O Estado do Pará 10 de Dezembro de 1935

* «todo inexprimivel que é a propria na- * elônalidado. Por mais identificado que nos “é Estado Juridico” possa estar con a “Nação”, por mais legitimo que seja, + OU que pareça ser, “o Estado” ninca é a expressio integral, 1009/º da vação. - porque cesta 6, permanentemente, ella - mesima, em todas as épocas, em todos os instantes. No que diz respeito no nos: » NO: caso concreto, rsr. presidente, creio que nenhuma voz distoará desse concei- to; — à Estado politico e juridico bra " sileiro não somma no seu “apparelho” “todas as vibrações da nacionalidade . “Pata que assim podessemos ter à ve leidado do julgar o regime, seria meces * sario” quo o Estado que neste momento envarná a “ordem”, não tivesse dianto de st multiplos problemas a resolver, uem fosse possivel admittir a hypo * these do que elle é “imperfeito!” ATôm disso, sr. presidente, não vejo no Estado a divindade dogmatica, sa- plento, intangivel, que tudo vê o tudo be, é múlnca erra. E já cesa vulncrabi: lidade, já a propria imperfeição dos or: a gãos de que dispõe, para auscultar, tra- duzir o mythmo da nação me levam u “eb que'a Nução se exprime não só pela lei, pela ordém, mas tambem, pelos fa- ctos- concretos, expontaneos, extra-le- gaos da sua vida, legal ou illegal, Fiz essas considerações, sr. presiden- to, para. justificar o requerimento que neste momento remetto á Mesa para que soja, a respeito, consultada. estu “Proponlio que seja inserido nos nos: sos Anmaes”, como expressão do nos só sentimento, um voto de profundo pesar“pelos mortos! que tombaram nos movimentos “que desde ante-hontem en Iustam a familia brasileira. Mortos legalistas e mortos revolu- cionarios, sr; presidente, porque todes são: brasiloinos, iguglmento dignos, igualmonto-patrioticos, e porque eu não aeredito que os briosos officiaes do “Exercito: brasileiro, ontre os: quaes, se encontram muitos dos que concorreram part a victoria da Revolução do 1930, como o capitão” Agildo Barata, lu: vtassem por outro objeotivo, por outra aspiração que não fosse a grandeza e à folicidado do; Brasil e do ser povo. E porque não vivem: cm nenhum estado penfeito, cm q: as aftitudes subvorsivas possam ser ixadas summá- riamente de actos de “banditismo"” o porquescsses movimentos ique sacudi ram nã, só esta capital como anuitos Estados da Federação, devem sur en- varados serenamente, como effeitos do causais polieito-socines, como forant'os movimentos de 1922, 1924, 1930, 1931 e “1932, eu proponho, sr, presidente, que « * Senado, que se deve (colocar acima de " spctarismos politicos e partidarios, in “ Birainos seus anmaes um voto dé mpro- feudo pesar pelos mortos igualmente di guos de respeito que tombazaim na vu: , fog d. ordem o na defesa dos seu» ideag's, er “0'SR, RIBEIRO GONÇALVES ey: txc. apoia q attitude do comuiandan to Ágildo Barata? O SR. ABEL CHERMONT—EU digo | aiv. CxC. que são tão respeitaveis es ideaes do capitão Agildo Barata “hoje, como Foram, em 1922, 1924 o) + 1930, quando Tuctou ao nosso lado. (Protestos. Não apoiados). O SR. JERONYMO MONTEIRO IT. LHO —'Os ideaes vram diversos. “O SR.eNERO DE MACEDO — Pro- tosto! Quego que fique consignado meu protesto! (Muito bem. Apoiados), Sa ABEIL OHERMONT — Com o à SAPO SR. NERO DE MACEDO-Porquo é mito differente uma posição da ou- O SR. ABEL CHERMONT — Por que? Porque divergo do v. exe, hoje? O SR. NERO DE MACEDO — Por que o que deve constar é que os ideaeu de 1939 foram muito differentes dos de hoje. O SR. ABEL CHERMONT — Isso não importa, O8R, NERO DE MACEDO — Ey vão posso admitir: que za minha pres sçnça, fiquem consignadas as palavras de v. exe, sem o mcu protesto, Os ideaos dos rovolucionarios de 1930 não eram iguães aos dos de hoje. (Muito bem; apoiados). O SR. ABEL CHERMONT — O go- vemo de então dizia que os idealistas de 1930 eram bandidos. O SB, RIBEIRO GONÇALVES—OSs idedes de agora so detimem pela sub- versão absoluta do regime. (Apoiados). O SR. ABEL CHERMONT — Fuvis av. 0Xc€., gr, presidente, q meu reque- rimento, Vem à Mesa e é lido 0 seguinto REQUERIMENTO Proponho que o Senado ins na acta dos seus trabalhos de hoje um “voto de profundo pezar polos mortos, igúalmento (dignos He respeito —que tombaram na defesa da ordem e ma de fera dos seus ideges, Sala das sessões, 28 de novembro da 1935. — ABEL CHERMONT Mais tarde, encaminhando a votação de um requerimento do senador Pires Rebello, o miesmo “palamentar pronunciou as se- guintes ; palavras: O SR. ABEL CIBRMONT O a pilávra, Preço “ Dem isa O SR, PRESIDENTE — Tem vra o sr. Abel Chermont, para encadui- unhar a votação do requerimento" do pre terencia formulada pelo senador Pires Rebello e outros senhores sena- a edi sr, dores. Os. ABEL CHPRMON'T (*) (Para enciminhar a votação) — Sr. presidem te, antes de mais nada, quero devol ver ao orador q epitheto com que ano quiz ferir, aqui, astliribyinco-mo tim acto... é asi O SR, PIRES REBDLLO — Não at- tribui acto alguna v. exo., v. exe. está se aproveitando de um pretexto. O SR. ABEL CHERMONT— .. O SR. PIRES REBELLO — Eu não «Que não tive hoje, não tenho e não terei, se aipoga armas, cu Os respeito e v. de dizer quaes oram essos ideaes, Quaes- nado terão que os respeitar. aqui, perante os meus pares, a coragem quer que tenham sido esses ideaes que eo So- O SR. PIRES REBELLO — Não foi | em tempo algum da minha vida, quiz ferir a v. exe. a um pretexto. 0xe., V. O SR. ABEL CHERMONT — Pro testo! V. exe; disse que cu não tive levaram aquelles homens a pegar em isso! CXcC. os RIBEIRO GONÇALVES —IL vingucm noga respeito a esses ideaes. Nega-s»iles, apenas, o apoio, O SR, +BEI CHERMONT — S. exe. we attribniu falta de coragem para de- clarar quacs esses ideaes. Affirmo « affirmarei aqui que os ideaes que Je- varam homens, transviados da lei ou não, a pegar dn armas, são in toivamente dignos de respeito, como fo- vam 03 AUSSOS NO pegarmos em armas, em 1922, 1924, 1930! O SR. NERO DE MACEDO — Ab- avtutamente! Eram differentes. G SR. PIRES REBELLO — Respeito mas quero ouvir Rá osscs a opinião de v. exc., v. exc., quaes são esses ideues, O SR. NHRO DE MACEDO — Não ha e nem pode haver comparação, de O SR, ABEL CHERMONT — São iguaes. São tão respeitaveis quanto 05 outros idees. ; O SR, NERO DE Macedo — Não La comparação, Trata-se da modifica- vão do regime. " O SR. PIRES REBELLO — Respeito exc., mas queria ou- ape a opinião de v. vil-o. Quaes são esscs ideaes? 1? q quero saber. O SR. ABEL CHERMONT — São Faulo pretendeu separar-se do resto do O SR. MORAES BARROS — Pro- testo; São Paulo bateu-se pelos ide: constitnoionaes. O SR. RIBEIRO GONÇALVES —V, exc, defendo esses ideges? U SR. PIRES REBELLO — Quero saber quaes são esses ideaes, para ver se dou qu não o meu voto. Por ora, não o dou. Não estou dizendo se apoio ou não. O que desejo saberZó:se v. exe; os abraça ou não, O SR. ABEL CHERMONT — Os ideaes são os mesmos, porque nós ou- tros pegamos em armas, em 1930, e tivo: mos a coragem de affirmalo. Isto 6 o que disse o Tepito agora, Isto: ou disso 'e'repito hoje. O-SR. ANTONIO JORGE — Mas v. exe. não diz quaes são esses ideaes: O SR, ABEL PHERMONT *— Qua idcaes? G SR, ANTONIO JORGE—Os ideaes pelos quacs elles so bateram. O SR, ABEL CHERMONT — Sãv ibcaes politicos, idcaes: sociacs, ideses de telicidado do ovo Brasileiro, en- fim. O SR, RIBEIRO GONÇALVES — São ideses communistas, O SR. ANTONIO JORGE — Sim, sãn idéaes communistas , O SR. MORAES BARROS — O com: myinismo nunca for o ideal de povo nen hmm. (TroçcaDise varios alpartes). O £kR. PRESIDENTE (Fazendo soar os tympános) — Attenção! Está com Abel: Chormont. É tok / 2 palavra q sr. OQ Sh. ABEL CHERMONT — Sojam es5e3 ideges “quaes forem, desde que te do pussim coucorrer para a felicid =Ds commu- Povo Brasileiro, esses ideaes, nistas vu não, merecem respeito. O SR. KIBEIRO GONÇALVES — Xv sejarin que v. ecx, definisse a suu et- tHitude, tuclarando, aqui, se são ou ão, ideues communistas. G Sb, ABEL OCHERMONT — “ois vão avabo de declarar que esses ideas, auucs forem, communistas cu Sejani não, se concorrem para a felicidado de Povo Erasileiro, eu os acceito? O SR. RIBEIRO GONÇALVES-—Nú= vão tratamos de leondicional, Deseja v. exe. abraça ou não mos saber se esses ideaçs. O ER ec tem do Povo Brasileiro, então eu w5 acento. O quo v. exe. não pode dizor é que me falta coralgem, porque ellt não me faltas, O SR, KIBEIRO GONÇALVES — v. mudou corajosamento abraço; d ex crs0s id' des, ABEL CHERMON'T em tirha a dizer, rar que - ABEL CHERMONT — Voito a vepetir o que já disse: se esses idenes são para à felicidade do Brasil, parr O nd sas Sem um entendimento iranco germanico nao uavera paz na Europa CONCLUBAO DA 3.º PAGINA LUNLIS, CULLIMAÇã E) Apesar do voto de MICUNGAUO PULO preta LO JULUISLroO Lruncos Val, Os politicos , SL, VICE Lu ua LVUOWuIuS GUI Cs e au Vicer Streo temem pela Le do gubmete ve Vuris no decorrr dos SUMOS UCLULCS pulsioi su pro ALÊS. Leci | curamente Os responsaveis pela poli tica britanmica que actual chete do governo de unico cidadão francez capaz encarregar com coragem e habilidades do papel reservado 4 Praça no ace tual jogo politico da Europa. Outras personalidades, como os srs. Herriot, Paul Boncour e o coronel de la Ro eque causam certos temores nos cir culos responsaveis de Londres. Nes ses mesmos cireulos não se esconde que a orientação do sr. Pierte Laval com referencia á Allemanha, esfor: cundo-se por um entendimento leal, lhe grangearam solidas sympathias á margem do Tamisa. As mais desta- cadas personalidades inglezas estão convencidas de que sem um entendi mento franco-germanico não haverá possibilidade de paz no Continente. E é por isso que as actuaes conversa- cões entre Paris e Berlim, iniciadas pelo encontro recente do chanceler Hitler com 'o embaixador François Poncet, estão impressionando viva mente e favoravelmente os cireulos Jondrinos em favor do primeiro mi» nistro francez. O «News Chronicle? diz que uma entente franco-allemã seria recebida por todas as nações lo mundo, com exgepcão da Russia. naturalmente, nov a mais Nena satisfação. Por seu lado o <Daily Telegravh”. sob a assienatura do mpior general desereve detalhadamente reconnecem Paris 0 de vo so Temperler tndos 9º offerecimentos allemães am: nullaãdos; sem excepção de um sá no. la resistencia Sranceza. — (A.B.) a io me A ee contra a falta de trabalho BERLIM, 9 — A diminuição dos desoceupados na Allemanha se ex pressa nas seguintes cifras: de 1º do janeiro de 1933 a 30 de junho deste anno, as ciíras passaram de ... 654.878 para 211.766, isto é, 67.7%, em Berlim. Em todo o paiz a percen. tagem da diminuição foi de 70,8%. A lucta contra a falta de trabalho facilitada pelas medidas do plano Goering, ainda terá de continuar por algum tempo, facilitada: com ia res construeção da defesa militar. A ale ministração municipal de Berlim de» clara, todavia, que não se declarará satisfeita emquanto o ultimo desoc: cupado não fôr Teintegrado no gran: de processo da vida E oduetiva do pos vo sillemão Pope A situação interna da França apreciada pelo “Morning Post” LONDRES, 9—0 «Morning Post? escreve-gobre a situação politica ins terna da França, questanto preoceu: pa os meios britannicos pelas provas veis reperéussões que quaesquer mo- dificações poderá trazer ás Telações dos dois páizes. .Diz-o grande jornal londrino: «O desenvolvimento dos | ane “pi En a Str Ter CONULUDAU aa A MAIN A “Si, o aiii dis Lui que muito prcsu Lau pPreastiselço ARA CS LIDA Latada LOLA Ds A JA uz PE uiente, eXpressão de que so usava cubra AV nO pais antes da HRevoh «e , VSU, para gantáde ugpras CIULSMASIMO, JUCOMIpaLiVA Creu « da VULCÃO Lis que os limites du SULA ua que tu MAC O e SuQUIDO 4d bvlimente. Já q servilicmo é um poço do hypocrisin. Peravem vs nobres cuise 15 uso (Uvagagão que em uns luca «Aproveita. Peritos que Guiro da Pu zão diremwa dc minha prcseuça nesta tribuna. Pi a palavra sr. presi ca deputadosipara levantar o meu protesto coutra a Loutativa de restabelecimento | da pena de morta no Brasi. Essa con quista, uma «dus mais bellas, sendo a mais bella da Republica, s: cahir, agora constituirá a-uliina pá de cal no tu- mulo de desillusão cm que so ha alfun- dado à Jiberal-demowrucia, essa mesma que ainda ha pouco defendimos, com a rcsponsabiidade «<ollectiva ++ pena de morte, rio a sentença de vocados para desta casa. se restabelcoda se morte unos mobivos in a Revolução de 30, dentro os quaes o constante espe Constituic Não vejo, ara perante inhumeatio da 0. justificar, ral, violentamente surpreheudida, que s: altere pois, como so a Opivião nacio- com simples emendas o « basico da Republica terra a grand do regimen, com da pona de morte que no Brasil vigorou somente nº Im pero, sendo eubstituila na, Republica pela pena maxima de 30 annos cellula- res E não esqueçamos, nobres collegas que a Constituição do nosso paiz não concede autoridades o «ireito de expatriação, sobre os culpados! O mais aberrante, porém, é o effeito retroactivo que moticias que eu acredi- to erradas dizem terá à nova pena de morte. Contra esse attentado às normas do Direito, eu protesto, como baclrarcl formado por uma das Faculdades reto nhecidas do paiz; protesto, como depu- tado em uma Assembléa Legislativa re publicana, lhberal e democratica;; pro- testo, como revolucionario, com ideolo gia defendida durante um decenmio, de armas nas mãos na tribuna acadêmica, pela imprensa, na praça Publicas na tri bnna parlamentar! » No seu “LºEsprit des Nois” Montes queieu nos ensina que “Les lois sont des rapports nécessaires qui dérivent de la nature des choses”. Ora, sr. mpreiidente, essa "e natureza das cousas”, ma anmunciada tentativa do restabelecimento da pena nl> morte mo. Brasil, repousa em cousas politicas embora extremistas e por isso mesmas crédoras da nossa repulsa, do qui ha pouco demes prova publica. Assim, co mo iriamos cohonestar a pena de mor: te — com a monstruosidade juridica, do óffcito retroaetivo — paira, crimes poli ticos, quamdo ella não se estende aos erimes repellentes=como latrocinio estu pro de crianças, “delapidação de erarios E TVE RT Cm movimentos combativos- numa demo: cracia parlamentar é sempre o signal certo de que esse “systema encerra grandes defeitos. Embora ainda pa reca. demasiado; cêdo para qualquer previsão de que a Franca irá pelo mesmo, caminho da Italia e da Ale- nha,» os ultimos. conflietos, entre os membros. da- associação: «Croix da Teu» e os vermelhos recordam ' qua: statuto le deitar por afim victoria u extinccão odivsa sem dros dos primeiros” tempos do nazis: | qos residentes alli. mona Alemanha, “quando esse movi- mento se dleava à conquista do po: | Rayminda e Benjamin entraram a es- f der». TH KA. B. ) Com o seu uso nota-se em poucos dias: 2º-—Desapparecimento de espinhas; das manifestações da pelle. reto. Brasileira EZCEMA GENERALIZADA Attesto que tenho usado o ELIXIR “914” em diversos doentimhos deste hospital, especialmente num caso de Pzcema generalizada em um menino de-7 annos que se encontrava em tra tamento ha varios mozes, e apresen- tou-se curado só com 3 vidro do ELT- XIR “914”, : S.Paulo, 18 de maio do 1923 Directora Dra. Celiza P. Soares 1º—0 sangue limpo de impurezas, acido urico o bem estar goral. É o unico Depurativo que tem attestado dos Hospitaes, FALAM AS CELE BRIDADES MEDICAS e mo ima RS PS 1 —Õ Hospital da Cruz Vermelha yr Ezcemas, erupções, furunculos, co 3º—Desapparecimento de RHEUMATISMO, dôros dos ossos e dóres de 4º— Regularidade immediata dos intestinos. 5º—0 apparelho gastro intestinal perfeito, pois O Usado nos hospitaes Attesto que na medicina indigena dos proparados aconselhaveis ao tra tamento da: Lues, um dos que suppor, a) com vantagem, o confronto com à specialidades extrangeiras pelo exi Pes obtido, e com efficitos inilludiveis 60 E LIXTR “914” confirmado optime nos casos de minha clinica civil o hos pitalar, com succosso . Santos 20 de abril de 1923. (a) Dr. Ulysses Na ET leg “Casar; de c E fra Grande. numero de homens casados qus em solteiro adquiriram doenças secre tas, ficaram com ellas chro” picas, eis a razão porque mi lhares de senhoras soffrem, sem saber a que attribuir a causa destes casos. Para re- zuperar a saúde bastam alg uns vidros de. mr sia lia do lia e e me e publicos? que tee ” Porventura estes criminosos dores do Lorca que peceeam pela errada o suas convicções politicas ? Serão. menos ca auguelles que visto Não, ses. deputados; lanbora sabendo , aputa provincia ultas da Deus ao meu protesto guarida no co no esclarecido patriotismo do e presidente Getulio Va ante + Lraqueza com que de designações uma voz de de possa ccoar córto, nua eu peço que dô ração € minente si 1; Va gas, izendolhe vêr as noticias do estão sendo chamados á Capital da Kopublica os congressistas foderaes, ra votarent | ] pa- a lei de morte que o Bra sil não póde dar o que a politica está agora pedindo ao Brasil, pela responsa | bilidudo do seu Congresso, E o meu | protesto, en o levanto srs. deputados, em de humanida de;pelo pessimo exemplo que se irá dar á mocidade de nossas escolas; e porque Se U'Á demonstrar ao mundo,com tristeza o vergonha para nós todos. quanto re trocedeu — e do que maneira! —o Di. reito Ponal brasileiro. nome dos principios b! visse que “rpnnhariafn; e teriam de cor tor"? do Dulcinóas entrou em sua Tesi. |: déncia, voltando armada de uma navas Ha desferindo quatro golpes em Dulei- nóa que assim, vendo o; eu salgue cor rendo, abriu a bocca no mundo, Avisada a Policia da Delegacia de 8. Braz esta chamou a Assistencia Publi. ca tendo con:purecido no auto-soccorro o dr. Aldriano Guimarães é o academi- co Wonceskvmu Botelho que trouxerams n'a para o posto de sow:orros, verifi- cando w mesma ter recebido quatro sa- valhadas que produziram ferimentos im: visos no braço e ante=braço € csquerdos, alem de escoriações gencralisadas. Depois de Imedicada, foi Dulcinéa tn- ternada nº Santa Casa ds Misericordias não inspirando cuidados o-seu estado de saude, ASSOCIAÇÃO Bi! TAL DO PARA! da a 8 do, corren acstal, foram vlcá destinos da A Postal do Pará, no an guintes associados: | ASSEMBLE'A te, Juvenal Nunes. mistoclcs de Saga tario, Raymundo Al es Go: DIRECTORIA — Pres Mauós; vice dito, Ira: Abreu; Es dogretatio; Am jo Sampaio; 2.0 dito, - do Carvalho e thesour Celso de Farias. COMMISSÃC DE CONTA : EXCLUIDOS DO BATALHÃO DE CAÇADORES DA FORÇA PU- BLICA MILITAR Toram apresentados á Central de Po- licia com o officio 1. 238, do Comman- do do Batalhão -de Caçadores da Forca Publica Militar. hontem, 4s 7 horas da noite; Estephanio | Palheta, paraense, branco, casado. de 34 nmos de idade, residente á passagem ““Apertada Hora” n. 31 c Francisco Antonio Cunha, Leas Eis, sr. presidente e demais mnobres| Tense. pardo. casado, de 41 annos de oollegas, o protesto appello que dese- idade, residete 4 rua dos Pariquis u. | dolpho de, Moraes Rego, relat java fazer; porque, repito, essá Jei dé | 983 ambos ex-cabos daquelia- unidade | Osorio dOliveira « José, morte soria a pena de UNS ara cai militar do Estado que foram excluidos | Silva, - a CET bed ARE rea Co Aly á bem da moral e diseiplina, sendo por | — GOMMISSÃO. DE SYND: al democracia, que ha pouco aqui! ico, detidos 4 Damião do Assis Carneiro defendemos colleetiva e unanimemente. E” um protesto c um appello que eu ouso em nome do Brasil, em nome da sua mocidade, em nome da Civilização. rguer, 1º PARTE DA ORDEM DO DIA Na 1º parte da ordem do dia, o sr. Silva Magno, pela Comissão de jAgri- cultura, Industria e Commercio leu o parecer di mesma favoravel do projecto de lein. 8, da autoria do sr. João Bo- telho, creando o serviço da fiscalização e padronização, effectivas, na Produc- ção Agricola ou Extractiva do Estado. 2º PARTE DA ORDEM DO DIA Na 2º parte da ordem do dia, entrou em 3º discussão e foi approvado o pro- jecto de lei aus dispõe sobre. conces- são de terras destinadas a Pesuentia, pu- bhca. “Nada mais havendo a tar foi en- cerrada a sessão, ficando marcado para a ordem do dia de hoje discussão e vota- cao de diversos pareceres que foram. já publicados no ua Officialih: RE SPORTAGE POLICIAL: O SERVICO PARA O PLANTÃO DE HOJE, NA CENTRAL DE POLICIA E' O SEGUINTE:. É Plantão — Sub-delegado Medrado Castello Branco. Pormianencia — Commissario tenente Ursulinio França. Ea Escrivão — Oswaldo Daltro da Sil- í Ronda nocturna To giro — Commis- sario Jo tenente Aimiando Souza . Chaveiro — Durval. VE PRIGA, DISCUSSÃO E NAVALHA- DAS Na Mattinha, em São Braz, hontem, á tarde, como «ão tivessem oque fazem comecaram a discutir Benjamin José dos Suntos, paraense, preto, solteiro, pedreiro, de 32 amnos de idade; Ray- munida Iamnez-dos Santos, paraense, par- da, domestica, solteira, de 24 únnos de idade e Duleinéa Santos, paraense, par= da, de 19 amnos, solteira, dotmstica, to, Em dado momento, os dois irmãos, bordoar Duleinéa. Esta respondia ma s ruim ceiras, feridas bravas, boubas e to cabeça. ELIXIR 914 não ata ca o estomago o não contém iodu- especialistas d 03 Olhos e da Dyspepsia Syphilítica. ESTOMAGO Attosto que tenho empregado com optimos resultados o ELIXIR “914” em diversas manifestações Jueticas, particularmente ma syphilis gastricn, recommendando-o sempre e de prefe- rencia aos seus similares extrangeiros pela eua acção tonicy e depuradora. 6 de maio de 1923. 8. Pauio, (a) Dr. Carlos Brosh a ——— E DEDO RE E nO a O DAS o ee e pr “e mm a “e meme em em“ meme te à travessa de Cisitra n.' 183, presos] “por terem promovido desordem á rua Padre Prudencio e aggredido a Renato, “Reis, de Mello, residente ordem do dr. Chefe de Policia. ESCRIVÃO DE Agro (ela QUE A) A's 4 Notas da tarde q desta: muce] Os Raymunda Dias de iMorats, residente | raujo Sammy em Jupububa, Barcarora, queixou-se | Sutoro de Abre: contra um sírio de nome José Miustaf, | des, Raymund, alli tambem residente que alem de mo- | nocl Redri rar em uma casa de propriedade da) da Costa, queixosa sem |rasir os respectivos alu- Quintino gueis, nindã aggrediu a queixosa e a | de Castros; sua genitora e as ameaçou de morte. Azevedo. Este espancamento foi presenciado pelo escrivão de policia local de mome: Polvearpo Rodrigues Maia que pata be, ao aggressor. DOIS PARA DAR NUM? A?s 12 e 15 da RIGnIAS de hontem, fo-| ram recolhidos ao xadrez da Central) | de Policia, Antonio Luiz de Mello, pa- naense, pardo, solteiro; de 25 anmos de |. idade, “maritilno, residente á rua dos |, Tymbiras n. 541 e Mario Francisco dos Santos, paraense, pardo, casado. de: 24 annos de idade, açougueiro, residen- u o travessa “da Medal 5 Está detido ma Central di disposição do sul =dolegado de S. Braz, Manoel “Brasilino Monteiro, paraeno% |. pardo, “solteiros de 29 anus de idade, estivador residente E “tua: Diogo Moya n. 53, accusado” do erimo, epa tupro. civil no 'DESORDEIRO | ir RA Foi preso: pelo! guarda, e quando promovia desordem, hont avenida 13-de Agosto, ás ús 12 e vinte mui nutos da, manhã, Thomaz de Senha, to tiyguar preto, casado, de 98 anos de ko idade, estivador, residente 'mo/ Jogar “Sacranvento”, na Petas y “ Completa | na data de nos de bons serviços prestados ao Estado, o sr. José Cajueiro, funcciO= nario da Directoria Geral. aude Publica . E Hontem Colar dentada ; Agencia Central da Loteria da Santa Casa, pelo sr. Ma ucel Gomes de Arauj fun- ecionario do: Nacional Uitramarino, o. bilhete nº... 2,442, “contemplado « com 0 to Premio, de- “20:000$900, | no ultimo-sorteio de 5 des- te mez: Com a pontualidade do soriun, a mesma, Agen mespanhol Hilario Ma rá amanha com o campeão | Eder, Bi eai dos daquele quantia. dt es G' felizardo orféréceu : 2008000-á Santa Casa. “ O Museu Goeldi foi visitado duran- PR: te a semana. passada por-636 pessoas. * Neste estal-clocimento. encontra-se a venda plantas de ornamentação, Zru- vteiras e animaes nascidos no Jardim Zoologico. A frequencia publica obedece q se- guinte liorario: — Pela manhã, das 8 ás 12 horas e á-tarde das 14 ás,18, LEREJA CONTRACTAR PUBLICA ÇÕES DE ANNUNCIOST FROCUREB F PEREIRA DE SOUZA Avenida Passos, P5—Bobrado—lo O Serviço de Zootechnia e Veterina- ria. da Directoria Geral da Agricultura o Pecuaria forneceu de ordem do diree- tor geral desse departamento, 500 mu- das de Capim Elephante'aos fazendei- < ) ea Branco, espera o comp vos no Rio Aporema affluente ao rio A-| todos os jozadores esp raguary (Amapá), srs. Alcebiades Fer- “guintes: Bahia, Côa, nandes Lima e Leópercio Mira. DIO: Q teixinho, a Faustino, Pinga, job) minges, Zito, Padeir 7 FONECO BTOL O mais emergico e poderoso dos fer. tificantes. Vidro 48500 *enda em todas as Pharmncias s Drogarias S. IDRO x RIO! ENO: E garam deminge “ultimo, os quadro tes dois gremiçã. saindo, pt S Podre por 2a 0, no Que) nitro o rio c3a Zu prlsipal, SANTO AMARO S. OLURE — ve, hojo, às 8horás da noibéo via deste. atube para tratar importantes. Nº ão DE ae AS 3º pna. Sanfino Ribeiro aprescutou ru- auto do o dr de 2ões appellação nos erimo

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