O Estado do Pará 11 de Dezembro de 1935
PARA VESTIR BEM Poderiamos chamar a esta chrois ca <A mancira de se vestir com acor t6», Pois não se trata somenic de €> colher vestido à moda, mas sim de ter criterio e bom gosto, qualidade: indispensaveis para evitar as faitas de opportunidado no vestuario. Um | vestido simplos póde, tacilnente, a: parecer cin todos os sitios sem ficar descollocado ; portanto é preferivel peccar pela simplicidade do que pele excesso de elegantia. E” frequento encontrar senhoras sumptuosamente vestidas em ambientes modestos. Que falta de gosto ellas demonstram! Parecem querer eclipsar toda gente e em vez de obter um exito a de belleza, não recolhem. senão ciu- | mes e criticas de outras.senhoras pe» la sua falta de tacto. O tacto! Eis o guia para todas as nulheres, tanto na escolha dos w2s- tidos como em togo o resto. Por exemplo: a dona da casa quando recebe, pode vestir um vesti- — “do um pouco phantasista que se ap= " proxime do vestido de casa e do ves» E SS e Ti ai AULAS DE PIANO BOLFEJO THEORIA MUSICAL Para alumnas adiantadas ou princi- piantes. — Ensina pela escola mo- derna JOSEPHINA CORDEIRO Av. 8, Joronymo, 471—Phone, 1883 A!s 4.as feiras DO a A tido de «scirée», mas que nunca essa «toilette» seja vistosa demais nem tenha o ar theatral e suit :s0. Nor tae, minhas leitoras, quo a se 4 nhora que soube: ser discre=; ta da maneira de so vestir obterá todos os votos favoraveis. Já não servirá a mésma regra logo que se trate de ser ella a convidada; nesse caso é signal de consideração vestir= se oimelhor pnssivel pira ser recobin da ma casa alheia. Mas note-se, a medida e o tacto são ahi, como om tudo, indispensaveis. Não serxve O mesmo vestido para jantar em casas de gente modesta e nas de pesioas ricas que “vam com luxo. E? soLsm= te nos bailes, banauetes e recitas de gala que o maior luxo é obrigatorio. Seja no trajo de masseio ou no de noite, é uma falta de distinceão fa- zerse notar. Se a vassa elegancia — MOSAICOS 0IOGH64 DOS Para Descartes, q curio- sidade é um desejo, e, port Malebranche, uma nclina- cão; ambos se umitam à mencionat-a, sem tratar « & de sua genese, Us contem poraros concordam em “ conside um wstincto. 4 inclinação,tendencia ou ser- treeito derivado dam. Jo- : dos concordam em que é um phenomeno primitivo de ç nossa vala menta!, mas O q processo genetirco de suu € formação ainda não foi clã- remente cxplicado. 4 J. INGENTERUS . Ea º Quem encontrar um em Prégo à sua actividade, nã precisa outra benção do cés pura ser tenz, porque en- contra no trabalho o vleal da sua vida. $! CARLY LI . Eq . Nunca uma mulher é na perigosa como quando so & apieda de nos, P. DUNNE = “ Eq . Saber não é nada, ima- À MOCIDADE SEMPRE. ” Em todos os tempos, o mes- mo anseio. E a mulher de hoje, como a que ha de vir, não esca- pa, nem escapará ao sonho ce Fausto. E os conselhos e os recursos surgem daqui e dal), , psra affirmar, quanto póde Ser | qne, “o que a mulher quer Deus tambem quer” 4 mulher moderna, bate-se fôr discreta, pode passar sem ser observada, mas se a notarem será pa xa a elogiar; succedendo o contrario, | se vos vestirdes ricamente e com os” | tentação, as apreciações serao pouco | benevolas, com certeza. | A senhora que souber ser elegante | fará sempre condizer o seu vestua- riç com a occasião, sem ter a idéa, bastante mesquinha, de querer «épa- ter». De factô, nunca se consegue «éjater» de maneira interessante par ra nós mesmas e por isso é grande erro tentar fazel=o... O requinte discreto, a distincção modesta, são o cunho da verdadeira elegancia. Os modelos actuaes, a não ser os destinados a certas raras solennida- | des, distinguem-se pela sua simplici- dade, Quer dizer que, quasi sompre, | esses modelos parecem simples mas que a sua simplicidade é só na linha e no conjuncto, pois que os detalhe: a os requintes de corte são compl! cadisimos. E' esta elegancia que se deve ten> tar obter. 1 , e eee ve ee mr ia rr a Os Estados Ur mid, terão uma «m valentemente: E faz muito bem. Apanhamos numa revista ex- irangeira, os conselhos que se- guerr. nunca desprezados : Deve- se encontrar Pra quinze mi- nutos que sejam, para os cuida- dos do corpo, em exercicios e do vsto, continuando a sua juven- dE: Esla s> manifesta em tres pontos: 1) contorno, a pelle, os olhos. Se v., que Iê estas letras, é ainda Muito joven, trate de consprvar a frescura das linhas a que alludimos. Se não aceria- !mos com a sua idade e o «spelho ia lhe dá alarmes, examine-se "adorosamênte, verdadeiramen- te, em pleno dia, em plena luz e corra a um especialista. Depois, vem a lucta, mas v. não desari- me nessa lucta contra o tenipo, contra os musculos relaxados, desfallecentes, contra os senões da pelle secca ou graxenta, con- tra as rugas dos clhos. Se v, qui- zer pode vencer. Um dos pontos sis impor- tantes para malater a epiderme unida, firme, é a limpeza, puri- ficando os poros profundamnte, tirando-lhe o pó acumulado. La- pe: o seu rosto, todas as noites, ao deitar, que elle requer esse cuidado attento, para a frescura propria. A cutis oleosa, beneficia-se com toques de gelo—um peque- | no pedaço de gelo, envolto num | Jenço muito fino, passado sua- vemente sobre o rost'o, de baixo para cima. Com isto, v. se senti- | rá reviver em frescura, na sen- sacão. de sua pelle. Estenda de- pois, sobre os dedos, sobre as palmss das mãos, pequena por- já vae ganhando terreno confor-! Republica. E” a primeira mu- cão de um creme para'a limpeza. | Cum o movimento deslizante,evi- | sidenta e Vice-Presidenta tando estender a pelle, v. execu-| formada no paiz. tará a operação desde o mento ás yrelhas, depois desde as narj- | em Nova York e conta já com nas ás temporas, um movimentv | um numero razoavel de mem- civcular sobre a fronte, descen- do pele nariz e ab redor da boe- ca. Tenha os hmbros bem ergui- dos sera traz a cabeça bem le- vantada. E estenda sobre o collo um creme nutritivo, escolher- «| do-o de accordo com a côr da sua epiderme. Volte a cabeça para a Cireita e com a mão direita faca massagem, modelando o la- do esquerdo do collo por movi mentos circulares, desde o mento ao hombro. E a mesma operação de lado oposto terminando por uma TNassagem vighrosa sobre a parte posterior do collo. Para que v. saiba que uma loção esti mulante é efficaz, é preciso sei tilia ro minuto da applicação. Sirva-so de um pequeno pedaço de slgndão, prendendo-o ligeira- mente sobre a pelle, com peque- nos, inpidos golpes, seguindc caminhos exactos que v. procu rará aprender em tantas trucções ilustradas que andam 1) s- por ahi. O sangue cirenlará li vremente e a sua epiderme apre seutará um ar de saude, de vi- =] dk Ania Virubo À tavonta do Monge Negro, E vo JMasputun mais ao que quaiquer vas | um papel galieute nó grande drama| suuueres aU seu Cacrulvo UC UUOra, russo, e u a personalidade dos e] UULaAs E e contras da opinião publica. lixalta Nuo | por um detalhe 0; tumbona da, ás vezes, denegiiua outras, Ania | Caswua €c con Os esvugadus LOUOS QL Vuubowa espera que se di a poa) Uma sensuai, Ania era pura. LLOvUOu vra deiimitiva da sua actuação na-| 1550 O CXdme medico de svudniar, COn- ile momento da sua patria LININUGO pesa COMINISSUU EXLLUO cULDA ceu ma Russia, filha de A. S.| Na do governo ae 19114, e exame pe Taneléw, secretario de Estado e chefe | dido por eua mesma. Wue era Cuvao, | do gabinete privado de S. Majestade. | IMuis que as outras para o Monge Bra neta de Tolstoi. O nascimento, | Negro? Muito sunples. ira a con pois, rasgavaJdhe os caminhos para| lidente da familia imperia, connes as grandes alturas. assim foi. Vir, cendo e levando para o Monge os se veu sempre entre a aristocracia rus:| Bredos politicos que colhia nessa in sa, num grande relevo do sen porte 'uidude, dando ne base Dastanto altivo, sereno, majestoso. para intluir, como mmtluu, nos as: Aos 17 annos de idade, casara-se | SUmptos muis graves da, Kussia, com com o tenente Virulow de quem, por aquello ar de visionario que abençõa motivos ignorados, se separou Jlogo| e promette salvar. depois. Começa então a sua vida na Ania Virubowa escrevia o sen dia, côrte, na absoluta intimidade da fa-| Yio interessantissimo sobre todos os milia imperial, até os g s aconte-| pontos de vista, desde as suas rela, cimentos que terminaram na trage-| 40es como Tzar e a Crarina de ambos dia dc pad gudo Ekaterinburg, do destino h Alexandria Feodorownn. Bra um typo interessante; alta, de | rmas robustas, pelle branca e ca: ellos negros; olhos grandes, profun | des, visionarios, ilnminando a de um! idealismo que os labios grossos, sen | suaes, desmanchavam. A influência, a. EETddeão de Ras , uo de putin em Ania Virubowa foi maior) que em qualquer outra mulher, to- eauido a no cerebro e nos sentidos, para ser o que foi — a discipula elei ta, obediente á doutrina das Khblisty, seita religiosa que mandava «pu, ificar se pelo peccado, para chegar “ Deus>. Mas ha, ahi. uma contra: diecão notoria: a mystica enamorada além dessa influencia, soffreu outras de caracter a Bs sentimental? Foi para, formoso! orgulhoso e TT] ms e E e e Ra Tr confidente, até as Ladigas, derenções Antes de casar suas ansiedades, , ciumes ... tivera o seu To mance de amor, Alexandre Or: low, general, commi andante do regi- mento da guarda imperial, romance revivido após o seu divorcio e logo esuvecido por elle, avaixonado pela Czarina. No sem diario, Ania, recor da o seu garboso official, com resig. nada amargura; «Tra em Peterhof Muatinschka, (mãezinha, a ezarina) se sentia anelhor este ánno. Houve bai: les Orlow dansou com -Matiusehka En os segúi com os olhos e me pal: pitou'o coração. Fm verdade era um -esplenidido par. Ella, altiva, majes: com tosa, bella pelo sen amor, deslumbra- | E elle forte e tão feliz, em seú va. como um sol. 1 | 1 | * Nos circulos politicos dos. Es-; tados Unidos, commenta-se com optimismo que talvez em futuro: breve, os destinos dessa nação | sejam confiados á direcção de | uma mulher. Não se pode determinar ainda | a época exacta em que tal se! dará; talvez em futuro muito | proximo, talvez em futuro remo. | | to. O facto, porem, é que a idéa ) | | bros esperando-se que elles cres- c cam dia a dia com a intensa nrc- paganda organizada para É colha de um nome feminino que corresponda aos anseios e obje- ctivos do bem elaborado pro- gramma. me o demonstra a Liga Pró-Pre- já | A novel Associação tem séde ! , es- y. | o: tome deh futura residenta | americana já foi aliás sugeerido pelas afiliadas da Liga. E' o da juiz Florence E. Allen do 60. dustricto da Côrte de Appellação desse Estado. A juiz Allen nasceu em Cleve- land e é a unica mulher ameri- cana que conseguiu até hoje oc- cupar um tão alto logar na ma- gistratura, o de Procurador da lher juiz; a primeira que traba- lhou na Côrte de Justiça, isto é, no Supremo Tribunal e a pri- meira que representa um posto | 'da magisratura federal. Por | que não será ella, portanto, a andidata à Presidencia? A juiz Allen tem 51 annos de idade e é uma das leaders mais eminentes e conhecidas do mo- vimento em prol dos direitos fe- mininos. Sua extraordinaria actividade ve gor. Então, estar prompta para receita do cold-creme da Lina receber o creme nutritivo, ou se Cavaliere: o tempo lhe é escasso, o outro Agua “de “rosas 500 “ETo = adherente da “ms illage” Cera branca de abelha 20 o anherente da maquiliage Esperma de baleia. , 0 » Para e contorno puro do rost” Extracto “do todas e. 32» v. executará um movimento sim-| LIA — O creme de massagens da Selda o ples de sua mão (o dorso), de- Potocka é optimo, aliás como to- pois de haver untado a parte in- dos os productos de Selda ae TRA . cka. Faça a massagem; e defrois RS U do queixo com uma, loção limpe o rosto com a loção ads- adstringente. Faça então que a tringente. sorção se dê pela pelle, aju-| x. LYRA Faca um cozimento de dando-i com xequenos golpes malva rosa e flor de sabugueiro I rapidos e firmes. Se suas palpe- e banhe o rosto longamente. bras andam com tendencia para | EMILIA — Nas casas de belleza do cair, vão se esqueça de lhes da Rio encontram-se uns apparelhos m da E, E triti Er ; de borracha para tirar a papa- Y creme nutritivo. da. Geralmente tem tres tama- x e x nhos, Existem igualmente mas- CONSULTORIO DE BELLEZA caras de borracha para todo o BERENTOE — Agradeco A minha ami TORTO guinha as exnr n GARDENTA — Veja a resposta a Be- A Sp: a lisor de sua cartimba, renice bowalJl Mme DT a em eee o tea CER NE: lcios. “petencia e probidade, . JE E 1 1550 me Íuzia sotirer Ui Iy eu nuo pouia dpultdv déc MOL. | LOS) Meus Viuivs. vc ACICULVCL minha beleza; minha cospúenca era SACA A LIA “ cu duo peusuva MiDsu, mas, invejava Matiuscuka que, ape zar de seus tres tuhos permanecia aecigada ec graciosa?, No dia Y de junho, aue seu duo, se [IVesse lha, serviria para abastal à do con eto: com os reis e dizia a essa filha que não teve — «kj” tao trjste! dy como se te enterrassem viva. 1vodo os teus desejos, alegrias, delles». Depois, muito depois, dóres passadas, escreve: “Quando, no momento adeus a Matuschka, ell ella escrevia po) Uia Ti u teus sentimentos, ma não te pertencem mais. São » recordando louça quê tem do nspor tada deve ser envolvida em pa! de dizor) lha Humnida. Quanto: a palha secca, e ; a me poz “o! toma a forma dos objectos que envol- Ss 10, a cruz, envolta num trapo d “| ve evitando assim que ge quoprta j camisa ensaguentada de «Staretz> N : * Ay (Gnonge), que ella guardava, e quan. do me levaram, eu estava como uto: doada. Ob! minha irmã na dôr! Oh martyr! todos te maldizem por Abi não sabem quanto eras desgra cada...» EE S frangos muito velhos, antegido levados ao forno devem ser co-| zidos em vapor por uma ou duas lio- ras. Ficam assim bastante tenros. . As palavras fifiacs do seu diario, Xe p oram murmuradas, talvez, como em s 0:£ pair manchas que o ferro to oração com uma grande fé em Ke quente des o Mah desappare- em rensky, que livraria, talvez, das ira: do povo, os martyres coroados, mas dirigidas ao Monge: «Santo Staretz>, amigo e defensor, Ed eu te rogo So e protege...» Depois, o grande drama, ESADEI ' recontado, sem uma côr' certa: é ago ra, faz ponco; a morte de Anima; Viru. bowa, em Londres, na miseria, “entro as suas doloridas recordações — o seu diario ao mundo one a esmo ceu... ALMA AZUL | sem sendo de com e agua cado ; O'DE-SE. tirar da roupa p dcas de beldes, applicar de glycerina e e RR de SRU fazem-na capaz de desempenhar. qualquer cargio e recommendam.. na á admiração dôs seus patri- Asra. Allen é membro da D. A. R.e na magistratura tambem. se tem distinguido por sua com- gozando de um alto presiigio e renome entra os seus pares. Florence E. Allen nasceu em Salt Lake City, no dia 23 de março de 1884 tendo recebido: uma educação esmerada no col- legio de Salt Lake e na Univer- sidade Western Reserve. Mais tarde cursou as “Universidades “de Chicago e de Nova York. ORG que oeste bem. das mulhe. : res, não as conhecem vastante;! cinda q maneira de dar com | om iresultado um conselho ma ; Sua carreira na advocacia co- | UMa mulher. meçou em 1914 quando foi admi. |: = K— tida no tribunal'de Ohio. Durar- | Ve BALZAC: te 5 annos foi uma estudiosa, Quando uma mulher prata constante e activa, adquirindo | o nome de um nomem. então uma grande pratica no campo forense. Nessa mesma é- poca. batia-se já pelos di a da mulher e pelo suffragio do | voto feminino tendo sido uma das mais ardorosas batalhado- ras da memoravel campanha. Em Cleveland foi nomeada para servir de arbitro numa questão forense de muita im- portancia, o caso das Compa- nhias de bond do Estado, tendo ganho a causa e conseguido as- sim popularidade e renome. Em 1919 foi nomeada para as. sistente do Procurador de Cuya- hega, em Clevelzna, desempe- nhando esse cargo «om notavel saber e proficiencia . Em 1920 foi eleita para um novo posto na Côrte de Justica e dois annos mais tarde para a Suprema Côrte do Estado de Ohio . alguma: duvida sobre q s para am elle; mas TESTA ie cida, que se distrae com “Orin- quedos, se emoriaga com Uson- jas e se seduz cont apa De MADAME Dt BUUS A A vaidade torna culpado a mavera da mulher, e torna di a culo o seu outomno, ” De QUEVEDO: é Nao ha mauher, por velha que m er seja, que tenha tantos amnos | como presumpção. E 1 | =EXx — De A. RKICAKRD: Finalmente em março do anno Vudo se póde arriscar em a passado a notavel jurista foi no- | teria de adulação com as mulhe- sei abpescas meada pelo presidente Roosevelt | res a este respeito são tao ger À bula para a Côrte de Appellação, car- | ras, que pouco merecimento ha Por duas ezes. s- go que mantem até hoje com O [cm enganal-as. çaram a: Prince E mesmo prestigio e louvor dos | ; cabeça e-outra vém, eu-tinha rtez [nada a nn a seus concidadãos. Florence Allen está destinada De CAMBRONIE A mulher não tem Senão um (meio de nos fazer feniz; em com- pensaçao, tem uma infinidade deles para nos atormentar. — Lave os seus cabellos com es- ta receita. 0. Q. Tintura de quilay .. 30 grs. Tintura dê beijoim .. 12 grs. x Agua de Colonia .. 120 grs. da Agua de mel .. 120 grs. De PULNCELOT: y SAIGOOL a 4 0» 600 grs. uma vbora podia tornar U . PEREIRA — Se tem a pelle dema=- siadamente gordurosa não lave o rosto com agua e sabão. Tire a pintura todas es moites côm filcool puro e depois com vase- lina boricada com a qual fará sua lengua mais venenosa Se €. wtroduzisse no coração de uma coquette. O do promiptos, mistur com manteiga. A uma. pequena massagem. Em se- dinha. e com sal ar guida use esta: loção: talvez a encabeçar à lista das | pão, acompanhada a o E 40 gotias, | futuras presidentes da poderosa des É AD tá k ct. de Benjoim — g as. ES e pers out Is pão, cor tos e BO gras nação americana e sua | ro sê s o tnviadas do manteira co Ammonia liquida — 5 gottas. desde já é o maior testemu o | pisa cortelaio tiniaífino posira PERY — Veja a loção que aconselhei | da admiração que lhe votam, em FP, Er particular, as suas patricias que | íetas — rante, sex se empenham activamente na meio, apings Ato ova 4, ». ramique o pºq não: propaganda do seu nome emi “PR reto é branco. nente., De lingna:. Esplendido. a O. Pereira, WALDOMIRA — Muito obrigada. Po- derá usar o cold creme da Lina Cavaliere que receitoi a Bere- nico. HELENA DUBARERY A e
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