O Estado do Pará 02 de Dezembro de 1935
ff :Zff.DJO DO !'.DX•-:::.gêgunãa-feírã, 2 ãe Dezemoro ãe y9g5· Entre França -e Allêm'anh:a orproletariado em lace do actoal momen~U ·surgem ras :_: primeiras rusgas ameaP.ando s,~ 0 : o~ politícos_ Qll8 atir_am a pedra_e escondem as...mãos' , Y Nem dictadura fascista, nem dictadura proletaria--Temos que resolver 08 noa· l)Jma· s uma vez a paz da Europa SOS :problemas dentro do no~so redfnie!1 e d~ nossas realidades" - diz o de- q 1 · putado trabalhista M artms e Silva IM RIO, 29 (Via aérea) - "O eo.crlflcarnm ncete ,n0Vlruento, nftlnnan. Globo" publica O seguinte: do que emm méros sali-ctores 'd.o l>Oder a:::l~~~L•l~~ 0 '\~::7 1 ~t"p~:~::~; ::,~dn:!::'~ 0 ~~:~~,t:;~ ª,:~~º: ~.,:~:;: A Pnlavrn do dcpuULdo ~lns e 811• ~:e~:r~u~~ 1 =- 1 ~'::::0~~.e~ '!: •· Lc 'l' •mv•" a.:crc:,. <las rei:.~~,., irnaco. 'Wm•·• rc-eusou t••tH:\tiva uc1tl,wnA eom ~:•,::tn!º",,;~::i~ct,::::;:• v~~e~!:,<lZ~od': :!~ .;...º:i:.::;~~i:,,!':;, 1;,..~"'.: ~::;:.::~:ci,° 0:i~.,,:'~;i~~l~u:;;~Íi;;,~~;~ ~~•::~•~o.,,j): l~~"~;:•~n;'~c~t':/~~: ~;: • ~::::.~~::.ª e:~n~~~:.:,":, ~~ !,:~:e'!.":"'q~~de~.:':;':i:;:/~u:Ji':.: :~:~::'a"~~!L•~: t:.,'?.;;~:,:,;i'ct::. ~"•;t;~~::nc~~t~";, 1 ;o •;c'::1 "os:~:":;: 1·' ::.."";::.,,~~== =n:"'t,7~~~:.:~~r ::'~; ..:.:,~"=ºn~~..1;,;/ 0 ~ "!..:~- ;~: ;;~;i:;;~:c;~i:,t.~~t: :';'c.:1~: ::~::. t,:~, c~::'.:!;;!º'~~b ~~ r:i~': :::n~,ttendcr • lm ~en.sa, <U&,e.,nos d ~:t e':r~~:d~~: "r:,fo J>a.:, : protcndida colJ!l.bora4i:llo collceti.\"n., ns- 1 u. "L,, rr,-mp•i,._ ~n•v1•ndo qur• "a - D:;iedc Q\.JR ilTont_peu o movLn,onto nosS06 iproblenu1..s ooeLaCE- devem ser uma ~im como o desejo da .Fro..n~a dllln n.e- Fronr~ s6 ,consi<1~r.,rin poSl'n"'"--·ie ta(•s (~~e 4 ;1~~: 1 r;~::/~:O~e~e ~r~: =~e:~:~~~~)i~~o~~v:r:-o.ç!io, ,põ= :~:tto~o:a ~1;~:1"~ 1~ 0 ~a;ã;~ 1 !~\ ::-:,:~~::,,:i''.,:"'; 11 1 ;~,u: 1 :;,i: 01 :"::~~~ ;~u,:~.::,~; 1 •:=;;:.!:'~ ~:: ~:: ~~" n;:,~~;,:~.;/u:::.:::•J:º:: na carecia. cort'1)lctnmcuto do compre, 1\.0"'....rt:unr-ntc qu~ :1. .\ 11,•ml'.'mhn. visn :i. u.m c.stú.o ue cou...c-.:is tomando 08 côres da. &ua I patriotas e bTIJ .S.llel.ro .:-,. Nós SOtr.. ~ a hons5o p:rni a .AJlema:nha. o !H.'Tri:\ o. lhe :iccor,lo, f(<'h:ulo n. <'n~t3. (l(' torc,..-iro": rcnJlda<le, vem, pouoo a Pouco, a. con tnllLor forç3. do 1 .aiz. e as nos.-u a.rma,, tomu difíicil a T"ida, cm a~lu.'ta con• na. renlid.1de e .fim (h. politien. de phz flrrn:tçl!.o daa rntn.has palnvrns. • Eúo f,fl.{"1fl<.:11., e, ao meu ver, a.e m.11,; \rlc taradkç.ão co'm o e.-.pirlto duma vcrd.1.dci da AH.mauba. {., ,],, C'rP:n, 1:m t-Oda.s pa.r Os hom.eru :pllblJcos quo, como eu têm torJosaa .\ Cai,oara., co11, ~ exc: 11 : rn. (.Ollabor.1-~ão. Nú.o 6 suf..ficiente n.:. tes e ~cm e\.tc,pc:5.o. rPl:u;õe~ uteis entro n rreponsnbHld.(l<le da onento.ç.n.o' dus ções de l'lf"US tn(:mibros, têm f ~.n.d.o O t.t.._t g!U' rotundam~nto qun.l'}tteT idéa. de bos oe E,tados. E prt.:ic>Ís.'.lm~nt" tI)Orquo 3 ma~ prolet.a.rta.s, oom organ.t.za.ç.ões Já temPo dl$;0Utm.do pollt1ca, retalh..-ull.!..> o tiEdaM, nem in-roc:ir '(} Instituto de GI' p·olit-ico. alJemã iL•n,lc :'l um1 eol1a.bora.. ~~~~~~:~ 1 :r::t.::=i::· ,=. ~:1' ~ 1 ;;~co~ ;n~:= :a.1::;u:l~ :1:'tou,•~:m :;:!:,o a;:t~e:i!: ;~. ;:.~ 1 {: 1 I'~l:~::';í1:i":i:::i:~~~;n,~:"'~ ~::ru"e;l:c7o::c::~o=~•~. :• =l~d~~t.::;1: :e~~ 8 ~=~ ctos, C'Uj05 fins não ~ão muito clnToe, elo'f'n.r .l eua -roz pura por fldbrc a,i~o as t~)--· sUotra: u.n,n e outra estrnngul.am as U• wento n (. !SI.la aglw.çie,s cabe, e.m grande e que fornm eoncluidos soh os fkus -amr naçõ_es, amcaç.a.d!Ls d·o verent nn'botca.clo ) -,"~• berd.aaf'IS p0y>ulru-os. DQpots, todos nó9 parte. fL.S luotas que cs p:u"ti1.dos polit1_ picios. \ '1 ~ : esse ideal pc,r accordos pol>ticoo ou mi- '" :.i~~"n~:,!::'.":,.!, ":;'u!':~ ::/:",;;,':,',, ~~tle~~;,~:.q~ Deputado Martins e Bfln 1 ~~\/;;n:::t~ 1 !:c,·o~~r:,•n;:;; t~~ ~!:"~º- ap:n~~~:;:_ \!:;~:!!~~ ~- i:: nac,ltavel o reglmon co gora nos meus ouvidos ch<s,<m SOlnentte ganl,.aase . _ todas -os &uas ~acter1st1~m~s:~= hynmoe: de ])&h'Jcttsmo, moções de 1n- _ como 1: !;t p~~pl~~ :ia::. Lobrun ~~~t;z~h= ;~:!~Z:a~~:~~:;~ 30 8 ~ ::9 ;:~~:, i:~L;ln~º~.-c~;; :;~~ ;:;.t~c:;: Hitler taçlio °" met_o. NGb que temos que rc- con,:1Jclonal eoUt\arle-j'ade, <11scur,;os ex- cumr~em os !'A?US deveres. Ha lds ._ soh•er na noFeaB QUC6t6es dentro dns tr,.1 .scnsaeJcn.aes, .e wn!06 outros reme.- ba.lhtt;t,ae rnagnlftoos, mas nlncutm. u A -f"!Dtina ~ Urunuan nu :::~d":wv=~~td:•rm~~~ e.~:.::: ~::7~~f:~!:::!:~~~: i:1_e;:! Companh1·a (11'nger t7.t:ti~~=~E!~:2 ~~~1:Ez~~±~~ ~!1:~o:~;~~ Y , H , Y • ~:.~:r::. ';."A;;:~~: :;:u:::p;:. ~tsn: 3 ~o ~~::/~:::i:n:i:i:~er Ü :-::~'."'tttc!":~;::~:s c;::, '::,~ =~m:~~ 1==~~1l~= tAndo de retonma cau,p1eta. A l>uJacs; Jol hnnam ~011~''1 l",tade ra com o 'POVO frnnccz. 6C'1 ,-i:rinho. s~, mnm:i.. • f I t I dores, é um:. quesui.o puramente de ca,., cem " oonsclencla <lo :P8lz. ::~~q:::!:':a:. :~.~!=--..;:: ~ llli ~ ÜL Gd U \lOT fim,-~ ganeral Debc<n:,.y ~"':11Tou 'JUP :Niio é, poie, justdo indka_r ~sstcG aellos I Realizãndo sna expositão de bor rocter economJco. Dantro da dembcra• N6'> !os;e o proleúlrl&do bl'Ulle!ro J4 que a p<>Uttc:L ~-;:_ che- até l•p«. B' li lnv nrnn hra~1·'1rro nm sns p1J:,.vrno Jeo."" <1- Ro],laclo •....,;;•• :l etivos da Allemn11ha, mem _""Plc,ral-os nlu:n: ~~~~s~:~:ci;:~:ss~t~ pro;,=,~ :c, 1 ,=.r d= ':~~d~~ alh<J!a º~ª :;i:.r:::: ';,.,h:;:~m.:i~ ;:1:~~:~~:::: • ns fronteuns tr.m<.'e?ru, d<'!in,tl\'ns ee- co,n,o o o:<poeuto o;, sentímen os co e.Ida.d f f . c1n uma t 1 ,,.... - • ij U U &J }GJ ij fo,_er_ a J.uz snhre 1Jm p 0 ontn, que J_rn. ,10 em contra. do. Allcman~a: ~ois olles rc honra de convt·da~ ás a'utonºdades do orgilo admlnlstrat 1 v · sempre nnaatado n. olda picso n~ t1'0t do Tra • f 1 t _, • J ·' 1 def t >.J ~ a • e e!!lc•·-te "'~""iloºp=u~llf)r'l•a."'. n. 6111 re:il movimentoG de .:..C~•1clo tnu•u•d• ••". ""Us d-.•.-:~.:.~.-d~'.':~_t~_P"a~'.'." 1 ! I • t or1, ar em W·''"-'º r>nr e a so u~ao "º veom os gra-rcs e, os u 1eren "11 E t d M . . . Im = ........,, " , ,u ~ _ = ,--··~= u - ~ _ a·e1 ~!·ll t1mn<! ~nnn ft tr,oblem:,.. - (A.13.) ~- systema ~lle~ti~o ao qll!ll a. poli., sosei~:,de un::ip,o, a p~~a e a tos Vidas, que"" manruun ezt'a3tar = caw. !>"'letarta - Con, .. - - iJIJ Ql,U ~• tica franecz:. mt!pnmm o seu caracter. ?a ensopara ~~ este In!ellz,nente, 0 Pr<>letulaao e se~ turhllh!o dos m.ovtmenios :r,,vclu.clo-.I?c ln a.! - PAR]S, 1- As relações frlll!lcogel" Asb.im, depois de todns as cxperirocias cert_ame_n, quo é a_pl'ova evi.d:ento da o "hóde expl<>torlo"; "'escada a que se rios, levadas pelo cntthU&la.smo dos prt: .,,':n.,.-:u::':":~~':,~== n1mnntnl' ~un nnnnnurrn• '""""."ª' !orom, _ttLlim:mf.lltc, objooh> do feitas, c,,sn aUit,u<l.e não póde ser consi• !~:.~ao O cwpacída!e das ru.umnas :prram pollUoos pal'tl<la:rlos para, 6Ul>lr melro~ momentos. Em.quanto Isso, e, •umpto que lt>t;,_essa a,g - ~ li ~ Ual 1, 'll4JU y li particular eonsildornç110 por prurto do dera.da na !Allom:.nha como .im,a vcrda• E á • . • _ 1 '"!1 ~~ ~ ia'; ~:º•p~==-- 0 ::u !,_restA~~ iA~~u":s~~~sr::~ ~~~v· .~~~~~-•que•&~~? 1 ~ ili • • jornal "Lo ll'emips>. Toclll!ldo este pr<> dcira madilicaç,w wo cstttdo de espírito st _ora visitan~o a nossa. ~en<lla que nlio tem um fundo <le slncerldadft ... = -n~ ~ -~ - - ~ , •t~r'm •o ff:JJ'J blem!L do i>n,port.1.nci:i. ..-·,tal parn amb'l,'I da Fron~a., Se a. conciliação !í. qll!ll a AI- D., Guiomar Rauhno ~o, i!free~ porque, de !a.cto, e6tiio mui-to arasta~ ;',,,º ":,':,, m.lnl,mo e outras proJectos as due.1 prtnc1P4"8 fol'ÇIIS do paia,lMI · jl U pll l,t n, potencias, o ma.tutiDo p:.rn.sionse re· lenha tende, dever sempre ser submotti- l'JI. do d~artament?. mstruc:ivo_ da <las necessldncl.es dM massss prole1al.rlas. de":~ ::::. n. ser obJecto :=-i::;"':,~;:O~;,:'u:.! _ ..._ conli~e ·os esforQOS eiDA:eros o l<>aea ldtl da !í. <!.pprov:içfio de.ssa forma do co<• Companhia, ~ue mm~strarlí. .ensma- Não commetterel, ent.retonto, " lnto.. Por 9Wl parte, o Mlnlst.erJo <lo Trabe- rouco flcnnl. devendo, p<>rque - ,;... iili8f'> CONCL1l810 politic:. :illcmã, no sentido de fa~ili pcro.çüo, cujo caraetir. o>emicioso tem ~entos dos ~ossos d~vei:o.s accesso. mia, de m)1CU!a.r a memorie. dos que se lho <lelxou que aa lna:,ectorlas "" d.,.,,-_ c?dem a ,1dra e eeaoedtêm u .mloe. ~ DA l• P.t.OINA t.sr ,uma soh1tjo, q_ue além de ser vau- Ilido provado. ,':leria -absurdo iut\.'11p?elor rios, c-om~ seJa'?': _?3:1:~. trabalhos ~ - - _ __ --~=--- t~josa par:. 'OS dois palzee, seria u'lli,-er• 0 O'(lposiçiio ollemé contra a prati<"a ac. relPvo, :pomt á_ Jonr, etê, 1 ~ fu.nocionaria da Caixa E'conom~- l"Mer 1IDl llllllllllc:lo Aelle !or- :ma~~a hr:isile'ira repelle o cum- solmente recebida como um alivio \!i. té.n tual como uma n<>g,ç1o por ,porte tl.n Tcrm~-,,á ;; :i dezemn;·· , ca, nOOll!eada por seu pae, fazen- D&l 6 ter NII lucro JrClllime • .,,,._..-...:..a.a ..,. . munismo, pelo motivo entre ou- são rei.Dante. 1 • "<!10 .. ~ !• •o\llcmnnl,a ,10 pn.rlticulo.'r 11Uma collabc• 28 , • , 10 2- .N., do alli a propaganda do commu- • .,.-.- ~;:il~~ ;: ~~~ :::t~:~~ ~ã~ ~:T:i;:::~c:-::! !':e:~::p; r~: ::~:: ;:;:1~ ;>,::.P~:~~~:;,n~::o:; ~===~====~ nismo. -oarll~~•=======~ ..,8.f H •.::.•:~ . mo. coUaboraç5.o efficiente e duradoura quer..- der o 101110 do alnrmn, por umo em que deixara a tu.nica num ca- A policia. encontrou no seu lu- -;e lha'", só os l,arados e as victimas entre a, oiaçÕ'EG ouropeiis. Esse tardio pretondi-lo ame·,~• allM11:\ {, cm,so, da bide, foi nella encorulcra.do um XUO'OO apartamento documentos como idfa o povo, "que se,aca'bou CLECTICA 1 aa- f~yccse morbida são commu- •oconhcci'!ll•mto, csi;a :ijprecbçii<> du \n"" paz. - (A. B ) maço de boletins subversivos, do compromeittedores, prerufuntlo a a brincadeh-a". _nistlls. ,\ mas3a não. (A B.) ~ .. _ . =s::- qual foi retiraid'o apenas um, pa- moça. 0 sr. JU'Sto de Moraes Agora trata-se da defesa real ~~~-~~--~----=·=~•~-L~,..=!!!!!!11 . R_iO l-"A Nação", em man- ,alv:içiio 1PUbHca,, dá ao Exer-;:- drr,;irMntc na l'::?l'rC'c~ão do com- ra se conhecer o conteudo, pelo tentou impedir a prisão da filha do paiz contra a praga verme– ciiet,te sob O titulo ·'Razões de t,1 ;:odnes discricionJari.cs pur mJu•n;smo . (A. Il.) official encarregado de vigial-o. não O conseguintdo, embora de- lha, sendo o pensamento geral Esfa.dl'.>", tliz um lll!liodo o111"ll:>, afim de a3sc- Ri O, 1 - O g-ovc.rni::. cogita :a:e~~:a~g.::i:.:;e1~i::..,.°!~;:1~ ;~ putado supplente do p. C. Pau. que todas ~ forças nacionaes, rm:o b1·~ileiro confia mais dQ que nUJ1Ca na disc\plina do Ezer.. cito e na sua braTIU1.1• e lealda– de. "Em face fu! situa,;io crcada g1P:ar a ex.istencia do Estado e fundar na ilh1 ria Trindade um tr'b .d ••.,, lista. Entretan'tlo, a, presa ficou mactesumarºnªos ~mmoosdeesnti:3dso, cdoenvemtra .pe)o surto connnuni~tn, não de- da ~•,cied~de. Entre a destruí- ~rc.< :ir.io civil-mi\it.;u, espo::.ial- 1 m os no quartel durante ª na casa rpaterna, sob a responsa- ...,,.,,, O minisÍl'-l ree,ponde: "Sei dia~ so. Tc:,ho a maior satisfaçãó em • ,,. . ç[tn cio Brasil e a violação do pre- noite. O official culpado foi a- J:nlidade db pae. o inimigo commum. (A.B.) WJ;lºf-riem po<lemo::. :idoptar so- c:.•itc, ro11sti,tucional nf.o pio,de ha- me~1t€ destin:-ido ar'3 qne atten- fastado, mas não punido. (A. tutões da. velha modn brasilei- ,·cr, ar ilações". (A. B. )_ tar')11~ conrt.1•1 a !lc~ur:mça do B.) 'li_ à ri«·~,r, inoment:-, paira 9cima rlc pai7 e da.; ins• iLuiç.'.í?S polit~- ,i,:~~ n 1azão de Estado Evi- RW, 1 - Alguns jorna1~s in- case sociacs. (A. B.) RIO, 1o - A morte db coro- fa1l ~eria .soph.ismar com ú pc- íormazr. que Osr. Anisio Teixei- RIO, 1 _ Reu:niu a commis- nel Porto Alegre está ainda en– tjgó. e i-·,gir displiscentcmente, ra pediu demissão do cargo de f'ão d,,e Constituição e Justiça da volta em mysterio, pa,recemfo p~,tan±o crimínosan»ent", em ,;ecreta1io da Instrucção do Dis- Camara, a qual tratou larga- suic_idio ou accidente. Ninguem ft;grante desrespeito á memoria ("icfü Federal. Entretia,nto, tive- mente de importantes a,s,;um- acredita que o coronel Porto A- 110~ qué se lembrar,am da defc.52 mr ,. .,<'rm.açõe gu de que legre estivesse envolvido na tra- das ;i,.stituições". (A. B.) o ~;~~nisio já ~1::,a, 1 ~:~icitad<> pbos. ma communista, pois era um of- r Entre outros, re3!oh•eu -pôr d:e ,RIO, 1 - O embaixador do directament~ ª.º dr. Pedro~,'. accordo com a Constituição o !~~ ::::~i:~P;:iea::~:~: url!lflflY visitou o chauce:ier ;;~t;,,;,ara eixar o cargo ,1a tratado de extradição eDJtre o indinada a um accide-nte: . ~Iac~do Soa11ze, hypotecando-- O ,r. Anisio Teixewa era ac- Brasil e a Argentina. Como se O-enterro do mallogradb offi- Lydia Werneck, a filha do sr. RIO, 1 - Disse o ministro da pro,:lamar qu11 0 Exercito.<Jabe- Justo de Moraes em questão, é Guerra, em erutrevista ao "Dia- rá corr~n.der a essa confian• um.a das mais activas propajgan- rJo Carioca": 1 ça"' - ; dista3 do corr_m:uniW10 n?s cir- "~ ultim~ _rebelião o"'..mmun:s• !nq_u{eddo sobre qual a im– culos do fonüm&mo daqu1. En- ta nao modificou em nada a d1s- pre;;sao causa(b no seio óo iTeta:ruto, é funccionaria da Cai- ciplina do Exercito. E' preciso Ex,•rc;h::, i;elo ma.<:sacre dos seus xa Economica por inexplicavel r,ão confundir o Exercito com camaradas por um grupo de alu~ força do filhotismo. E' espera- esse grupo de amotinados. G ~in :1.io: :, disse o ministro: ! da sua immed'iata. demissão e mDiVim:e'D.t:> extremista veio urur "O i:cntimento do Exercff.J; mesmo a demissão de todos os I aind!a mais o Exercito·e consol:- em face desse monstnioso-crire~ funccionarios munfoipaes com- dar a disciplina nos seus q·1a- que c~nst\tue uma das iruus - • do– mulllistas, imposta pelo dr. Pe- dros". Jorosas paginas dh no- histr:– dro Ernesto, o qual está yendo, O jornalista 'faz notar que o ria, pode ser traduzida em CfJ&• lll('jeni oome do seu governo, in- sab<•, :i nt0{lsa CciilStiuu.ição prohi- cial ri:alizou-se hoje, com gran- tdta w,liclariedade com 1> Brasil cu:,;ada de oonununista, em !'ac1; be a extrllldiçãlo por crime poli- de acompa,:nhamento. (A. B.) ,______________ l__lliill_l______________ na._rei,ressiüo do commuuisnn. de wa actuação na cliirecção da tico. Entretanto, o tratado aci– - -(A. B.) Ir,strucr,ão. Depois quie .foi n;- ma referido encerra essa clausu- R!O, 1 - O deputado Adal– b ~r.fo Corrêa, esclarecendo s~,. p•,nto de nstl.l: sobre o ,Project.:i ile- lifi ,para reforçar a Lei dá S::. gl!rar-<;á Nacional, disse: "Nf.o ha duvida, me parece. meado i:ecretario, varios profos• la. Na. 1 eunião a comm:issão ,con– sJres ratholicos ren'Ovaram suas riderou a sirtluaçã.o aotual, levan– vehemen'he\s accusações, base:i- ii'C> em conta as declaira.ções de r.cs r.o -programma do sr. Ani- soHdariedade dos governos da «io. 1 • • ~ Argentina ,e elo Uruguay com t'•fünamen,te um politico 1.::- referenda ao combate ao com– vou ;:io dr. Gcliulio informaçõeit nmismo, \O qual foi considerado 1::::::-~:-----.;;;;;;;;;;;::;:::;::;:::;:::::::=:::::::;::: no terreno politico. RIO, lo - O ministro da Cuerra, no Boletim do Exercito, dirige-se aos seus camaradias . Diz que pelos factos se compro– va que na realidade poucos 5ão os tranviados. A maioria está perfeitamente integrada 01,a ob– servancia reUgiosa db dever. Termina o Boletim, mandando em nome do dr. Getuiio e no db ~Dr. Garc1- .:::i. F1-·1h· o Tratar-se-ia, portant.o, de 'Pl"O- ..... curar uma modalidadie entre os proprio ministro, elogiar-ogene- -1,<J!'!ll'ICO DO~ ROSPl'.l'.~ES DE TtJB ERCtiLOS0S DOMINGOS FREIRE E !!OVermJ::; para. o combate em OLYMPU Um film que 1r.tos Mo aspecto roru,n• tico e A1Yentur-0iro da. oopion.agan, nos 19!1.lÕ<?:s nn f&91.a.J entr,o SOa'Tisos o t.a-;~s de c.ham,pa,gnel UlC DR.A.N.A DE A.'MOR . •;: e: e~ASTliO E DA SANTA _Ç._\SA DE ~USEiUCOBDL!t - ral Gaspar Dutra, commandan- 7 · CC ll'+I J Cll. ~GER ll L: _ cau~a c=mum em d:efesa do te da la Região, estendendo o e- :' ,;~~ !eu;:."' 0 t~~: 1:et;i:~;!: :1:.~"~, da mulilcr, Mol•• t i.aa d~:.:~~:"r1'!º" tlrcuiatorfo, dl&'esttrn e gent. . paiz, em concordancia de me d i- logio aos demais chefes. (A. B.) Tctalhodo p;,lo fogo~ pela mctTaJh<1 d.~ .t~ratamento d"9 brouchltu e da fr114uezo Pulmonar por metbodoe ""· i das, -r<'fin; de tornar efficiente o gucrrnl - l',nu estrb formidavel do . •4.a.t , pectaUzado1. I combate. Nesse sen.ti< lo, as res- S. PAULO, lo - Foram ef- ..... ~,~ ....r CINE AL~Ç'AI •· '.'Y'l[ T H E R. CUL O S :E .i ... ~ pl'ctivas (;hancellaria,s br~ve ini- f'ectuadas novas prisões, entre 1.-ir.ata:nento pelo pneumolboro:,:;~~•~~• aarothcrapla, ciuctoaotherapla ciarão seu trabalho. (A. B .) as quaes ao dos si"S. Carmelo Complemento: CHAJJPAG:tnJ - dorumCttJt:i.rio fr•~••,z -&01Ucoç10 da tubercnllnother:pla (vocclnns tnbercnlosas) 0 .., detUllll• RIO, lo - J ú é inteiramente Crispim, secretario do Pai•:.ido 1 nadas'º'""'•ªª mo1esua. conhecida a nctuaçflo do major Socialista Brasileiro Ferrovia- ESTRADA - 2~~0-0. l A.itQf Cb Pharmacb Centr.11~?~i~T~~~!!•. _ Telephonc,-i 27 • -1:.J. l Alcedo Baptista Cavalcanti, o rio, Ladislau Camargo e advo- =~~~,~~!~:~~-;D: :,:n:,::,•~ -TELF.PDONE: 1228 "Mfl homem de confiança. de Luiz gado Danton Vampré. (A.B . ) ..---------------..!ª::.·• !pag~-::-!'!.. Carlos Prestes, o qual chefiou o 1 ::-: ;: : 7 :-;:;:::~:-:--::-.:::......::.:.:.::==::;:====== movrrnenfo communí-'<ta. Offi- RIO, lo - Os jornaes publi- ~as. rí:io é a Constituição q 1 ,<: taes que determinaram a C'ln- eia! intelligente e discreiissimo, caim. expressiva reportagem ~:ih-ará o Brasil neste momenlo, ·,uca~Ho do dr. Pediria Erne;;cb, tinha o cui.da1o de não estei:mar phatographica de Natal e Reci– u~3.5e caco, p·,:r exemplo, nio para i.ma coníerêllcia no Gu.i . suas opiniões, mas somente a- fe, mostrnndo os damnos causa• ~rélstodebrtlsileiros aoSer·:i- na!Jara. Deixandoodr. Getuli.i, gir. Era. qu'lsi desconhecido, a dos pelos r evoltosos . (A.B.) ÇO, da T~r<:ci_ra. _InternacioIL\I . J d1·. Pedro Ernesto chamou ~- não ser nos meios militares . RTO, lo_ Esiú sendb espera– ~ Con~titu1ça:> e que se d-:\'e sr. A!•:i,io, resulta.nd ~ a sua di:• Era professor do Curso Supe- do aqui, amanhf~, de Po:t1to Ale- ai<L11-tr.r aos ~sos novo~ e e,;- missão. rioi· de ~pei'fui~oamento. . gre, no avião da carroira, 0 sr. ~rcm~s. 0 As circu~st~ncias do Esper1a-se ~om grande intere~- A t.i.cttca elos propargand1stas Joflo Carlos Machado, leader da ~ce~t1ci,m:o conshtuc1onal est.10 ~e a demis~ão de um conhecido l consistia cxnc.mnente em u:io bancada liberal gaucha. (A.B.) IKACEMA GUARANY~ , _______ F O X J O II N A L Em ultfo1a <· d<'fiJ>ritha o L"ILlA.,~ ITARVEY co,u exhibiç5ol - METROTO– GENE RAYJ?,[OND e '1<! N1'l < JOA::-. CRAWPORD E~:·~~-~··· ~-.l~fiis~·-~ SOMENTE HOJE! 2 :t'Il.'Y 1 ~ki~~:t:tf:: ~enci~O DBI! 18\ MIh eon, Wil,Ll.A.M POWELL ue fB s ~'t~\ LOY ~ CLABX Suzanne! amores PJº~~tºF~,88 Symphonia do mor e, n \!.\R'l'Il ~ EGGER'n> l:.:ntrnJa - ,oo,. Entrn<ln - lflOO. Entrn<la - l:!-100, ~11 1 to b~ nos rempos norma<>" medico accumdo de communis-1 falarem, mas agirem, estando { A~or.1 nao. Devemos salvar o ta. Desempeuha elle alto cargo I prohi'b,do~ rnc~mo de fazer pro- RIO, lo - Eslá sendo focada p:i1z,e:uboracomum:i.d1ota~,ll,t naadministra,;üo -municipal. pngauda Y<'rual Mas d'istri-10 familiaJu.:1to deMoraesentre Glo.BR,EVElr-· --a e Poder con:;Jrta e prolongada se 1c3;;e A opiniflo publica e.-;tú ~ateis- buiam boletin~ os communiRt.as de casaca que 1 ,cceas:irio. feita cem as medidas rumuncia- Conta·se o facto de um conhe- infestam o Rio. :Entretanto, o meu projc,;fv cbs e es!)lera que o gove1no aja cido capitão, extremado em com- Uma filha do sr. Justo de Mo. oo:n SPEXCER TRI.\Cí e COLLF~m tOORE po~_motivos que considero a .. com a maxima energia e impie- batei· o communismo. Certo dia raes, morando em um p:uacete, é I lÍlllllil&ill_________.__ _..__ ••---••---------li"
RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0