O Estado do Pará 18 de Dezembro de 1935
op ta pm a rm EC. |IMEI(/O € Es A DE PERPETUA Os alchimistas' Eidos tinham a pre-! vou aqui recordar o que pensava sobre| que foi um dos curandeiros mais auda- occupação de descobrir a- “pedra ph o assumpto Gilberto de Ingintere | ciosos de todos os tempos. losophal”, isto é, a panacéa que have- Gilberto de Inglaterra, que trata- ria de transformar em ouro os outros een = ——— | ya q Jethargia amarrando uma porca no metaes. DIANA pé da cama do doente, em casos de Os alchimistas contemporaneos téem| soseos vosco<. apoplexia provocava a febre, dando ao enfermo uma mistura de ovos de for- miga com azeite de escorpião e carne de leão. Para calculos da bexiga, re- ceitava sangue de cabrito alimentado com plantas diureticas. E, quando es- tava deante de um caso de velhice pre- À uma preoccupação mais elevada e hu- Filha de Latona e de Ju- | mana: querem descobrir o processo, re- piter, irmã gemen de Apol- lo. Pediu e obteve de Jupi- ter o favor de guardar uma medio ou o que quer que soja, pelo qual a velhice desappareça, isto é, pelo qual o homem jamais perca a posse de E asso & RIS é “Ohama a attenção nas novas colle- 1 quantidade de-tecidos estam- x Poderia parecer milagroso quo re 'se encontrem desenhos é cores jheditos, e tuma maneira imprevista € completo original de empregal-os. “R dia, “em preto e' branco, em e: “tá desenhos geometricos bimonte 0s'mais favorecidos bres iso geralmente muito 'pe- na He faispostas e em: intervallos re. “gularés. dia > máis “novos tocidiê vemos Bit i enfeitado com desenhos li, + sombreados Presencia- s palidas e que portanto, são feito inteiramente novo. ajes de noite que feitos nestas Yejimos quaes são os porme- es da vida- em que a mulher is se' deve instrujr. Qual é a sttarmissão? Quaes os encargos que lhe competem? A educação, dos filhos — dos rapazes até uma certa:idade e das meninas até que-se casem ou já tenham o seu espirito inteiramente farma- do; a conducta dos criados, os Sêus “costumes e o seu serviço; as despesas domest'=:s, procu- faro os meios de -.zer tudo com economia e correcção; e quando tenham propriedades, cuidar mesmo do amanho de ter- “pas e da recolha de rendas. > Muita mulher de espiltito avan cado entenderá que isto é dar Ji- 'mites “muito estreitos á sua ac- ção; puro engano! Aquella que “assim | pensar não conhece a im- portancia e a vastidão dos as- isumptos-que lhe propomps para, sobre elles, mais se instruir. * Que” discernimento lhe é ne- dissario: para conhecer a natu- 'rezamoral, o genio de cadia um «dos seus filhos, para encontrar 'a maneira de se conduzir com elles de modo a melhor descobrir o“seu caracter, as suas: tenden- cias: e a sua mentalidade! A ir de encontro ás más paixões nas- cénitês, 'a imeutir-lhes as boas doutrinas, 'a combater os seus efeitos! ERC qd “Qu intelligencia e prudencia p:etísarella ter para adquirir e “conservar sobre os filhos a fo: CONSULTORTO DE BELLEZA Ly M E, — Faça massagens nesses logares “audo” está ameaçada de calvície cout a seguinte pomada que é op- “tila; para fazer crescer os cabol- +» los: Ressorcina — 15 centigram- nda, iAcido salicilico — 20 cen- iigrafinas: Vaselina pura — 25 grammas, DONA SOL — Para evitar essas olhei- Capo FAS que dão um aspecto tão fati- * gado q envelhecido 4 plysionomia use repetidas vezes esta loção— ligua de rosas . 100 grs. Aguardente 100 grs. SAPHO — Tome muito cuidado com es- as espinhas mo nariz pois são muito perigosas. Assim que sen- tir a inflammação banho a re- gião muitas vezes com uma, solu- + ção bem quente de: Agua de dormideira . , 30 grs. Agua de Alteia . ... 50 grs. BLANCHE — Dizem que as manchas pretas dos dentes desapparecem com esta solução : Creta precipitada , .. 58 grs. gado Magnesia calcinada .. 58 grs. CX» Borax pulverizado . .. 58 grs. Clorato de potassa , . .. 26 gro; Essoncia de menta . . 15 got. SANDRA — Voja a resposta a Blan- chage para tonificar as gengivas use: vo (ur) Quina ms rss 10 grs. Bicarbonato de soda. . 10 grs. Clorato de potassa . 10 grs. Esta receita 6 sobretudo re- conmendada quando as gengivas + resogram facilmente. P.=Muito obrigada. Continuo guas ordens, GUPY=Ponha umas gottas de glyceri- efe 1, ús ma. MARIA CLARA Substitua pela fe eula de batata que é optima para as “pelles gordurosas, “R. HUG--Acho miito boa para elima frio; Aqui é melhor uma Noção adstringente, HELENA DUBARERY quasi sempre profusão de drapeados No dorso, dando um encantador aspecto “Botticelli”, como em um dos deliício. sos“ modelos apresentados por Callot, cujos drapeados tinham effeito de ca- pa a partir desde algo mas abaixo dos| = hombros:'e que cobriam parcialmente o braço. Tambem Jeanne Lanvin apresenta um encantador conjuncto em crepe du China de fundo preto com pequenos e regulares desenhos em branco; o curto casaco tem mangas curtas, as quaes não chegam ao cotovelo, terminando em grandes pontas recortadas, que a- trem sobre a manga larga da blusinha de setim preto, de decote, muito alto e drapeado. A golla do casaco é recta e apenas de um centimetro de altura, detalho! importante nas novas creações. MARIA LUIZA. sua amizade nem a sua confian- ça! E a par disto, quanta neces- sidade, tambem, de observar e conhecer a fundo as pessoas que se põem em contacto com elles, sejam serviçaes ou amigas! Uma mãe de familia deve ter plena instrucção religiosa, para na ieligião ix instruindo as cri- anças desde os seus primeiros annos de entendimento; e deve ter um espirito sensato firme, applicado e solicito, para que o seu governo dio lar decorra e fru- clifique proveitosamente. Não pode a miulher deixar de ter competencia para: assumir todos estes encargos que natu- ralmente recaem scbra ella, em- quanto o marido anda fóra, ma lucta pela vida. E mais graves, mais imperiosos ainda se lhes tornam esses deveres quando fi- cam viuvas. S. Paulo considera como re- era geral a salvação da mulher tão intimamente ligaida cor a educação dos seus filhos, que chega a affirmar que só por meio dellas elles se salvarão. Vêde, pois, quanto desenvol- vimentis de espirito exige esta missão ! e Zs mes Junte-se agora a estes deveres educativos a attenção pela vida economica da familia. A maicr parte das mulheres: desprezam-na como uma attri- buição réles, que só convêm a bo informa do falecimento de Miss Jenny Wilson, com setenta annos de edade, tendo deixado uma fortuna de quarenta c dois milhões de dollares. Passou toda à sua vida, desde « edade de vinte annos, encerrada nu- ma chacara retirada, cho- rando o noivo fallecido de febre typhoide, quando am- . bos eram muito jovens. Não resta duvida de que essa mulher, para a sum é- poca, foi uma excentrica. . Chorou a perda do noivo durante cerca de cincoen- "ta annos! 1» | camponios e caseiros, ou quando muito à geientes de hotel ou go- vernantes. - Principalmente “as mulheres criadas na abastança e na ocio- sidade, olham com o maior des- dem para este pormenor. Se lhes falarmos my venda de cereaes, na cultura de terras, nas differentes especies de ren- dimentos, no levantamento de rendas e outros direitos dos ppro- prietarios, na melhor maneira de arrotear uma propriedade ou de tomar rendeiros,—nem per- cebem nada do assumpto, nem querem perceber, porque enten- dem que assim ficam reduzidas a occupações indignas das suas pessoas. No entanto, este desdêm pelas sciencias economicas não signi- fica senão ignorancia. Os anti- gos gregos e romanos, tão ha- beis e tão distinctos, tinham' o maior cuidado em se instruir nos assumpitos da lavoura. Os seus mais nôtaveis intellectuaes escreveram, iensinandos pela ex- iperiencia propria, muitos livros que ainda hoje existem, sobre os mais variados e minuciosos de- talhes da agricultura; e os maio- res conquistadores desse tempo ão tinham despreso de traba- lhar na lavoura quando regres- savam das suas pelejas trium- “phaes... o que a mulher de Apollo, seu irmão, tem dif- ferentes nomes: na terra, é Diana ou Artemis; no céu, a Lua ou Phebe; nos infer- nos, Hecatc. Além; desses tinha muitos outros, con- forme as qualidades que se lhe attribuiam, as regiões que parecia favorecer, os templos em que era adora- da. . p gu Quando Apollo, isto é, O Sól,. desapparecia no hori- zonte, Diana, isto é, a Lua, resplandece nos céus e es- palha discretamente a sua luz nas profundidades muysteriosas da noite. Ea E não é natural que não se pense em defender ou augmen- tar o paiz senão para O cultivar pacificamente? Para que serve a victoria, se não para colher os fructos da paz? A força e a feli- cidade dum Estado consiste, não em muitas providencias mal cul- tivadas, mas tirar da terra que se possue tudo quanto é preciso para alimentar fartamente um povo numeroso. ! Ora, não há duvida alguma de que é preciso uma mentalidade bem mais elevada e mais vasta para estudar e attingir todas es- tas sciencias que se relacionam com a economia e toda à arte de conduzir uma familia, que é uma equena republica, — do que para saber jogar, discorner sobre mo- das e papaguear banalidades na vida mundana. Triste condição da mulher que só sabe conversar numa sala. Veem-se tantas, tam- tas!, cuja conversa é recheada de boas doutrinas e que, por não terem aprendido a tempo a ap- plical-as, nada de util sabem fa- zer na vida, levando uma exis- tencia inteirâmente frivola! Tome-se cuidado, mo entanto, em não confundir a economia com a avareza. Não se devem suprimir as despesas 'super- luas senão para se ficar em con- dições de fazer mais liberalmen- te as exigidas pelo bem-estar, Tudo isto já é tão remoto que pela amizade ou pela caridade. nos parecerá impossivel; mas devemos acreditar na historia.. ——— E A mulher precisa de ser sempre amada. Medita neste «sempre? antes de casar. Mem Não lhe faças ciumes inutilmente. Póde ferirte o ricochete. Xe Em noivo sorris com os seus capri» ctos. Achas graça & «adoras?. Pors que motivo transtormas depois tudo isso em defeitos? He Concordo que sejas ciumento. amor precisa de pimenta. Mas não lhe faças scenas ridicw las; quando a mulher deixa de tomar o marido a sério começa o barco à meter agua por todos os lados. KX Não sejas nem vulcão nem «ice: berg?. Meio termo. E não lhe dês demasiado mimo ao principio. Ella habitua-se... e depois custa-lhe tanto a passar sem elle! * o % Não a tornes responsavel pelas con: (0) | Se a tua mulher te disser: —Não tenho nada que vestir! não te espantes, nem vás abrir o guarda fato que está cheio. Nada adiantas com isso: perdes palavras e gestos — «oisa alguma dissuadirá de ques rer um vestido novo. X * E” crueldade dizeres-lhe que Fula. no é bonita. -- A não ser que ella não goste de t? e, então, considera se a mais linda de todas. Porque a mulher “apaixonada. jul. ga se incapaz de agradar e aprender. X º Não penses nella só quando preci- sas de cataplasma para a bronqui- teí SINE Pensa, de vez em quando, em qual. quer coisa que lhe dará prazer, XK x Se bem homem, não te deixes dos minar. “IVRRE E (aqui em segredo que todas nos ouvem) brutalidade , uma pequenina trariedades que a vida te proporcio, | 2 tempo nunca fez mala ninguem... na. ERR! Rd » ek Mas confia-lh'as e ella te dará a- Porque tens tanto mêdo della? A- Jonto, RE, chas que o «motivo? que provoca esse Bem sei que ninguem tem culpa mêdo o compensa? de deixar de amar. Je e sk Mas já que queres pe ny qui r Ao principio é que custa mais. De bem . Ye dis 4 RE pois de lhe conheceres bem o genio É e limas as arestas com facilidade Trata-a metade como mulher e me Se ela repreender algum dos pe À (qo como crianca. quenos approva. Embora depois, a sós, lhe digas X * qual é a tua maneira de pensar. 5 ciumes exaggerados offendem Não se fique muito contente per ter pa um phosphoro, TA UMEMA por AURORA JARDIM ARANHA na, mas a confiança demasiada tam- bem. * * x Evita as explicações em que chis: pam punhaladas. Um bom amúo que se desfaz em lagrimas e beijos vale muito mais. Não te queixes nem ao teu melhor amigo. Depois envergonhas te ou AULAS DE PIANO À SOLFEJO THEORIA MUSICAL Para alumnas adiantadas ou princi- piantes. — Ensina pela escola mo- * derna JOSEPHINA CORDEIRO Av. S. Jeronymo, 471—Phone. 1883 A's 4&nm feirne 7 á Lemprae-v:s que O ESTADO VO PARA” g actnalmente o jor- usl do norte do Brasil mais ce- nhecido em todo o Pais. Annua- ciar nello é razer o VOSSO? Pro. duito conhecião do Acre ao Bis Grando do Bu, | si mesmo, podendo viver a vida dentro E . ) 3 E) de uma mocidade sem fim. Em outras virgindade pe rpelua. . O coce—eis o remedio! — atava ao pes- palavras, o homem deseja. mesmo ve- proprio . Jupiter armou-a de coço do paciente um pergaminho, no lho. ser sempre jovem. um arco e frechas, € fel- a qual escrevia, com sulvo de consoda No mundo inteiro, ha PTE gente rainha dos bosques. Deu- raiar dy me Odie ER que trabalha nesse sentido. + como, per BRRO as SUSTO E : iem E : geralmente, uma idéa suggere outra, lhe como. cortejo Sea plicae-vos e povoae a terra...” = cmo e mr e e em nyumphas, chamadas Ocea- E mandava-os embora. | UNICA NO GENERO nias”, e mais outras vinte é eme sra O | CSSOSS SOS SO<L:|9 chamadas “Asias”, das PROVERBIOS JAJONE'“ES Uma noticia da America quaes Diana exigiu uma tener RES jd rage a AVR e o - —Um mi > | de- - novas mouselines estampadas ostentam do Norte (já se sabe) nos inviolavel castidade. Como er jJea de testa os espelhos. —A vida é uma luz ao vento . » sEREBI —Até um macaco póde cair de uma arvore. —Os prophetas nada sa- bem sobre si mesmos. —Um incendio é facil de ateiar. Apagal-o é mais difficil. RE A —Um mal mesmo se tor- na, em tres annos, uma ne- cessidade . CONSELHO CHINEZ Se com um fio de teus cabellos poderes salvar o Universo, não o dês. emquanto por falta de ensino ou de vigilancia, uma criada estra- ga um kilo de manteigá ou esto carne. xo Entre as varias sciencias que competem á mulher, há a scien- cia de se fazer servir, que não é pequena. Em primeiro lugar, de- vem escolhetr-se criadas que te- nham dignidade e tenham reli- gião. Precisa uma dona de casa conhecer todas as funeções á que se destina cada serviçal:o tempo é o cuidado que é preciso dat a cada trabalho, a maneira de o executar bem e a despesa que se Rea com elle. Seria por exemplo, muito fóra de proposito ralhar com um criado por se querer que elle dis- ponha os fructos na fructeira rºais rapidamente do que é pos- sivel, ou por ter consumido ma- terial que é indispensavel para a boa confecção do que se lhe mam- dou iazer. Perde a autoridade e RE o flagello dos criados a dona de casa inteiramente descanhece- dora dos “serviços que manda executar. E' preciso tambem conhecer o seu temperamento e 0 seu ge- nio e ter respeito pelas suas más disposições de espirito, polician- do, pois, christâmente, toda essa psnent republica do pessoal, que é, quiasi sempre, tumultuosa. [E? necessario, sem duvida, a im- RIDO porque fôste bruta! vu porque capi- | teira? 0 tulaste. x Deixa passar os pequenos motivos de zanga. ada A! Mas aproveita os grandes — nessa altura podes inchar de importancia e empregar palavras grandiloquentes, algumas emprestadas á sabedoria das nações, se a tua não chegar. Mas nada de exaggeros; é preciso que ella oiça as tuas recriminações com um certo ar de humildade e não com um sorriso. Se ri, estás perdido.. X * Perdoa-lhe os pequenos defeitos— e contentaste por não serem gran Porque és tão egoista ? te Xe x Dá-lhe o dinheiro necessario e com methodo. Habituasa a assentar as !espezas. vei aiPx De vez em quando offerece-lhe uma superfluidade que seja util: um cha: péu, um colar, um frasco de perfu me. Estas ninharias teem muito mais valor se vierem de ti, do que se fo o dinheiro da RAR QUA AR cá rem compradas com cnsa. se e Né Se infringivres mandamento, o tal pecaminoso nega sempre. A mulher «contanto que o não sai ba, vive feliz. Pam aque fissão que lhe envenenará a vida im uma: con i me | posição da autoridade, pois qi [termos Verrar e-não sois vós a ver mal 'panha: p serva á prova de ar: com um pedaço de Papel de seda mo, lhado em leite. Ao seccar o Papel se converte em pergaminho. * 9 quantidade que a necessaria do UANDO se tenha pasteis, tortas, etc., guarde-se os que sobrarem em papel impermeavel. As. sim envoltos conservar-se-ão frescos por muitos dias. , ro derretido. dias. Hx P M tom remedio para curar as mãos esfoladas: o sebo de carnei- Applique-se todos os Hom A 1X sejam de gordura, nos tecidos fi- feito maior|. ARA limpar as manchas que não ARA conservar os Potes de con. n tampem-se é to menos razoaveis são as cria- se tem em turas, mais “preciso é que o re- do que | ceio as contenha; mas, como são. christãos, nossos irmãos em Christo temos o dever de só lan- nada se conse aa “ar são. j Cuidae, pois, em vos adora estimar pelos mas sem usar de baixa familia- ridade ;nunca se entretenha com elles em - aménas ” “conversas co-. | nr, cessidades e nos seus interesses | pessoaes. | RR 1 Que elles, tenham a certeza de (encontrar nos amos uma fonte de hom conselho: “paravas suas E é que ode dona de facto, incorrigiveis; falai- lhes á razão, jo só a sangue-frio podereis con vencel-os de que foram elles a por effeito da exaltação. 'Tentao mesmo fazel-os com prekender que ao falar-lhes em ta! Ea oIoLs — ————— — uBIo aU Porque, embora perdoe, nunca mais | esquece. Se as vossas zangas não terminam já numa 'dôce reconciliação, o me: lhor é evitalas. RIR Se ainda acabam por entre beijos e lagrimas, pódes provocalas até da vez em quando. : Quando vierem de fora traze lhe sempre uma lembrança. Mesmo que seja comprada cá. Os momentos de alegria que lhe dás é capital accumulado. Não te mettas nas coisas muidas da casa. Deixaa ser minha no seu péque: no dominio. : * ex Ri Convence a a não amuar. Demons tra-lhe que o seu amúo transforma o dia em noite. E* preciso aproveitar a laz; basta quando a vida dá a treva. bem X e x Se o teu noivado foi um trecho musical devorado de sol, a luz inicial há-de iluminar-te a vida inteira. Já pensaste na doçura que repre, sentará este quadro: tu de cabellos brancos e um pouco de rabugice, ella de linda cabeça nevada e muita tera nura, ambos rodeados pela alegria de boccas pequeninas a gritarem: «Avô! Avó! Avô Avól» já pen: saste ? CDA Então, ama acoms taz tudo para lá chegares, equilibra te, e errada t vossos criados seu xa proceder: e soEfreio com. pacien al cia as suas faltas de serviço, pois a edu | =” | tura e vas à refogar em car mão da autoridade quando | É dade d dade e sem altivez, nas suas le por Sto: Logo, a mi ap apoie é uando se n E amento e : gordura, virando-a-de to ra que cosa por egual. no espeto, enrolada em: gondura: assa-se | sobre ou em forno. Serve-se te ou de tomates. . ARROZ DE FORNO ROÇA — Deite numa pan res de gordura, uma cebôl dento de alho sem casca - e leve ao fogo para Junte 1 k. de arroz: Resoo fritar um pouco, - tra com agua. “quentes sa), addicione um ramo guns tomates pelados .e de” alfávaca. Deixe: fe tape a panella e ei para co até seccar. Prompto tt ro, misture 3 gemmas e 3 môlho, de galinha ou de. sudo. Deite numa travessa do, e alise com uma ovos batidos e polvilhe com tornado. Enfeite com rodei faça arabescos com azeitonas ' leve a tostar no parte b! E fôrma com mantoiga “e Y altemativamente uma cam de pão cortadas finas e dos lados outra de marmeladas, cidrão e maras, aitié encher a fôrma. GE a Paz um creme “fino e de s cima, deixando-se assim duas ra que o pão fique embebido. pressa pode-se pôr solme ) de pão uma de erême: Vaesgo |
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