O Estado do Pará 30 de Novembro de 1935

Í SEXTA PAGINA Um retrospect BERLIM, novembro — ( AB.) —,O Fedngeesso stanographos reduizado recen- ementa na auga Vidade Livre Impe- Prjal do Francktort, serviu para o tim extremamente util de chamar de novo "E attoução do publico para o immenso valor social e economico desse mpparens fenronto complicado e myo-erioso systes “ma de hicoglyphos, o quai, para os nao Einiciados, devo sempre conscituir como que um inaceessivel livrotechado e sella- | 40 com sete sellos. ER, É “Todavia, seguramente dificil desesiimar os inaleuloveis serviços á humanidade, em muitas de suas multi- «pias espheras de activi lade, apela tachye japhia, que tem sido detinida como à [arte de escrever Iogiveimente, por meio | de signaes breves, mun. métia subric.e Eentenente rapida para registar um dis- curso. Entre os Amerosos usos que tem, à pasta lembrar quão amplamnte a ste- mographia é empregada para. colher os trabalhos dos corpos legislativos, o O ) qugamento de cusos nas côrtes, para to- | mar correspondencia quetadas de todas as espécies e relatorios comniciaos, Na | verdade, não é x ado asseverar que é a. stonographia não tivesse sido ju- * vontada pelo sempre fertil cerebro hu. mano, toda a nossa vida economica € soº “ejal estaria, serão absolutamente, par * Jyzada, pelo menos grandemente dif cuiinda . “Ha um velho adagio affirmando que pusa alguma de novo existe sob o sol. E essa verdade é mais uma vez illustra- | dr pela tachygraphia. Neste caso, como flos da esculptura, pintura, dansa, mt» à Bida;a arte da ceramica, geometria, “anatomia, medicina todas as formas de | dito, todos os ramos da sciencia, todas "as manifestações da sabedoria philoscr | plilea, sem uma unica exciipção, os Gre- gos foram os primeiros e immórtaes mes- «fres-do mundo: oceidental. A qenogra- à phia fomece outra, e talvez inesperada ! prova da necessidade de uma golida edu- : cação classica. Mesmo num assumpto * que “pareco tão ultra moderno, como a achygraphia,' a «civilização oceidental | "devévessa conquista aos Gregos: Porque q stenographia não é tão ultrasmoderna “como muitos estão inclinados a pensar . Uma inscripção sobre um, marmore da | Acrópole, de «Athenas, attribuido ao quarto seculo: antes de Christo, indica | quero systema de “escripta breve” já era praticado entre os gragos daquelles "dias, * Com os gregos desse quarto seculo IA%0.., entretanto, a eseripta abreviada |páreco ter sido de natureza mais espo* radica do que systematica; em outras "palavras, era! uma questão de ccnvenis encia individual, gosto e ge io, so invés de uma systematizada /m> uudologia sc cial;/O mais antigo regi' » desse orga- «nizado, “tão! ente 14 do individual, | de escriptajbreve, vem de Rom | | esdata de 63 A.C. Aquando à idade da eloquentis, domimadajpelo talent £orcns so/sem rival: do Cicero, estava em seu fipico. Naquele tempo em que: Roma | era; perturbada pela inquietação politi» ca,” p tempo .da conspiração “democra- tico” organizada por - Lucius Sergius * Catilina o dirigida contra o patricindo * chefiado por Cicero. | Um amigo deste ultimo, um homem livre de nome Marcus Tullius Tiro, in- “ventom preci nessa época um sys- É tema de “notas”, baseado no principio oilthoggaphicoy e (adaptado» ao: registo “discursos. Ha evidencias mostrando quo o novo systema foi primeiramente tisaido para colher os proprios discursos deiGitero. O ilustre autor do “De Fi- mibus> o “De Natura: Deornm”, immes idiâtamente percebeu: à utilidade da im | verição derTiro, de um ponto de vista |" "politico. - Plutarcho, em eua “Vida de látãoS o Jovem”.y declara; que não , sor e os/disengsos| de Cicgro. em | conhes iração de! Ontilina mas Voos o “tganto ide festa o os de Julio x efo; 03 , foram sa Pita VS do Senado. seria hriente/ em” váridspartes ER; Graças, talveA ao apoio de Cicero, O bysteiuu de Tiro, para à escripta de » roviaua, foi chsinauo nas escolas romie las, unde manifestamente conquistou Cebbsideravel successo. lute sobreviveu 'quêla da Republica, e os imperadores são desdenharam em aprenderem-no. “pambem sobreviveu à quéua do Luperio, é E comcusou a ser empregado por varios “etolilos depois que Romulus Augustulus, (O ultimo occupante do throno dos Cesa- ves, toi forçado a abdicar, em 476. O ojescinfinto. do Christianismo, indubita- tlpagação do conhecimento da stenogra o ipltia. Esta deve-ter se snostrado mui” “to valiosa em uma idade de mtansa pres Bação o agudas controversas theologia vii cipaz de compreender exactamente o y que era dito pelos representantes das ) [re escolas, no decurso de suas ar- st Li tj clristãs. Nem se poderia deixar de ci Witar que a stenographia era frequente 5 “E dos julgamentos dos primeiros christãos É sendo designados stenogralçhos especial 17 mente para esse fim, pelos pastores da nascente egreja. ehygraphia grega, o) graphia pelo occidente latino é mostrad 1t | pelo facto de que não somente à egrej V mas tambem o poder civil recorriam dulterações dos factos, Assim, no sec cvam encontradas no diploma do rei m rovimgio Clotario IT, O documento par a maior somma de raterial manuscripto do Vaticano, do sec, X vo qual 47 paginas estão cobertas pe «scripta abrevinda, espesimens da qu foram primeiramente publicadas pe “ustrado cardeal Amgelo Mai, em 1832 ginal] de Pitman, entretanto, tem sido t 1844, respectivamente. ”F leom outro durante nada lmê asfquestões da)| jm os 4 “nota- são de je 1h velmente, deu um poderoso impéso á pro: | vas, pas quaes tanto dependia em ser, dentes disputas, e especialmente em pos der registar as declarações verbaes ou exhortações dos Paes da Egreja, trance ittinido-as 45 assustadas communidades mento usada para-registar os trabalhos Emibora os exemplos existentes da ta: durante esse perio- j do, estejam lmicados a us poucos pas Ppyrus fragmentados, e taboas dos segue Jos 4º o 8º, o galor atribuido 4 steno- mesma, presumivelmente, em-um e outro enso, como uma protecção contra as qe sjengo conlucido como o manuseripto de Hermogenos, data do Seculo X, Porém, fornecida pela Edade Mólia está contida em um pos e | O ESTADO DO PARA” — Sabbado, 30 de Novembro de 1935 stenographia através o Jesse fascinantefmódo de escrever, é margem do recente Congresso de;Stenographos de Franckfort 4 mer do ha muito já so estabeleceu com um monopolio virtual na Inglaterra e em Póde-se verificar assim que o systema + todo o Imperio Inglez, onde já se tor do escripta inventado duraute os ulti- | nou uma cousa commum, Porem é tum us periodos da Nepublica Romana, pe: | pen; nos Estados Unidos onde o syste lo amigo de Cicero, o livre Tiro, obce- ve um successo dgsdeo que ainda estava sendo grandes mente , empregado nas [dades sédias seculo 15, nada melhor tinha sido ainda inventado, da maneira que as annota- ções tironianas continuarem a ser em- pregadas, o mesmo em uma extensão maior que antes, tendo as controversias suscitadas pela reforma protestante na | Alemanha — augmentado us exigencias | para um registo mais seguro dos dis- cursos. Stonographos estavam presentes na 1e- lebrada disputa theologica entro Luthes rc e Johan Maier Wk, em Leipzig, no auho | de 1519. Immensa importancia | 1oi attribuida a esse acontecimento, que | marcou q primeiro apparecimento pur, blico de-Luthero, desde a inseripção de suas 95 theses na porta do convento dos Agostinhos, em Wittenberg, dois annos antes.. Os dois adversarios eram intelles ctualmente dignos um de outro. Luthero timha particularmente Lommunicado suas | theses a Eck, então somente com 31 an- nos de idade e que tinha se tornado dou- tor em theologia e philosophia, e profes- sor 4 idade de 24, porém, o irmão agos- linho não correspondeu á symfpathia que ella obviamente antecipara. A dis+ uta — um exercicio rhetorico tão no gosto da Bidade Média — realizou"so em Peissenburg, onde agora existo o novo “hall” da cidade Ge Leipzig, e na pres sença do Eleitor da Saxonia o de t a sma Cóôrte, alem de um grande nume ro de outros privilegiados e apaixonada. mente interessados espectadores. Todos os: disputantes—porque Luthe- ro estava assistido na apresentação de seu vaso pelo seu amigo Carlstadt— comnrometLeram-se, fóra de qualquer cortaz consideração mara o “notaryi”? encarregado com a ardua tarefa de ro- gistrar £eus discursos, à falar vagarosa à elrramente, compromisso que, sem du- vida, cumpriram consrientemento. des- da que à posteridade está de possó dº excelentes relatos de sua argumenta- ção. Não obstante, os stenographos ti- veram wn formidavel trabalho a eim! prir. A escripta abreviada é algo mais | que nm trabalho mercante mecanico; requer, polo contrario, para ser bem | teito, em addição á grande habilidade | technica, um treinamento intellectaál o uma perspicacia de ordem não mºa6-. da parto do stenographo. Isso presuto- -Seida parte deste, senão a famivi- NA 7e'» menos um conhecimento ele- mentar de assumpto registrado. alem de ma extraordimaria rapidez do 7er- eapção uu natal, Quando se pensar que Colstadi e Ecké discutiram em turno | por quatro dias, sabre assumptos tão, altamente abstracto como graça, bon trabalhos, vontadeglivre; que Eck e Luthero, posteriorménte, disgutiram um é ide dez dias sobre as complicad supremacia papal, do pnrgatorio e ou- tras; uma ligeira noção pode ser feita do Jaborioso e trabalho que teve de enfrentar o stenographo. ] Tal tidelidade, como foi entes) da, no caso particular em questão, po um dos tachygraphos do lado protes; tante. despertou, na conferencia, reli- giosa realizada na presença do fimpera- der Carlos V, em Worms, no anno de 1541, a admiração de um personagem como Artoine [Perranot de Sranvella, então um joven de 24 annos, que sub- sequentemente se tornou Cardeal e se- cretario Imperial do Estado, e que ea- tava destinado a se revelar como um «dos mais distinctos e versateis princi- 'pes da Pgreja, naquelle seculo 16 tão perturbado pelas controversias Teligio- sas. A conferencia de Worms, foi, em si mesma, meramente uma das muitas infructiferas conforencias convocadas (DOE, Garlos ta na futil espetança de des- obrir uma base para um aceordo entre os Catholicos e Protestantes, e como ital apresenta pouco interesse geral. Na historia da stenographia, entretanto, aquella conferencia pode se orgulhar de ter sido excepcionalmento interessan- | te, usa vez que os discursos de Melan- -ejthon foram então registrados “ver- |balmente” com uma celeridade e preei- são que atrahiram a attenção da eru- dita audiencia. E posteriormente, quan- do do ajusto dos termos de paz, em Muchleberg, depois da derrota da Liga de Smalkaden, em 1547, ou quando do estabelecimento do tratado de Passau', am 1552, uu anta quando era minis- tro ds regente Margárida de Parma, depois da retirada de Felipe II da Holianda, em 1559, o Cardeal Granvella tove frequentes occasiões pará apreciar ] | o valor dos serviços prestádos pelos “stencgraphos, aos estadistas q diploma- tas. TIr Já foi accentiaao que à ortographia formava a base do systema de notações stenographicas inventado por Taro. Na segunda metade do seculo 8.9, e na pri- meira metade do seculo 9.9, aquelle sys- tema foi «endo substituido, em um grÃo sempre crescente, notadamente pelo ba- varo Franz Xaver Gabelsberger, cujo systema foi publicamente experimen- tado pela primeira vez na sessão de avertura do Congresso dos Estados Bu- varos, em Munich no anno de 1919. Parem se pode claramente attribuir os maiores feitos a Tsame Fitman, porque a publicação em 1837, de sna “Escripta nov cra no desenvolvimento dos sys- E) a 4 uu conhecido na America poucos amnos de pois do sua publicação em Londres. Todavia, fors Pi 1, sob o protexto da excessiva complicação de sua annota cão geometrica original, Tanto Gabels berger, na Allemanha, o Fayet, França, desprezaram o uso de signne geomotricos, « favoreceram o chamadc systoma “esaripto”, O systena i systema, de I, Ja al lo ori considoravelmente simplificado, e des Christãs. E quando essa momentosa Gl-sron poca chegou à seu tim, no se encerrar o | outra Stenographica de Sons”, marcou ma temas phoneticos da “egeripta breve”. Njo somento Pitman classificou os sons da Jogua ingleza, selentificamento o arranjou o seu material para escrever de accordo, mas introduziu engenhosos | | K é * Loxpelbicntes de abreviaturas para maior VII, isto 6, em 62: as tironfana x Pr ' , b2), notas tironianas | rypidez. O systema Pitman se tornou m feitas objecções ao ma pionctiao semelhante do ingilez notavelmente duravel, | Joha Robert Gregg, primeiramente pu- blicado em Londres, em 1883, e agora ensinado em mais escolas o praticudo is stenographos do que qual jucr systema, Na Allemanha, o sys- toma de Gabelsberger foi aperfeievado por Eltolze c Semtey, e, de conformida- de com o peculiar amor do methodo e a consrquente tendencis ção pedagogica e s) etemstica dos allemães, está corporado em um systema de stenogra- phia do Reich, cuja adopção é compul- soria o “ o admirave” ces” da stenog contemporanea, foi bem exemplificado no recente con- gresso de tachygraphos allemães de Frankfurt, onde os vencedores na com petição consoguiram registrar, discursos numa media de 300 syllabas por minuto, dacis lographando-os depois sem o me nor engano, constituindo isso segura- mente um raro testemunho de suas ca- pacidades teclnicas é auditivas. as “performau- Bismarck, como Neipoleão, não arc ciava cs stenographos, Embora o gram- de Corso tivesse tido menos opmortuni daae de entrar em contacto com elles do que 0 chanceller de Farro, desde que não tinha Parlamento para prestar con- ta de seus actos, não acreditava nelles tanto quanto Bismarck, que uma vez es- creveu a sua amada Joanna: — “Estou lhe escrevendo, não com lettras de san- gue, mas com a mesma tinta vermelha que uso para, comigir os sujos Tela- fomos tachygraphicos de nossos digeur- so7”. UE Que os stenognaphos bb e rio humano não os tem? mostrado por um divertido incidente que occorreu ha cerca de oito 'annos intraz, na msual- mente solemne ceremonia da leitura de uma acção na Divisão do Banco do Kei, na Alta Côrte de Justiça, em Londres incidente aquele registrado (cita-se aqui de memoria, mas “Sit ut est, sut mon sit”) como segue, pelo “Time”: “O Lord Chief Justice: — “Tu não Cesejo interromper 9 sabio conselho em 13 conversações particulares, porem , ? pesso evitar de ouvir alguma con- sa do que elles dizem, e que possivel- mente pode chegar aos ouvidos dos ste- que foi nographos officiaas” . ndo osr. X, Y. Z., um conse- lheiro do Rei e agora um juiz: — “Cer- tamento quie não espero, meu Lord, por- que sou amigo sr. A. B. (outro conse- Nieiro), acaba justamento de chamar- me de malicioso “ald rasaul”, esta res- posta oxplodiram grandes risadas, inclu- Siv 19 foram dadas pelo Lord ulgamento de Bismarck era des- necessariamente severo. ] mesmo se os stenographos são algumas vezes impor- tunos o indesejaveis, e inconvenientes, que fazer? As es mesmo acontece ser o marido casualmente apanhado por sua esposa, quando sentado com eua e a re Dulcinóa na “terrasse” de nm café, em uma rua recta e soccegada, investindo contra a tituicão do casamento, ao invés “de “el-o contra a sua. propria fraqueza. Ariezar de tudo resta o falto de que a stenographia tem desepenha- do, ainda desempenha e continuará a desempenhar uma parte essencial nessa cousa, extranha, sujeita a tantos altos dos tempos VÊ du época chuvosa que atravessamos, ] | e baixos, que. se reaffirma triumphan- | tomente depois de cada eclypse tempo- rario, e que é chamada da Civilisação Occidental. 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Para as demais secções, feminina e infantil, o Departamento continuará a funccionar, em caracter facultivo, mas apenas na seccão de jogos, nos dias de costume. reabrirão, officialmente, do anno vindouro. TURF A DECIMA CORRIDA DO JOCKEY em março CLUBE PARAENSE — Realizamese, | amanhã, mo hippodromo do estarlio da Tuna empolgantes carreiras hippicas promovidas pelo Jockey Clube Puraen, se. O programma da corrida compõe-se de cinco pareos disputados por animaes de forças equilibradas. Amámhã, publicaremos o programma completo. — BRIDÃO. CELOTEX PELO PAULISTANO — “Estão con” vidados a comparecer, amanhã, ny séde social, afim de eftectuarem um treino todos os celotexistas deste clube. 4 AVANTE! RAPAZIADA ALVI-RU- bia — Está para chegar o dia 25 de dezembro, dia esta em que o nosso pua jante e technico quadro disputará em nosso. confortavel tablado! o titulo de campeão de celotex paraense do correm, te anno. Companheiros de luc al não |! emeW8] desanimem, pois o campeonato de celo- tex de 1935 será nosso. a Não creio que exista no esporte para ense um clube de celotex que possua à technica e pujança que nós possuimos. Por isso para. elevar e diguiticar por mais uma vez a flammula do Pamlista-: nc Celotex Clube, é preciso ficarmos com aquelle cubiçado titulo. Companheiros! marchemos unidos e cohesos para a vam- esforço supremo de nossas forças não nos custará muito para tal — HELIO SILVA. q O GLORIA AVISA! —s Eserevemnoã ww directona: ; “Em ultima sessão realizada nã social do campeão paraense, à directoria Í f ga! = 1H 1 1 LS = — e do Gloria por nosso intermedio, avisa à todos os clubes de celotex de Belem, que jé terminou o seu campeonato interno € desde hoje ae ao dispôr de EAR Jube que se julgue apto nesse ram anda e EE aaa desafios da- auelles que “usarem”? gra que 6 de 1m50 metros de comprimento, e as respectivas | amanhã, no campo do Paysandu” Sport marcações». NOS SUBURBIOS AMANHA O LIBERTO REABRIRA! O SEU ESTADIO PARA O SEU E ES- TIVAM ANNUAL—LIBERTO x FAY- gaNDU' FARAQA PROVA DE M N- BA DA TARDE — Pode-se'prever um exito à tarde de amanhã em que 0 ESA peão suburbano realiza o seu festiv: ceruitivo do anno em sua praça do es- portcs, Não nico do 6 só: pelo preparo tech — g Par 2 4 “undada em 1882 FAZ SEGUROS CONTRA OS RISCOS DE FOGO E RAIO sobre pre- dios, moveis, mercadorias, objectos de uso domestico, estabelecimen- EVis “anta realizado, Reemas . Deposite Feto FAZ SEGUROS CONTRA TODOS OS RISCOS FLUVIAES E MARI- TIMOS sobre mercadorias, generos de pro ducção do Estado; cascos de embarcações, valores ou qualquer outro effeito seguravel. PAGA OS SINISYROS A” VISTA E SEM DESCONTO, COM RAPIDEZ, BOA VONTADE E LISURA s indemnizações que pagou nos tres ultimos annos elevaram-se á somma A 7 Telephone—747 Caixa Postal—365 tos commerciaes e indusiriaes; 1] 1] E] de Garaio consideravel de SE'DE Endereço Tel. — COMMEROTAL INV VV VAR VANIA VV hs E RES ROOONSEOS ti RS. OON:D0OS0CA Às. 1.621:792927 A “COMMERCIAL DO PARÁ” E' A COMPANHIA DO ESTADO QUE POSSUE O MAIOR NUMERO DE SEVUROS TERRESTRES Segurae na COMMERCIAL DO PARA CUJOS CREDITOS SE ACHAM CONSOLIDADOS POR UM PASSA- DO DE ME IO SECULO DE EXISTENCIA Rua Conselheiro João Alfredo, 58 (ALTOS DO BANCO DO PARA") DIRECTORES: Raphael Fernandos Férreira Gomes Eta, da Antwnio Faciola Bimão Roffé É DS o e ee es 0 — | Todas as aulas do Departamento | Asnare. ! Ai 86d, " Listo; Duca , Edmundo cê e Pelado; Amaro, Gui, Pelota, Pito- | a mesa pela Te-! ! Uberlandia e Aliança e o. : | t> prova de honra Marco x Uniãozinho ncme da embaixada leblonense o sr. to, 1º secretario do Leblon, alongandes se em considerações sobre a excursão deste é sauidando por rtixal os desportis tas izabelenses, na pessoa do sr. Luiz agradecendo as expressões dos dois ora- dores e confessandoso satisfeito pela sr por a a DDD pre meia pregranra como dos nucleos que inte giam nesse certamen que proietts ar- ru-tur, uma bõa somma de assistencia uo Lairro do campeão alvi-azul., Praticando o esporte fpelo esporto, tcremos 1a tarde -de amanhã um enecon- tro incdito entre os teams do Paysandu” vimpcão quraense e Júáberto campeão subvebavo, foi attribuída pelos do lucta. O LEBLON INICIOU UMA SERIE DE CONFERENCIAS ESPORTIVAS Com o intuito de ingu.ir no esp) seus associados, a verdadeira finálida do esporte sob todos-os -de a directoria do Leblon vyae as proliminares teremos bons em- ecric de conferencias em sua-sóde si bates entre os seguintes clubes; Houve a primeira, Lo jcgo—2 ás 3-—Boqueirão x Pa | rencista o academico de: listra. cisco Cruz Luna, o Jopo—3 ás 4—Piratas x Note Ê eiro. DIVERSAS jogo—s 48 5—S., Domingos e 8. 2 É ? UM DO LIBERTO QUE FÁ NOS- “Passa hoj à sia data nab o osportista Andró Christovam dos San-. tos, um dos baluartes do campeão sus burbano. É ; Por esse motivo seus de clube * cepção. UM LEBLONENSE QUE FAZ AN” NOS — Os que defendem o pavilhão do Leblon '&. Clube vão comemorar, hoje, o anniversario natalicio do zoven Audrelino Martins e Silva, clemento dos. | mais destacados da turma principal des- À se gremio, onde gosá de nde concei- Estes disputarão as taças seguintes: Luiz Sampato, Joio Ewerton do Ama 11 e Avgusto Chadas. preparamelhe wina grande te- x tia RA) Say SARA À eSEonNTO Sic Bi asda ; du', ha de receber hoje, citações. — LC. E pe UM DO LIBERTO QUE Nos — « orou, hontem, niversario - 0 algo at E " Iva a prova de honra entro Pay. sandu” e Liberto, será dispatada a ar- tisticu copa “iLiberto Sport. Qub”.., Vai marcar o acontecimento do dia o Tustival esportivo que o Láberto pro. Mox c mnanhã em seu campo de espórtes com o concurso de todos os nucieos de fama certiç do nosso suburbio. Assistiremos nessa !parada a perfomaree de dois campeões que sua integridade q nosso publico espor- tivo ºspera que o leão do norte saias defen?ir q sua bandeira e q titulo | que 4»sve, pois collocado acima. de | tod9a, esa proximo teremos q campuéo » suturbano kem capaz de fazer as gio- vino de “essas canchas, — TI, A, S. DOMINGOS x SANTO AMARO. Para enfrentar o Santo Amaro no fes- tival do Liberto, amanhã, a direcção ese , portiva do -São Domingos escalon o ze, 10 mag O Een guinte onze: ; é cigal espa = Era > Outro não iva | ; Soares, Con! ta e Fausto. Reservas: Alpheu Sousa, Belem é Are o. € oo Os escalados devem estar na sádo, 4s 2 horas. BERNA RE SS gr 11 O FESTIVAL DO ESTUDANTINO | “var de largura Por “| PARAENSE, AMANHA — Realizase tro a) portista Antonio M portivo do Guarany 8, MACDO Clube, a esperada 'macinal esportiva pro- movida peio Touring Estudantino Para- O programma, «cuidadosamente esccs !, + Jhido, consta de uma eliminatória entre | E emba. ; Haverá faças para os vencedores e pa” | ra o clube que mais entradas passar a- lem de 50. . EA TOS IA OS «A directoria do Touring | destinará 20% de sua renda em beneficio/dos or- |: phãos do escrivão Andrade. |. NÓ CAMPO DO UBERABÍNHA, A MANHA — Este(gremio realiza, domin go, um festival esportivo, em campo com 6 concurso de diversos fimes, juve- ns e suburbanos. Era Já concorreram, ao todi mios que abrilhantarão a tiva do sympathizado Uber: A EXOURSÃO DO LEBLON SPORT || CLUBE A! SANTA IZABEL O Le. biou S. Clune, o applauudo gremio do baixro de Sao Braz, visitou domingo ul- timo, 4 vilia de Santa uzabel, onge foi tazor a sua estréa official. Para isso organizou uma embaixada tie 40 pessoas 1. que transportot=se áqueila. pittoresca Jo, calidade. Na parada denominada Quarta Tra vessa, perto da Santa Iáibei, os, lebio» monses foram saudados pelo sr. Salvim dor Ferreira, associado do alvirrubro . A” chegada ao local aimejado, à cinbai- xada toi recspeionada pelos srs. José Rodrigues de Paiva e Luiz Colombo Deigado, prereito dy Santa Izabel e pre eidente do Izabelense F.' Clube, respê- ctivamente, ! Dirigindo-se à Prefeitura, falou em Di DEageA arae espor- convido todos os OObr.: desta * Loj.:, no goso dos seus direitos. para tomarem parie na Sees leiç.: Pare. :, para os cargos vagos, esta Bex.: Off.:, realizará, DA p) | terçarfeira, 3 do mez de “vinte o meia horas, no predio da : Co-ir.:, Gr. : Bon.: e Bemf. !HARMONTA, sita á travessa, | tembro, n. 79, onde esta Bem está funecionando, ! Secr. da Loj.: 30 de no .:V.: — JOSE? DE Raymundo Pinho, orador official da mesma, saudando o prefeito. A seguir, usou da palavra o sr. Qdilon Cavalcam Colombo Delgado. Falou este a seguir, visita do Leblon. Sahindo da Prefeitura, os visitantes encaminharamsse para à pensão “Mariinha”” onde foram servir- se de café, leite, pão, ete., por conta do prefeito. Após esta refeição, os com; ponentes da embaixada espalharam-se pela villa divertindo-se com o :ogo de Bi adSE JESUINA MARQU TEVES DE CARVI “E - bilhar, dominó e dama. O almoco trvo e logar na pensão acima citada, tambem : : 4 por conta do prefeito, falando ao fim MISSA—CONVITE o de mesmo o orador offiatal da embai NERO a aro xad. — O. GAVALCANTE. A familia da malo da Jesúina Mar Esteves de Pipe ] convida as pessoas de O QUE HA PELO LIBERAL — Foi convidado » gentilmente acceito e em- pessado no cargo de vice presidente des- to clube, o sr. Pudro José Ladislau, beme suas relações. quisto o estimado admirador, pela sua zade a assis conducts espei õe . no mia o respeito quo empõem esta missa que pelo seu eterno di : canço manda celebrar na! Em sessão de quarta-feira ultima, dra] às 7 horas do p ) R foi dispensado, por unanimidade de vo. e . “seu tos o resto da pena do consocio Placido | 2 de dezembro, 30, do. Eua Silva, centro medio do team principal | lecimento, comfessando-se desde desto clube, que de accondo com os | já agradecida a todos Os quê se nosvos estatutos, art, 6º Tetra d), vinha! digmarem comparecer a esse acta piedoso,. *. ) sendo enstigado por cata directoria, É Esta mesma direetoria, envia-lho um : 4, 29 de novembro de 1985, Le WON. — 30, 1'e 8º voto do felicitação, pela sympathia e um gratidão que lhe confere os seus compa- nheiros, desejando que continue a defon- der ainda com mais amor as cores alva | azul, afim de repor a gratidão que lhe t

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