O Estado do Pará 06 de Dezembro de 1935
(o) "OONCLUBAO rJoão Camargo — — — Sob?” : DA u PAGINA Cunha Coimbra — iq 6 MR Do Trabalhador “3 CRER RS RA RO Waldemir Santanna — — ce 8 Partido Pr ROIaO S, 4 DP Benjamin Sabat—. 1. 3” Juventmih eiVeigonha —. 3 9 Cupertino Contente wa ca aa 4 7 Intogralismo 12 RS BR Si Domingos Amaral 1» — ma BB?” Tufante da Onktro — 2 SN. ESB AlvessBrail — — 2. 010 9 úndrado Angelim... 3” Melchiades Alves 4 aa — 15 ” Lauro Sodeó Gomes — — — 2» DO TRABALHADOR | wi, VOTAÇÃO NOMINAL Alipio-Guimarães — — — — voto UNIÃO POPULAR Hermogenas Macampira, ms p150;28 João Gomes Pereira uu 2” Camillo: “Salgado Lo — 1 votos! Liberalino Manoel dos Sam- «Dias da Sil ——- 01” rare sro (eat Po eis, A a eg mae IE O na PARTIDO TRABALHISTA: Luiz Araújo — — iu O 6 ia Joxo. Malato = É: Bovotod Mario Marti =— =» > 1,2 E Jojo Costa uv — — a, 40P INTEGRALISMO Alves. Didá == — as ho ; Notonha dá Motta is 2 sm 8 Francisco Sampaio — — — 3 votos Ewerton: do Amaral — -—.— 3? Um voto em branco e um mullo,, ia PARTIDO LIBERAL o 20º "SECÇÃO (Escola Ramos o Pç À X Pinheiro) Lameirá Bittencourt — — 4 votos “Napoleão 8: Junior — — — 4 * Partido Liberal — — — 127 votos Mario, Sousá — — — — — GA União: Popular —;— — — 94 2” João Camargo — — — — 19.” Do Trabalhador; — — + o 9” Cunha Coimbra — — — — %:? | Partido Trabalhista => — q 6” Waldemir Santanna —, + — 2 | Juventude o Vergonha — — 3 * Benjamin Sabat — — — — 4.2 | Umtagraliimo — 200 —» 2” Cupertino Contento — — — À ? | Infanto do Castro — — — 8” Domingos- Amara — = = 15". | Andrade Angelim — — uu 1” Alves Bíasil o 4 6 CM *) Pereira do Monto — 2» Nemesio Cordeiro — — — 1 k : Mekhiades Alves — — —— 8? VOTAÇÃO NOMINAL, 1 1,» “DO TRABALHADOR UNIÃO POPULAR | tonio.; Ferreira Gomes — voto Camillo -Salgado — — —.— 2 votos Alipio Menezes Guimarães — 1” Pojas or ilra RAR Ro y Hermogenes Macambira 1 | Paulo Maranhão — — — 3 2 João Gomes Pereira — — 2 ?' | Abraham Obadia — — — 10» Julio: Cardoso Freitas". =! 7.72 | Augusto B, Araujo — — 0 4 2 Mario Blatilha — = os, MO) Lia Arando Sia o o pe sa Miario Martin ==" + Ag! | PARTIDO TRABALHISTA Blves: Dias;=". ==" 51360" : 3 Nóronha da Motta — — — 1” João: Malato — — — — — 1 voto'| Ewerton do Amaral — — + 2” “INTEGRALISMO PARTIDO LIBERAL Praneisco EaDpaio — — — 8 votos) Lameira - Bittencourt —. — 5 votos Napoleão S. Junior — — 6 ” JUVENTUDE E VERGONHA Mario Souza — — + 4 100” Joao: Camárgo-=- —!. s 24 J9547 “Pedro Pomar TS RR O Cunha Coimbra CRP EES GR Go Waldemir Santanna — — — 11% 8º SECÇÃO (Clube Athletico Legio-) Benjamin Sabat — — — — 'a8 » pois narios), Cupertino Content, . + 7” A DL, Domiúgos Amaral — — — 18 ” Quando a Junta Apuradora fazia*a Aves e Brasif es 4 contereneia das sobrocartas da secção Melchiades Alves — 4 47 acmia,' verificou qu; 4 grupos destas estavam numeradas .e 1 a: 10, ilegal- DO TRABALHADOR ' monte, portanto. EM » ER 2.4 Junta deliberou, em- viritde “disso, Alipio Guimarães — — — 5 votos asonliar, a votação total ga, referida ur- Hermogencs Macumbira — — 1? ua, bascada no artigo 160, n. 6, do Co- João Gomes ED OTOLEEy do fem E AR digo” Eleitoral quer diz: "a Quando e Liberalino M. dos Santos — 2?” cârrér “Yiblação do sigilo absoluto do Julio Cardoso de Freitas'— 1” voto-d qual se considerará provada com Mario Platilha — o 2» “a verificação de não haverem sido inte. ; "gralmento satisfeitas as exigencia do EARDO GERA RA TEDSTA! brtigo 83, n. 1, o que são: “o uso de 9 voL sobrecartas oficiaes, uniformes, opacas, Sr oi o RO uumeradas pelo presidente das mesas JUVENTUDE E VERGONHA rettptoras, dela 9, suscessivamente, á ge, - “medida mo forem entregues aos eleito- | 4tY. Pinheiro — penta od Do esti 1 EE És O juiz mandou que se tirasse Abe ho Beta INTEGRAL, L. neta € enviasse no procurador eleitoral, Francisco Sampaio! — — 2 votoa afim. de apurar ns. respo pgetilidadas a a bre Crfabto. Tkasd decisão, o dr, na ira Em tendourt- delegado do Partido Liberal Serção. a candidato a vereador, recorreu oral- mote; na formado aítigo 55, das Tns- trutções «do. Tribunal Regional Eleito-[. ral. do Estado, mandando o juiz tomar pôr, termo na acta o Teenrso intagral e gem no Tribunal yarios lacrar "a urna em questão até o pronum. ciamento do T.R.X. à respeito do ca- Bo. Y 19º SECÇÃO (Escola, Miguel. Lédo) Um. voto em branco & um muljo. Continuarão, hoje, 4s 9 horas, os trabalhos da Junte, E pela 21* O sr. Augusto Dolethoa RE a jo, um dos candidatos mais votudos da “União Popular para vereador, teve a gentileza de ofifertar á nossa reporta- mappas impres- sos para à contagem da apuração, com Os -momes dé todos os Partidos e cantli- datos. docas TARA ——Os logares que o presidente da -Juiita, (Aporadora mandara reservar á Partido Liberal — 8 votos imprensa, foram hontem, oceupados por União Popular .. 80 votos] outras pessoas, ficando és reporteres em Do Trabalhador - Reunião, hontem, ás A"horas da tarde, 1 O movimento da Bibliotheca o Tribunal Regional Eleitoral, afim e e Archivo Publico no mez —— — — 23 » | difficuldades “para acompanhar a con- Partido Trabalhista ———. 7%.” |tágem e colher suas notas. Juventude e Vergonha 2 + q» | “o ei 3 » 1 A APURAÇÃO DO PLEITO DE BRA- Anirade . Angelim cs 49 em GANÇA. Pereira dorMonte — — Cp» Lauro Sodrá' Gómes "9 ns 4 VOTAÇÃO: NOMINAL iniciar a apuração do pleito “do 80 de p 4 Pião novembro, em Bragança... a “UNHÃO POPULAR , Presidin a sessão o desembargador ss « Dantas Cavalcanto, estando presentes os E Ea sp Eta srs. desembargador Cursino Silva o dz, pUTIh ares pedra; es ag Raul Braga, Xavier do Carvalho, Odil- TEA JO — tia e» lon Burlamaqui, secretario e delegados e e pd rima Ps fiscaes de Partidos,. " ia ME Mio RE Gee "á E Foi feita a contagem da 1º secção, TicdEs Ed EIS o que funccionou na cidade de Bragança, Da ER verificando-se o seguinte resultado: o PARTIDO LIBERAL ia E Dil are ni ES is PARIA ERRADO, MUNICIPAL Napoleão a nios PERCO ; UNIÃO POPULAR Mario Sousa — e OST Anigusto Correa — — — — 123 votos CE mem Ten io DN e e LUSTRES AS Jt 008000 4 e está vendendo AV. DE NAZARETH, n. LUSTRERNS 908000 - - LOUSTRES 808000 A SE SS 1 r LUSTRES;S - 7O0$000 +jt!: “y [<. A Typús modernos comi 4 Inzeg — Novidade — Toco & F'reços excepcionaes a " Companhia de Electricidade” Paraense ti." 349 — TELEPHONE. 12 OR ESTADO DO FARA” — Bexta-feira, '6 de Dezembro de 1985 Eleições municipaes O presidio que o governo vae destinar para os chefes do mo- vimento revolucionario de no- vembro findo Do “Diario da Noite” desta- camos a seguinte reportagem: “Subjugado o movimento revolucio- nario, um problema que vem preoecu- panco as autoridades, com certa pre- memeca, é o da tocalisa dos prisro- neiroz, Está crescendo, dia a dia, o numero dos detidos scousados de par- ticipação ma revolta, Não seria poss- vel ao govemo wmanter todos elles nus presidios desta capital e dos arredores. Aqui, zão s6 se tornariam menos dirii- probabilidades de fuga, como de commauni mação com cs Ea siveis agitadores que estejam em, line” cade, For iaso, uma. das proddeupaçios e momento do governo, além dos gra- s problomas relativos á permanencia e elcmentos extremistas no sei, das classes irmadas o do funecionhilismo pu- tlico é, sem duvida, a de descobrir um presídio sufflicientemento seguro o am: plo para conter tão grande numero do prisioncirca. Segundo corre; nos mcios autoriza des, 9 governo já está passando em ra. vista ax condições dos nossos antigos presidios militares: Clevelandia, Fer- nandy Ncronha e Trindade, PA ILHA DA TRINDADE No exame destas condições, o gov > no teria, ao que se affirma, preferido a Tha da Trindade. As suas condições de vida, xctualmente, ainda são melho- res do que 4 dos dois outros citados pra- sidios—n que teria influido decisiva mente ny espimito das autoridades, para a suu escolha. Muitos: dos militares que Ro; secupam postos de destaque nas fileiras, já conheceram, em épocas passadas, a vida pouco saudavel que o prisioneirç leva nessas loniginquas para: gens. Issa talvez a razão pela qual se esteja yo ceurando justamente o, Local muis aprazivel, para não 'se infligirem, aos: evoltosos, justamente com as penas militares de destemo e reclusão os 118- cos das moleistias ide Lacil contagio nos vresidios insalubres. No Ministeniio da Justica já se affir- mava, como certo, quo ais autoridades hevicir realmente assentado a escolha aa Ta da Trindado.. NE UM ROCHEDO Não seria diffici] vememorar como se vivo -na iba ida Tuindade. No go- vero Beriardes, centenas de núlitures a MO FATINHOS, ROUPAS so FEITAS E ARTISOS XE PARA HOMENS PARTIDO LIBERAL Toaquim Lobão da Silveira 58 votos * PARA VEREADORES Uuião Popular — — — — 120 votos Fartido Liberal — — — 440” » VOTAÇÃO NOMINAL, Childerico Formandos — — Já-vatos Cunha: Junior Mr 22 Luiz Vieira Hoja, ás 9 horas da manhã, o Tribu- nal proseguirá a apuração daquelle mu- nicipio. y E A ————— cao me Me de novembro IN Esta repartição foi visitada durante o mez de novejbro ultimo por trezer= tas e vinte e tres pessoas, as quaes cod: sultaram as seguintes obras: Jitterá- tura 22, historia 4, philosophia 3, philo- logia 30, gramimatica 7, mathematica d, direito 6, geographia 1, artes 1, reli- gião 1, historia natural 3, chimica a zoologia) 3, revistas diversas 26, e jor: rlaes diversos 21% Officigs rec pide Cfficios exedid Petições: Fo devidamente. certi- ficadas duas petições. 4 Cbrais recelidas: “Conatitution Fran. caise”, de Robiquet. 1; “Senderos”, vol O L— mada 4. mn. 18-19, julho e agosto de ha Bogrotá; “Tscola”, n. “Revistá Brasileiro de 5, Rio; “Boletim Bibliographico Madrid; “Tlustração”, 1935, Pas rabyba; “L'Information -Medi 1935, Paris; “Revista da As 1935, Rio; “Arahivos de 1935, S. Paulo; “Expositor”, Pernambuco; “A Fallencia da. Estrads de Ferro S. Panlo-Rio Grande”, 1935, Rio; “Brasil”, 1935, Rio; “Contribui ção para a Geologin do Estado de Go vaz”, 1935, 8. Paulo; “Despus del a tentado”, 19: Montevideu; “Revis ta do Professor”, 1935, 8. Paulo; “Bc= letim do Ministerio do Trabalho, Indus. tria e Commercio” Rio; “AAllbum da Secção Botanic à 35. 8. Paulo; “Trpressões de uma Vinigem no Jalpão em 1928”, de Juliano Moreira, Rio; “Brasil "193578. Paulo; “Im. migr Julio de Revoêdo, 1935, S. Paulo; “Japan”, 1935, Japão; teTra vol in Japan”, 193: Japão; “El-Ja pão”, 1935, Japão; “Paizes e Povos”, 1935, Bolom; “A Voz do Mar”, 1935, Rio; “Boletim de la Oblficina Sanita- eee e, e eee ria Pan-americana”, Washington; “Ro- vista do Tnstituto Historico o Geogra= EMILIO” MONTE e mem me O PRESTDIGOS que 'o governo vae destinar para 08 chefés do movimento revolucionarioTdeZnovembro findo provoaram aquelle pequeno rochedo, pcr- lido no Oseano, muito longe da costa. E, dcpvis, andaram de mão em mão as photozraphias e as desenipções daquells pittoresca ilha, que deixou tão amar- vas“recordações. Era 1950, quando vietoriosa a revo- luçã de outubro, que quebrou a ywe potencia da Republica Velha, procedeu- so ma minuciosa exhumiação de to- d 1s reliquias vevolue iomarias das tea- “s anteriores, Muitos « desor dei ntumazes” passaram q “heroes Às runs ganharam nomes de revoltosos. o) 15 do Forte” tornaram-se aos per ros « nacional, Joi nessa epoça que, ter esta- do en “Trindado, Fernando Noronna e Clovelandia, em voz de motivo de vp probio, veciu a constituir titulo de no- breza c de bravura. Começaram, encão, deseripções dos famosos presídio: as que vinham sendo cuidadozamente vuitad. grande publico. ve E) e times tem ISOLAMENTO Antes de entrar na deseripaã graphica da ilha da Trindad; primeiro uma ligeira referene s dições suciaes da vida dos sds prisio- neiros. A ilha não é propriamente um castigo, cm si mesma. E” até saudavel pittoresca, e uma, curta, estadia junto és suas praias inspuiaria enredos Iyricos a un romancisty Mias o que destróe o bem piticresco é o tempo demasiada- mento tengo desse saudavel retiro c à numero excessivo de prisioneiro? que alli vão descançar da trepidação da vi da urbana. Muita gente paira. pouco es. pago; muito tempo para pouca varie dade de aspectos. Parque, cessada a odiusidade dos rrimeiros dias, quindo ainda cada detalhe do tempo, da terra ou do mar sugigere uma extlamação, q ilha vacíse tornando aborrecidamento monot: na. o topo: As com Os mesmos homens, sobre as mesmas pedras, sem novidades, alheios ao que se pussa no mundo, Os assumptos vdo- se restringindo, obrigatoriamente, o passado dos pristoneiros, Cada, um conta a sua vida aos companheiros, conta a historia da noiva, da, familia, das pes- sous cnhccidas. Mias o tempo continaa muito “> todas ias histórias “se tornam sonlicedas. s > As. convensas se repetem, Es homens se vansim e comecam a vir as longas Deismas, as prolongadas Crises “dé me Imgelia « às vezos da desespero. 'Além. disso, as mulheives,.. Não convem eu., trair aicese detalhe, que ha contenas de anus em preocupando os penalogis- Só homens, todos“os dias e em todos os momentos. Taras/ psychologi-| tas: é AN phico do Rio Grando do Sul”, “1935, Porto: Alegre; “Bole:im Salesiano”, 1935,; “Boletim del-Ouerpo de Inginies ros del Peru”?, 1935, Lima; “O pro- gresso da Enganharia Allema”, 1935, Rio; “Revista da Engenharia Brasilei- ra”, 1935, Rio; “Riquezas e Segredos da Aa Son 1935, de Saladino Gus- mão; Rio; “A Constituição do Estado do, Amazonas”, 1935, Manaus; “A Cons- tituição do Estado de S. Paulo”, 1935; S. Paulo; “A Constituição do” Bstado do: Espirito Santo”, 1935, Victoria; “O Ponsamento”, 1935, =». 11, 8. Pando; “Perfis Im); e Pfoitos”, de Othon: Cha- teau, Pará; “A Grande Aventura”, do Henrique Vilhena, 1935, Rio; Ae Ensaios”, 1935, de Henrique Vilhen Rio: “Os Nossos Orsilores”, de L. a reiros, 1935, Pará; “Elo (Firaternal?, 1935, Bahia; “Revista Brasileira de Pe. dagogia”, 1935, Rio; ““Poletim do Ins. tituto de Engenharia”, 1935, S. Pau- lo; “GA: Constituição do Estado da Ba= hia”, 1935, Bahia; .“Boletilm; do. Minis- terio do Trabalho, Industna e Com- mercio”, 1935, ax. 14, Rio; “Archivos do Instituto de Biclozia Vegetal”, 1935: “ Anauô”, 1935; “Constituição do Estado do; Parf”, 1935, Belem ; “ Exipo- sitor”, n. 12, 1935, Pernambuco; “Bo- letim Plan americano” 1935. «-pe: =d 1, Brasileira de Lettras”, ns. 165.€ 160; + Rio; Odontologia” 4 ka da Liga Maritima Br asileira”, mn -— eae me im Os que devem comparecer A! 5.º seção da Contadoria do Serviec de Aguas, Manoel Joaquim Pin Washington;- “Revista da Academia 850, 1935, Rio. ás repartições publicas to, 2 bom de seus interesses. DA” 1º Directoria da Prefeitura Municipal, O representante da firma Santanna «e Rolo, à bem do seus interes- ses, com urgencia. f Pê dis | DO ua ima A Congregação da Escóla Normal ao governo Go Estado Rounin, antehontom, manhã, à congregação da Escola Nor- sob à presidencia do director dr. LED Fr às 9 horas da mal Themistoclos Arauw'o Aperta a sessão, o presidente congra- tulou-se com os seus collegas por ter si- do jugulado o movimento extremista ir- rompido ma Capital da Republica e mais dois Estados'da Federação, tendo a Con- pregação resolvido officiar ao dr. go- SoiTddEEs do Estado renffirmando à s. excin. o seu integral apoio no combate Ga idóas mocivas do regimens vs gloriogas da maãs bella eppia façamos z Gras ni SO RRR ERA do the thro teto Erro: RE Ce bi ado (é TASAS = o « ANNIVEESABIOS | Celebra. no di ade hoje q passagem de seu natalício o nosso conterranco tes rente Terencio de Mendonça Porto, jo- ve e brilhanta Btticial do Exercito, fí-|- lho do saudose belletrista Terencio Por- to. tri dito! Pr TM Ao tenente Porénicda oie ndrr rd servindo, presentemento, no 260 BjO.. não hão do faltar, por certo, os teste: munhos do apreço em que é tidoz Ea cas apparecendo. Os preconceitos amoitecem com o distanciamento da ci- vibsação e os complexos freudianos, 1 | bascam Ibartar-se. Quando os ho- nICES regrossam e so assimilam as nor-| lha do extincto magistrado dr. Jovino mas da vida civilisada, passam a con-| Santiago, 4 qual não faltarão, de certo, tar horrores do. presidio. A civilisação | muitos parabens. Sai À Alia! toma conta noviimente dos seus impul- sos e o Presidio fica-lhas na memoria Transeorre nesta data o anniversarió com, o caminho de uma desgraça: já | matalicio do “oven Antonio Fernandes irremediavel, ou como eterno motivo | (P: astor, auxiliar do commércio, ds Tyr wilhação , * Faz. annos, hoje, a senhora. Marina Brito, irmã do sr. Julio Brito, cabelei- Ko do Grande Hotel. -* Assignala à data de hoje;o natalicio da gentil senhorita Alda Santiago, fi- A TOPOGRAPHIA a ilha da Trindade está situada ao a 20.0 6 31.º de latitude sul e à 13.0 e 48.0 AM-| MAI; do longitude este. isa E GUINSAR oa Sua topographia é muito montanhosa de difficil accesso por causa da violencia do mar quie se quebra nos ro- chedous constantemente, A-ua tem 3 milhas do norte noroeste pera sul sudeste é seis milhas de peri- metro. A? excdpção do lado de sudeste, o | go que ha uma alvíssima Praia, todo o resto é cercado de Mag pi ponteagu- dos. DAS SENHOEAS: t Maria dos Santos «Amara, esposa do: sr. Manoel Brito do Amarál, runceio- mario do Lloyd Brasileiro, —Erotildes Peres, viuva do sr. Ma noel Peres. — Anna -de Araujo Marques, seriota sr. Julio Marques. DAS SENHORITAS: Pa E Alda td filha do exmactis ar. Ha um grande E a - evimoaBantiagos nroninado “Pão de AR dé rcipuuma san q de Lemos ala do mts. de altura, muito semelhante ao de rtincto ar. Rossana Lemos, angedos igual vome da Guanabara, Na extre- mario imufritinpl 3 midade, ueridional da ilha ha um ro:| , —Helena Guedes Pereira, fila o sro] chedo avermelhado, com 70 metros dá Vraneisco Julio Pereira, guarda livros altura é atravessádo por “um tunnel, DOR MENHORES; de morte pana niomoeiste; com 140 “m etrod Davino Carvalho, auxiliar do conimé d> extremidade, por onde as aguas do: mar “passam produzindo grande estre: pido. Pb E] = Clodoaldo! Maciel Barbõra. j pri A DIENINAS: Z Na ilha não ha agua potavel nem terra cuitivavel de especie alguma. HISTORIA Foi descoberta pelos portuguszes o 9s ingkzes a qecuiparam no. secuis XVIII zcudo, entretanto, mentituida do pois a Portugal. Com a independeneia do Brasil pas- sou porta o domínio «de mosso paiz que) não a oceupou 'eftidazmente, até que, | da & tant om janciro de 1895, o governo ingiez, 1 de de todo o artis julgando-a util para uma companhia, te-| cellentes grata , legraphica, dcewpou-a pelo navio “Bars “artisteio, tor-se- a” fei E ota ” que alli dir 2 ER tado mista. Vig UZA. é O governo do, Brasil, Es se feed do -nos: “Nao. facto em 14 de julho pelo “Rio News”, | LOS POR CAUSA DO MEU que fez transoripeão de uma, nota do | CO. E tj T “Financial News”, LESTIA, E “ATE? CER Foram formuladas redlamações, tendo. ACOEITAVEL, A MEI o gáVinote Salisbary attendido o pedido | MOLA - “QUASI. CRIMINOSA, - fico mente, mas a Octupação con-| NADA. VIEMOS DE MONSTRUOSO. trav. d tinuou até que, graças 4 mediação por- | NO. SEU PHYSICO. Chaby: Pinheiro j tngueza, foi ella” definitivamente res- Chico - Fa ' o tituida ae Brasil”. ar À sat ga E dr é ug sitamos, 5, não les dir imi “| mento quo era real! TRE RT NG Re Um Artista E que morre, Com a alma: confrangida trecajamos || estas linhas envoltas no crépe da sau- dade, como merecida homenagem pos: fliuma “a “Raymundo Araujo, “ha dias falecido na Capital Federal. Dolorosi tarafa para nós como artista e como amigo que eramos do extincto. Com o seu prematuro desapparecimen- tc, abriu-se para a sua digna familia o cofre da amgustia em que se acha eu- volvida, desde o, momento de suprema. dôr do recebimento da infausta g des- agradavel noticia do seu passamento, longe dos carinhos sia à da sua esposa e filhos amantissimos. . OQ nosso tão dejpauperado ts artisti- co é mais de columna de jornaes, con- Xorme entendem -os noticiaristas, que, sempre grapham: “o nosso culto meio: artistico” etc. Mas na realidade nada. existe, apenas as recordações desses tem- pos já annunciados pelas brumas da. a- mamgurada saudade de todos as horas, do todos os dias, que mata lentamen- te... dos dias cheios ds vibração e cre- artamento pelos torneios da arte que se elnfectivaram em Belem, que perde um elemento de valia em tratando-se de vio lino. . Raymundo Araujo era o detentor do logar de primeiro violino de orches- Er. Pereira de gre ue era um £ matico.) Sua irmã Conchita, A dei de: aids de p A o piano. e demais: membros. da. familia tem “decidida dndiiunção para arte arte da da, musica. ad É é E A lacuna aberta na classe! ficará ace-|. phala; porque nos dias que correm, com |. a predominancia da musica pastarda. de “eorimbó”, não vemos ninguem capaz | te de substituil-o tendo o titulo de profes: |: sor de -orchestra, no sentido lato d6 termo. Foi uma perda lamentavel, um'! real valor a que fica pranteando o Pará cada vez mais amemico em arte, com.a E ausencia para o sempre de Raymundo A raujo, assim como desse velho e profici- ento p rofessor Martiniano de Sousa: (Massou), tambem desapparecido, na quadra que atravessa de positiva deca- dencia da arte, não vislumbramos subs- titutos na nossa terra querida onde a artg pura deixou o rastilho luminoso, infelizmente sem: continuadores - Assim «sendo “6 logico que estará morta para sempre. «o E» por Info Qualquer tontativa, será infmetife r f geração actual está envenenada pela musica -sem musica “que é o samba... Será possivel formar outro ambxente? Sonhos!. ,. TO QUIERO) Descansa em paz, “3 parte — =) É MTastani pára pobre lot thei Solos “de fão to de pianos A.“B.; que “devem. entradas & “residencia da it Coelho, .á avenida Sy- caro puto Rax- munido Araujo, bem mereces: a: tramquil- lidade dessa mansão onde só imgressam tra, pois, para tal, possuia arcada se- à ue sob) bed , - 7 y Adene! Os ingressos q : rien ura, vibrante, ampla e ao mesmo tem- | O que foram sustos na terra, À “Th E | somoçã Ro i 14 Pad ULYSSE NOBRE er e pia ota DS ad Mo PSSES 2 E y e R ; Leitor de musica com um golpe do FS E | vista admiravel, depois do Sarti, o sau- dosissimo e GerdaRairo violinista spida, Araujo, não temia a leitura de qualquer | pantitura, proficicncia adquirida nas mãos do seu pxcellente mestre Sarti. Tanto assim era, que, o nosso ines- quecivel mestro o amigo Maestro Gama Malcher, assumira o compromisso de gamizar uma orchestra para dean nhar o programma de um coúcerto AA cummemoração do 14 de julho em 1915, mo Theatrosla Paz. Mecmentos antes do ensaio, o saudo- se maestro dizia-me: o ARAUJO VI. RA'? SEM ELLE NADA PUDEREI FAZER, TODOS SÃO NECESSARIOS MAS ELLE E” Ay ALMA DA OROHIES- TRA. Cie do Ficam nas palavras do. brilhante au- ' tor de Bug-jargal, a actuação que pos- suia o charado rabeuotista, o assim chegara porque não era só ledor de mu- sica, o seu espirito era culto por isso mesmo alcançava certa ascondencia, na sua especialidado artistica, com digmi- dado! pet AM TR 1 Tínha agerisa 4 dio que agra: FOAPITA L EIRESERVASE — Er RS. 6.000: 0008000 E ara Ara Sa RES TO E Receita depositos ajuros “< prazos convencionado 2 con a a si trt f=: E = -—- ds
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