia- bolique de la furie dechainée. r C'est le grand Pouvoir, Pouvoir vraimdnt es essentiellement abisolu, Te Pouvoir: de Diem, traduit dans c?e spectacle miajestuensement bean de la terreur cosmique. Et nous sentons, en vue de ce phe- noméne de la nature, dans Vexpression lVunigque grandieusement imragique de toute Ea puissance, la jvision parfaite du néant de Pexistenee... f Martins Béssa. (Souvenir da 13 Decembre 1935 4 . Belém—Pará) . A ea e É geo PARA O ESTADO DO PARA" — Quarta-feira, 25 dê Dezemb ro de 1935 ' O Fabrica de? purssa p de Beneficiamento de Castanha Rua darvranici palio n... 629: TELEPHONE, VIC SANTOS: SPECIALIDA DES EM: c&. = o s, Crystalisados de iructás regionaes: bacury, 'cupú- -“assú, muricy, buricy, abricó, mangaba,ananaes, cajú, Pando he etc. “Goiabada e: eg simples comicastanha do Pará. Ameixas do Pará: GSSESESES OS DA PAT “eohama gNçãO MAPA OS É Mes uu 8 Motarãos “Os Cigarros: ques itoda! ae io PE fp pe dm cone re mm Ni ra a gente fuma, CE AS SA Peri aaa ias ESA FERA As figuras dos tres reis magos só brelevam entre os personagens do Natal, porque, tendo recebido de He |. rodes a incumibencia de «procurar bem o menino para que elle depois tambem fosse adoralo2, preferiram desobedecer e voltar para o Oriente, por ontros caminhos. E” que, segun» do as sagradas eseripturas, foram a visados, em sonhos, de que o rei He rodes, temeroso de que se realizasse a prophecia, tinha, más intenções con» tra Jesus, que havia nascido «para pastorear Israel e seu povo». Philosophos sem profissão certa, mas muito estudiosos, os tres magos Melchior, Gaspar c Balthazar—foram para alguns escriptores tres reis da Arabia — Feliz. Os seus restos mortaes, que se-a« chavam em Constantinopla, foram, no seculo IV, por dettrminação do bispo Santo Eustorgio, transladados para: Milão. Em 1162, com invasão desta cidade, foram elles definitiva: mente removidos para a cathedral de Colonia, onde é erenga geral que a inda se enc »ontram até hoje. A transladação, feita por ordem do Arebiduque D: Reynaldo, é, annual, mentr celebrada, no dia 23 de julho. ms e a geme ge aa EA O PROTECTOR-LA PELLE - SOUDO, EM PO PARA BARBA E LIQUIDO EM DE 60, 250, 500 E 1000 a NE: PADRES ÇASAS DO Ef S Ú Pivivigar q vida Ve ug celebre proressor Pedro Li TELL, UU Ansvicusy aged - PL tai Lopo) quatro) À que O uvlidl, Ubitve Loses PEsniLadOS I SO» meidive Appcaçues de lu usura, DU tvadio, DÃO. Letas vapesentias em seres humanos, mas e suo sUppÓr, uesde já um é exi vo equivuiente. JWessa Iorma, o hos mem podera viver, nordalmente, “vu à 150 annos!! SRT pe fi Isto é, um centenario, representa rá de ojé em diante, apenas uma É etapa numa jornada muito maior ARA com certeza haverá casos de bicente: E narios. . E) outils N Não EADREE bem, se a nova desvs será um Denálicia ou: ee 1888. NT FILHO Le coberta mal. é 4: Sabemos apenas, quê milhares -de - tas têm sido enviadas ao Ape rurelf, pedindo explicações. É Q homem, não se cansará nunos de viver. Miseravelmente, tristemene te, sordidamente, mas Rad na vida, lapsos de belleza tal, qui toda a morte representa uma, pm tosa monstruosidade,, 180 annos? Qual! isso é caminhã apenas, para o lendario mas sempre: procurado «Elixir da Longa Vida”. | Eis o intuito final. Eis a méta/dem ZA? =< radeira, Eis o'sonho inconsciente Rr E sena mente, vivo, feliz, de toda & huma ESC : SED: nidade. . EAR Kola Simõe Beba tambem o exceitente “Tonic s” NV. Excia. im ões ja Especialidade ta Fabrica “Guaraná Simões”, s”, outro producto provou e E uma delicia It c insubstituvel! S1i CES—-a marca sem rival '
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