O Estado do Pará 12 de Dezembro de 1935

res Entomaro DORES RR O RRRRO ORRLR O — qm me PARES AL SE entação das. galinhas E um aim af ui = , mento, devemos na ração mínis- - E | tr; me cosida sem sal bem ve o avicultor deve ter | trar carne a, no atire em bem co- | picada, ou usar a farinha de nhecer, dependendo della o esta- | sangue prepar ada para este fim, Regi al da criação. duas a tres vezes por semana. E alimentadas por um A ração em que entram restos qi ão corresponde aos | de comida nos quaes prevale- ã A de do RES é perder | cem 0 sal e a gordura, deve ser bi dg dinheiro terminando pe- evitada. por ser prejudicial á para Ne Eçã e abandono. | saude das aves. Independente E Ee am ser alimenta- | da ração secca, temos a ração Cl E tos indispensa- verde que não pode deixar de Ur Mest nutrição, se- | Ser proporcionada na alimenta- qua rp is ou para pro- ção das aves, constanído de ver- cando Ro o O milho não | duras, de preferencia a nana To E im de toda a SEE otaà um alimento exclusivo | * mostarda, o cap - | especie, devendo ser dado picado das aves, como muita gente sup para que as aves o aproveitem ROEa, i todo. Alem disso, as aves devem «Elle deve entrar em parcela, | go, sempre á disposição osso “de permeio com outros alimen-| mao conchas trituradas, car- - tos, que formam ao todo o ali-| 5, vegetal quebrado e areia. mento indispensavel para a boa indispensavel em todos os galli- mutrição das galinhas. O tri--mpojros, porque nenhum alimen- “ guilho deve ser à base da ali- to será que opera no apparelho mentação, devendo. entrar NAS | grrestivo como digerido pela a- Faões em maior proporção que | o cem o auxilio da areia, suc- * qualquer outro alimento; não SÓ (o gastrico. atoa o valor nutritivo, como peloj As rações ministradas ás “pal. » preço por que se adquire NO| linhas, devem ser o sufficiente mercado: A aveia, outro precio-| para satisfazel-as, tornando-se so alimento, infelizmente mais | prejudicial a superabundancia caro, o avicultor deverá usal-a | da alimentação. A ração secca em quatidades menores nas ra- | deve ser dada pela manhã e 4 ções, porem, não a excluir pelos | tarde; e a ração verde, constan- « beneficios que presta, no orga- | do de hervas, capim, ete., ao -nismo das aves. ; meio dia. A gallinha si bem que não se-| A agua sempre limpa, em ri- ja totalmente carnivora, ella | cipiente de barro, abrigados do não deixa de ter necessidade de| sol e de mez em mez, deitar uns “uma pequena quantidade de car- | cristaes de permanganato, que «ne, por isso, quando soltas pro-| tinja levemente a agua. O per- “curam, cavando a terra, vermes | manganato é um bom desinfec- “e minhocas, e quando presas em | tante, destruidor de germies que aFaptbeiros, privadas deste ele-| possam invadir os gallinheiros . Rações | misses wu paia Engord ir pOIGOS necedor de graxa e calor, é o a- mio pen SR A Pura que lique bem E vel a preterencia que se deve dar aos A alimentação das aves é uma sêéros ou às vaccinas quando se quer amnumnaes contra as doen ças inficiosas, em primei que se tenha vma idea exas proteger os e preciso, 10 Jogar, cta do que é sôro e do que é vacci- na. Quando se injecta um microbio por exemplo, o bacilo do carbunculo, vum animal (usasse comumente o ca vallo), tendo=se. naturalmente a pre “caução de injectar primeiro dóses muito pequenas e depois, pouco a pouco, dóses maiores, acontece O se guinte: o organismo do cavallo rea ge e no sangue delle apparecem subs tancias denominadas anticorpos, que têm a propriedade de neutralizar o isto é effeito do microbio. Em a cia disso, o cavallo vae adquirindo u o mierobio em questão, ou, em ous tras palavras, fica immunizado. cavallo assim immunizado e deixar» do de côr amarellada, denominada sóro, que contém os anticorpos, e, jecções para proteger animaes que não tenham sido immunizados. ma immunizição passiva, ; transportam:se para um animal sen dos activamente pelo animal immu- uizados. parva. fazer a impunização activa, por uma suspensão ide microbios ou mortos ou vivos attenuados. sses ma resistencia cada vez maior para Ora, se retirarmos o sangue de um mos coagular, sae do coalho um liqui= por isso, póde ser empregado em in: Com o sôro, portanto realizasse u sivel anticorpos que foram fabrica Às vaceinas, pelo contrario, servem De facto, as vaccinas são constituidas!| microbios, quando imjectados, vão produzir umá reacção no organismo do animal, que vae fabricar activa» mente os seus proprios anticorpos. Acontece, porém, que para formar esses anticorpos, é preciso um certo ; tempo e que logo depois de se inje= ctar uma vaccina, o ianimal soffre até uma diminuição passageira de re» sistencia (phase negativa). Daqui decorrem, pois, as seguintes regras praticas: UU 1º — Quando se quer proteger um animal, sem perda de tempo, por e: xemplo, quando apparecem varios casos de uma doença altamente con- tagiosa num rebanho, deve-se injectar o sôro (immunização passiva). 2º — Quando se póde esperar al. sum tempo, por exemplo, quando se quer prevenir o apparecimento de u= limento basico aconselhado para a engorda. Existe, porem, entre os nossos criadores uma forte corrente para o substituir pelo menos em parte, por achal-o ca- ro. As raizes e tuberculos já vão tomando logar sairos ele- mentos, deve dar resultado. Quanto á questão de seu valor monetario resta que seja estu- dado com acuro e criterio. O que se poderá dizer de antemão é que o seu custo diminue muito com o uso. de machinas, de se- mentes seleccionadas e com a cultura racional. ; O que melhor guiará o criador na escolha-da alimentação é o lado economico. Escolhem-se os alimentos que derem resultados reaes maiores. Na distribuição das convem observar que sejam Va- riadas e distribuidas com regu- laridade. Eis um exemplo ide arraçoa- mento para a engorda : 1) periodo (40 dias). A alimentação, em todas as “variedades animaes industriaes coloca-se em primeiro logar; mas é na especie porcina que a sua importancia mais se acen- tua. E' preciso porem, que se saiba empregar com methodo e “economia as rações, associando criteriosamente elementos va- rios e de accordo com um dos principios de bromatologia; su- bstituir com vantagem os mais “caros pelos mais baratos, os de difficil obtenção pelos que se possue. CS e e e ET Cultura da canela a India 0049093 dA Empreza Editora da revista a= “gricola “Ghacaras ec Quintaes” a, -caba de ngs enyiar mais um fo, “Iheto da Bibliotheca agricola + Brasileira, Eoure “Cultura da Cas “ nela e df India”, uma monogra., “ophla Allustrada e resido! embo= - ra completa, da conhecida espe, “clara cuja cultura preconiza co- 4 mo facil e renumeradora tambem no nosso paiz - w Este folheto faz parte da obra * “Especiarias”, que o engenheiro - Eduardo Rodrigues de Figueiredo está “escrevendo e da qual já for | RUA;15 DE rações : au so. ORI STE SP SR SS ES ERR RE ASR TE ERR TED sm , 3) periodo (20 dias). Ração da manhã: Leite desnatado Ração de manhã: Leite desnatado . Mandioca Melaço .. ER ZA NTOS À Agua gordurosa .. .. 3 kilos 1 kilo A RIOS 2 kilos 2 MÁ los “ lb kilos 2 kilos i 0,5 kilos Graminha commum Ao meio dia: Canna picada .. Ao meio dia: | “ram publicadas a que recebemos Nº tarde: Consolida ou legumi- “ea “Cultura da Pimenta do Rei, z E nosa .. FE 9 CRTTOS no”: êslalido no prélo, o térceiro = Farelo de trigo .. .. "tolheft “Cultura do Cravo da Im? Consolida ou legumi- DE aa Ee - da”, Seguidamente serão publ'- nosa .. 4 kilos * cadas as monographias seguintes: Melaço ter cágados Se 0,5 kilos Agua gordurosa 2 kilos “Cultura da Noz Moscada”; “Cul= : ; ê “tura da Baunilha”; “Cultura da 2) periodo (30 dias). nda doce 1 kilo à Pimenta de Jamaico”; “Cultura Milhos.. >: es 1 kilo do Cardamono"; “Cultura do Gens Ração da manha : glbre”; “Cultura da Pimenta e Pi=- mentões”. Quando se considerar que cada “uma destas especiarias custam ao « nosso paiz centenas de milhares de contos de réis que cvadem pas ra fóra do Brasil, não é possivel deixar de encorajar o louvavel es. forço do engenheiro Rodrigues de Estas rações são calculadas 2 kilos 3 kilos Leite desnatado .. Agua gordurosa Graminha commum .. Ão meio dia: Consolida ou legumi- 4 Jeilos Figuelredo, e a esclarecída actlvi.', nosa .. .. .. so dade editorial da “Chacaras e ; Quintaes”, em tornar realidade A' tarde: este patriotico anhelo, Cada folheto é enfeixado em Jin= Batata doce .. 2 kilos da tricromia representando em Mandioca : 2-Kilos era naturães a cultura escolhi= Farello de Slpodas 05 5 kilos dO ERA VIDROS Desse cos dela Fes O 0,5 kilos EI ESAS DOF AS ! Á “Aulas “e musica, piano) VI D:' A 4 SSointuras ie artes aplicadas RELIGIOSA EE Eta») SANTOS Mojc N de Guada “is cceltam-20 atumnos' no DU iam, anta (Lucia; E nO Santo Ea Reage BASTLT DI ZNARIST, - Sab «Instituto D. Bosco ERES NE af TER uh aa age N be 1 Nuzareth 4 140. Coasst3 slrojEsrtado,!66 é PEA sd e O AD Fed ad ; E Fu exercicio duraste à semana das 2 ás ! as sa — am h Care ni e nréia da Tala de Dr dd A A dd A A AR a A NERO Eron Edo DE Ani 1 O ESTADO DO o cf Ulitbtoira, 12 RR RR RR RR DR RR mom m mn RR IR mM for Oiuso de sóros e vaccinas [100 mid doença, ou quando Ja e a doença é pouco mor- appárece cram casos, tifera e evolue' lentamente, devesso usar a vaccina (immunização acLi= via) «1 a A inmunidade conferida pelo sô ro é de curta duração (L mez), vis to como os anticorpos são eliminados, ao passo que a pela vaccina duva muito tempo (1 anno). Por esse motivo é sempre pre ferivel fazer à immunização, prevens tiva dos animaes sãos por meio de vaccinas, com as quaes se consegue uma protecção solida e duradoura. Ha, entretanto, na pratica, uma serie de cireumstancias, que limitam o emprego das vaccinas, mesmo nos casos em que ellas teriam toda pres ferencia. inmunização activa Ha microbios que mesmo mortos dao boas vaccinas; é o que acontece com os germes que produzem O cur- so branco, o paratifo dos porcos, o aborto das eguas, a espiroquetose das aves, etc. Outros germes podem ser attenua dos artificialmente no laboratorio de maneira a se tornarem inociros para o organismo, produzindo ape. nas uma doença benigna, depois da qual o animal fica immunizado., Isso acontece, pur exemplo, com a vaccina contra a bouba das gallinhas, que é constituida por um virus atte nuado, capaz de produzir apenas cas roços ou pipocas no ponto de appli: cação da vaceina, sem nenhum outro inconveniente para a saude do ani mal. Em virtude dessa doença beni, j gna, os pintos adquirem uma immu» vidade solida contra a doença natum ral. (0) mesmo succede com à vaccina contra o carbunculo verdadeiro. Es» ta vaccina é fabricada: com bacillos do carbuniculo de tal modo attenuados que não são capazes de produzir Um ma doença mortal nos animaes. Obi SerVa=se apenas, em alguns casos, m> ma inchação mais ou menos accen: tuada no local dia inoculação, o que regride com o tempo. Comprehende se, todavia, que em certos animaes debilitados por qual» quer motivo, amemias verminoticas, feridas suptiradas, produzidas por »icheiras ou bernes, cachexia, tuber: culose, infeeções intercorrentes, ex- cesso de trabalho, defficieneia de ali: mentação, etc.), a vaceina, encon- tranão um organismo de resistencia) muito diminuida, poderá dar reações === DE AVES PURAS IMPORTADAS Vende ANTONIO MARTINS JU NOR N OVEMBRO, 96. E ERE e a insomniá Um dos remedios mais sim Ples e melhores para curar a insomnia é, ao que parece, o cheiro da cebola crua. Deve se pisal-a para lhe tirar o suc-/ co, e cheiral-a depois durante dez minutos antes de deitar, Affirmam que esse remedio a» calma os nervos das pessoas mais excitadas.; , ele! As cebolas contêm uma es- pecie de opio, que lhes dá qua lidades soporiferas. O desa= gradavel do seu cheiro desap= parece com a continuação de cheiral-as. Pessoas que as a» borreciam e que experimenta- ram esse remedio, não senti- 4 ram nauseas nem enxaquecas. & SERASA pa Tão 1DDDHDDDDILDODOHHOSG MOS X cabra; angorá”|= etapa cer mms aus morna prenome ars =. om) cad E Sa Pim pm a cep do Dezemb Todo E : RIR IRIR AR gorues inLeusas €C IMOsSNU, Cal Cilsus excepcionaes, causar a morte,, Us, “RIDADES MÁXIMAS EM VE- TERINARIA NO BRASIL— . O PROF, DR, OCTAVIO | DUPONT, CATHEDRA- TICO E DIRECTOR DA ESCOLA DE VETERINÁRIA NACIONAL <1” com 1eal prazer: que deixo con- siguada a optima impressão por tudo|- o que me foi dado observar na visita que Liz com os alumnos da Escola Na | *. cional de Veterinaria aos Laborato- rios Raul Leite. Nas diversas secções notei os mulr tiplos cuidados scientificos, a tech- nica escrupulosa, todo o apuro, er summa, na confecção dos seus pro ductos. Merece particular attenção a parte! referente aos preparados de uso v terinario fabricados em instalações! pae proprias, sob a direcção de pessoal| Sã 40 pa CAES quo, siVILos, não imnuúnizam e que vão podem “sex attenuados, couservando propule duco de vaccinas. Assim, por exem plo, germe causador da Cuiera dus gallinhas, não dá uma boa vacécina morta; tambem é difficil preparar este microbio uma vaca 1, porque não se consegue attenual o de maneira satisfactoria. Por esse monvo é que o Instituto recommenda para colery das galinhas, a immuni zação preventiva por meio do respe: etivo sõro. a o com vi- No avorto bovino também não se consegue vaceinar com o germe mo: to, nem se tem uma amostra viva at- *CiUAGA Que vaccine CLLICUZIAÇà Ha autores que aconselham vacci nar contra o aborto mesmo com os microbios viruientos, Esse processo, porem, só deve ser praticado nos re banhos seguramente já infectados e por veterinarios, visto como ha o perigo de se contaminar não só 0 re» banho como a pessoa que faz a in= Jecções. Por essa vazão, o Institus o só Jocnecerá a vavany “a aborto bovino em condições muito es» peciaes, quando requerida, por, pes; soas idoneas e destinada 4 imniii zação de um rebanho verificado in fecto. Ca Fóna destes casos, o Instituto só Rito Janeiro, 26 ae fa 1995. formece o sõro dontrá o aborto boviy (a) Prof. D “ocrAvio DIPON! atingir, e NE problema de vital importancia Leite ec com os scientistas chefes dasl Deixa que têm o sem nome e que são por to:| to Tambem se póde usar o sõro asso! E LE ALGUMA COISA — ELLE. cos apparecem casos de pesto parei! immunidade' conferida pelo sõro, é, 7us ave ninda se mantinha na ex “o vimus vaccinação, isto Yé, injesl tructura » sôro protege immediatamente o anix de sorte que, no fim, de um mez, os vos fabricados pelo proprio: oreqnis: o ua quie São Paulo) . me é rosea. E DORALR COCA CROMO ! technico autonomo e com os quaes juizos. esses Laboratorios estão resolvendo | Os: o o Brasil. A : Congrafylamomos com o dr Band cão! ie q varias secções, pelo progresso levada finalidade dos. dos os titulos motivos de orgulho par) ag va a medicine e. indústrias brasilei- ar nos ciado á vaceina (sõro, vaceinação) .. ropo + o TICO Y Por exemplo: numa criação de por, - ADOECE E CURA SE CO na ou batedeira. Podemos proteyoy! dedo A n e Os animães ainda não atacadas ou en» tão no início da doença, por meio! do sôro contra a batedeira. Mas a como vimos atraz, de cunta. duração, de sorte que, passado um mez, o vim, ão | lãs que se: pr pelo. poderia infectar esses animaes. . Por p ar rilho pela esse motivo é conveniente fazer o ctar-se ao mesmo tempo que o sôro. não ter atescala de. Ce uma pequena quantidade de virus. O gene eo “systema mal, dando tempoa que o virus pos s» exercer a sua accão immunizante anticorpos do sôro já terão sido eli. minados, mas persistem os anticor: constituida e fibra fina ligadas, m mo do porco sob a influencia do virns-| desse animal presta-se : 17º Agarão do Instituto, Biclogico de velmente para pellego. À. dee doa Do e o i ex qonteZ lente, procurando-s comum, Dahl, após. RE e cantelosa os | “reproductores m continua selecção zootechnica. chos, de dois em dois amnos, por constituiu-se o typo caprino que! outros de “familias e correntes. kojc é universalmente conhecido de sangue idifferentes. , j pelo veme de “ Angorá”. “Em virtude do seu alto: gráo Às principaes caracteristicas! de rusticidade, a cabra Angorá da cabra “Angorá” são: A cabe-| não é exigente com relação: ca é dilatada, covexa na parte) quaiidade de sua alimentação superior e comprida lateralmen-| desenvolve-se muito bem em) te até a região buccal; a partê| qualquer zona do Rio Grande do frontal-superior é revestida de| Sul, de preferencia nas regiões espessa e fina lã, emquanto que! de campos altos e seccos . o fócinho é revestido de cabellos Nas égocas quentes e seccas brancos; Os chifres são espirala-| os rebanhos pedem viver per- dos e achatados : machos at-| max: entemente a campo; er tingem um com >» mento médio quanto que nos mezes chuvosos € de 55 a 6º ems. o nas femeas de) frios dev em os mesmos ser Tu- 5 a 45 ems.; as orelhas são ge-| colhidos á noite, em abrigos es- IRRTE compridas e penden-| pe-iaimente adaptados para tal tes; em alguns casos, porém, são) fim, Essas habitações | devem curtus, ponteagudas e erectas. Ol consistir de ambos - galpões peito é profundo e chato. O dor-| construidos em terrenos altss,| so é musculoso e amplo. A região | ventilados e drenados, cujas pa- Tomar é recta e horizontal. Al redes não devem exceder de arupa é ampla, horizontal 1m,20 de altura, para permitir usculvsa, a livre circulação do ar e pad ta renetração dos raios Solares Annualmente, após as pesadas nm ! À cabra “ Angorá” é nativa do | chuvas de setembro e outubro. condado do mesmo nome, na | deve proceder-se á tosquia des Ácia Menor. E' uma das mais : crcbanhos; durante o primeiro : impentantessa cus da desnbeciê cas o se seguir a esta pratica, ri im ntes raças da especie ca a) EMBELLEZA A CUNIS AFI: | tez que se seguir é DS “a podoria produzir à 6% prina. não só pelo seu elevado SP GENTA A VEUHCE E COM | não se exponham os animaes “AB -ADO elos de ma 1 grão de rusticidade, mas pelas SERVA APELLE COM TODA chuvas é aos frios, conserveni- “ta on 9.680 kil Suas excepciondes aptidões ecos) A SUAVIDADE uu a se-vs sensi-estabulados, para evi ane, ana » nomicas, à sua origem é ainda RIA RMAÇ CIAS; tur-se alfeeções graves, que não “da nossa moeda. ; cesconhecida; suppõe-se, entre- CR me e TO Bege RT Uta x raro se constatam em ovinos €[; k a o “ so+-n , tanto, que descenda da cabra tda; ca; prinos recem-tosquiiados, au Ro! » de Jesus (no Marco) e na e Casa: às 5,30. Ja São Raymundo Parochia de Niazareth—Basilica: STEREO ck Sabbado, na Cathedral 5.0, 7,8, parochial e 44 10 ho HORARIO DAS MISSAS nos domin: | tituto Gebtil Bittenconrt: ás 6, ICaté Caié Quinado” Bei Es gos e Dias Santos legio Santa Catharina: ás 6, 30; Capella Parochia da S6-Cathedral: ás 7. 8 (de | de Lourdes: 4s 6 e 8,30. eitas: Cabido), e 9, Conventual; João] Parochia de São José de Queluz Especifico das Febres, 7 n o Febros, Sozõoa à Ma Baptista: 5.30 e 7,80; Carmo: ás 5, iz: f Santuario de São Iran AE 6.30 “Bom Postor-ita 6/80! is 6.30 € 8 horas. | MILAGROSAS co reco Parochia de Sant?Anna—Matriz: ás rochia de Santa Cruz— Capella d "| Aos dosntes No 9 producto “am: Uqeido k 7 e 9 horas. parochial; Mercôs, Ga 5,80) | Sagrado Corúcão do Jesus mi aa, Santo Antonio: ás 6,30; Ordem 'Tercei-| 5,3) e S horas, parochial; Benç do PILULAS:. DO CAFE QUINADO $ BEIR r a o E AP RE SS. Sacramento, ás 7 dn noite; A ia QUE TEM AS MESMAN PROPRIEDADES DO ja da SS rindade atriz: | de Mendicidad s G hor Es | Gm 67 6 0 hora pirdeiihl QAUdEiO | Peito o SS Sa “CAFE QUINA DO “BEIRÃO é Santa Ro às 6,30. | 6.30; Cap de N. 8. da Conceição de A REGISTEADO POBRE AO Es : nã Parochia de São Raymundo—Matriz: | Monte Alegre-—Matriz: missa ás 8 ho-l es red 5 pag—alt—ats 2.º grã ús 5, 6,30 e 8 horas, paroahial; Santa ras. o ga, UE Greece um

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